Mlehores do Gauchão

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Goleiro: Gilmar (Veranópolis)
Lateral Direito: Patrício (Grêmio)
Zagueiros: William (Grêmio) e Emerson (Veranópolis),
Lateral Esquerdo: Márcio Azevedo (Juventude)
Volantes: Radamés (Ju) e Lucas (Grêmio)
Meias: Diego Souza (Grêmio) e Tcheco (Grêmio)
Atacantes: Carlos Eduardo (Grêmio), Vitor Hugo (Veranópolis).
Técnico: Paulo Porto (Veranópolis).
Dirigente: Paulo Pelaipe (Grêmio).
Árbitro: Gaciba.
Revelação e craque: Carlos Eduardo

Um Tanto estranha a lista dos melhores do Gauchão. Eu seria incapaz de fazer uma lista dos melhores do campeonato, simplesmente porque só assisti aos jogos do Grêmio e mais uma meia dúzia de jogos do co-irmão. Acredito que muitos dos votantes se encontraram na mesma situação, mas votaram mesmo assim. Será que não havia espaço para um jogador do Caxias, ou alguem da Ulbra? Por mais que o Grêmio apareça em destaque nessa lista não consigo concordar com ela, ela é igualzinha a aquelas seleções feitas pela imprensa do centro do país no campeonato brasileiro.

Carlos Eduardo sem dúvida foi a revelação, mas não foi o melhor jogador. Na minha opinião o melhor jogador foi Tcheco, pelas sua constânica, pelos seus gols e pelo liderança técnica do time campeão.




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3 Responses to “Mlehores do Gauchão”

  1. bernardo Says:

    a minha seleção é: André (Juv), Patricio (Gre), Willian (Gre), Emerson (Ver) e M. Azevedo (Juv); Radamés (Juv), D. Souza (Gre), Tcheco (Gre) e C. Eduardo (Gre); Jajá (Cax) e V. Hugo (Ver). Bem parecida.Mas, o, quando vai saih a nova camisa do Gremio? Tah uma palhaçada isso! Vaun lança depois do Brasileirão?

  2. alisson Says:

    Pois é… essa história da camisa 2007 tá virando novela!Abraço!

  3. alisson Says:

    De tempos em tempos, ocorre um fenômeno no Olímpico: há uma ligação entre o céu e a terra. Ocorreu da última vez depois de 1992, justamente na primeira era pós-Segundona. Para os meninotes na época e os desmemoriados de sempre, recordo que faltava dinheiro para pagar luz e água e que, de um estado pré-falimentar, o Grêmio ressurgiu para ganhar duas Copas do Brasil (94 e 97), uma Libertadores (95), um Brasileiro (96) e uma Recopa (96). O time foi montado no esquema cata-cata: cata um jogador aqui, outro ali, monta-se o que se parece mais com um remendão, as peças ajustam-se e pronto: está feita a ligação direta. Os deuses do futebol vestem a camisa gremista e ninguém segura. Os colorados não estão tão doídos com o bi regional. Isso passa. Temem já terem visto o filme em cartaz e de estarem diante da segunda era pós-Segundona. Isso não passa! HILTOR MOMBACHRetirado do JORNAL CORREIO DO POVO de ontem.

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