Archive for May, 2009

Brasileirão – Vitória 1 x 0 Grêmio

May 31, 2009

Uma escalação surpreendente, até certo ponto, no barradão . Tcheco, poupado, nem fardou. O meio campo foi formado por dois volantes (Túlio e Adílson) e Souza. No ataque Alex Mineiro ganhou o lugar de Jonas.

Grêmio não conseguia jogar, tinha dificuldade para sair para o jogo, eram muitos os passes errados. O Vitória, mesmo sem ser brilhante, dominava o jogo. Aos 18 Adriano carimbou a trave de Victor. O arqueiro do Grêmio ainda fez uma série de defesas relativamente fáceis, antes de realizar uma grade intervenção, aos 40 minutos, quando Apodi ficou na sua frente. O tricolor, por sua vez, teve poucas chances. A melhor foi após um escanteio aos 36, na cabeçada de Réver.

Aos 29, Alex Mineiro superou seu marcador e sairia na cara do goleiro quando foi empurrado pelo adversário. Pênalti. Aos 26, em um lance bem mais duvidoso, os torcedores do leão reclamaram penalidade na disputa entre Victor e Neto Baiano. A transmissão foi parcial mais uma vez. Exaustivos replays do lance de ataque dos “baianos”, e raras as repetições do lance gremista (que estranhamente foi excluído dos melhores momentos). Sem falar no constrangedor silêncio dos cronistas quando da falta em Alex Mineiro (contrastando com a tese apresentada no lance de Neto Baiano).


Autuori mexeu no time já no intervalo. Saíram Adílson e Alex Mineiro. Entraram Jadílson e Jonas. Em campo se viu uma espécie de 4-4-2, com duas linhas de 4. Mesmo permanecendo bastante atrás, o Grêmio conseguiu diminuir um pouco o ímpeto do Vitória. Timidamente o time tentava sair pro ataque, mas eram muitos os desencontros de posicionamento e os erros de passes.

Aos 2 minutos da segunda etapa um atleta do Vitória fez a falta perto da área, matando uma jogada de ataque do Grêmio. Não foi advertido por Tardelli. Minutos depois, Fábio Santos e Jonas fizeram faltas parecidas e receberam o cartão amarelo. Descritério do árbitro, que acabou mais uma vez prejudicando o Grêmio ao dar o segundo cartão para Jonas, numa falta igual a tantas outras que foram cometidas ao longo da partida (como por exemplo, um carrinho de Jadílson, junto a linha de fundo).

Com um homem a menos o jogo passou a transcorrer quase que integralmente no campo de defesa tricolor, que especulava em contra-ataques com Jadílson, Souza e Ruy. Mas aí se fez sentir o desgaste da viagem de Caracas. Maxi Lopez brigava sozinho na frente e aos 43, fez grande jogada individual que terminou em chute de perna esquerda e grande defesa de Viafára. Aos 47, Souza tenta fazer jogada no ataque e cai próximo a área adversária. O jogo segue e a bola chega até Leandro Domingues, que num chute de rara felicidade, mandou a bola na gaveta.

Assim como a partida contra o Atlético,o resultado foi muito ruim. Sobretudo porque a equipe jogou muito abaixo do que poderia render.

A visão poder ser meio distorcida, mas parece que o resultado do jogo se explica muito mais por defeitos do Grêmio do que por méritos do Vitória.

Impressionante a contínua tentativa, por parte do repórter André Silva da Rádio Gaúcha, de vincular o gol a uma suposta simulação de falta de Souza no ataque. Repetiu a pergunta, inventando uma confissão (que induzia a uma resposta) para todos os seus entrevistados.

Tardelli apitando mal, e sendo caseiro como é de seu costume. Foi necessário que Apodi acertasse um coice em Réver para ele amarelar um jogador do Vitória.

Estou tentando imaginara qual seria o tom dos comentários sobre a entrada nos descontos de Douglas Costa caso fosse Celso Roth o treinador do Grêmio. (A propósito, independente do treinador e dos atlestas envolvidos, eu não vejo nenhum problema neste tipo de substituição)

Victor usou uma camisa que não tinha sido exibida no lançamento dos fardamentos. Aceitável, para um uniforme de goleiro. Já esta camisa reserva…

Alguém ainda duvida da importância do Tcheco?

Hora de reagir, muito embora a tabela seja bastante ingrata com o Grêmio durante a Libertadores (diferente do que ocorre com os demais participantes brasileiros).

Fotos: Terra e Lance

Vitória 1 x 0 Grêmio
Leandro Domingues 90+2

VITÓRIA: Viáfara, Wallace, Victor Ramos e Anderson Martins (Ramon); Apodi, Vanderson, Leandro Domingues, Willian e Ueliton (Roger); Adriano (Elkeson) e Neto Baiano.
Técnico: Paulo Cesar Carpegiani.

GRÊMIO: Victor, Leo, Rafael Marques e Réver; Ruy, Túlio, Adilson (Jadílson – intervalo), Souza e Fábio Santos; Alex Mineiro (Jonas – intervalo) e Maxi López (Douglas Costa 90+1).
Técnico: Paulo Autuori.

Campeonato Brasileiro 2009 – 4ª Rodada
Data: 31 de maio de 2009, domingo, 16h00min
Local: Barradão, Salvador-BA
Público: 14.526
Renda: R$ 254.260,00
Árbitro: Wagner Tardelli (SC)
Auxiliares: Alcides Pazetto (SC) e Angelo Bechi (SC)
Cartão Amarelo: Fábio Santos, Jonas, Souza e Apodi
Cartão Vermelho: Jonas aos 23 do 2ºtempo
Gol: Leandro Domingues aos 47 minutos do 2º tempo

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Jogo da Neve – 30 anos

May 30, 2009

 

Metsul:

também em um 30 de maio, a neve e o Grêmio ocuparam o noticiário. O frio cruzou na história do tricolor gaúcho. Foi justamente no dia 30 de maio de 1979 que se produziu o famoso jogo da neve do Grêmio contra o Esportivo em Bento Gonçalves na Serra Gaúcha. A partida terminou empatada sem gols. No dia seguinte, o jornal Zero Hora estampava como manchete em sua contracapa: “Grêmio perde ponto na neve”. A reportagem da página 44 do jornal descrevia:

“A temperatura em Bento Gonçalves era de zero grau quando a partida começou ontem no Estádio da Montanha. (…) Já nevava aos nove minutos quando Raquete recebeu cartão amarelo por jogada violenta contra Tarciso. (…) O primeiro tempo terminou com muita neve. Alguns jogadores tinham a cabeça branca e outros ainda sentiam frio, apesar dos 45 minutos de movimentação. A visibilidade piorava e Carlos Martins admitia até mesmo a hipótese de ter que suspender o jogo antes do final”.

O jornal Folha da Manhã de 1º de junho de 1979 deu conta ainda de que na noite anterior Chapecoense e Criciúma jogaram sob neve em Chapecó em partida testemunhada por apenas 177 torcedores

Correio do Povo:

Quis o destino que os últimos dias de maio há 30 anos fizessem história por um jogo de futebol. Na gélida noite de 30 de maio de 1979, uma partida que cairia no esquecimento se tornou inesquecível. Grêmio e Esportivo empataram em 0 a 0 na Montanha de Bento, mas o resultado poucos lembram. Foi sim o ‘jogo da neve’.

Correspondente da Folha da Tarde no jogo, o jornalista do Correio do Povo Ilgo Wink ainda recorda do aspecto prateado do campo. ‘Inesquecível’, diz. Os flocos tinham caído antes, mas foi aos 30 minutos da etapa inicial que vieram com força. ‘A neve chegou a cobrir o bigode do alegre Jesum’, escreveu na saudosa Folha. Jogadores ficaram com as cabeças brancas. O técnico Orlando Fantoni lembrava da neve da Itália.

A massa de ar polar era intensa e a carta sinótica publicada no jornal mostrava o clássico cenário para neve com uma alta pressão continental e um sistema de baixa pressão na costa. O primoroso relato de Ilgo Wink na Folha terminou noticiando uma batalha. ‘Ao final do jogo, os torcedores, tanto de Grêmio como Esportivo faziam uma divertida batalha de neve.’ Batalha essa que ninguém se incomodaria em ver repetida.

Ilgo Wink:

“Quando chegamos em Bento a temperatura estava próxima do zero grau. E caindo, caindo. Chegou a hora do jogo.

Os jogadores entraram em campo. Fiquei com pena deles. O gramado úmido, a temperatura no zero grau e um vento cortante como uma navalha, parecia que atravessava a alma. Pouca gente no estádio. Noite boa para ficar em casa, tomar um caldo quente com vinho tinto. Meus pés estavam congelados, quase não os sentia. Os dedos da mão viraram picolé.
O jogo começou morno na noite gelada. Ninguém queria nada com nada. Prenúncio de 0 a 0, que acabou sendo o resultado final.

O vento estancou de repente. Parecia que o tempo havia parado. Em campo, os jogadores corriam muito mais para se aquecer do que para jogar bola. De repente, começaram a cair flocos de neve, que foram aumentando de intensidade rapidamente. O campo ganhou uma camada fina de neve. Pensei no pessoal na redação aquecida, na previsão do Hiltor. Pensei num café bem quente, num cobertor de lã, num garrafão de vinho, uma canja de capeletti.

O Jesum, um ponta habilidoso e rápido, passou perto de mim. Seu enorme bigode estava branco. Mais adiante, o carioca Paulo César Caju com sua cabeleira coberta de neve. Na área, o Baltazar pedia a bola, braços erguidos. Parecia que haviam congelados no ar.

No intervalo, eu e o Lupi Martins, grande parceiro e excelente repórter da Rádio Guaíba, paramos para tirar uma foto e registrar aquele momento mágico. Um colega de outra emissora, lá de Bento, entrou de gaiato.

Eu estava congelado. Um boneco de neve. De barba, mas um boneco de neve.”


Blog Grêmio Acima de Tudo:

O jornal Correio do Povo do dia 29, previa a possibilidade de frio intenso para o dia seguinte, mas ninguém imaginava o que estava por acontecer.
Na quarta-feira, dia do jogo, a temperatura era baixa e encaminhava-se para baixar um pouco mais as 21:00.
Mas ninguém imaginava que naquele dia a temperatura chegaria a – 4º C e o Grêmio jogaria na neve em pleno RS.

Ao iniciar a partida a temperatura era de 0º C e o 1º tempo terminou com muita neve. Alguns jogadores como Paulo César Cajú sairam de campo com a “cabeça branca”.
O campo coberto de neve não permitia a visualização de uma goleira a outra.
O intenso frio não permitiu um futebol bonito, pelo contrário. O técnico Orlando Fantoni reclamou da excessiva violência dos jogadores do Esportivo: “É um time muito violento. É o jogo mais violento que já vi aqui no sul”.
Com este tempo, não poderia haver outro placar senão o 0 x 0.

O Grêmio formou com: Manga, Vilson, Vantuir e Vicente; Dirceu, Vitor Hugo, Paulo César Cajú e Jurandir (Nardela); Tarciso, Baltazar (Leandro) e Jésum. Técnico: Orlando Fantoni.
O Esportivo formou com: Jânio, Toninho, Carlão e José; Raquete, Tovar, Celso Freitas e Adílson; João Carlos (Dilvar), Néia e Rubem (Lambari). Técnico: Valdir Espinosa.
O público pagante desta partida foi de 3.988 pessoas para uma renda de CR$ 189.520,00.
O árbitro foi Carlos Martins, com Jorge Oliveira e José Oliveira como assistentes.

Zero Hora:

“Não foi desta vez que o Esportivo perdeu a invencibilidade em seu estádio no Campeonato Gaúcho. O time dirigido por Espinosa enfrentou o Grêmio de igual para igual, chegou a criar mais oportunidades de gol no primeiro tempo e, mesmo com 10 jogadores a partir da metade da fase final, soube se defender e manter o 0 a 0. A equipe segue na liderança entre os clubes do Interior, enquanto o Grêmio perdeu seu primeiro ponto do returno”

Um lençol de neve estendeu-se ontem sobre a paisagem de dezenas de municípios do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná, no dia mais frio do mês de maio nos últimos 70 anos. Com uma temperatura que variou de 5ºC (às 7h45min) a 9ºC, a quarta-feira registrou o frio mais intenso na Capital desde o início das observações do 8º Distrito de Meteorologia, em 1909. Alguns hábitos costumeiros, como as rodas de conversa na Rua da Praia ou no calçadão da Borges, foram deixados de lado.”

1979-esportivo-x-gremio-luis-avila-zero-hora

 

Libertadores – Quartas de Final – Jogos de Ida

May 29, 2009

27 de maio – Quarta-feira
21h50 – Cruzeiro 2 x 1 São Paulo – (Melhores Momentos)
Gols: Leonardo Silva 45+1, Washington 56´ e Zé Carlos 65´
21h50 – Caracas 1 x 1 Grêmio – (Melhores Momentos)
Gols: Cichero 1´ e Fábio Santos 75´

28 de maio – Quinta-feira
19h30 – Defensor 0 x 1 Estudiantes – (Melhores Momentos)
Gol: Desábato 12´

22h00 – Palmeiras 1 x 1 Nacional – (Melhores Momentos)
Gols: Diego Souza 55´ e Santiago García 80´

Libertadores – Caracas 1 x 1 Grêmio

May 28, 2009

Antes de se fazer qualquer análise sobre o jogo é necessário dizer que o gramado do Estádio Olímpico de la UCV era ruim, mas muito ruim. Tal informação é fundamental para uma melhor compreensão do que aconteceu na partida disputada na Venezuela.

O Caracas abriu o placar logo após o ponta pé inicial. Falta boba cometida por Ruy. Rey levantou na área e Cichero cabeceou para o fundo da meta defendida por Victor. Me pareceu que a defesa do Grêmio ficou muito “dentro” do gol, próxima a pequena área. De qualquer forma um erro em bola parada, pelo qual o Grêmio pagou um preço alto, o de ter que jogar atrás no marcador.

Gol animou a torcida, que já estava em chamas (literalmente) e deu tranquilidade para o Caracas fazer o jogo que tinha se proposto, com o time bem mais adaptado a condição do relvado. Os venezuelanos esperavam o Grêmio e saiam pouco, concentrando-se mais nas jogadas de bola parada.

Grêmio sofreu com o susto do gol tomado cedo e com as precárias condições do campo. Até os jogadores mais técnicos do time, como Souza e Tcheco, estavam “apanhando” para a bola. Primeiro tempo foi bem favorável para o Caracas, que ameaçou mais algumas vezes (numa delas Victor fez grade defesa). Já a torcida do Grêmio só se animou quando o goleiro Vega se mostrou um tanto atrapalhado ao fazer defesas que eram pra ser fáceis.

O time do Grêmio melhorou um pouco na segunda etapa. Primeiro conseguiu travar o jogo do Caracas. Depois então passou a botar a bola no chão e tentar trocar passes no campo de ataque. Fábio Santos teve boa chance mais chutou por cima do travessão. Aos 26 Souza cobrou falta na forquilha. Aos 29 falta próxima ao bico da área. Tcheco viu Fábio Santos entrando livre por trás da zaga e botou na cabeça do lateral. 1×1. Logo depois disso a irrigação do gramado foi acionada (acidentalmente?) , o jogo esfriou e o Grêmio sabiamente tratou de administrar o resultado, que dadas as condições, foi bem interessante.


Não achei que foi uma atuação desastrosa da equipe. O primeiro tempo foi muito ruim, mas o time reagiu na etapa complementar.

O Gramado era pior do que qualquer campo do Gauchão. Por causa disso o jogo por vezes ganhou contornos de partida disputada na várzea.

Muito pouca bola rolando (seria interessante ver os números concretos). Enquanto lhe era interessante o Caracas catimbou o máximo possível. Gandulas não se fizeram presente na maior parte do jogo. Arbitragem era conivente.

Péssima arbitragem do uruguaio. Permitiu de tudo, sem pulso nenhum. Descritério nos cartões mostrados.

Fábio Santos fez boa partida, e digo isso não só pelo gol marcado. Contudo ele poderia melhorar o acabamento das jogadas.

Boa a mexida feita por Autuori. Alex Mineiro é mais técnico, e teria mais condições para jogar no gramado ruim do que Jonas e Herrera, que são jogadores de movimentação.

Empate com gols e invencibilidade mantida. O jogo valeu sobretudo pelo resultado.


Caracas 1 x 1 Grêmio
Cichero
Fábio Santos 74´

CARACAS: Vega; Romero, DeivisBarone, Rey e Cichero; Vera, Piñango, Gómez (Escobar 78´) e Emilio Rentería (Pietro 15´) ; Castellín e Darío Figueroa (Guerra 65´).
Técnico: Noel Sanvicente.

GRÊMIO: Victor; Leo, Rafael Marques e Réver; Ruy, Túlio, Tcheco, Souza (Tulio 90´) e Fábio Santos; Jonas (Alex Mineiro 62´) e Maxi López.
Técnico: Paulo Autuori

Libertadores 2009 – Quartas-de-final – Jogo de Ida
Data: 27 de maio de 2009, quarta-feira, 22h00min
Local: Estádio Olímpico de La UCV (Caracas, VEN)
Árbitro: Roberto Silveira (URU)
Auxiliares: Miguel Nievas e Marcelo Gadea (URU)
Cartões amarelos: Tcheco, Ruy, Léo (Grêmio) Figueroa, Piñango(Caracas)
Gols: Cichero 1 minuto do 1º tempo e Fábio Santos aos 29 do 2º

Camisas 2009

May 26, 2009


FinalSports

“A maior parte da torcida do Grêmio definitivamente não gostou do novo modelo de camisa oficial do Grêmio para o Campeonato Brasileiro de 2009. Nos desfiles realizados antes da partida entre o tricolor e o Botafogo, na tarde deste domingo, muitas vaias foram ouvidas nas dependências do estádio Olímpico para o uniforme número 1. A camisa branca com faixas verticais azul e preta foi aplaudida. O vice-presidente de marketing do Grêmio, César Pacheco, considerou normais as manifestações devido as inovações do fardamento e imputou as vaias ao desfile feito por modelos masculinos.

Eu acho que a torcida vaiou os moços que estão servindo de modelos para a camisa. (…) Tudo que é novo e diferente, às vezes, o pessoal não aceita bem. Como foi a camisa da Libertadores, que hoje todo mundo é apaixonada por ela. (…) Os grandes clubes estão jogando com essa camisa na Europa. Um desenho diferente e inovador, com certeza, vai fazer um sucesso muito grande”, afirmou o vice de marketing.”

Diário de Canoas
“Se o time saiu de campo aplaudido após derrotar o Botafogo, o novo fardamento não teve uma boa recepção antes da bola rolar. Apresentada neste domingo, a nova camisa tricolor foi vaiada pelos torcedores no Estádio Olímpico. A gola do novo modelo foi o ponto mais criticado desde o lançamento. Os uniformes reserva e de passeio foram aplaudidos.”


ClicRBS

“A impressão de que a nova camisa do Grêmio não agradou nem um pouco os torcedores foi confirmada neste domingo, antes da partida contra o Botafogo, no Olímpico. A ação de marketing promovida pelo clube para apresentar o novo uniforme foi recebida com uma longa vaia.

O vice de marketing César Pacheco e o presidente Duda Kroeff minimizaram o ocorrido. Segundo o presidente, a torcida não recebeu bem a camisa por causa da baixa qualidade de uma foto que vazou na última semana. A imagem ganhou rapidamente a internet e alimentou muitas discussões em fórums e enquetes. A imensa maioria reprovou a novidade.

Essa foto que vazou era muita ruim, sem iluminação, amadora. A gola parecia muito mais volumosa do que realmente é. Eu tinha visto a camisa seis meses atrás quando o Conselho de Administração a aprovou e fiquei até apreensivo. Mas pedi para ver de novo e achei muito boa. Hoje nos jogadores ficou excelente, moderna e bonita. O novo sempre assusta – disse Kroeff.

Correio do Povo – Hiltor Mombach
“Não ouvi um gremista que gostasse da nova camiseta. Duda Kroeff acha a camisa da Libertadores mais bonita. Eu também.”

Realmente as camisas não agradaram, especialmente a tricolor. É muito difícil achar algúem que tenha gostado de verdade das camisetas. Não me refiro a quem é indiferente ou é incapaz de achar um fardamento do Grêmio feio. Estou me referindo a alguém que tenha achado esta camisa mais bonita do que as de anos anteriores.

Essas desculpas da direção realmente cansam. Não era a foto que era ruim, tampouco foram os modelos que foram vaiados e as camisas da libertadores foram elogiadas. A camisa foi vaiada por que é feia. Simples assim.

É sabido que o Grêmio fica na mão da Puma, que tenta encaixar o tricolor no seu padrão (O próprio vice-presidente de marketing do clube confirma isto). Em 2005 demos sorte (Padrão da Euro 2004), assim como na Libertadores de 2009 (Padrão da nova camisa da Itália). Já as camisas de 2006, 2007 e 2008 foram um desastre.

Nem a direção do Grêmio e nem a Puma podem ficar surpresos com a repercussão negativa do atual modelo. A começar pelo peculiar texto de apresentação: “faz parte da terceira geração da Coleção V-Konstrukt da Puma. Desenhada para intimidar, seus detalhes estão inspirados em grandes máquinas como os aviões, onde se vê tubos externos e gráficos com linhas de corte, que nesse corte ajudam a ressaltar o peito do jogador e os músculos de seus ombros. Segundo a PUMA, estas características aumentam a confiança do jogador e impressionam o oponente.” (Site Oficial do Grêmio)

É no mínimo curioso ver que o Marketing gremista não pensou em consultar a torcida. (aliás, sequer consultou o comitê de marketing) Contudo, era só pesquisar na internet, e seria possível ver vários alertas de que os modelos 2009-2010 da Puma dificilmente se encaixariam bem na camisa tricolor. Eu mesmo fiquei bastante apreensivo quando do lançamento dos novos agasalhos.

Já a Puma tinha um belo exemplo da péssima receptividade que seu modelo teve em equipes com mais de uma cor. Foi o caso do Feyenoord, de Rotterdam:

“Puma is willing to listen to the sea of complaints about the new 09/10 Feyenoord shirts. The German kit manufacturer said it will be making adjustments to the design, after a storm of protest.

On numerous websites and through many angry e-mails to Puma and the Rotterdam club itself , the new design was overloaded with criticism.

Main complaint is that the puma shirts are not looking like classic Feyenoord shirts, with the two futuristic stripes around the shoulders. The collar is an “ugly shame`” according to many fans.” (www.footballshirtculture.com, 11 de dezembro de 2008)

Confesso que não me importo muito com inovaçoes nas camisas reservas, mas a titular é sagrada. Deve, ou deveria, ser listrada de cima a abaixo. A direção deveria saber disto com a reação ao uniforme do ano passado. Pior ainda, não poderia permitir que uma idéia que foi rejeitada anteriormente fosse agora aprovada:

a característica que provoca mais polêmica é a parte de trás da camisa titular. Isso porque, abaixo do número, as listras são substituídas apenas pelo azul. Pacheco explica que houve negociação com o fornecedor, já que a idéia inicial da empresa era que as listras fossem suprimidas acima do número, o que foi rejeitado” (Correio do Povo, 11 de maio de 2008)

Ainda, se a idéia é inovar, por que a Puma repete os horrosos números “pixelados” de 2008? (Assim como fez em 2006 e 2007)

Brasileirão – Grêmio 2 x 0 Botafogo

May 24, 2009

Grêmio estreou um bom treinador e uma camisa horrorosa hoje no Olímpico. Análises sobre o fardamento ficarão para um segundo momento. Aqui analisarei o jogo:

Mesmo com apenas uma semana de treino, já deu sim para ver a “mão” de Paulo Autuori, e não teve nenhuma surpresa, as mudanças foram as anunciados pelo treinador no meio da semana: Tcheco mais adiantado (e rendendo bem mais) e ajuste do posicionamento dos alas.

As duas equipes jogavam no 3-5-2 (no Botafogo, Leandro Guerreiro era Sttoper). Grêmio ditava as ações, e tinha a posse de bola na maioria do tempo. O Fogão não conseguia encaixar o contra-ataque, e pouco ameaçava a meta de Victor. O Grêmio por sua vez era perigoso em alguns chutes , como foram os de Fábio Santos, Ruy, Souza e Jonas. Léo teve a melhor chance da primeira etapa, mas seu arremate estourou na trave. Apesar do domínio, a equipe tricolor não jogava bem, se precipitava, não fazia a bola “rodar”, faltavam jogadas de flanco, especialmente pela esquerda.

Ney Franco viu que seu time estava sendo dominado e fez 2 mudanças já no intervalo. Deu algum resultado, o jogo não era bom para o Grêmio, que começava a se complicar com o passar do tempo. Aos seis minutos, Juninho acertou a trave em cobrança de falta. A perspectiva de um mal resultado frente a uma equipe limitada (ainda que bem organizada) assustava os torcedores presentes.no Olímpico. Grêmio ia ao ataque mais na vontade do que na organização. E foi assim que o gol surgiu. Tabela entre Jonas e Rafael Marques, zaga do Botafogo cortou mal, a bola voltou para o Jonas, que, de bico, abriu o placar.

Gol matou o time do Botafogo, e tranquilizou o time do Grêmio, que só então começou a valorizar a posse de bola, trocando passes, não tendo pressa de buscar a melhor jogada. Aos 33, Douglas desceu pela ponta esquerda, cruzou rasteiro. No primeiro pau, Maxi Lopez deu uma assistência magistral de calcanhar para Fábio Santos completar para o fundo do gol. 2×0, garantindo o placar final e a primeira vitória gremista no Brasileirão.


O Grêmio jogou mais que seu adversário, mas não jogou bem.

Jonas fez um gol num momento bem complicado da partida. Acho que merecia mais destaque no pós-jogo.

Douglas Costa é muito novo, ainda é muito irregular. As vezes entra mal; outras entra bem. Hoje ingressou elétrico, incendiando a partida. Mas vamos com calma. Não vejo lugar para ele no onze titular.

Gostei da entrevista do Autuori. “enxergou” bem o jogo.

Até onde eu sei, o afastamento de Jadílson passa muito mais por uma tentativa mal-sucedida de ingerência na escalação por parte da direção do que por supostos problemas disciplinares.

Fotos: Gremio.net, ClicRBS, Terra, e Final

Grêmio 2 x 0 Botafogo
Jonas 57´
Fábio Santos 78´

GRÊMIO: Victor; Rafael Marques, Léo e Réver (Thiego, 40/2ºT); Ruy, Túlio, Tcheco, Souza (Douglas Costa, 26/2ºT)e Fábio Santos; Jonas (Herrera, 35/2ºT) e Maxi López
Técnico: Paulo Auruori

BOTAFOGO: Castillo; Leandro Guerreiro, Juninho e Eduardo; Alessandro (Diego, 28/2ºT), Fahel, Túlio Souza, Rodrigo Dantas (Jean Coral, intervalo) e Gabriel (Wellington, intervalo); Tony e Victor Simões

Técnico: Ney Franco.

3ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2009
Data: 24 de maio de 2009, domingo, 16h00min
Local: Olímpico, Porto Alegre-RS
Público: 29.665 (25.894 pagantes)
Renda: R$ 530.432,50
Árbitro: Sálvio Spinola (Fifa/SP)
Auxiliares: Roberto Braatz (Fifa/PR) e Alessandro Rocha de Matos (Fifa/BA).
Cartões amarelos: Réver (GRE); Eduardo, Gabriel e Tony (BOT)
Gols: Jonas (12/2ºT) e Fabio Santos (33/2ºT)

Fora Puma

May 22, 2009

http://www.forapuma.com/

Adversário – Caracas

May 22, 2009

Nome completo: Caracas Fútbol Club
Site oficial: http://www.caracasfutbolclub.com/
Sede: Caracas, Venezuela
Fornecedor material Esportivo: Runic
Patrocinadores: Maltín PolarDirectv – Pepsi
Fundação: 1967

História:Bajo la organización de “Yamaha”, incursionó en la actividad futbolística organizada a través de la Asociación del Estado Miranda, militando en la primera categoría amateur. Tras una exitosa campaña de varios años fue inscrito en la Liga de Fútbol Profesional de Venezuela para cumplir el paso obligado por la segunda división. En 1984, rebautizado con el nombre mixto de Caracas – Yamaha, el equipo ingresó oficialmente en el fútbol profesional venezolano en segunda división. El entusiasmo que movía tanto a directivos como a jugadores, así como también el indiscutible aporte de los refuerzos incorporados a la plantilla, sin olvidar la barra solidaria que para entonces aupaba al equipo, fueron factores que se conjugaron para alcanzar otro éxito indiscutible. En efecto, Caracas – Yamaha se proclamó campeón en su temporada de estreno en la segunda categoría. Para entonces, los campeonatos de fútbol profesional venezolano se disputaban por el sistema de eliminatorias y liguilla.” (Site Oficial)


Estádio : Estadio Olímpico de la UCV, reformado para a Copa América de 2007 (Vejam aqui como era antes)


Títulos:
Primera División de Venezuela (9): 1991/92, 1993/94, 1994/95, 1996/97, 2000/01, 2002/03, 2003/04, 2005/06, 2006/07.
Copa Venezuela (4): 1988, 1994, 1995, 2001.
Segunda Division de Venezuela (1): 1984.

Libertadores: Em 2009, será a 11ª participação do Caracas na Libertadores (5ª consecutiva). Foi eliminado na primeira fase em 1993,1996,2004,2005,2006 e 2008. Em 1998 e 2002 ficou na pré-libertadores e chegou até as oitavas de final em 1995 e 2007.

Na atual edição, ficou na primeira colocação do grupo 6, com 10 pontos (3 vitórias – todas em casa-, 1 empate e 2 derrotas)

Nas oitavas perdeu o primeiro jogo de 2×1 para o Deportivo Cuenca no Equador, e na partida de volta, aplicou 4×0 nos equatorianos.

Até aqui a equipe sofreu 6 gols, e marcou 12 (5 de Figueroa, 2 de Rey, 1 de Prieto, Renteria, Cichero, Bustamante e Castellín)

nº 21 Dario Figueroa


Campeonato Venezuelano: A equipe foi campeã do Clausura 2009 da Venezuela, com 37 pontos em 17 jogos (11 vitórias, 4 empates e 2 derrotas), ficandou um ponto a frente do rival Táchira, segundo colocado

Disputará o título da temporada 2008/2009 com o Deportivo Itália (campeão do apertura 2008) , em dois jogos, ambos no estádio Olímpico de Caracas (Dias 23 e 31 de maio)

nº 9 – Rafael Castellín

Trivela:

“O Caracas também se reforçou, mas os três integrantes da seleção venezuelana trazidos para o setor defensivo não parecem suficientes para que o time iguale o desempenho de 2007, quando deixou LDU e River Plate para trás.

Figueroa e Devis Barone (nº2)

Globo Esporte:

Fique de olho: o atacante Rodrigo Prieto, de 25 anos, é o principal reforço do time para a temporada. No ano passado, atuou pelo Carabobo e se tornou o primeiro mexicano a jogar no futebol venezuelano. Está confiante em seu novo time: seu contrato tem um cláusula que lhe garante um bônus se for o artilheiro da Libertadores.

Técnico: Noel Sanvicente (VEN), que está no time desde 2002. Nos últimos seis anos, foi quatro vezes campeão e duas vice.

Opinião: “O Caracas se reforçou bastante, em todos os setores, para conseguir mais um título venezuelano e fazer história na Libertadores. Uma das principais contratações foi o atacante Prieto, bom na bola aérea. O time é forte ofensivamente e toca bem a bola. Deve passar da primeira fase, porque os rivais não são complicados. Se for eliminado, será visto como um fracasso retumbante, pelo investimento que fez.”Pablo López, do jornal “Lider en Deportes”‘

nº3 – José Manuel Rey

Blog Preleção:

O Caracas joga no 4-4-2, com um desenho de meio-campo bastante parecido com o implantado por Klinsmann no Bayern de Munique. A defesa se distribui alinhada com quatro jogadores sem a bola, protegida à frente por dois volantes centralizados, e próximos; os meias jogam pelos lados, abertos, ambos invertendo os posicionamentos e alternando jogadas em diagonal ou na direção da linha de fundo.

Na defesa, os laterais Lucena (direito) e Cichero (esquerdo) apoiam pouco, e dão preferência à marcação. Na área, o time conta com o algo espalhafatoso goleiro Vega, e com o bom zagueiro Rey, acompanhado por Barone. Rey joga pela direita, é firme no combate físico e eficiente na bola aérea, além de exercer liderança. Na entrada da área, posicionam-se os volantes Torres e Vera, jogadores de mobilidade que combinam cobertura dos laterais e bloqueio defensivo pelo meio.

Os meias-extremos são Figueroa e Gómez. No posicionamento original, Figueroa joga pela direita, e Gómez pela esquerda, mas ambos costumam fazer inversões. A estratégia é parecida: com a bola, podem investir em diagonais, entrando na área, ou buscar a linha de fundo, em combinação com os laterais ou os atacantes. Estes movimentos proporcionam ao Caracas boas variações de jogadas, ora pelos lados, ora com infiltrações, mas quase sempre pelo chão. Sem a bola, a dupla exerce marcação sobre os laterais adversários, liberando os próprios laterais para marcar por zona na linha defensiva.


Figueroa é o principal jogador do Caracas. Ele tem iniciativa para acrescentar à tática o improviso técnico. Gosta de driblar, tem velocidade para arriscar jogadas individuais, e entra na área com frequência para concluir. No 4 a 0 de ontem sobre o Cuenca, ele cavou e cobrou o pênalti que abriu o placar.

No ataque, o jogador que mais chama a atenção é reserva: Rentería. Atarracado, forte e veloz, ele joga preferencialmente na direita, mas movimenta-se de um lado a outro, abrindo espaço para as diagonais dos meias. O camisa 7, apesar da técnica limitada que às vezes o faz protagonizar lances engraçados, tem muito vigor e confiança quando parte com a bola dominada. Contra o Cuenca, ele lançou Figueroa no primeiro gol, cruzou para o atacante Prieto no segundo, e marcou o terceiro (Rey, de falta, fechou o placar).

Mas o titular é Castelín, que não jogou ontem por suspensão. O camisa 9 é considerado o craque do time pela torcida local, e tem em Prieto o companheiro habitual. Ainda assim, mesmo com a presença de seu centroavante, o Caracas joga sempre com a bola no chão, troca passes com objetividade – sempre em direção aos meias e aos atacantes – conclui bastante a gol e evita ligação direta.

Falando em torcida, para quem se baseia na hostilidade local, o Caracas parece um time brasileiro. O estádio lota, a torcida é fanática, e a hinchada não para de cantar um minuto. A pressão na casa dos venezuelanos é grande.


Zero Hora – 14 de maio de 2009

Chamado pelos torcedores como Maquinaria Roja (máquina vermelha), o Caracas esteve a ponto de fechar em 1989. O Cocodrilos, tradicional clube de basquete de Caracas, assumiu a franquia. Em 10 anos, fez do time um dos melhores do país e dono da torcida mais fervorosa. Dos 22 convocados para a Copa América de 2007, 10 estão no clube. Na última lista para as Eliminatórias, cinco jogadores foram chamados: o goleiro Vega, o zagueiro Rey, o lateral Cichero, o volante Lucena e o meia Ramirez.

Velozes e curiosos
O Caracas usa o 4-4-2 e abusa dos contra-ataques rápidos, sempre iniciados pelo argentino Figueroa e finailzado por Castellín e Prieto. O técnico Noel Sanvicente é um caso raro na América do Sul. Ele completa a oitava temporada no comando do time. Neste período, conquistou quatro títulos nacionais e dois vices.

Torcida quente
O beisebol é o grande esporte do país. Mas desde a Copa América, em 2007, os venezuelanos adotaram o futebol. O campeonato passou de 10 para 16 clubes. O Caracas, principal time da capital, é a prova da popularização. Na Libertadores, seus jogos são sempre lotados. Pouco afeitas ainda ao futebol, as autoridades permitem até o uso de lança-chamas descartáveis. Mesmo com a arquibancada distante do campo, o Estádio Universitário vira um caldeirão.

Olho neles
Na defesa, as referências são o goleiro Vega e o zagueiro Rey (foto, ao centro), ídolo do futebol no país. O argentino Darío Figueroa, 31 anos, é o centro do time. Formado no River, em um time de força é quem tem mais categoria. Embora também seja de vigor físico. É preciso vigiá-lo de cima. Fez cinco gols na Libertadores. O centroavante Castellín, expulso em Cuenca, é o titular. Na terça-feira, jogou Emílio Renteria. Prieto, o mexicano, é quem joga mais centralizado. O clube conta com outro mexicano, o volante Torres.

Ponto fraco
O Cuenca só conseguiu levar perigo quando tramou jogadas pelos lados. Como usa muito da força, o Caracas enfrenta dificuldades em cadenciar a partida. A tática é de um Mike Tyson: bater até derrubar o inimigo. Como jogo de futebol é mais longo que uma luta, pode faltar fôlego no final, o que aconteceu no ultimo jogo.

Estádio bom, gramado ruim
Situado dentro da maior universidade pública do país, o Estádio Olímpico Universitário tem um anel único, larga pista atlética e recebe 20 mil pessoas. O gramado é péssimo. Para que tivesse condições mínimas, o estádio ficou fechado por três semanas antes do jogo com o Cuenca.

Zero Hora

Libertadores – Quartas de Final

May 22, 2009



JOGOS DE IDA
27 de maio – Quarta-feira
21h50 – Caracas – Caracas x Grêmio
21h50 – Belo Horizonte – Cruzeiro x São Paulo

28 de maio – Quinta-feira
19h30 – Montevidéu – Defensor x Estudiantes
22h00 – São Paulo Palmeiras x Nacional

JOGOS DE VOLTA
17 de junho – Quarta-feira
19h20 – Montevidéu – Nacional x Palmeiras
21h50 – São Paulo – São Paulo x Cruzeiro
21h50 – Porto Alegre – Grêmio x Caracas

18 de junho – Quinta-feira
21h15 – La Plata – Estudiantes x Defensor

Libertadores – Equipes eliminadas nas oitavas de final

May 22, 2009


09º – Boca Juniors (ARG)
10º – Deportivo Cuenca (EQU)
11º – Sport Recife (BRA)
12º – Universidad de Chile (CHI)
13º – Libertad (PAR)
14º – Chivas Guadalajara (MEX)*
15º – San Luis (MEX) *
16º – Universidad San Martín (PER)

* Mexicanos se recusaram a disputar partida única nas oitavas de final, alegando que o regulamento não foi cumprido.