Adversário – León de Huánuco

O Leon de Huánuco classificou-se pela primeira vez para a Libertadores da América ao vencer o seu grupo no Campeonato descentralizado 2010. Na final, empatou em 1×1 o primeiro jogo em casa contra o Universidad San Martin, num jogo tumultuado, e acabou sendo derrotado por 2×1 na partida de volta, disputada em Lima. Assim, ficou no Grupo 2 da Libertadores 2011.

O time manda seus jogos no Estádio Heraclio Tapia, constrúido em 1972 e reformado em 2010.


Na Libertadores 2011 o León jogou duas partidas em casa. Derrota por 2×1 para o Júnior de Barranquilla (gol de Elias) e vitória de 1×0 sobre o Oriente Petrolero (Gol de Zegarra).

No campeonat Peruano 2011 o time entrou em campo em três ocasiões até aqui. Derrotas para o Inti Gas (1×0) em Ayacucho e para o Cobresol em casa por 1×0 e derrotou o César Vallejo, em Trujillo, por 1×0 (gol de Leiva)

Grêmio e León jamais se enfrentaram. Mas o site do próprio time peruano trás um dado interessante sobre os confrontos do tricolor contra clubes daquele país pela Libertadores:

  • “Gremio ha enfrentado en ocho oportunidades a equipos peruanos en el marco del certamen desde 1997. En estas series, el empate no ha sido un marcador posible y los resultados señalan seis triunfos y dos derrotas para el cuadro brasileño.
  • Un buen dato radica en que el Gremio siempre ganó en Porto Alegre a los conjuntos peruanos, y es más, todos por el mismo resultado: 2 – 0. En el año 97′ las victimas fueron Alianza Lima y Sporting Cristal, en el 2002 fue Cienciano y en el 2009 la Universidad San Martín.”


Guia da Libertadores do Trivela:

“Depois de mais de uma década militando na Copa Peru – espécie de terceira divisão peruana, na qual o campeão sobe para a Série A e o vice, para a Série B -, o León se reergueu em grande estilo: logo em sua temporada de reencontro com a elite do país – direito conquistado após o título da Copa Peru 2009 -, conquistou o vice-campeonato, com direito a goleada por 6 a 0 sobre o Sporting Cristal, e garantiu pela primeira vez na história uma vaga na Copa Libertadores. A façanha deixou os habitantes de Huánuco, município situado na parte central do Peru e com população estimada em 120 mil habitantes, ansiosos para ver o time na principal competição do continente. E quem deverá lucrar com a mais nova atração da cidade é o presidente do clube, o empresário Luis Picón Quedo. Acusado de crimes como sonegação de impostos e venda de órgãos humanos, Quedo busca, através do León, conquistar a simpatia da população local para conquistar seus objetivos políticos, prática similar a de vários cartolas em times do interior do Brasil. O investimento para a Libertadores foi, dentro da realidade do clube, pesado. O meia colombiano Harrison Otálvaro, que já atuou no Dynamo Kiev e recentemente estava no Huracán-ARG, é o principal reforço e chega para ser o camisa 10 do time. Outros nove jogadores já foram contratados, entre eles o goleiro argentino Sebastián Cuerdo e o zagueiro colombiano Roller Cambindo, que chega para formar dupla de zaga com seu compatriota Luis Cardoza. Outro reforço sob o qual são depositadas muitas expectativas é atacante panamenho Orlando Rodríguez. Aos 26 anos, ele chega para substituir o colombiano Luis Alberto Perea, artilheiro do time no ano passado com 23 gols, que foi para o Deportivo Quito, assim como o argentino Gustavo Rodas, eleito o melhor jogador do Campeonato Peruano. O centroavante brasileiro Ronaille Calheira, vice-artilheiro do time na temporada passada com 11 gols, viajou à Grécia para fazer testes em clubes por lá, mas segue com o futuro indefinido

Orejuela (esquerda), Zegarra (deitado) e Gonzales Vigil (direita)

Guia da Libertadores do Globo Esporte

“Estreante na Libertadores, o vice-campeão peruano é outro que corre bem por fora para conseguir uma das vagas para a próxima fase. Na verdade, apesar dos discursos otimistas do presidente e do técnico, Franco Navarro, o grande objetivo é debutar na competição ao menos com dignidade. Para isso, o time até que se reforçou, mas nada sensacional. O destaque fica por conta do atacante Carlos Orejuela, com várias presenças na seleção nacional. Rápido, passou a ser a esperança da torcida por contra-ataques que terminem no fundo da rede.

Olho nele: é no veterano goleiro Juan Flores, de 34 anos, que a torcida bota fé por uma campanha sem vexames na primeira Libertadores.

Curiosidade: apesar da idade, Juan Flores, que mede 1,95m, não é o mais velho do time. O vovô é G. Salas, que tem 36.

Time-base (3-4-1-2): Flores; Cardoza, Cambindo e Espinoza; Salas, Ferrari, Zegarra e Céspedes; Otálvaro; Orejuela e Rodríguez.
Técnico: Franco Navarro

Opinião: “A primeira participação deste modesto clube peruano na Libertadores não deve ser das mais longas. O surpreendente vice-campeonato nacional fez o time perder alguns jogadores importantes da campanha histórica. Para compensar, o clube investiu em quatorze reforços para que o treinador Franco Navarro tenha um elenco mais equilibrado e com mais opções. Ele deve escalar o time no 3-4-1-2, com o recém-contratado colombiano Otálvaro sendo o cérebro da equipe. O zagueiro Espinoza fez parte da convocação mais recente para a seleção peruana.”
Cauê Dias, do blog La Pelota”

Guia da Libertadores da Zero Hora

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