Archive for January, 2009

Novas Camisas? II

January 29, 2009

Será que é essa? será que é a “anterior“? Será que não é nenhuma das duas?

Libertadores – Universidad de Chile 1 x 0 Pachuca

January 29, 2009

Vi boa parte do jogo de ontem entre Universidade de Chile e Pachuca. Quando me sentei na frente da TV o jogo o placar já tinha sido inaugurado. O que talvez tenha gerado facilidades para os chilenos, mas, ainda assim, “La U” foi mais time o jogo todo.

A partida se realizou no Estádio Santa Laura (Em 2005 o clube mandou seus jogos na Libertadores no estádio Nacional), a torcida compareceu em bom número (16.000 segundo a imprensa chilena) e cantou durante praticamente o jogo todo.

O jogo foi corrido e pegado, com algumas chegadas mais fortes. Péssima arbitragem de Héber, como de costume. A sensação foi de que a Universidad de Chile deixou de fazer mais, principalmente no primeiro tempo.

A Zero Hora fez uma análise do jogo (imagem abaixo). Concordo bastante com ela. Iturra e Hernandez realmente foram os destaques. Não consegui ver pontos fortes no Pachuca e achei Blas Perez irreconhecível. Nenhum dos times é muito forte ou alto (aliás, hoje o Grêmio , do meio pra frente, também é um time baixo. O goleiro Calero do Pachuca não inspira nenhuma confiança.



Preis Presidente da Grêmio Empreendimentos

January 28, 2009
“Em reunião ocorrida nesta terça-feira (27/01/2008), o conselheiro Adalberto Preis foi eleito o presidente da Grêmio Empreendimentos, a empresa que atuará junto com a construtora OAS nas questões relativas à Arena.” (FinalSports)

A escolha de Odone seria mais óbvia, e talvez mais justa. O que não significa necessariamente que fosse a mais certa.

Odone fora, Preis é o melhor nome entre os membros da Grêmio Empreendimentos (os demais são Alexandre Grendene, Teodoro Pedroti, Saul Berdichevski, Mauro Knijinik e Pedro Ruas).

O problema passa a ser o provável escanteamento de Paulo Odone. Segundo Ricardo Vidarte, Odone está se antecipando a isso e pedindo para sair. Compreensível o gesto dele. Mas os é algo que não deve e não pode acontecer.

"A História dos Grenais"

January 27, 2009
Em sua coluna na Zero Hora do último domingo, David Coimbra confirmou uma “suspeita” que tinha sobre seu livro “A História dos Grenais“:

Salário: R$ 300 por mês
Uma época eu ganhava 300 reais por mês. Trezentinhos, já pensou? Estava escrevendo o livro sobre a história do GreNal, e esse era o adiantamento mensal que a editora me repassava. A ideia era não viver só disso, tinha conseguido um bom frila fixo para complementar a renda, uma revista semanal de informação. Mas a revista entrou em crise, começou a atrasar os pagamentos e, de repente, lá estávamos só nós dois, eu e os 300.

Era uma maleza, isso que era. Uma vez fui entrevistar o Ortunho, o Ortunho morava perto do Planetário. Saí do IAPI, subi toda a lombona da Plínio, peguei a Carlos Gomes, desci a Carlos Gomes, desci, desci, desci, depois desci a Perimetral, desci, desci e cheguei à casa do Ortunho. Entrevistei o Ortunho durante umas duas horas, ele era muito simpático e sorridente. Depois, subi a Perimetral, subi, subi, entrei na Carlos Gomes e desci a Carlos Gomes e desci e desci e desci, até chegar à Plínio e aí desci toda a lombona da Plínio e cheguei ao IAPI.

A pé.

Fiz todo esse trajeto a pé! Não tinha dinheiro nem para a passagem do ônibus.

Maleza, maleza.

Mas sentia-me feliz. Sabe por quê? Por estar fazendo algo de que gostava, entrevistando antigos ídolos, escrevendo a história do futebol do Rio Grande do Sul, vasculhando o passado. Sempre quis contar a história dos GreNais, divertia-me com esse trabalho. Ao começá-lo, fiz questão de me concentrar numa época em especial: a do supertime do Inter dos anos 70. Havia acompanhado muito de perto aquele time, guardava a lembrança vívida de inúmeros de seus jogos. Precisava começar por ali.

Foi o que fiz.

Entrevistei quase todos aqueles grandes jogadores, alguns mais de uma vez (David Coimbra – Zero Hora, 25/01/2009)

Antes de mais nada é preciso dizer que o livro é ótimo. Grandes histórias, extensa pesquisa, revelações, coleção de causos já consagrados. A descrição da cidade de Porto Alegre e dos hábitos de seus cidadãos na época da gênese do clássico é interessantíssima.

Mas é preciso ser dito que, conforme o próprio autor confirma, o time do Internacional dos anos 70 (ou Internacional do Octacampeonato) recebeu atenção especial.

Mais atençao do que o Grêmio de Lara, Foguinho e Luiz Carvalho. Mais atenção do que o Rolo compressor, mais atençao do que o Grêmio dos 12 em 13.

Os anos 80, rico em histórias no clássico, passam praticamente batidos. Para se ter uma idéia, o Grenal das faixas de 1984 (link aqui também) sequer é citado no livro.

Tenho a primeira edição do livro, com a capa azul de cima, com uma “orelha” igualmente azul que traz o perfil de David Coimbra. A contracapa é vermelha com o perfil de Nico Noronha na “orelha”. Salvo engano da minha memória, esta edição se encerra, cronologicamente, com a morte de Dener.

Recentemente o livro ganhou nova edição (capa abaixo), com uma atualização feita por Mário Marcos de Souza. Esta atualização é, na melhor das hipóteses, burocrática.

Gauchão – Grêmio 5 x 0 Esportivo

January 26, 2009

Não fui ao Olímpico no sábado. A idéia era aproveitar as benesses do maravilhoso litoral do Rio Grande e ver o jogo pela TV. Contudo, só consegui assistir o jogo quando Jonas já comemorava o terceiro gol.

Antes disso, os melhores momentos (e o VT) mostraram um jogo de um time só. Grêmio permanecia o tempo todo no campo de ataque. Marcou três gols e concluiu mais outras tantas vezes. Bela tabela no primeiro gol (segundo de Ruy no campeonato), boa cobrança de Souza no segundo, cruzamento preciso de Ruy e grande cabeçada de Jonas no terceiro.

O Esportivo trajava um uniforme roxo. Compreensível a cor, dada a relação da sua cidade com o Vinho. Inaceitável foi a meia azul. Fora o uniforme, difícil destacar algo sobre a atuação do time da serra.

Único lance de perigo contra a meta Gremista ocorreu devido a marcação de um recuo de bola. Embora considere burra essa interpretação, é necessário se dizer que essa é a interpretação vigente e dominante. Lembro que em 95, antes de viajar para Tóquio, os atletas gremistas tiveram uma palestra com e sobre arbitragem, Adílson questionou a possibilidade de fazer o que Réver fez ontem. Já naquela época isso era vetado.

No segundo tempo o treinador do Esportivo tratou de evitar o pior. Tentou povoar o meio campo. Grêmio tratou de administrar a vantagem e tocou a bola. Chegou a existir uma compreensível displicência em alguns lances. Mesmo assim o tricolor ampliou em dois gols de pênalti. No primeiro não me pareceu que o jogador do Esportivo tenha usado o braço. Alex Mineiro, com paradinha marcou. No segundo, Alex Mineiro já tinha saído para entrada de Reinaldo, e Tcheco bateu, bem como sempre.

Roth colocou Diogo e mudou o esquema no segundo tempo. William Magrão saiu mais pro jogo e Souza ficou mais aberto pela esquerda. No primeiro tempo Souza jogava mais solto, caindo nos dois lados do campo.

Esportivo foi um adversário muito fraco. Talvez não sirva de parâmetro. Mas penso que mesmo assim foi possível observar alguns avanços na equipe. Aconteceram boas triangulações nos dois lados do campo, com os alas fechando para o meio. Jonas formou uma boa dupla Alex Mineiro. O primeiro voltava bastante para buscar o jogo, enquanto o segundo ficou mais fixo dentro da área, servindo de pivô em várias ocasiões.

fotos: Grêmio.net e Agencia FreeLancer

Grêmio 5 x 0 Esportivo

Ruy
Souza
Jonas
Alex Mineiro (Pênalti)
Tcheco (Pênalti)

GRÊMIO: Victor; Léo, Réver e Rafael Marques(Diogo 12/2); Ruy, Willian Magrão, Tcheco(Orteman 25/2), Souza e Fábio Santos; Jonas e Alex Mineiro(Reinaldo 16/2).
Técnico: Celso Roth

ESPORTIVO: Fernando, Ramón, Roman e Juliano Navarini; Adans, Hélton(Joziel – intervalo), Galego, Dangelo (Neilor 34/2)e Everton; Evilásio e Waldson(Juninho Botelho – intervalo).
Técnico: Cirio Quadros

Gauchão 2009 – 1ªFase – 2ª Rodada
Data: 24/01/2009 – Sábado – 16h00min
Local: Estádio Olímpico – Porto Alegre(RS)
Público: 13.353 (11.633 pagantes)
Renda:R$200.555,00
Árbitro: Márcio Chagas da Silva
Auxiliares: Júlio César dos Santos e Carlos Bittencourt
Cartões Amarelos: Léo(G), Orteman (G), Ronan(E), Evilásio (E) e Joziel (E)
Gols:Ruy 18, Souza 27 e Jonas 38 do primeiro tempo, Alex Mineiro (pênalti) 9 (4 x 0), Tcheco (pênalti) 24 do 2°

Atualização de Posts

January 23, 2009
Post simples, só para avisar sobre antigos posts que foram atualizados com matérias da Revista Placar que acabei encontrado “na internet”.

O primeiro deles é sobre o jogo Grêmio 3 x 4 Juventude, válido pelo campeonato gaúcho de 1978. O Post pode ser encontrado no seguinte link:
http://gremio1983.blogspot.com/2008/07/regulamento-embaixo-do-brao.html

Abaixo a matéria da Placar.


Outra atualização é no post sobre a prisão de jogadores gremistas em Berna, na Suíça, durante a excursão européia do Grêmio em 1987, o link para o post é o seguinte:

http://gremio1983.blogspot.com/2008/11/europa-1987.html

Abaixo duas matérias da placar sobre o caso, publicadas em 17/08/1987 e 24/08/1987

Gauchão – Inter-SM 1 x 1 Grêmio

January 22, 2009


Tem gente que é contra os campeonatos estaduais. Não estou entre eles. Mas entendo que se filie a esta corrente. E vamos combinar, se é pra fazer, vamos fazer bem feito.

Algumas coisas são inaceitáveis.

Jogo as 16h30 num dia de semana em janeiro, em virtude do Big Brother.

Inter-SM não reclama da federação, uma vez que esta (leia-se TJD) adiou o cumprimento da pena de perda de mando de campo.

A federação por sua vez fez vista grossa aos preços dos ingressos.

Infelizmente, num jogo de grande expectativa viu-se grandes clarões nas arquibancadas

Como era de se imaginar, a partida começou quente. Inter-sm foi pra cima no ímpeto inicial. Nem deu pra ver muito do 3-5-2 gremista, pois aos 6, numa indecisão entre Ruy e Alê Menezes o centroavante decidiu-se primeiro e rolou a bola para trás. Vainer acertou um sapataço no angulo do gol gremista (candidato a gol mais bonito do campeonato). Victor mal teve tempo de olhar a bola.

Grêmio tentou reagir. Um minuto depois teve um penalti claro sonegado pelo árbitro, quando Goico acertou um carrinho com os dois pés na perna de Fábio Santos dentro da pequena área. O tricolor tomou a iniciativa do jogo, tentava trocar passes, sem ameçar muito. Souza, Tcheco e Magrão se revezam nas funções do meio campo, sem muito sucesso. Inter-SM tratou de garantir sua vantagem, marcando forte, parando o jogo quando necessário e especulando raramente, principalmente pelo lado esquerdo. Ainda no primeiro tempo um impedimento mal marcado após cabeçada de Réver, quando já se desenhava o gol de empate gremista.


Dado ao horário esdruxulo, perdi os primeiros 10 minutos da segunda etapa. Não sei como foi a volta do Grêmio. Fiquei sabendo que Fábio Santos cruzou e, na marca do pênalti, Ruy fez o gol de cabeça (insira sua piada aqui).

O Inter-sm sentiu mais o cansaço e o Grêmio passou a mandar no jogo. Roth aparentemente corrigiu o posicionamento do meio campo e Tcheco se soltou mais. Tricolor teve algumas opurtunidades de virar o jogo, mas Goico conseguiu evitar.

Desde o primeiro tempo Alex Mineiro jogava fora da área, Reinaldo ficava mais adiantado. Não gostei da dupla. Alex não conseguiu sucesso em praticamente nenhuma jogada. A coisa melhorou um pouco com a entrada de Rafael Martins, quando adiantou-se o Alex Mineiro. Não sei se o posicionamento inicial de Alex Mineiro fora da área foi ideia do Roth ou iniciativa do próprio jogador.

Rafael Marques foi discreto, mas seguro e eficiente.

Fábio Santos apareceu melhor na primeira etapa e caiu na segunda.

Ruy parecia perdido no primeiro tempo, melhorou bastante no segundo.

Não gostei de Tcheco de segundo volante.

Jadílson entrou com a clara orientação de “só fechar na hora de marcar, com a bola abre” e fez duas jogadas perigosas na ponta esquerda.


Acho salutar estas iniciativas anti-grenal de afirmação dos clubes do interior. Também sei que muitas vezes não há o que se falar de manifestações de arquibancadas, são para ofender e chocar e ponto final. faz parte do jogo. Mas eu não consegui enteder uma faixa pendurada na torcida do Inter-SM (na foto abaixo, um pouco acima das letras “OS” da palavra fanáticos) que trazia um cifrão, um símbolo do Grêmio com o nome grafado incorretamente e uma suástica. Sinceramente fugiu da minha compreensão.

Wianey Carlet poderia parar de falar a respeito da torcida do Grêmio. Ou quem sabe, esperar 5 minutos e apurar os fatos antes de sair fazendo acusações infundadas contra setores da torcida. Meus ouvidos, que não são pinico, agradeceriam.

Fotos: ClicRBS e Grêmio.net

Inter de Santa Maria 1 x 1 Grêmio
Vainer 7´
Ruy 50´

INTER-SM: Goico, Cassel, Linno e Darzone; Marquinhos, Márcio Souza, Sandro, Jonas (Fabinho 20’/2ºT) e Vainer (Rudimar 41’/2ºT); Wagner (Jéferson 12’/2ºT) e Alê Menezes.
Técnico: Abel Ribeiro.

GRÊMIO: Victor, Léo, Rever e Rafael Marques; Ruy, William Magrão, Tcheco, Souza e Fábio Santos (Jadílson 30’/2ºT); Reinaldo (Rafael Martins 22’/2ºT) e Alex Mineiro.
Técnico: Celso Roth.

Gauchão 2008 – Taça Fernando Carvalho – 1ª rodada
Data: 21 de janeiro de 2009, quarta-feira, 16h30min.
Local: Estádio Presidente Vargas, Santa Maria (RS).
Público: 4.642 pagantes
Renda: R$
68.320,00
Arbitragem: Vinícius Costa, auxiliado por Marcelo Barison e Marcelo Oliveira e Silva.
Cartões amarelos: Willian Magrão, Ruy, Léo, Reinaldo (Grêmio); Darzone, Alê Menezes, Jeferson, Goico e Linno (Inter-SM).
Gols: Vainer, aos 7min do 1º tempo (Inter-SM); Ruy, aos 5min do 2º tempo (Grêmio).

Começou o Gauchão

January 21, 2009
Começou o campeonato gaúcho. Gauchão, Ruralito, Cafézinho… Como queiram.

Só tem uma coisa pior do que ganhar o Gauchão: Não ganhar.

Obviamente ninguém planeja o ano tendo como objetivo a conquista do campeonato gaúcho. Mas tropeços ou facilidades no certame podem influenciar a campanha em torneios de maior prestígio.

Enfim, o Gauchão 2009 começou, e em meio a tragédia do Brasil de Pelotas a primeira polêmica do competição já foi esquecida:

Grêmio reclama de um suposto descritério na elaboração da tabela do primeiro turno em função dos mandos de campo. A alegação é de que o Inter acabou favorecido no sorteio, já que disputa cinco partidas em Porto Alegre e Grande Porto Alegre, enquanto o Tricolor tem quatro confrontos na Capital. ‘Há um desequilíbrio técnico. E grande’, reclama o técnico Celso Roth” (Correio do Povo, 11 DE JANEIRO DE 2009)

O assunto foi muito bem abordado pelo Vicente Fonseca, lá no Carta na Manga. Mas vou me valer de um comentário feito pelo nosso amigo Paulo Sanchotene, lá no Impedimento:

“Internacional
– mandante: 8 jogos (4 em cada Fase)
– visitante: 6 jogos (3 em cada Fase; sendo que um, na 1ª Fase, é no Passo D’Areia)
– neutro: 1 jogo (1ª Fase; Gre-Nal, em Erechim)

Para completar, o jogo do Internacional seguinte ao Gre-Nal é o Ypiranga em Erechim. Não precisam nem viajar.

Grêmio
– mandante: 6 jogos (3 na 1ª Fase; 3 na 2ª)
– vistante: 8 jogos (4 na 1ª Fase; 4 na 2ª)
– neutro: 1 jogo (1ª Fase; Gre-Nal, em Erechim)”

A Zero Hora tentou minimizar, como se fosse uma questão de Kilometragem (imagem abaixo). Não é. Questão de deslocamento, de perder turno de trabalho, etc…


O Grenal em Erechim não é má idéia. Ok, o Grêmio “perdeu” um mando de campo com isso, tudo bem, é compreensível. O inaceitável é o Inter seguir em Erechim para enfrentar o Ypiranga, três dias depois. Favorecimento claro e inequívoco

Hiltor Mombach lembra, com propriedade, que: “Grêmio se queixa da tabela do Gauchão. Deveria ter feito isso quando da sua divulgação.”

Verdade. Contudo vale lembrar que tabela foi aprovada em uma reunião da federação GAÚCHA de futebol feita no hotel SHERATON de MONTEVIDEO. O evento ocorreu no dia 21/11/08, sexta-feira. No domingo 23, o Grêmio enfrentava o Vitória em Salvador. (Sobre a reunião, links 1, 2 e 3)

Claro que só com o andamento do campeonato é que vamos saber se esta polêmica vai ser retomada ou definitivamente esquecida.

Jogo Treino – Grêmio 4 x 2 Flamengo São Valentim

January 21, 2009
Final: “Para o inicio do jogo, o técnico Celso Roth escalou o time que tem trabalhado como titular no esquema 4-4-2 ao longo dos últimos dias, com: Victor; Ruy, Léo, Réver e Fábio Santos; Diogo, Willian Magrão, Tcheco e Souza; Alex Mineiro e Reinaldo.

Já aos 15 minutos do tempo final, o comandante tricolor substituiu toda a equipe. Entraram Matheus; Wellington, Héverton, Rafael Marques e Jadílson; Júlio César, Adílson, Isael e Makelele; Rafael Martins e Jonas.”

Jogando no Estádio Caldeirão Rubro-Negro, no amistoso apitado por Leonardo Gaciba, o Tricolor teve como principal destaque o meia Souza, que marcou dois gols na partida. O primeiro aconteceu no chute forte desferido de fora da área, aos 15 minutos da etapa inicial; e o segundo de cabeça, após o cruzamento da esquerda de Fábio Santos, aos 6 do segundo tempo. Aos 42min, Alemão já havia marcado o primeiro gol dos donos da casa.

E foi através do atacante reintegrado ao elenco após disputar o Campeonato Brasileiro de 2008 pela Portuguesa que saiu o terceiro gol gremista. Aos 27min, depois do cruzamento da direita feito pelo garoto Wellington, Jonas, na segunda trave, balançou as redes ao completar de cabeça por cima do goleiro.

Mais oito minutos se passaram para que Roth testasse o jovem Roberson justamente no lugar de Jonas. E em sua primeira participação no jogo sofreu pênalti, que ele mesmo cobrou para marcar o quarto gol do dia.

Nos instantes finais da movimentação, o treinador aproveitar para observar Mithyuê e Paulinho, que entraram nas vagas de Makelele e Júlio César, respectivamente.

E no último lance da partida, após cobrança de escanteio, Fabrício, de cabeça, marcou o segundo gol do Flamengo.”

Brasil de Pelotas

January 19, 2009
Muito triste isto tudo que aconteceu com o Brasil de Pelotas.

Triste também é perceber que só com uma tragédia um clube do interior recebe alguma atenção da mídia da capital.

Enviados especiais, links via satélite, edição extra de jornal. E no ano passado os jogos do Brasil na Série C não foram mostrados por uma questão de meia dúzia de reais.

Transmissão de velório. Detalhes mórbidos do acidente. Claro, tudo em nome da informação. Mas e antes do acontecido? Ninguém sabia dizer se o Régis era aquele que tinha jogado no Inter ou se o Xuxa era o mesmo do Juventude. Porque o conhecimento médio sobre o elenco do Brasil de Pelotas não ia muito além de Danrlei e Cláudio Milar. E estamos falando de um clube que é, no mínimo, tradicional

Muito triste.

Muito embora a proporção não seja a mesma, a Imprensa de Porto Alegre trata os clubes do Interior da mesma forma do que a mídia do RJ-SP trata os clubes do resto do país: Indiferença.