Archive for February, 2010

Puma – Branca Reserva

February 16, 2010


“A camiseta reserva também está definida. Será toda branca com detalhes azuis no ombro esquerdo, seguindo o padrão das camisas das seleções da Copa do Mundo, que possuem o mesmo fornecedor de material esportivo que o Grêmio.
” (João Paulo Fontoura – Correio do Povo – 14 de fevereiro de 2010)

A informação trazida pelo Correio é um pouco conflitante com a que eu obtive junto ao César Pacheco na quinta-feira. Quando perguntei sobre os detalhes na camisa branca, ele falou em algo em azul e fez um gesto com a mão na altura do peito.

Assim sendo, o que nos resta é fazer algumas suposições. Uma possibilidade (imagem acima) é o uso desse design empregado nos fardamentos de treino dos times da áfrica (com um detalhe que lembra muito o que a Adidas fez nos abrigos da copa de 2006).

Outras possibilidades (imagem abaixo) são a suposta camisa do Tottenham para 2010-2011 e as camisas de jogo das seleções africanas:

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Gauchão – 1° Turno – Fase Classificatória

February 15, 2010


Gauchão – Grêmio 2 x 1 São José – Poa

February 14, 2010

Para o último jogo do 1º turno, Silas optou por manter a estrutura do time, poupando alguns jogadores. Ainda assim, o Grêmio se mostrou cansado em campo e um tanto desinteressado. Os atletas insistiam na já tradicional jogada pelo meio, buscando o pivô, e facilitavam o trabalho do bem organizado time do São José. Fernando ficou sobrecarregado na marcação do meio campo, o time demorava na recompactação defensiva. O São José tinha facilidade para sair pro jogo e, num vacilo da zaga gremista, abriu o placar aos 14, através de Juca. O Grêmio tentou reagir. Parou na sua desorganização e nas boas defesas de Rafael (nos chutes de Douglas, Fernando, Fábio Rochemback e Fábio Santos, aos 17, 19,33 e 47min respectivamente). Ainda houve um chute Mithyuê para fora e um pênalti claro não marcado por Simon (foto abaixo).

Silas alterou o time para o segundo tempo. Promoveu a estréia de William (que mal tocou na bola) fixando dois centroavantes, seguidos por uma linha de três jogadores. Deu certo, o São José não saiu mais do seu campo de defesa. Aos 9, Mithyuê chutou de fora da área e empatou o jogo. Aos 16, Fábio Santos (que já vinha fazendo boas jogadas de ataque) completou para o gol, após chute de Borges resultante de boa troca de passes no ataque. Depois disso, aparentemente o Grêmio não teve interesse em ampliar e o São José não teve mais forças para busca o empate.


Triste a lesão de Lúcio. Fará falta.

Jonas esteve um tanto quanto auto-suficiente. Silas fez bem em saca-lo no intervalo.

Muito importante o fato de Mithyuê ter marcado seu primeiro gol. Gostei também da sua autocrítica.

Que farsa essa história da temperatura. Medição feita no vestiário e no túnel? Compartilho do entendimento do Eugênio Hackbart, acho pouco crível que em nenhum dos jogos a temperatura tenha superado os 35ºc.

Fico surpreso com a ausência de críticas a essa fórmula bizarra do Gauchão. Para as quartas de final vale um critério, já na semifinal outra coisa.

O Co-irmão pede mudanças na datas das quartas de final. Num gesto de grandeza, Duda Kroeff disse que aceitaria a troca. Já Pacheco, pensando nos interesses do Grêmio, descarta qualquer alteração. Todas posições válidas, mas eu acharia muito interessante que fosse lembrado do que foi feito em 2009.

Fotos: Grêmio.net, ClicRBS e Correio do Povo

Grêmio 2 x 1 São José-POA

Juca 14´
Mithyuê 54´
Fábio Santos 61´

GRÊMIO: Victor; Mário Fernandes, Rafael Marques, Maurício e Lúcio (Fábio Santos); Fernando (Willian Magrão), Fábio Rochemback, Mithyuê e Douglas; Jonas (William – intervalo) e Borges.
Técnico: Silas

SÃO JOSÉ: Rafael; Alexandre, Gustavo, Tairone e Juca; Jonas, Dadá, Pedro Carmona (Douglas) e Jeferson (Xavier); Beá e Rangel (Cassiano).
Técnico: Argel

8ª Rodada – 1° Turno – Campeonato Gaúcho 2009
Data: 13 de fevereiro de 2010, sábado, 16h00min
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre
Público total: 3.805 (3.332 pagantes)
Renda: R$ 55.735,00
Árbitro: Carlos Simon
Assistentes: Edemar Palmeira e Jorge Luiz Cardoso da Silva
Cartões amarelos: Mário Fernandes e Jonas (SJ)
Gols: Juca aos 14 do 1º tempo; Mithyuê aos 9min e Fábio Santos aos 16min do 2ºTempo

Camisas – Puma Retrô 95

February 14, 2010


Quando do lançamento desta camisa , logo após o jogo de despedida do Danrlei, não foram poucos os que sugeriram que o Grêmio adotasse esse modelo retrô como sua camisa principal em 2009.

Não é má idéia. O sucesso desse modelo deve ter influenciado a direção e a Puma nessa promessa de que o modelo 2010 será inspirado no de 1995.

A Puma sempre trabalhou bem nessa área das camisas retrô. No caso desse modelo em especial, talvez nem seja um modelo retrô, pendendo mais pro lado da réplica.

A reprodução do tecido, da marca d´água e dos detalhes da gola é perfeita. Imagino que a ausência de um retângulo branco em volta do número e do marca do fornecedor tenha sido uma opção da Puma, ao qual eu considero bastante válida.

O único senão é uma discrepância na ordem das listras da manga, que difere da original, haja visto que na camisa da pênalty as listras seguem as mesmas ordem nos dois lados (foto abaixo), o que não acontece nesse modelo da Puma.

(foto: Coleção Grêmio Gianfranco)

Copa do Brasil – Araguaia 1 x 3 Grêmio

February 12, 2010

Acho que eu era a única pessoa que torcia pela manutenção do jogo às 23h50. Bom, apesar do meu pensamento egoísta, isso não aconteceu e não tive como assistir à estréia do Grêmio na Copa do Brasil 2010. Aparentemente o time teve alguns problemas defensivos no primeiro tempo e, mais uma vez, Victor salvou. No segundo, os problemas teriam sido minimizados e a missão foi cumprida. O Grêmio eliminou o Araguaia e o segundo jogo no Olímpico.

Por uma coincidência peguei o mesmo vôo que trouxe a delegação para Porto Alegre. Falei rapidamente com o Rafael Marques sobre a questão do calor e ele lamentou o horário do jogo de sábado contra o São José.

Perguntei ao Pacheco sobre as novas camisas, ele disse que espera que sejam lançadas até o final do mês. Questionei sobre a quantidade de listras na camisa titular, ele afirmou que seria bastante parecida com a de 95. Perguntei sobre a camisa branca, se seria “lisa” ou com alguma listra e ele disse que seria toda branca com um detalhe azul na altura do peito e que este azul seria um azul diferente.

Uma coisa que me chamou a atenção foi o fato de que os membros da comissão técnica estavam vestindo uma camisa polo azul sem nenhuma identificação.

Fotos: Correio do Povo e ClicRBS

Araguaia 1 x 3 Grêmio
Gledson 37′
Borges 39′
Rockembach 57′
Borges 85′

ARAGUAIA: Flávio Mendes; Pedro (Fernandes 43 do 2º), Alisson, Junior Pereira e Marcelo Maciel; Vitoriano, Pedrinho, Verona e Diniz (Maurício 25 do 2º); Gledson (Floriano 37 do 2º) e Wellington Silva.
Técnico: Pedro Mendes.

GRÊMIO: Victor; Mário Fernandes, Saimon (Joilson – Intervalo), Rafael Marques e Lúcio (Fábio Santos 37 do 2º); Ferdinando, Fábio Rochemback, Maylson e Douglas; Jonas (Mithyuê 37 do 2º) e Borges.
Técnico: Silas.

Copa do Brasil – 1ª fase – Jogo de ida
Data: 10/02/2010, quarta-feira, 19h30min
Local: Estádio Luthero Lopes, Rondonópolis (MT).
Arbitragem: Andre Luiz de Freitas Castro
Auxiliares: Fabricio Vilarinho da Silva e Cristhian Passos Sorence (trio goiano).
Cartões amarelos: Pedro (Araguaia); Saimon, Joilson, Rochemback e Borges (Grêmio)
Cartões vermelhos: Verona (aos 45 do 2º) e Wellington Silva (47 do 2º).
Gols: Gledson aos 37min do 1º tempo e Borges aos 39min do 1º tempo. Rochemback, aos 12min e Borges aos 40min do 2º tempo

1982 – A mão de Andrade

February 10, 2010

Esse assunto já foi devidamente abordado aqui no blog, mas infelizmente sempre surge um ou outro tentando mudar a história.

Dessa vez foi o Lance, no livro “História Completa do Brasileirão – as Glórias dos Campeões” de Roberto Assaf. O autor é Flamenguista declarado, mas jura que faz análises imparciais e que denuncia eventuais favorecimentos ao time da Gávea.

O livro aborda a história do Brasileirão ano a ano. Já o verso da capa temos uma foto de Zico na Copa União de 87, o que já é algo bastante discutível. O título do Sport é omitido, o que também é muito questionável, mas ainda assim uma posição válida.

O problema está no capítulo do Campeonato de 1982, onde Assaf elege Raul Plassmann como destaque, afirmando categoricamente (páginas 122 e 123) que foi o goleiro que tirou aquela fatídica bola “de cima da linha” (pra mim de dentro do gol). Abaixo o texto:

É interessante confrontar tal afirmação com o que disse o próprio Andrade na reportagem do Régis Rosing, onde o atual técnico Flamenguista em nenhum momento cita Raul e praticamente se confessa:

Andrade aos 2 minutos e 15 segundos:

“Eu pensei em retirar aquela bola com mão”

“Pra te dizer a verdade eu não sei o que aconteceu, eu não sei se eu levei a mão na bola ou se eu fui pra a bola realmente de/com a cabeça”

Gauchão – Universidade 1 x 5 Grêmio

February 8, 2010

Promovendo a estréia de Douglas, Silas voltou ao 4-4-2, tendo Maylson como um meia direita e o estreante como um organizador na meia esquerda. Deu certo, Douglas (auxiliado pelo passe longo de Rochemback) fez com que o time rodasse mais a bola, e a superioridade do Grêmio sobre a Universidade ficou evidente ainda nos minutos iniciais. Com 10 minutos de jogo, Borges tinha desperdiçando duas ótimas assistências dadas por Jonas. Na terceira, aos 11, o camisa nove não perdoou, abrindo o marcador num forte chute de fora da área. O tricolor diminuiu um pouco o ritmo e passou a administrar o jogo, sem ser efetivamente ameaçado pelo adversário. Aos 37 Douglas bateu falta e Borges, de carrinho, se antecipou ao goleiro e marcou o 2º gol da partida.

Com um minuto do segundo tempo, Lúcio foi ao fundo e cruzou para Jonas, de boca, marcar o terceiro e definir o jogo. A partir daí o jogo ficou um tanto enfadonho, mas nada que justifique o fato de um comentarista ter passado a fazer análise sobre o trabalho do Técnico Argel do São José e fazer constatações completamente precipitadas sobre a injustiça dos possível cruzamentos das quartas de final. George, subiu para marcar Jonas e fez contra o quarto gol do Grêmio, que passou a ser um tanto displicente em campo, como no lance em que Lúcio tentou sair driblando na sua área defensiva e no gol de honra da Universidade, onde a barreira se abriu. Aos 37, Borgesrecebeu bom passe de Mithyuê e fez mais um gol de centroavante.

Dever ser dado o devido desconto em virtude da fragilidade de má jornada do time da Universidade. Ainda assim, foi uma atuação bastante satisfatória do time do Grêmio.

Douglas estreou bem e deu mostras que pode acrescentar qualidade ao time.

Levando em conta o que aconteceu na quarta-feira, Rafael Marques não deveria ou poderia ter sido poupado.

Eu fiquei bastante contente com o fato de o jogo ter sido realizado as 19h00. O sindicato pode ter demorado a agir, pode ter sido oportunista, mas nada disso lhe tira a razão. O Juiz da 29ª Vara do Trabalho de Porto Alegre deferiu liminar favorável aos atletas. Decisão que foi mantida pelo TRT da 4ª Região e classificada como “Irrepreensível a decisão judicial, sob o ângulo científicopor Eugênio Hackbart.

Confesso que é com certa alegria que vejo o “establishment” sofrer esse revés. Contudo é bastante preocupante (para não dizer triste) a forma com que essas pessoas tentam defender seu ponto de vista e valer seus interesses.

Novelleto (que é presidente da federação dos clubes de futebol ou das emissoras de TV?), apelou para um terrorismo barato e usou de argumentos jurídicos bastante questionáveis.

Os jornalistas (como algumas honrosas exceções como Nando Gross, Reche, Ostermann) foram de um “peleguismo” que beirou a imbecibilidade. A analogia com os trabalhadores da construção civil é de uma fragilidade impressionante.

A RBS publicou um editorial irresponsável e sobretudo hipócrita. É sabido que os árbitros de futebol não possuem o poder de decisão sobre as condições para a realização da partida.

Aconteça o que acontecer daqui pra frente, acho muito válido que se questione esse modelo de transmissões esportivas. Pena que nem todos os envolvidos aproveitaram o episódio para fazer uma reflexão sobre esta questão

Fotos: ClicRBS, Correio do Povo e Grêmio.net

Universidade 1 x 5 Grêmio

UNIVERSIDADE: Espada; Thiago Junior, Marquem e Rodolfo (George 9 do 2º); Anderson, Doriva, Marcos Tora (Coelho 9 do 2º), , Cleiton (Preto – intervalo); Leandro Rodrigues, Léo Dias.
Técnico: Lorival Santos.

GRÊMIO: Victor; Mário Fernandes, Rafael Marques, Maurício e Lúcio; Ferdinando (Willian Magrão 26 do 2º), Fábio Rochemback, Maylson e Douglas (Mithyuê 21 do 2º); Jonas (Bérgson 21 do 2º) e Borges.
Técnico: Silas.


7ª Rodada – 1° Turno – Campeonato Gaúcho 2009
Data: 07/02/2010, domingo, 19h00min.
Local: Complexo Esportivo da Ulbra,
Arbitragem: Leonardo Gaciba
Auxiliares: Alexandre Kleiniche e José Inácio de Souza.
Cartões amarelos: Douglas, Ferdinando e Maylson (Grêmio).
Gols: Borges, 11 e 37min do 1º tempo e 36min do 2º tempo, Jonas, 1min do 2º tempo e George (contra), aos 10min do 2º tempo (Grêmio); Coelho, 26min do 2º tempo (Universidade).

Trabalhos de Pré-temporada

February 5, 2010

Acompanhando os treinos dos 12 maiores clubes do Brasil, O UOl Esporte dividiu as horas empregadas em cada método de preparação das equipes, traçando “um raio-x dos trabalhos realizados entre o início de pré-temporada até o dia 31 de janeiro

Ainda que careça de maiores detalhamentos (como por exemplo, a data do início dos trabalhos de cada time) o levantamento do UOL é extremamente válido e preenche uma coluna, de tentar explicar para o torcedor como são feitos os treinamentos dos grandes times.


Eu não tenho capacidade técnica ou maiores subsídios para referendar ou questionar o trabalho desenvolvido no Grêmio. E também é preciso ter em mente as diferentes necessidades e preferências de cada time e treinador, bem como o a questão da quantidade Vs. qualidade

Assim sendo, só dá pra achar curiosos alguns dados apresentados, como o fato de Silas ser o treinador que menos faz treinos táticos, ou que o Grêmio tenha um baixo numero no total de horas trabalhadas (34h45, enquanto a média dos times foi de pouco mais de 45 horas)


Número Total (em horas)

11º – Grêmio: 34h45

Treino Tático
12º – Grêmio: 03h00

Treino Técnico
06º – Grêmio: 07h30

Treino Físico
08º – Grêmio: 14h35

Treino Coletivo
05º – Grêmio: 03h50

Gauchão – Grêmio 1 x 1 São Luiz

February 4, 2010

O horário das 17h00 de um dia de semana é esdrúxulo em qualquer época do ano. Com o calor que fazia ontem no RS às cinco horas da tarde ainda era cedo para pensar em ir à praia, quanto mais para ir ao estádio e jogar futebol. Foi evidente que as adversidades climáticas prejudicaram o espetáculo. O primeiro tempo transcorreu com as equipes bastante travadas, errando muitos passes. O Grêmio tentava propor o jogo, e o São Luiz especulava no contra-ataque, mas o lançamento fatalmente era comprido demais e o gol de Victor não foi ameaçado na primeira etapa. Jonas teve as melhores chances de abrir o marcador, mas desperdiçou nas duas vezes que saiu na cara do goleiro Oliveira.

No primeiro tempo, Silas tinha repetido o 3-5-2 usado no Grenal (Com Hugo no lugar de Souza), mas alterou o time para segunda etapa, colocando Maylson e Rochemback em campo (indo mais para um 4-4-2). Mas o Grêmio cedo foi surpreendido, pois aos 2 minutos Vânderson abriu o placar depois da jogada do artilheiro Eraldo. Houve um natural abatimento e uma posterior reação, ainda que desorganizada. Ferdinando, Rochemback, Mário e Maylson se amontoavam no lado direito de ataque e o time insistia na jogada de pivô na frente da área. Borges, de cabeça, empatou o jogo aos 27, e mesmo que o time não tenha jogado bem, é possível falar que o resultado foi injusto, pois foram várias as chances criadas no segundo tempo. O chute de Borges que parou no travessão aos 6 minutos. As boas defesas de Oliveira nos chutes de Hugo (aos 14), Rochemback (aos 32) e Lúcio (aos 47), bem como a puxada de Borges aos 28 minutos da segunda etapa.

Quem é o batedor de faltas e escanteios do Grêmio? Parecia haver uma indecisão ontem.

Com o calor que fazia ontem, não seria o caso do sindicato dos atletas, árbitros, jornalistas (ou a ACEG) tomar medidas contra o jogo nesse horário?

Meira poderia e deveria ter reclamado antes da partida
. Depois, fica parecendo desculpa (ainda que aceitável)

Silas pode ter errado na montagem do banco de reservas. Se a situação de Hugo e Adílson era preocupante, o mais adequado seria pensar no longo prazo e poupar os dois.

Silas errou feio ao pedir cumplicidade para imprensa na coletiva. Se conhecesse melhor a realidade que cerca os cronistas daqui, saberia que o pedido é inútil (para não dizer contraproducente).

Silas NÃO erra ao testar diferentes formações e escalações. Acharia muito estranho se o treinador já tivesse convicções firmadas no sexto jogo do ano, quando ainda temos jogadores saindo e chegando.

Fotos: ClicRBS, Grêmio1983 e Grêmio.net

Grêmio 1 x 1 São Luiz

Vânderson 47´
Borges 72´

GRÊMIO: Victor; Mário Fernandes, Rafael Marques e Maurício; Joilson (Maylson – intervalo), Adilson (Fábio Rochemback – intervalo), Ferdinando, Hugo (Fábio Santos 24 do 2ºt) e Lúcio; Jonas e Borges.
Técnico: Silas

SÃO LUIZ: Oliveira; Marcelo Oliveira, Wanderson e Bronzatti; Jonatan, Beto Fronza, Rudiero (Baiano 28 do 2ºt), Jean Paulo (Nicolas 31 do 2ºt) e Xaro; Luciano Fonseca (Bruno Soares 18 do 2ºt) e Eraldo.
Técnico: Beto Campos

6ª Rodada – 1° Turno – Campeonato Gaúcho 2009
Data: 03/02/2010, quarta-feira, 17h00min
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre
Público total: 4.746 (4.170 pagantes)
Renda: R$ 62.132,00
Árbitro: Fabrício Corrêa
Assistentes: Vilmar Burini e Tatiana Freitas
Cartões amarelos: Fábio Rochemback, Maylson e Maurício. Bronzatti e Baiano
Gols: Vânderson aos 2min/2ºT e Borges aos 27min/2ºT

Vida e "morte" de César

February 3, 2010

Em dezembro de 2009, o Igor Natusch fez um brilhante texto no Carta na Manga sobre a foto que grava o momento exato do peixinho de César, que nos deu o título da Libertadores de 83.

O post aborda os altos e baixo da passagem de César pelo Grêmio, desde sua contratação, os gols contra Estudiantes e Penãrol até a ida a Tóquio, onde sequer fardou, muito embora tenha tido uma interessante idéia de marketing pessoal ao confeccionar um chaveiro que lembrava da sua façanha na Final da Libertadores (foto acima):

“Tão definitivo foi o gol de César que, para sermos sinceros, acabou sendo não só o ápice como quase o ocaso de sua carreira. O centroavante foi a Tóquio para a disputa do Mundial Interclubes, mas nem chegou a se fardar para o jogo – numa equipe reforçada por nomes como Mário Sérgio e Paulo Cesar Caju, acabou sobrando na relação e nem no banco ficou na partida decisiva contra o Hamburgo. Relatos vindos do Japão nos falam de um centroavante cabisbaixo, que passeava pelo lobby do hotel carregando um chaveiro escrito “César, O Gol da Libertadores”, que ele mesmo havia mandado confeccionar.”

A história foi toda muito bem explicada no texto do Natusch que merece ser lido na íntegra. Mas com o intuito de ajudar a ilustrar o post, mandei pro Carta na Manga o material que tinha sobre dois episódios mencionados no texto.

O primeiro é esse do chaveiro. O segundo é por demais surreal: Uma “barriga” de 1995 que acabou “matando” César e gerando uma inusitada comoção no Estádio Olímpico.(fotos abaixo):

“Tudo começou com uma ligação, feita por um conhecido de César no começo da tarde. Em contato com a produção da Rádio Gaúcha, avisou que o autor do gol do primeiro título continental do Grêmio tinha morrido na segunda-feira, vítima de cirrose hepática, e que seu enterro se daria durante a tarde, em Caxias do Sul. Wianey Carlet, durante o programa “Sala de Redação”, divulgou em primeira mão a trágica notícia. Outros veículos trataram imediatamente de reproduzir a desagradável informação, e logo o Estado inteiro lamentava a inesperada morte do centroavante.”

Esse segundo episódio rendeu mais um post do Natusch que igualmente merece ser lido na íntegra