Archive for August, 2013

O Grêmio na 12ª Rodada na era dos pontos corridos

August 11, 2013

Como disse no post anterior, há diversas maneiras de encarar a campanha do Grêmio neste momento do Brasileirão 2013. Por um lado, o líder já abriu 8 pontos de distância. Por outro, o time ainda tem 78 pontos a serem disputados no campeonato.

Gosto também de observar a questão do aproveitamento. Hoje o Grêmio tem 16 pontos em 36 disputados ( 44% de aproveitamento). Convenhamos que é um rendimento baixo. Contudo, é válido lembrar que em outros campeonatos o Grêmio estava na mesma situação (ou ainda pior) após a 12ª rodada e terminou dentro do G4.

Seguem abaixo os números do Grêmio após 12ª rodada em todas as edições do Brasileirão por pontos corridos.

2012 24 pontos em 12 jogos (66,66% de aproveitamento)
2011 – 16 pontos em 12 jogos* (44,44% de aproveitamento)

2010 – 12 pontos em 12 jogos  (33,33% de aproveitamento)
2009 – 18 pontos em 12 jogos  (50,00% de aproveitamento)

2008 – 21 pontos em 12 jogos  (61,11% de aproveitamento)
2007 – 18 pontos em 12 jogos  (50,00% de aproveitamento)
2006 –  16 pontos em 12 jogos (44,44% de aproveitamento)
2005  Série B – 18 pontos em 12 jogos (50,00% de aproveitamento) -**
2004 -14 pontos em 12 jogos (38, 88% de aproveitamento)–  *** – 
2003 – 14 pontos em 12 jogos  (38, 88% de aproveitamento)– *** –

*Jogo contra o Santos foi adiado para 5 de outubro

** A série B NÃO era disputada no formato de pontos corridos.

*** Campeonato com 46 rodadas – Na 15ª rodada, quando já haviam passado mais de 31,5% do campeonato o Grêmio tinha 15 pontos (33,33%)

*** Campeonato com 46 rodadas – Na 15ª rodada, quando já haviam passado mais de 31,5% do campeonato o Grêmio tinha 15 pontos (33,33%)

Brasileirão 2013 – Grêmio 0x1 Coritiba

August 9, 2013
Talvez seja um exagero dizer que foi a “pior atuação do ano“, mas inegavelmente o Grêmio fez uma partida muito fraca e acabou sendo merecidamente derrotado por um Coritiba que, ao menos ontem, mostrou poucas virtudes além da organização consistente durante os 90 minutos. Já o time gremista  parecia desorientado em campo desde o apito inicial. Com apenas Elano na armação, o tricolor carecia de criatividade na frente. O time usava os lados para atacar, mas esbarrava nas limitações ofensivas dos volantes que apareciam por ali.

O Coritiba fez o seu gol cedo, aos 10 minutos, com Deivid concluindo uma jogada que iniciou numa bola recuperada na intermediária ofensiva. O “detalhe” é que o Grêmio tinha 7 (SETE) jogadores dentro da área no momento em que o cruzamento foi feito e ainda assim o avante do Coxa concluiu sozinho dentro da pequena área.
Com o 1×0 contra o Grêmio ficou mais perdido na partida. Os atletas tinham muita dificuldade em acertar as jogadas mais elementares. Mesmo com mais um meia-ofensivo (Maxi Rodriguez entrou no segundo tempo) o time não mostrou maior lucidez na armação e só foi incomodar  a defesa adversária nos minutos finais quando passou a jogar com dois centroavantes e forçar a jogada aérea.
Renato disse ter optado pelo 4-4-2 em função do meio povoado do Coritiba. Afirmou que não jogou “com três zagueiros, pois eu ia perder um homem no meio-campo”. Mas parece ter sido exatamente o contrário do que aconteceu. No Gre-Nal o Grêmio atuou num 3-5-2 de fato (com os alas jogando no meio de campo, e não num 5-3-2 disfarçado). Ontem o time ficou um tanto engessado com três volantes na meia. Mas é bom registrar que o Kleber reconheceu a parcela de responsabilidade dos atletas no insucesso do time.

A ausência do Vargas não foi sentida ontem? Acho estranho que ninguém tenha aproveitado a ocasião para criticar os absurdos do STJD.

Há mais de uma maneira de se encarar a campanha do Grêmio. O time está hoje a 8 pontos do líder, o que pode ser muito se considerarmos que foram jogadas apenas 12 rodadas Mas pode não ser tanto se levarmos em conta que o tricolor ainda disputará 78 pontos no campeonato.
Oscilações no rendimento e desempenho, até certo ponto, são naturais em equipes de futebol. O que me preocupa no Grêmio é que o time nem sempre ganha quando joga bem, mas invariavelmente perde quando joga mal.

Fotos: Lucas Uebel (Grêmio.net), Fabiano do Amaral (Correio do Povo) e Coritiba FC
Grêmio Grêmio 0x1 Coritiba Coritiba
GRÊMIO: Dida; Pará, Rhodolfo, Bressan e Alex Telles; Adriano (Maxi Rodríguez, 7’/1ºT), Riveros, Souza (Paulinho, 26’/2ºT) e Elano (Lucas Coelho, 30’/2T); Kleber e Barcos
Técnico: Renato Portaluppi
CORITIBA: Vanderlei, Leandro Almeida, Chico e Emerson; Victor Ferraz (Gil, 9’/2ºT), Willian, Robinho, Lincoln (Sérgio Manoel, 23’/2ºT) e Diogo; Geraldo (Arthir, 34’/2ºT) e Deivid
Técnico: Marquinhos Santos
12ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2013
Data: 8/agosto/2013, quinta-feira,  21h00min 
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre -RS
Público Total: 16.757 (14.876  pagantes)
Renda: R$ 444.208,00
Árbitro: Paulo H. Godoy Bezerra (SC)
Auxiliares: Herman Brumel Vani-SP e Jackson L. Massarra dos Santos-RJ
Carões amarelos: Chico, Robinho e Deivid (Coritiba); Riveros (Grêmio)
Gols:  Deivid, aos 10 minutos do primeiro tempo.

Qual é a responsabilidade do treinador? Qual a participação do jogador?

August 7, 2013

Algo que muito me incomoda em algumas discussões no futebol é a uma tentativa recorrente de se atribuir toda a responsabilidade pelo que acontece com um time dentro de campo ao treinador. Não consigo concordar com alguns diagnósticos simplistas como “O técnico mandou o time recuar” ou “O técnico obriga o atacante a jogar longe do gol“. Creio que, em maior ou menor escala, os jogadores possuem uma prerrogativa de diálogo e até mesmo de uma certa “desobediência” aos comandos do treinador.
Nos minutos finais do primeiro tempo do último Gre-Nal, Rhodolfo trocou de posição com Bressan, passando o ex-Juventude para a sobra uma vez que já tinha cartão amarelo. Foi uma medida simples, mas providencial,  que evitou maiores complicações no decorrer da partida. Fiquei positivamente surpreso ao saber que a ideia da mudança partiu do próprio Rhodolfo:
“Quando o Bressan tomou o amarelo, falei com o Renato para mudar de lado para evitar uma expulsão dele”

Acho muito importante que os atletas tenham esse tipo de iniciativa, que sejam capazes de fazer essa leitura. Igualmente importante é o treinador estar aberto para acolher sugestões de quem está dentro de campo. Acho que o Grêmio estava carente de atitudes como esta. Me parece que num jogo tão complexo como o futebol não podemos ficar limitados  a ideia simplista da existência de uma separação rigorosa onde “o treinador planeja e os jogadores executam”.

Brasileirão – Grêmio 1×1 Inter

August 5, 2013
 

Apesar de ter desfalques mais significativos, foi o Grêmio que começou melhor a partida. Em função das carências, Renato optou por alterar o esquema tático do time, e a escolha pelo 3-5-2 se mostrou acertada. Apesar de perder algum volume no miolo do meio campo, o tricolor sempre teve boa saída pelos lados do campo. Os alas gremistas não só auxiliaram a pressionar a saída de bola adversária, mas também se apresentavam como opção ofensiva pelas pontas. Muriel foi testado em algumas oportunidades nos minutos iniciais e aos 18 minutos Kléber foi derrubado por Willians na área. Barcos cobrou o pênalti e colocou o 1×0 no marcador. Mas a vantagem gremista durou pouco. Aos 20 minutos Willians arrancou da linha do meio de campo, passando por 4 defensores gremistas (que não o desarmaram ou o derrubaram) e cruzou para Leandro Damião empatar em uma das primeiras chegadas do Inter no ataque. O Grêmio sentiu bastante o golpe e só voltou a criar oportunidades nos minutos finais do primeiro tempo, mas o empate persistiu.
Um grande mérito colorado e um grande demérito gremista  foi o percentual de aproveitamento das chances criadas.
Buscando acabar com a vantagem que o Grêmio tinha pelos flancos, Dunga mexeu na sua equipe no intervalo. Passou Jorge Henrique para a lateral-direita, para travar Alex Telles, e apostou na dobradinha Kléber e Fabrício para explorar as costas de Pará. O time colorado não melhorou de forma tão significativa, mas o jogo foi ficando mais tenso a medida que perdia qualidade, com os times abusando da ligação direta e das faltas. No pouco tempo que a bola rolou, o Grêmio teve um leve domínio e parece ter sido a equipe que mais lamentou o empate, considerando que o Inter ficou com um jogador a menos a partir dos 31 minutos do segundo tempo.

 Mais uma vez achei que Alex Telles foi o melhor atleta gremista em campo. Sempre se apresentou para o jogo e foi o principal “criador” do Grêmio na partida.
Elano e Forlán tiveram atuações discretíssimas. Muito pouco para jogadores que tiveram destaque na última Copa.
Adriano parece ter exagerado na dose de força que colocou na marcação. Se precipitou em algumas faltas desnecessárias, uma vez que não estava sendo superado pelo seu oponente. Renato fez muito bem em saca-lo do campo. Ramiro o substitui com qualidade, marcando de maneira eficiente e saindo para o jogo.
Eu, que critiquei o desempenho de Barcos nos últimos jogos, sou obrigado a dizer que ele fez uma bela estreia em Grenal hoje a tarde. Batalhou bastante e levou vantagem no confronto contra os zagueiros. Mas ainda acho que pode ser melhor abastecido com jogadas de linha de fundo.
 

O Gre-Nal sempre foi marcado pelas disputas duras, pelo jogo pegado, pelas poucas oportunidades, pela briga, pelo clima de guerra, e etc… Essa é a “grife” do clássico. Não há como se distanciar disso. Eu só temo que se possa ter “virado o fio” nesta questão. Por mais  peleado que seja, o Gre-Nal ainda é, primordialmente, um jogo de futebol. E o futebol tem sido cada vez mais raro. Os minutos de bola rolando vem se tornando escassos e, para que a disputa seja minimamente legítima, é preciso que a bola esteja rolando.
O que aconteceu a partir da expulsão de Jorge Henrique é um belo exemplo disso que eu estou falando. O juiz teve coragem para marcar a falta e mostrar o cartão para o colorado, mas demorou vários minutos para autorizar a cobrança e não fez nenhuma questão de colocar barreira na distância prevista na regra. Depois disso vimos um festival de cartões, empurrões e discussões, em detrimento da disputa pela bola.
Os times reclamaram do juiz. Mas será que fazem algo para melhorar o nível da arbitragem? Será que alguns não gostam de entrar nessa briga de ver quem consegue ser mais malandro, de quem consegue gritar mais? Gostaria de acreditar que tem mais gente nos nossos clubes com a mesma autocrítica que o Kléber aparenta ter, ao dizer que “A gente também acabou caindo nessa pressão para jogar assim

 
 Fotos: André Ávila (Correio do Povo), Antônio Paz (Jornal do Comércio), Ricardo Rimoli (Lance), Lucas Uebel (Grêmio.net)


Grêmio Grêmio 1×1 Inter Internacional

GRÊMIO: Dida, Werley, Rhodolfo e Bressan; Pará, Adriano (Ramiro, 39’/1ºT), Riveros (Paulinho, 36’/2ºT), Elano (Maxi Rodríguez, 26’/2ºT) e Alex Telles; Kleber e Barcos 
Técnico: Renato Portaluppi
INTERNACIONAL: Muriel, Ednei (Fabrício, Intervalo), Ronaldo Alves, Juan e Kleber; Josimar, Willians, Jorge Henrique  e D’Alessandro;  Forlán (Scocco, 23’/2ºT) e Leandro Damião.
Técnico: Dunga
11ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2013
Data: 4/8/2013, domingo, 16h00min 
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre -RS
Público: 40.054 (37.434 pagantes)
Renda: R$ 1.926.65,00
Árbitro: Fabrício Neves Corrêa (RS)
Auxiliares: Marcelo Bertanha Barison (RS) e José Eduardo Calza (RS)
Cartões amarelos: Adriano, Bressan e Rhodolfo; Willians, Josimar, Jorge Henrique e D’Alessandro
Cartões vermelhos: Jorge Henrique, 31’/2ºT (INT) e Fabrício, 46’/2ºT (INT) e Werley, 47’/2ºT
Gols: Barcos, 18’/1ºT(pênalti) e Leandro Damião, 20’/1ºT

Nº de ingressos da torcida visitante em Gre-Nal entre 2002 e 2013

August 2, 2013

 

Após um diálogo com os clubes, a Brigada Militar recuou da sua posição inicial e decidiu que permitir a presença de torcida colorada no Gre-Nal do dia 04 de agosto na Arena.
A questão é que serão vendidos somente 1.500 ingressos para a torcida visitante. O que é muito pouco. A capacidade do setor destinado a torcida adversária na Arena é de 3.897 lugares. Desse modo, teremos mais de 2.000 assentos ociosos no domingo. Diante desse quadro, é possível perguntar se esse número reduzido não é apenas “para inglês ver”? Não seria mais civilizado ofertar um número maior de ingressos aos visitantes, haja visto que o espaço comporta mais torcedores?

O fato é que a presença de torcida adversária em Gre-Nal vem se reduzindo ano a ano. Isso pode ser observado na tabela abaixo, onde eu compilei os números de ingressos disponibilizados para as torcidas visitantes desde 2002. É claro que vários fatores contribuíram para essa diminuição, como o aumento do quadro social dos clubes  e reformas/readequação dos estádios. Mas ainda assim a redução é impressionante.

413 416407 412401 406ABCDEFGHI
As fontes consultadas foram os Borderôs da FGF, Correio do Povo, Grêmio.net, Terra, UOL, Zero Hora, Gazeta do Sul e Estadão. Não consegui os dados de três clássicos disputados no interior (Bento Gonçalves em 2004, Erechim em 2010 e Rivera em 2011), mas penso que o foco da análise são as partidas realizadas em Porto Alegre.
É claro que alguns dados podem ser questionáveis. Um exemplo disso está no último clássico (que foi disputado em Caxias). Os meios de comunicação divulgaram que a carga de ingressos gremista era de 2.200. Contudo, posteriormente se viu no borderô e a própria diretoria colorada afirmou que carga do Grêmio era de1.800 ingressos.
* A carga de ingressos para a torcida visitante nesse Gre-Nal (2º jogo da final do Gauchão de 2006) era para ser de 8.000. Contudo, a administração do Grêmio alegou que só recebeu 6.000 entradas da direção colorada. Após o jogo, os dirigentes do Inter teriam admitido o equívoco e teriam prometido corrigir o erro.

Brasileirão – Corinthians 2×0 Grêmio

August 1, 2013

O jogo no Pacaembu começou com ritmo forte, com muita marcação e disputas ríspidas no meio de campo. O Grêmio tentava um jogo franco, mas logo perdeu Zé Roberto por lesão e ficou sem criação, se limitando a chutões e passagens pelos lados do campo. O time esteve sempre longe do gol defendido por Cássio. Assim, o Corinthians, ainda que não tivesse muito brilho, passou a ter um leve domínio e abriu o placar aos 34 minutos, com Emerson Sheik aproveitando rebote em posição de impedimento. 

A irregularidade do lance é um “detalhe” da arbitragem. Outro “detalhe” do gol é posicionamento da defesa gremista no gol. Como bem ilustrou o Alex Melo, o Grêmio não foi pego desprevenido do lance, estavam 8 atletas no campo de defesa, mas mesmo assim a bola entra pelo meio da defesa e encontra um avante corintiano na meia lua da área. Uma postura defensiva inaceitável para um time que tem pretensões no campeonato.
No segundo tempo o Grêmio foi em busca do empate. O time até passou a ocupar mais o campo de ataque, mas pouco se aproximava do gol. Riveros chegou a colocar uma bola no travessão em um desvio de cabeça, mas esse lance foi uma exceção. O tricolor não criou chances efetivas de marcar. O Corinthians seguiu tendo uma atuação regular e aumentou a vantagem aos 36 do segundo, numa cabeçada de Paulo André que desviou na zaga e encobriu Dida (e Alexandre Pato despudoradamente comemorou como se o gol fosse seu, apesar de ter furado a cabeçada em cima da linha).

Perder pro Corinthians no Pacaembu é ruim, mas plenamente aceitável num planejamento de 38 rodadas. O brabo é somar apenas 2 pontos em 15 disputados fora de casa. E isso que complica a campanha do Grêmio nesse Brasileirão.
Leonardo Gaciba disse que “fica só aquela vírgula” sobre a atuação da arbitragem. A vírgula em questão era o gol em impedimento do Corinthians. “Vírgula” que tira um ponto de um time e que dá dois pontos para o outro. Nessas horas eu lembro da tese do jornalista italiano Mario Sconcerti que sustenta que, na Itália, a imprensa pode melhor ou piorar a classificação final de uma equipe no campeonato, pois a “mídia pode ocultar ou expor o tratamento preferencial que os juízes dedicam a Juventus e ao Milan“. Imagino que a tese não se restrinja ao futebol italiano. 

Eu gosto bastante do futebol do Kléber. É interessante o estilo de jogo dele, que não foge da luta, que enfrenta os zagueiros. Mas tudo tem limite. Ontem ele recebeu uma bola livre, dentro da área e esperou pela chegada de uma adversário para buscar o contato físico.
Barcos não vive bom momento. Contudo acho que não esse mau desempenho não passa só pelo rendimento individual. A forma como Grêmio vem jogando é prejudicial a qualquer centroavante. Talvez fosse o caso de repensar a formatação do ataque do time.

Fotos: Eduardo Viana e Tom Dib (Lance), Rafael Neddermeyer  (Correio do Povo) e Ricardo Matsukawa (Terra)


Corinthians Corinthians 2×0 Grêmio Grêmio

CORINTHIANS: Cássio; Edenílson, Gil, Paulo André e Igor; Ralf, Guilherme e Danilo; Romarinho (Renato Augusto, 18/2T), Emerson (Douglas, 36/2T) e Guerrero (Alexandre Pato, 25/2T).
Técnico: Tite
GRÊMIO: Dida; Pará, Bressan, Werley e Alex Telles; Adriano, Riveros, Zé Roberto (Guilherme Biteco, 19/1T, depois Vargas, 33/2T) e Elano; Kleber e Barcos (Lucas Coelho, 42/2T).
Técnico: Renato Portaluppi
10ª Rodada – Brasileirão 2013
Data: 31/07/13, quarta-feira, 22h00min
Local: Pacaembu, em São Paulo-SP
Público: 24.883 (23.849 pagantes)
Renda: R$ 737.112,50
Árbitro: Alicio Penna Junior (MG)
Assistentes: Márcio Eustáquio Santiago (MG) e Dilbert Pedrosa (RJ)
Cartões amarelos: Pará, Werley (GRE)
Gols: Emerson Sheik, aos 34 do 1ºT e Paulo André, aos 36 minutos do 2ºT