Adversário – Caracas

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Nome completo: Caracas Fútbol Club
Site oficial: http://www.caracasfutbolclub.com/
Sede: Caracas, Venezuela
Fornecedor material Esportivo: Runic
Patrocinadores: Maltín PolarDirectv – Pepsi
Fundação: 1967

História:Bajo la organización de “Yamaha”, incursionó en la actividad futbolística organizada a través de la Asociación del Estado Miranda, militando en la primera categoría amateur. Tras una exitosa campaña de varios años fue inscrito en la Liga de Fútbol Profesional de Venezuela para cumplir el paso obligado por la segunda división. En 1984, rebautizado con el nombre mixto de Caracas – Yamaha, el equipo ingresó oficialmente en el fútbol profesional venezolano en segunda división. El entusiasmo que movía tanto a directivos como a jugadores, así como también el indiscutible aporte de los refuerzos incorporados a la plantilla, sin olvidar la barra solidaria que para entonces aupaba al equipo, fueron factores que se conjugaron para alcanzar otro éxito indiscutible. En efecto, Caracas – Yamaha se proclamó campeón en su temporada de estreno en la segunda categoría. Para entonces, los campeonatos de fútbol profesional venezolano se disputaban por el sistema de eliminatorias y liguilla.” (Site Oficial)


Estádio : Estadio Olímpico de la UCV, reformado para a Copa América de 2007 (Vejam aqui como era antes)


Títulos:
Primera División de Venezuela (9): 1991/92, 1993/94, 1994/95, 1996/97, 2000/01, 2002/03, 2003/04, 2005/06, 2006/07.
Copa Venezuela (4): 1988, 1994, 1995, 2001.
Segunda Division de Venezuela (1): 1984.

Libertadores: Em 2009, será a 11ª participação do Caracas na Libertadores (5ª consecutiva). Foi eliminado na primeira fase em 1993,1996,2004,2005,2006 e 2008. Em 1998 e 2002 ficou na pré-libertadores e chegou até as oitavas de final em 1995 e 2007.

Na atual edição, ficou na primeira colocação do grupo 6, com 10 pontos (3 vitórias – todas em casa-, 1 empate e 2 derrotas)

Nas oitavas perdeu o primeiro jogo de 2×1 para o Deportivo Cuenca no Equador, e na partida de volta, aplicou 4×0 nos equatorianos.

Até aqui a equipe sofreu 6 gols, e marcou 12 (5 de Figueroa, 2 de Rey, 1 de Prieto, Renteria, Cichero, Bustamante e Castellín)

nº 21 Dario Figueroa


Campeonato Venezuelano: A equipe foi campeã do Clausura 2009 da Venezuela, com 37 pontos em 17 jogos (11 vitórias, 4 empates e 2 derrotas), ficandou um ponto a frente do rival Táchira, segundo colocado

Disputará o título da temporada 2008/2009 com o Deportivo Itália (campeão do apertura 2008) , em dois jogos, ambos no estádio Olímpico de Caracas (Dias 23 e 31 de maio)

nº 9 – Rafael Castellín

Trivela:

“O Caracas também se reforçou, mas os três integrantes da seleção venezuelana trazidos para o setor defensivo não parecem suficientes para que o time iguale o desempenho de 2007, quando deixou LDU e River Plate para trás.

Figueroa e Devis Barone (nº2)

Globo Esporte:

Fique de olho: o atacante Rodrigo Prieto, de 25 anos, é o principal reforço do time para a temporada. No ano passado, atuou pelo Carabobo e se tornou o primeiro mexicano a jogar no futebol venezuelano. Está confiante em seu novo time: seu contrato tem um cláusula que lhe garante um bônus se for o artilheiro da Libertadores.

Técnico: Noel Sanvicente (VEN), que está no time desde 2002. Nos últimos seis anos, foi quatro vezes campeão e duas vice.

Opinião: “O Caracas se reforçou bastante, em todos os setores, para conseguir mais um título venezuelano e fazer história na Libertadores. Uma das principais contratações foi o atacante Prieto, bom na bola aérea. O time é forte ofensivamente e toca bem a bola. Deve passar da primeira fase, porque os rivais não são complicados. Se for eliminado, será visto como um fracasso retumbante, pelo investimento que fez.”Pablo López, do jornal “Lider en Deportes”‘

nº3 – José Manuel Rey

Blog Preleção:

O Caracas joga no 4-4-2, com um desenho de meio-campo bastante parecido com o implantado por Klinsmann no Bayern de Munique. A defesa se distribui alinhada com quatro jogadores sem a bola, protegida à frente por dois volantes centralizados, e próximos; os meias jogam pelos lados, abertos, ambos invertendo os posicionamentos e alternando jogadas em diagonal ou na direção da linha de fundo.

Na defesa, os laterais Lucena (direito) e Cichero (esquerdo) apoiam pouco, e dão preferência à marcação. Na área, o time conta com o algo espalhafatoso goleiro Vega, e com o bom zagueiro Rey, acompanhado por Barone. Rey joga pela direita, é firme no combate físico e eficiente na bola aérea, além de exercer liderança. Na entrada da área, posicionam-se os volantes Torres e Vera, jogadores de mobilidade que combinam cobertura dos laterais e bloqueio defensivo pelo meio.

Os meias-extremos são Figueroa e Gómez. No posicionamento original, Figueroa joga pela direita, e Gómez pela esquerda, mas ambos costumam fazer inversões. A estratégia é parecida: com a bola, podem investir em diagonais, entrando na área, ou buscar a linha de fundo, em combinação com os laterais ou os atacantes. Estes movimentos proporcionam ao Caracas boas variações de jogadas, ora pelos lados, ora com infiltrações, mas quase sempre pelo chão. Sem a bola, a dupla exerce marcação sobre os laterais adversários, liberando os próprios laterais para marcar por zona na linha defensiva.


Figueroa é o principal jogador do Caracas. Ele tem iniciativa para acrescentar à tática o improviso técnico. Gosta de driblar, tem velocidade para arriscar jogadas individuais, e entra na área com frequência para concluir. No 4 a 0 de ontem sobre o Cuenca, ele cavou e cobrou o pênalti que abriu o placar.

No ataque, o jogador que mais chama a atenção é reserva: Rentería. Atarracado, forte e veloz, ele joga preferencialmente na direita, mas movimenta-se de um lado a outro, abrindo espaço para as diagonais dos meias. O camisa 7, apesar da técnica limitada que às vezes o faz protagonizar lances engraçados, tem muito vigor e confiança quando parte com a bola dominada. Contra o Cuenca, ele lançou Figueroa no primeiro gol, cruzou para o atacante Prieto no segundo, e marcou o terceiro (Rey, de falta, fechou o placar).

Mas o titular é Castelín, que não jogou ontem por suspensão. O camisa 9 é considerado o craque do time pela torcida local, e tem em Prieto o companheiro habitual. Ainda assim, mesmo com a presença de seu centroavante, o Caracas joga sempre com a bola no chão, troca passes com objetividade – sempre em direção aos meias e aos atacantes – conclui bastante a gol e evita ligação direta.

Falando em torcida, para quem se baseia na hostilidade local, o Caracas parece um time brasileiro. O estádio lota, a torcida é fanática, e a hinchada não para de cantar um minuto. A pressão na casa dos venezuelanos é grande.


Zero Hora – 14 de maio de 2009

Chamado pelos torcedores como Maquinaria Roja (máquina vermelha), o Caracas esteve a ponto de fechar em 1989. O Cocodrilos, tradicional clube de basquete de Caracas, assumiu a franquia. Em 10 anos, fez do time um dos melhores do país e dono da torcida mais fervorosa. Dos 22 convocados para a Copa América de 2007, 10 estão no clube. Na última lista para as Eliminatórias, cinco jogadores foram chamados: o goleiro Vega, o zagueiro Rey, o lateral Cichero, o volante Lucena e o meia Ramirez.

Velozes e curiosos
O Caracas usa o 4-4-2 e abusa dos contra-ataques rápidos, sempre iniciados pelo argentino Figueroa e finailzado por Castellín e Prieto. O técnico Noel Sanvicente é um caso raro na América do Sul. Ele completa a oitava temporada no comando do time. Neste período, conquistou quatro títulos nacionais e dois vices.

Torcida quente
O beisebol é o grande esporte do país. Mas desde a Copa América, em 2007, os venezuelanos adotaram o futebol. O campeonato passou de 10 para 16 clubes. O Caracas, principal time da capital, é a prova da popularização. Na Libertadores, seus jogos são sempre lotados. Pouco afeitas ainda ao futebol, as autoridades permitem até o uso de lança-chamas descartáveis. Mesmo com a arquibancada distante do campo, o Estádio Universitário vira um caldeirão.

Olho neles
Na defesa, as referências são o goleiro Vega e o zagueiro Rey (foto, ao centro), ídolo do futebol no país. O argentino Darío Figueroa, 31 anos, é o centro do time. Formado no River, em um time de força é quem tem mais categoria. Embora também seja de vigor físico. É preciso vigiá-lo de cima. Fez cinco gols na Libertadores. O centroavante Castellín, expulso em Cuenca, é o titular. Na terça-feira, jogou Emílio Renteria. Prieto, o mexicano, é quem joga mais centralizado. O clube conta com outro mexicano, o volante Torres.

Ponto fraco
O Cuenca só conseguiu levar perigo quando tramou jogadas pelos lados. Como usa muito da força, o Caracas enfrenta dificuldades em cadenciar a partida. A tática é de um Mike Tyson: bater até derrubar o inimigo. Como jogo de futebol é mais longo que uma luta, pode faltar fôlego no final, o que aconteceu no ultimo jogo.

Estádio bom, gramado ruim
Situado dentro da maior universidade pública do país, o Estádio Olímpico Universitário tem um anel único, larga pista atlética e recebe 20 mil pessoas. O gramado é péssimo. Para que tivesse condições mínimas, o estádio ficou fechado por três semanas antes do jogo com o Cuenca.

Zero Hora

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