Bola de Prata

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Goleiro: Rogério Ceni
Premiado pela quinta vez, neste ano o capitão são-paulino tem os números a seu favor. Goleiro menos vazado do campeonato, superou a forte concorrência do rival Felipe, rebaixado com o Corinthians. Regular embaixo das traves, Rogério Ceni ainda marcou sete gols e foi um dos artilheiros do time no torneio.

Lateral-direito: Leonardo Moura
O Flamengo deve muito a seu lateral por ter chegado à Libertadores. Ibson e Fábio Luciano vieram com a competição já em andamento e ganharam o coração da torcida, é verdade. Mas Leonardo Moura estava lá desde a primeira rodada. Escapou da ameaça de rebaixamento e cresceu com o time até garantir a vaga.

Zagueiro: Breno
Ele tem apenas 18 anos, vale cerca de 20 milhões de dólares e é titular absoluto da defesa menos vazada do Campeonato Brasileiro. Revelado nas categorias de base do São Paulo, Breno precisou de apenas seis meses para escrever seu nome na história do clube. Por muito pouco não foi eleito o craque do campeonato.

Zagueiro: Thiago Silva
O defensor do Flu teve que superar a forte concorrência do são-paulino Miranda para garantir seu prêmio. Mais do que justo, aliás. Que o diga o técnico Dunga, que já levou o zagueirão até para a Seleção Brasileira. Agora, fica a torcida para que sobreviva ao assédio europeu, brindando os torcedores brasileiros com seu futebol eficiente e seguro em 2008.

Lateral-esquerdo: Kléber
Pergunte a qualquer um: quem é o melhor lateral-esquerdo em atividade no Brasil? Quase 100% das pessoas dirão o nome de Kléber, do Santos. Unanimidade entre os torcedores, ele mostrou que também é regular em campo e conquistou a Bola de Prata pela segunda vez. Incontestável!

Volante: Richarlyson
Seja pelo bom futebol, seja pelas polêmicas extra-campo, 2007 foi o ano de Richarlyson. Alheio à papagaiada envolvendo seu nome, o são-paulino deixou de ser apenas o curinga do elenco e se tornou o titular do meio-campo campeão brasileiro. Defendendo e atacando com competência, justificou o prêmio de melhor volante do campeonato.

Volante: Hernanes
Ele ataca, defende, chuta de direita, de esquerda, cobra faltas e sabe marcar. Jogador completo, Hernanes foi outra grata revelação do São Paulo. Apagou da memória do torcedor os antecessores Josué e Mineiro e já pensa na medalha de ouro na Olimpíada de Pequim, em 2008.

Meia: Thiago Neves
O melhor jogador do Campeonato Brasileiro 2007. Habilidoso, bom passe, chute potente e preciso, visão de jogo…O típico camisa 10, artigo raro no Brasil atualmente. Nem mesmo a polêmica sobre a renovação de contrato ofuscou o brilho de Thiago Neves. Cobiçado por clubes brasileiros e estrangeiros, deve permanecer nas Laranjeiras para buscar o inédito título da Libertadores em 2008.

Meia: Valdívia
Não fosse a suspensão do chileno e o Palmeiras teria garantido a vaga na Libertadores. Pode ter certeza de que é esse o pensamento do palmeirense. Individualmente, o gancho ainda custou a Bola de Ouro ao meio-campista, que era líder pouco antes de parar de jogar. A Bola de Prata é um consolo mais do que merecido.

Atacante: Leandro Amaral
Não fosse por ele, o Vasco teria chegado bem abaixo da décima posição, com vaga assegurada na Copa Sul-Americana. Depois de superar uma fase tenebrosa, com lesões seguidas e desacertos em vários clubes, Leandro Amaral voltou a brilhar e foi cotado até para a Seleção Brasileira. Daqui para a frente, vida nova.

Atacante: Acosta
Vice-artilheiro do Brasileirão, o uruguaio é um dos jogadores mais cobiçados do Brasil atualmente. Começou o ano como meia, mas foi no ataque que ele brilhou. Marcou 19 gols na competição e está no cardápio de clubes como Fluminense, Corinthians e São Paulo. É certo que vai deixar o Náutico, mas já fez sua parte ao livrar o clube do rebaixamento.

Artilheiro: Josiel
Quem é que disse que faltam centroavantes no Brasil?! Apesar de rebaixado, o Paraná Clube consagrou o goleador do campeonato, o gaúcho Josiel. Foram 20 gols marcados, que não evitaram a queda do Tricolor. Mas valerão ao artilheiro uma pequena fortuna com uma transferência para o exterior.

REGULAMENTO
Os jornalistas de Placar assistem, sempre nos estádios, a todas as partidas do Brasileirão e atribuem notas de 0 a 10 aos jogadores. Encerrado o campeonato, receberão a Bola de Prata os craques que tenham sido avaliados em pelo menos 16 partidas. Jogadores que deixarem o clube antes do final do campeonato serão eliminados. Em caso de empate, leva o prêmio quem tiver o maior número de partidas. Ganhará a Bola de Ouro aquele que obtiver a melhor nota média.

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