Archive for February, 2011

Gauchão – Grêmio 4 x 2 Cruzeiro

February 28, 2011

O Gre-cruz de ontem deve ter deixado contente os que estavam saudosos desse clássico portoalegrense. Foi um bom jogo, bastante movimentado, com as duas equipes saindo pro jogo.

O Cruzeiro confirmou as qualidades que demonstrou na segundona do ano passado e nesse primeiro turno do Gauchão: É um time corajoso, que gosta de jogar com a bola no chão, e assim criou dificuldades para o Grêmio, que se mostrava um pouco lento na criação (talvez do cansaço do retorno da Colombia) e com a marcação desencontrada. Victor foi obrigado a fazer algumas boas intervenções (em conclusões de Diego “Boca” Torres) antes do tricolor abrir o placar. Aos 35 minutos, Douglas encontrou Gabriel, que por sua vez cruzou rasteiro, e um desvio no adversário encaminhou a bola para Borges concluir com um chute mascado de pé-direito. 1×0, placar do primeiro tempo.

O início do segundo tempo foi o melhor momento do Grêmio na partida. Em 10 minutos a bola chegou três vezes para Borges arrematar. Nas duas primeiras a conclusão saiu torta, mas na terceira, após escorada de cabeça de André Lima em lançamento de Gabriel, o camisa 9 superou o goleiro Fábio. 2×0. A resposta do Cruzeiro não demorou. Cruzamento na área tricolor e Jô superou Gabriel no alto, diminuindo para 2×1. Na sequência, Carlos Alberto lançou Borges, que passou pela zaga e chutou de dentro da área, a bola foi para fora. Daronco considerou que o avante gremista não teve vantagem depois de ser puxado pelo adversário e marcou o pênalti. O mesmo Borges converteu, alcançando o hat-trick. A reação do estrelado mais uma vez foi rápida, aos 18 Léo subiu mais que Gilson e cabeceou pro gol. 3×2. Renato mexeu no time e a partir daí o Grêmio teve um pouco mais de controle do jogo (não sem levar susto, como no chute de Rafael Cearense). Douglas desperdiçou duas chances de marcar o quarto gol, que só alcançado no pênalti sofrido Viçosa e cobrado por Gabriel, aos 49 do segundo tempo.


Eu gostei bastante das primeiras atuações de Carlos Alberto no Grêmio. Não posso falar a mesma coisa sobre os últimos dois jogos. Sigo achando que deve jogar mais próximo ao gol. Ontem chegou a atrapalhar o restante do time com uma movimentação excessiva. E precisa ter em mente que marcar bem não passa necessariamente por dar bote nos adversários.

Não que eu ache que o Grêmio esteja bem nesse fundamento, mas me parece que há um exagero nessa questão da bola área defensiva. Como se fosse inadmissivel tomar gol de cabeça. Renato opta por dois laterais com vocação ofensiva, vai ter um pouco mais de dificuldade na marcação com eles. É preciso encontrar uma forma de equilibrar esse ponto.

A camisa de André Lima exposta na Grêmio Mania era um pouco diferente da que ele vem usando no campo (reparem no espaçamento entre as letras)

Fotos: Richard Ducker (Ducker.com.br), Luciano Leon (Finalsports) e Grêmio1983

Grêmio 4 x 2 Cruzeiro
Borges 35´
Borges 55´
Jô 57´
Borges (pênalti) 60´
Léo 63´
Gabriel (pênalti) 90+4

GRÊMIO: Victor; Gabriel, Paulão, Rodolfo e Gilson; Fábio Rochemback, Adilson, Carlos Alberto (Bruno Collaço) e Douglas; André Lima (Escudero) e Borges (Junior Viçosa).
Técnico: Renato Portaluppi

CRUZEIRO: Fábio; Márcio, Léo, Sandro e Zadda (Léo Marangá); Alberto, Almir (Juninho Botelho), Faísca e Diego Torres; Adriano (Rafael Cearense) e Jô.
Técnico: Leocir Dall´Astra

Semifinal – 1º Turno – Campeonato Gaúcho 2011
Data: 27 de fevereiro de 2010, domingo,16h00min
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre – RS
Público: 15.736 (13.612 pagantes)
Renda: R$ 308.421
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Auxiliares: José Franco Filho e José Inácio de Souza (RS)
Cartões amarelos: Rodolfo, Gabriel, Gilson, Douglas e Fábio Rochemback (Grêmio) e Márcio, Léo, Jô, Alberto (Cruzeiro).
Cartão Vermelho: Alberto (Cruzeiro)
Gols: Borges , aos 35min do primeiro tempo. Borges, aos 10min; Jô, aos 12min; Borges (pênalti), aos 15min; Léo, aos 18min; e Gabriel (pênalti), aos 49min no segundo tempo.

Arbitragens na imprensa II

February 27, 2011
Esse tema envolvendo erros de arbitragem e a repercussão deles na mídia é um assunto que muito me interessa. Depois dos primeiros jogos da fase de grupos da Libertadores eu decidi repetir um “levantamento” que fiz no ano passado, sobre a forma como a imprensa trata da questão da arbitragem nos jogos do Grêmio e do Inter.

Foram analisados dois lances em que praticamente há um consenso que a arbitragem favoreceu a dupla grenal. O primeiro foi o pênalti marcado para o Grêmio no jogo contra o Oriente Petrolero. O outro, foi o impedimento não marcado no segundo gol colorado na vitória contra o Emelec.

Foram analisados 10 veículos, entre jornais, telejornais e portais de internet.
– Somente 2 deles falaram da posição irregular de Cavenaghi no gol do Inter.
– Todos falaram sobre o lance do pênalti para o Grêmio, sendo que apenas dois deles descreveram o lance como “confuso” ou “polêmico”, tendo os demais registrado o equívoco da arbitragem.

Segue abaixo o levantamento:

Zero Hora

Grêmio 3 x 0 Oriente Petrolero 18 de Fevereiro – “E, aos 43, Gabriel entrou na área pela direita e tentou dar um balãozinho em Caamaño. A bola bateu no dente do boliviano, mas o árbitro achou que foi na mão e assinalou pênalti.”
Inter 4 x 0 Jaguares24 de Fevereiro -“E ele chegou aos 43. Zé Roberto cobrou falta para dentro da área, Cavenaghi escorou de cabeça e, na ponte aérea, Bolatti também de cabeça escorou para o gol”

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Correio do Povo

Grêmio 3 x 0 Oriente Petrolero 18 de Fevereiro – “Aos 41, veio a penalidade para o Grêmio. Imprudente, Terrazas mergulhou em direção à bola que pegou no seu rosto, mas o árbitro Líber Prudente marcou penalidade
Inter 4 x 0 Jaguares24 de Fevereiro – “Em seguida, aos 42, Zé Roberto cobrou falta para a área, Sorondo desviou de cabeça e Cavenaghi também. Na área, Bolatti apareceu de surpresa e mandou para as redes de cabeça.”————————————————————————————————————

O Sul
Grêmio 3 x 0 Oriente Petrolero18 de Fevereiro – “O placar foi aberto graças a um lance polêmico aos 43. Após cruzamento de Gabriel, Terrazas se projetou contra a pelota para afastá-la da área. O árbitro entendeu que a bola bateu no braço do jogador, marcando pênalti.
Inter 4 x 0 Jaguares24 de Fevereiro – “Só que Bolatti estava lá para resolver a questão. Numa falta lateral cobrada por Zé Roberto, Sorondo desviou, Cavenaghi tocou para a pequena área e volante testou para as redes: 2 a 0
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Jornal do Comércio
Grêmio 3 x 0 Oriente Petrolero 18 de Fevereiro“Aos 40 minutos, Gabriel avançou e Terrazas conseguiu cortar de cabeça, mas Líber Prudente correu para marca do pênalti, alegando toque de mão do zagueiro boliviano. “
Inter 4 x 0 Jaguares24 de Fevereiro“O volante argentino – que também havia marcado no Equador, no empate diante do Emelec e pedido para que os torcedores não se acostumassem com os gols – já era o artilheiro da equipe na competição, quando Zé Roberto tomou distância para uma cobrança de falta da intermediária. A bola colocada na segunda trave encontrou Cavenaghi. O atacante escorou para a entrada da pequena área. Bolatti apareceu por trás da zaga, cabeceou paras as redes, anotou seu terceiro gol no torneio e ampliou a vantagem colorada para 2 a 0, aos 43 minutos do primeiro tempo.”
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Bom Dia Rio Grande

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Globo Esporte
Grêmio 3 x 0 Oriente Petrolero18 de Fevereiro – “No fim do primeiro tempo, quando o 0 a 0 parecia irreversível até o intervalo, o árbitro uruguaio Líber Prudente equivocou-se. Todo atrapalhado, o meio-campista Terrazas tentou bloquear um drible quase sobrenatural de Gabriel. E o boliviano achou melhor cortar a bola com a boca. Dentro da área, o juiz viu mão. Pênalti inexistente, bem cobrado por Douglas, aos 43: 1 a 0. “
Inter 4 x 0 Jaguares 24 de Fevereiro – “O encanto da torcida com o volante não minguou entre os 19 e os 43 minutos do primeiro tempo. E aí explodiu de vez. Zé Roberto cruzou, Sorondo desviou, Bolatti marcou. “
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UOL
Grêmio 3 x 0 Oriente Petrolero18 de Fevereiro – “Aos 41 do primeiro tempo, quando a partida parecia definida com placar em branco, brilhou a estrela de Gabriel. O lateral-direito deu lindo drible em seu marcador e tentou cruzamento. A bola tocou no rosto de Terrazas, mas o árbitro assinalou pênalti entendendo que havia sido no braço.”
Inter 4 x 0 Jaguares 24 de Fevereiro – “Quando o enredo parecia se complicar, Bolatti surgiu de novo. Mais uma vez com a bola parada. O gringo aparou uma bola do alto, depois do desvio de Sorondo e Cavenaghi. Tudo começou com a cobrança de uma falta, ao lado da grande área. Agora, a pressão estava arrefecida de vez.”
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Terra
Grêmio 3 x 0 Oriente Petrolero18 de Fevereiro – ” Três minutos antes, o lateral Gabriel entrou na área pela direita, tentou dar o drible e a bola bateu no rosto do zagueiro. O juiz uruguaio Líber Prudente viu mão e assinalou a penalidade, gerando muita reclamação dos bolivianos”
Inter 4 x 0 Jaguares 24 de Fevereiro – “Aos 43min, Zé Roberto levantou na área, Sorondo desviou e Cavenaghi – em posição irregular – escorou para o meio, onde o volante argentino apareceu livre para cabecear para o fundo do gol.”
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iG
Grêmio 3 x 0 Oriente Petrolero18 de Fevereiro – “Aos 41, Terrezas foi todo desajeitado, com os braços abertos, marcar Gabriel. A bola bateu no rosto do boliviano, mas o árbitro Líber Prudente marcou pênalti. Douglas bateu e abriu o placar antes do intervalo.
Inter 4 x 0 Jaguares24 de Fevereiro“Quando o primeiro tempo se encaminhava para o fim com o 1 a 0 sendo um grande resultado, o Inter ainda marcou de novo. Zé Roberto lançou para a área, Cavenaghi escorou de cabeça, e Bolatti cabeceou para fazer 2 a 0”
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FinalSports
Grêmio 3 x 0 Oriente Petrolero18 de Fevereiro – “Aos 41 min, Gabriel fez jogada pelo lado direito e em um lance confuso, o árbitro uruguaio marcou toque de mão de Diego Terrazas, pênalti para o Grêmio.”
Inter 4 x 0 Jaguares24 de Fevereiro – “Aos 43min, falta na intermediária. Em cobrança ensaiada, Zé Roberto colocou na área, Sorondo deu um toque até Cavenaghi que em posição ilegal escorou para o meio da área onde estava seu conterrâneo Bolatti. O gringo cabeceou reto para dentro do gol e ampliou para o alvirrubro”
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Libertadores – Junior 2 x 1 Grêmio

February 25, 2011

Foi um Grêmio irregular que se viu em Barranquilla, alternando maus e bons momentos, com predominância de um futebol pouco inspirado. O começo até foi promissor, com o time saindo pro jogo, tocando a bola no campo do adversário. Foi justamente assim que saiu o gol, logo aos 4 minutos. Bola de pé em pé, toques curtos até que Douglas serviu Borges, que ajeitou com o pé direito para concluir com o esquerdo. O adversário não se abalou com o gol e passou a ter maior controle de bola, aproveitando-se da marcação desencontrada do Grêmio. Victor fez algumas boas defesas, mas nada pode fazer aos 28 minutos, no gol de empate do Júnior, num lance de bate e rebate em que a bola sobrou para Hernandez, que marcou contando com o desvio em Fábio Rochemback. Renato logo providenciou a entrada de Collaço (no lugar de Carlos Alberto), para fechar o lado esquerdo, puxando Adilson para a direita. Deu resultado.

No segundo tempo o Grêmio conseguiu finalmente travar o Junior, e logo a própria torcida adversária arrefeceu. O tricolor voltou ao campo de ataque, teve algumas chances na bola parada e um pênalti clarrísimo em Borges (puxado pela camisa) não marcado pelo juiz. Aos 27 minutos, por um desses caprichos do futebol, Rodolfo não marcou um gol histórico, quando encobriu o goleiro com um chute desde a intermediária defensiva, mas a bola quicou e passou por cima do travessão. No minuto seguinte o Junior virou a partida, numa das suas primeiras chegadas no segundo tempo. Um escanteio que “viajou” bastante (talvez até por trás da linha de fundo) . Gílson descolou de Bacca e o avante colombiano superou Rochemback, escorando de cabeça para a conculsao de Viafara. O Grêmio foi em busca do empate, mas esabarrou na cera dos colombianos, na caseira permissividade do juiz e na sua própria jornada de pouco brilho.

Não foi uma boa atuação do Grêmio, mas está longe de poder ser classificada como desastrosa. Mesmo com um futebol abaixo da sua média o time poderia ter saído da Colômbia com um resultado melhor. Uma vitória talvez não fosse merecida, mas a derrota passa muito pela arbitragem.

Dizer que Marco “dracula” Rodriguez foi caseiro é uma simplificação grosseira que favorece o juiz o mexicano. Ele foi muito mais do que isso. Influiu diretamente no resultado do jogo ao não marcar um pênalti de concurso em Borges. O cartão amarelo para Adílson, as marcações de impedimento e o tempo de acréscimo são inexplicáveis para quem acredita na lisura da arbitragem.

É óbvio que o Grêmio também não esteve bem, foi muito pior do que já apresentou em 2011, mas não tão pior do que seu adversário (que na teoria é a segunda força do grupo). O resultado pode não ter sido o esperado, mas é aceitável.

Não gostei de ver o Grêmio dando tanto espaço para o adversário, marcando longe. Claramente faltou um melhor encaixe. Da mesma forma, não me agradou a insistência do jogo pelo meio, abrindo mão de uma das virtudes do Grêmio, que é o jogo pelas laterais.

Gostei das atuações de Rodolfo, Paulão (embora tenha ficado clara a dificuldade no cabeceio alertada por Renato), Victor, Borges e Collaço. Viçosa também entrou bem. O restante do time me pareceu bem abaixo do que pode produzir.

E algumas atitude de alguns jogadores, dirigentes e torcedores do Junior parece não levar em conta que ainda teremos uma revanche em Porto Alegre.

Fotos: El Heraldo, Terra e El Colombiano

Junior Barranquilla 2 x 1 Grêmio

JUNIOR BARRANQUILLA: Rodríguez; Gómez, De Almeida, Macías e Fawcett; Viáfara, Páez (Valencia 34 do 2ºt), García e Giovane Hernández; Bacca e Cortéz (Cárdenas 15 do 2ºt, depois Barahona 43 do 2ºt).
Técnico: Óscar Quintabani.

GRÊMIO: Victor; Gabriel, Paulão, Rodolfo e Gilson (Vinicius Pacheco 43 do 2ºt); Fábio Rochemback, Adilson, Carlos Alberto (Bruno Collaço 36 do 1ºt) e Douglas; Borges e André Lima (Júnior Viçosa 33 do 2ºt).
Técnico: Renato Portaluppi


2ª Rodada – Fase de Grupos – Libertadores 2011
Data: 24/02/2011, quinta-feira, 23h45min
Local: Estádio Metropolitano, em Barranquilla, na Colômbia.
Público: 20.348
Renda: $ 563.236.364
Árbitro: Marco Rodríguez – MEX
Auxiliares : Marvin Torrentera e José Luis Camargo
Cartões amarelos : Cortéz (Junior Barranquilla-COL); Adilson, Carlos Alberto (Grêmio).
Gols: Borges (4/1º); Hernández (28/1º); Viáfara (29/2º)

Adversário – Junior de Barranquilla

February 24, 2011

O Atlético Junior de classificou-se para a Libertadores 2011 com o título do Torneo Apertura 2010 (disputado no primeiro semestre), superando o La Equidad na final. Foi o sexto título nacional da equipe de Barranquilla.

Na estréia, Viáfara e Bacca marcaram no 2×1 em cima do León de Huánuco no Peru.

Os destaques do time são o capitão Giovanni Hernández (que estava no America de Cali que eliminou o Grêmio da Libertadores de 1996) e Jhon Viáfara (Campeão da Libertadores em 2004 com o Once Caldas). Carlos Bacca foi o artilheiro do apertura 2010 com 12 gols. O time conta com um brasileiro no plantel, o zagueiro Anselmo de Almeida.

Está em 12º lugar no torneo Apertura 2011, tendo jogado três partidas: Derrota de 4×2 para o Real Cartagena (Luis Paez marcou os dois gols), vitória de 1×0 sobre o Tolima (gol de Carlos Bacca) e empate em 1×1 com o Deportes Quindío (Gol de Victor Cortés)

Segundo o RSSSF, o Junior participa pela 11ª vez da Copa Libertadores. Nas 10 participaçoes anteriores, Atlético Junior disputou 74 partidas (venceu 25, empatou 18 e perdeu 31). Em 1994 chegou a semifinal da competição, sendo eliminado nos pênaltis pelo Velez.

O time manda seus jogos no Estadio Metropolitano Roberto Meléndez, inagurado em 1986 e construído para a Copa do Mundo que seria realizada na Colômbia.


Guia da Libertadores do GloboEsporte.com

Contratado recentemente, o técnico Oscar Héctor Quintabani, ex-goleiro do River Plate, recebeu cinco reforços que pediu, especialmente o goleiro Viera, uruguaio de 27 anos, que estava no Villarreal. da Espanha, e tem tudo para ser um dos destaques dos Tubarões, como são conhecidos.

Olho nele: Giovanni Hernandéz, meia e capitão do time e um dos ídolos da torcida, é habilidoso e acabou de renovar contrato. Motivação não falta.

Curiosidade: o goleiro Viera, recém-contratado, é da turma de Chilavert e Rogério Ceni: gosta de bater faltas e pênaltis.

Time-base (4-3-1-2): Sebastián Viera, Sergio Otálvaro, Anselmo de Almeida, John Valencia e Juan David Valencia; José Amaya, John Viáfara e Luis Carlos Ruiz; Giovanni Hernández; Carlos Bacca e Luis Páez.
Treinador: Óscar Héctor Quintabani.

Opinião: “Após ter sido eliminado da Libertadores em 2010, na primeira fase, pelo Racing do Uruguai, o clube de Barranquilla fez nove contratações para poder chegar o mais longe possível na competição este ano. Conservou no elenco o brilhante Giovanni Gutiérrez, e baseado nele espera apresentar um jogo vistoso e convincente. Contratou Luis Páez, goleador da Série B na Colômbia. Além disso, conta com um novo treinador, Óscar Héctor Quintabani. Seu ponto forte para obter a vaga será a força do time quando tem o mando de campo.”

Leonardo Duque, do site Futbolred.com

Guia da Libertadores da Zero Hora

Guia da Libertadores do Trivela

Nesse início de ano, chegaram nomes experientes como o goleiro uruguaio Sebastián Viera, que teve bons momentos no Villarreal mas, desde que falhou seguidamente na derrota de sua seleção por 4 a 0 para o Brasil, não conseguiu mais recuperar o bom futebol. O desconhecido brasileiro Anselmo de Almeida chega para formar dupla de zaga com o também contratado Juan David Valencia, e no ataque a novidade é Luis Páez, artilheiro da segunda divisão colombiana pelo Itagüí Ditaires com 20 gols marcados, que fará dupla com o goleador Carlos Bacca.

No meio campo, um velho conhecido de quem acompanha as competições sul-americanas ainda dá as cartas. Trata-se de Giovanni Hernández, meia de 34 anos que conquistou a Copa América de 2001 com a seleção colombiana e foi campeão chileno em 2007 com o Colo Colo. A baixa fica por conta da saída do zagueiro panamenho Román Torres, que foi para o Nacional de Medellín.

Camisa tricolor – Análise de padrões

February 22, 2011
No final do ano passado, eu e Martina Schreiner desenvolvemos um projeto sobre os padrões das camisas clássicas do Grêmio, onde foram analisados alguns detalhes (como a proporção e ordem das listras, gola, números) dos uniformes usados nas principais conquistas do Grêmio.

Essa análise foi encaminhada a membros do conselho de administração (que gostaram do trabalho) e a diretoria de marketing.

O objetivo era o de resgatar a camisa clássica e do Grêmio, não ao ponto de “engessar” novidades, mas sim de servir como referência para escolha das novas camisas.

Segue abaixo o trabalho:

O trabalho foi focado nas camisas vencedoras do clube, mas fiz questão de relacionar algumas críticas coletadas na mídia sobre os uniformes mais recentes (tecla que sempre foi batida aqui no blog)

E dentro dessa ótica usada no projeto , segue a análise da camisa titular de 2011. Interessante notar como a proporção das listras se mantém próxima a média. O punho e a gola são brancos, como em 70% das camisas vencedoras. Assim como em 80% das camisas analisadas, o número também é branco.

Gauchão – Grêmio 5 x 0 Ypiranga

February 21, 2011
Renato foi quem melhor definiu o jogo: “Foi uma apresentação de gala. Principalmente nos primeiros 45 minutos.

Obviamente que o gol marcado cedo acabou determinando o desenrolar da partida. O Grêmio se impôs desde o primeiro toque da bola. Abriu o placar com um minuto, ampliou aos 25 e definiu o jogo com com um terceiro gol marcado quando o cronometro marcava pouco mais de meia hora de bola rolando.

Mesmo com o forte calor, o ritmo só foi diminuído no segundo tempo, e mesmo assim marcou mais dois tentos. Borges aos 6 e o estreante Leandro já nos descontos.

O Ypiranga não se achou em campo. É difícil lembrar de alguma conclusão do time de Erechim (tirando o gol bem anulado).

Os dois centroavantes começam a se entrosar. André Lima, mesmo saindo bastante da área, foi um dos melhores em campo.

Me agrada mais o time nessa formatação, com dois volantes. As tarefas ficam mais claras e bem distribuídas.

A adoção de numeração fixa é bem vinda. Pena que tenha alguma discrepância em relação a lista de inscritos na Conmebol. E a fornecedora deveria oferecer melhores alternativas para casos como o do jovem Leandro, que se viu obrigado a usar a camisa do André Lima com o nome “rasurado”.

Fotos: Edu Andrdade (Terra) e Luciano Leon (FinalSports)

Grêmio 5 x 0 Ypiranga
André Lima 1´
André Lima 25´
Douglas 32´
Borges 51´
Leandro 90+2

GRÊMIO: Victor; Gabriel, Paulão, Rodolfo (Mário Fernandes 3 do 2º) e Gilson; Rochemback (Leandro 32 do 2º), Adilson, Lúcio e Douglas (Willian Magrão 14 do 2º); Borges e André Lima.
Técnico: Renato Portaluppi

YPIRANGA: Bruno Grassi; Thiago Gasparino (Gilvan), Glauco (João) e Mateus e João Paulo; Pansera, Emerson, Saulo e Giovani; Cleiton e Elcimar (Silvestre).
Técnico: Agenor Piccinin.

Quartas de final – Primeiro turno – Campeonato Gaúcho 2011
Data: 20 de fevereiro de 2001, domingo, 16h00min

Local:
Estádio Olímpico, Porto Alegre.
Público: 11.790 (10.149 pagantes)
Renda: R$ 220.160,oo
Arbitragem : Vinícius Costa, auxiliado por Antônio Cesar Padilha e Rafael da Silva Alves.
Cartão amarelo : Pansera (Ypiranga).
Gols: André Lima (1′ e 25’/1ºT); Douglas (32’/1ºT); Borges (6’/2ºT); e Leandro (47’/2ºT);

O Cruzeirinho é perigoso

February 20, 2011

O futebol repete ensinamentos ao longo da história. A lição revista nesse fim de semana é a de que o Cruzeirinho é um time perigoso, especialmente contra os grandes da capital.

O Grêmio passou por isso no Gauchão de 1960, quando foi supreendido pelo estrelado em pleno Estádio Olímpico.

Abaixo a matéria da Folha da Tarde sobre o jogo:

Fazia tanto tempo que o Grêmio não era vencido em jogos pelo certame local que o público já andava esquecido de que isso podia acontecer… O estupor da derrota parece ter atingido em cheio os meios esportivos. E os não esportivos também!

– Que vergonha! – ouve-se exclamar a dona da casa que apenas dá uma espiada no jogo pela televisão.

Depois de 12 partidas sem um empate sequer, dobrando o primeiro turno sem pontos perdidos, chegando assim quase no final do segundo, todo o mundo estava desacostumado com insucesso tricolor. Seria uma coisa anormal uma derrota do Grêmio.

Realmente, o clube do Olímpico trabalhando dentro de uma orientação mais do que acertada havia reunido elementos para que isso acontecesse. Depois de ganhar quatro campeonatos seguidos, tratara de corrigir as posições falhas, com a conquista de reforços como Suli, Marinho, etc, enquanto desenvolvia esforço para manter Aírton.

Agora, já próximo do fim da temporada, repete o esforço hercúleo e mantém em seu plantel Gessi e Elton, dando-lhes até automóvel para aplainar as dificuldades de uma reforma de compromisso.

Bem, assim é a vida, e esta formidável esquadra cai derrotada ante a “Fera do Velho Mundo” que já havia feito esquecer até a ferocidade dos seus rugidos que se fizeram ouvir no alvorecer do campeonato.

Como teria feita o Cruzeiro (a agora todos vão querer a fórmula!) para derrotar o Grêmio? Qual teria sido a misteriosa “chave”?

Responderemos simplesmente que não houve nenhuma chave misteriosa, nem “despacho”, nem “feitiço”, nada, nada deste jaaz.

Simplesmente, um Cruzeiro o football mais tradicional e despido de artifícios do mundo, procurando fazer a pelota rolar sobre a grama que este é o seu verdadeiro “habitat”, e procurando assim envolver bater a defensiva inimiga.

E o que aconteceu em particular na primeira etapa foi isso. Caiu envolvida a retaguarda do clube do Olímpico, com Enio Rodrigues e Airton, e também Figueiró, sendo superados um instante sobre o outro pelos contendores.

Apenas sobrava Ortunho, multiplicando-se para conter Tesourinha, e procurando corrigir as situações criadas pelo três outros companheirosn de defensiva.

E foi assim que se estabeleceu a superioridade estrelada. Primeiro com o goal de Raul Tagliari, oriundo de uma jogada em que Figueiró foi claramente batido. Depois, com Airton contra aos 24 minutos, pouco depois do empate de Marino.

E finalmente. com o terceiro tento conquistado em plena segunda fase, quando a equipe gremista, nervos tentos buscava desesperadamente o empate. Lutava, conseguia estabelecer-se no campo estrelado, mas descia desordenamente, atiando de todas as distâncias e maneiras, e propicinado ao arqueiro Picasso a oportunidade para se redimir plenamento do insucesso no lance do goal gremista (que que foi culpado) até se tornar figura de proa na vitória de sua esquadra.

[…]

Finalmente o juiz. Laje Filho. A esta altura não seria mais necessário dizer nada, que o leitor já entende, quando a gente diz que o juiz foi Laje filho, que algo de errado andou acontecendo. Andou mesmo. Inverte faltas, engana-se, engana-se de novo, etc… Deixou de dar um penalty claríssimo de Nene sobre Marino. Poderia ter pegado bola na mão do lance de Carazinho, que os tricolores também pedem penalty. Mas, seus “enganos”, são sempre clamorosos. Foi um mau juiz no Gre-Cruz de ontem.

Libertadores – Grêmio 3 x 0 Oriente Petrolero

February 18, 2011
Não foi um jogo fácil, e nem pode se esperar isso numa partida de Libertadores. O Oriente Petrolero se mostrou uma equipe bem organizada e consciente do que veio fazer em Porto Alegre. Esperou o Grêmio e teve paciência para executar um bom toque de bola. O tricolor tinha alguma dificuldade para sair jogando e propor ações, muito em função do acúmulo de jogadores com as mesmas características. Ainda assim, em função da qualidade individual dos atletas o Grêmio teve boas chances. Carlos Alberto tentou alguns arremates, Borges teve um gol bem anulado aos 20 (ajeitou com a mão). Quatro minutos depois, Gabriel cruzou e Lúcio tentou de voleio. Aos 28, Borges deixou de calcanhar e Douglas chutou para fora. No lance seguinte, foi meia que acionou o avante, mas Suarez fez boa defesa. Os bolivianos também, especialmente na movimentação de Arce e Vaca, e Victor se viu obrigado a fazer duas grandes defesas em chutes de longa distância. Mas o placar só foi inagurado aos 41 minutos do primeiro tempo, quando Líber Prudente viu pênalti na bola que bateu no rosto de Terrazas. Douglas cobrou com categoria e colocou o Grêmio em vantagem.

O jogo praticamente foi definido com o gol do Grêmio no início do segundo tempo. Aos 3 minutos Borges girou em cima do zagueiro, chutou rasteiro e o arqueiro soltou, Gílson estava ali para empurrar para as redes. O Grêmio melhorou sua mecânica de jogo, Lúcio ficou mais preso e Carlos Alberto foi jogar mais perto do gol. O time passou a ter mais controle do jogo e chegou a diminuir o ritmo, administrando a vantagem que acabou sendo ampliado aos 25, quando Lúcio entrou pela ponta esquerda e rolou para a chegada de Douglas.

Até entendo a idéia defendida pelo Renato, desse esquema mais ofensivo nos jogos em casa. Ainda assim, acho que não funcionou bem. Carlos Alberto ficou longe dos atacantes e vez por outra acabava “batendo cabeça” com Douglas e Lúcio. O time também perdeu a chegada de Rochemback vindo de trás e tinha dificuldades para desarmar e disputar a segunda bola.

Carlos Alberto esteve muito bem, independente do setor em que aparecesse. Vontade não falta, até sobra. Exemplo disso esteve na hora de marcar, onde ele fez mais faltas do que deveria (muito por não ter o cacoete).

Gabriel jogou uma enormidade. Fosse castelhano e tivesse dado um apelido bizarro para o seu drible, estaria sendo decantado pela imprensa.

O gol fez muito bem a Gilson, que se mostrou mais solto na segunda etapa.

Paulão voltou a ter um nível parecido com o que exibia em 2010, e Rodolfo vai confirmando a expectativa em torno da sua contratação.

Eu tenho pavor do chamado “escanteio curto”. Ontem o Grêmio abusou desse expediente, sem nenhum resultado positivo (até um contra-ataque foi cedido dessa forma). A cobrança foi bem mais ameaçadora quando passou a ser direta (Gabriel cabeceou uma com perigo)

A camisa nova ficou muito bem no campo, voltamos a ter um uniforme com cara de Grêmio. Sem falar no fato de que o “olhometro” acusa o sucesso de vendas do novo mando.

Fotos: Lucas Uebel (Grêmio.net), Jefferson Bernardes (UOL), Luciano Leon (FinalSports) e Lance

Grêmio 3 x 0 Oriente Petrolero

Douglas (pênalti) 43´
Gílson 48´
Douglas 70´

GRÊMIO: Victor; Gabriel, Paulão, Rodolfo e Gilson; Rochemback, Lúcio (Maylson, aos 39min/2T), Carlos Alberto (Adílson, aos 31min/2T) e Douglas; Borges e André Lima (Escudero, aos 27min/2T).
Técnico: Renato Portaluppi

ORIENTE PETROLERO: Hugo Suárez; Hoyos, Caamaño, Schiapparelli (Meleán, aos 34min/1T) e Gutiérrez; Fernando Saucedo, Joselito Vaca, Jhasmany Campos (Alcídes Peña, aos 22min/2T), Terrazas (Marcelo Aguirre, aos 11min/2T) e Mauricio Saucedo; Arce.
Técnico: Ariel Cuffaro Russo

1ª Rodada – Fase de Grupos – Libertadores 2011
Data: 17 de Fevereiro de 2011, quinta-feira, 19h45min
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre-RS
Público Total: 35.693 (32.791 pagantes)
Renda: R$ 825.910,50
Árbitro: Líber Prudente
Auxiliares : William Casavieja e Carlos Pastorino
Cartões Amarelos : Fernando Saucedo (O), Carlos Alberto (G), Caamaño (O)
Gols: Douglas (pênalti), aos 43 minutos do 1º tempo. Gilso, aos 2 minutos e Douglas, aos 25 minutos do segundo tempo

América, América, América

February 17, 2011

Adversário – Oriente Petrolero

February 16, 2011

O Oriente Petrolero chega na Libertadores credenciado pelo título do “torneo Clausura 2010” (disputado no segundo semestre), o quinto campeonato boliviano conquistado pelo clube fundado em 1955 por funcionários de estatal petrolífera da Bolívia.

No vigente campeonato nacional (Adecuación 2011) o “Albiverde” ganhou todos os cinco jogos que disputou até aqui (6×0 no La Paz, 3×0 no Real Potosi, 3×2 no The Strongest, 2×0 no Blooming e 2×1 no San José) O meia Mauricio Saucedo fez 5 dos 16 gols marcados pelo time na competição.

O site BoliviaGol traz alguns dados interessantes sobre o histórico do Oriente Petrolero na Libertadores:

“Oriente participó diecisiete veces en la Libertadores y ha jugado un total de ciento cuatro encuentros: debemos anotar que en veinticuatro de ellos tuvo como adversarios a otros equipos de nuestro país.

En casa ante extranjeros, jugó 40 partidos como local ante rivales extranjeros: Ganó 13, empató 10 y perdió 15. Anotó 54 goles y recibió 60. Oriente consiguió el 45 por ciento de los puntos actuando en el Tahuichi Aguilera.

Como visitante, sólo tiene un rendimiento del 14 por ciento en campos ajenos: Jugó 40 partidos en el exterior, ganó 2, empató 7 y perdió 31. Anotó 29 goles y recibió 105.”

A melhor participação da equipe de Santa Cruz de la Sierra foi em 1988, quando foi eliminada pelo América de Cali nas quartas de final.

Grêmio e Oriente Petrolero se enfrentaram em duas ocasiões, na fase de grupos da Libertadores de 2002. Vitórias gremistas por 4×2 no estádio Ramón Tahuichi Aguilera e 3×2 no Olímpico. O lateral direito Miguel Hoyos é o unico jogador do plantel atual que participou daqueles confrontos.


Avaliação do Guia da Libertadores do Globo Esporte:

Olho neles: conhecido dos brasileiros, o atacante Arce, que passou pelo Corinthians, é da seleção boliviana e perigoso pela velocidade e presença de área. O goleiro Hugo Suárez é esperança da torcida para fechar o gol.

Time-base (4-4-2): Hugo Suárez; Miguel Hoyos, Alejandro Schiapparelli, Gustavo Caamaño e Luis Gutiérrez; Joselito Vaca, Fernando Saucedo, Diego Terrazas e Jhasmani Campos; Mauricio Saucedo e Alcides Peña (Arce).
Treinador: Ariel Cuffaro Russo

Opinião: “É o atual campeão boliviano. Começou a temporada muito forte, com vitórias nas três primeiras rodadas do campeonato nacional. Até o fim do ano passado era dirigido por Gustavo Domingo Quinteros, hoje treinador da seleção boliviana. Agora, quem está no comando é o argentino Ariel Cuffano Russo. O novo técnico manteve o esquema de 2010 e ganhou três reforços, entre eles o do atacante Juan Carlos Arce, ex-Corinthians. Os três setores da equipe são fortes, com destaque para o meio-campo, com jogadores habilidosos. Pelo menos oito jogadores são da seleção boliviana.”

Ramiro Silles, editor do “La Razón”.


Avaliação do Guia da Libertadores do Trivela:

“A equipe manteve a base do ano passado, com a contratação de poucas peças. A mais importante o técnico Ariel Cuffaro Russo, ambos argentinos e com passagens pelo Rosario Central. O jovem atacante Alcides Peña é uma das principais armas ofensivas do time, que também conta com os meias Joselito Vaca e Jhasmani Campos, nomes importantes da seleção boliviana. O último inclusive chegou a atuar nas divisões de base do Grêmio.

Entre os reforços trazidos para as quatro linhas, destacam-se o meio-campista argentino Marcelo Aguirre, que atuou no clube entre 2007 e 2010, e o goleiro uruguaio Michael Etulain, que possui nacionalidade mexicana. Na defesa, o principal jogador é Luis Gutiérrez, capitão do time e titular absoluto da seleção boliviana, que forma dupla com o argentino Alejandro Schiapparelli. O volante paraguaio Francisco Arguello, machucado, é o principal desfalque para o início do ano.”


Avaliação publica na Zero Hora