Copa do Brasil 1999 – Grêmio 1×2 Flamengo

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1999 Gremio 1x2 Flamengo Valdir Friolin ZH

Foto: Valdir Friolin (Zero Hora)

Em 21 de abril de 1999, o Grêmio recebeu o Flamengo em casa, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

Como se pode ver abaixo, os relatos são unânimes ao dizer que o 2 a 1 para os visitantes saiu barato.

 

FLAMENGO, AO NATURAL
Foi fácil identificar as causas da derrota do Grêmio para o Flamengo por 2 a 1, ontem à tarde, no Olímpico. Há tem alguns nomes próprios bem conhecidos do torcedor. Dois deles: Palhinha e Arílson. A dupla de articuladores do Grêmio é mesmo descansada. Ontem, parecia que eles estavam disputando uma partidinha de futebol de praia com os amigos. Palhinha e Arílson jogam hoje como Rivelino jogava em 1974, esperando a bola chegar. A diferença e que, quando a bola chegas a Rivellino, ele dava um lançamento de 60 metros no pé de Jairzinho, ou aplicava o drible elástico no marcador, ou desferia a sua celebre patada atômica. Palhinha e Arilson não. Eles caem. Ou são desarmados. Ou bocejam. São mesmos descansados.
Mas a derrota tem outros nomes. Como Agnaldo, O centroavante presente de Natal dá uma certa impressão de que é bom jogador. Pena que ainda não deu para comprovar isso. É que, embora tenham se passado quatro meses desde que chegou ao clube, ele nau consegue jogar meia dúzia de partidas em sequência. Ontem, saiu lesionado aos 14 minutos. Do primeiro tempo
A derrota também atende por um último, mas não menos importante, nome: Flamengo. O Flamengo foi muito melhor do que o Grêmio. Tocou a bola, como o Flamengo sempre toca. Mas com velocidade, objetividade e verticalidade. O Flamengo é um time bem-disposto, que sabe o que quer. E na sua intermediária circula um jogador que é um Sandoval com mais técnica: Iranildo. Iranildo lança, arma os contra-ataques, abre o jogo, prende a bola quando preciso e até vai lá atrás, ajudar a defender.. Aos 43 minutos, por exemplo, levou um cartão amarelo por fazer uma falta que interrompeu um contragolpe do Grêmio. Com lranildo dizendo e mostrando o que fazer, o Flamengo envolveu o Grêmio principalmente no primeiro tempo. Aos 22 minutos, Scheidt tirou uma bola de dentro do gol, aos 23, Fábio Baiano chutou para fora com perigo, aos 25, foi a vez de lranildo perder o gol, aos 40, o mesmo Iranildo acertou um chute forte no travessão, aos 42, Athirson bateu cruzado e Danrlei defendeu com dificuldade. Conte: cinco chances. Se o Grêmio tivesse levado dois ou três gols, seria pouco.Ironicamente, o Flamengo foi marcar no segundo tempo, quando o Grêmio melhorou com as saídas de Palhinha, no intervalo, e Arílson, que levou uma vaia estrepitosa ao dar lugar a Zé Afonso. Walmir substituiu Palhinha, mas o meio-campo foi recomposto por Itaqui, que se movimentou, se esforçou, correu, marcou, fez tudo que os outros dois não fizeram. Se que aos seis minutos, num contra-ataque, lranildo deixou Romano livre na pequena área para fazer 1 a 0. E aos 9 Romário cruzou para Caio ampliar.
A partir de então, no empenho, na dedicação, sem muita qualidade ou organização, mas com galhardia, o Grêmio se impôs, construiu oportunidades e descontou, aos 14 minutos, numa jogada inspirada de Zé Alcino, que passou para Macedo marcar. Ainda havia tempo para tentar o empate. Mas onde encontrar o futebol? O futebol, afinal, estava do outro lado, trajando vermelho e preto, tocando a bola com inteligência, esperando o tempo passar” (David Coimbra – Zero Hora – 22 de abril de 1999)

CELSO ROTH:O resultado não diz o que foi a partida. O Flamengo foi muito melhor”

CELSO ROTH:Temos que conversar com os jogadores e a comissão técnica. Não é possível o Agnaldo e o Arílson saírem com lesão no início do jogo”

CELSO ROTH: “Está faltando força física, força de vontade. Estou irritado com a apatia Ao time”

CELSO ROTH: “Esse não é o Grêmio que eu quero. O Grêmio não foi vibrante’

ROTH CRITICA ARÍLSON E AGNALDO
Sobrou para todo mundo. O técnico Celso Roth não poupou o time pela segunda derrota acachapaste em três dias. Falou da equipe e, desta vez. deu nome e sobrenome. Foi direto. Criticou Arílson e Agnaldo por acusarem dores musculares com poucos minutos de jogo. Disse que precisa investigar o que está acontecendo. Reclamou da pouca participação de Palhinha na marcação e vinculou a derrota à falta de vibração do time. Enfim. segundo ele. a equipe deixou-o na mão justamente no momento decisivo da Copa Sul e da Copa do Brasil. – Está faltando força física e força de vontade ao time – desabafou. – Agora. a nossa mobilização e tomar vergonha na cara As declarações de Roth retumbaram no vestiário. O diretor médico Luiz Eurico Vallandro apareceu em seguida alegando que as lesões dos jogadores já foram investigadas. O problema, justifica Vallandrro, é o calendário. A lesão sentida ontem por Agnaldo não foi no mesmo local da que o afastou do time por 20 dias. Agnaldo se defendeu das insinuações. – Eu tenho lesões, quem pode explicar são os médicos – afirmou o atacante. A direção agiu rápido e marcou para hoje uma reunião com Vallandro para discutir o assunto. O vice de futebol André Krieger exige justificativa por parte dos médicos. – E problema médico ou pessoal – tentou entender André Krieger. Roth reconheceu que a saída de Agnaldo aos dez minutos desestabilizou o time. O esquema com dois meias ofensivos não funcionou. A defesa ficou vulnerável, exposta as investidas de Beto e Iranildo. – Esse é um risco que corremos quando adotamos essa postura explicou-se o técnico.” (Leonardo Oliveira – Zero Hora – 22 de abril de 1999)

ROMÁRIO: ´ERA PARA TER SIDO MAIS DOIS OU TRÊS´
Atacante festejou a vitória, mas lamentou o placar

Ele só foi tocar na bola aos 14 minutos de jogo. E, ainda assim, só fez a paredinha para Caio tentar uma infrutífera investida rumo ao gol de Danrlei. Depois, ficou mais um bom tempo tão distante da partida quanto Palhinha e Arílson da marcação no meio-campo. Esnobou, tentou fazer gol e lançamento de letra. De produtivo mesmo, nada no primeiro tempo. Mas bastaram dois momentos no segundo te-po para Romário estraçalhar o Grêmio. Um gol de cabeça, do alto de seu 1m68cm, outro passe milimétrico nos pés de Caio mais adiante. Pronto: o Flamengo estava com 2 a O no placar. No vestiário, exibiu um de seus traços mais característicos: o de dizer o que bem entende, sem preocupação com o politicamente correto. — Era para ter ido mais uns dois ou três, podia ser no mínimo quatro — resumiu Romário. — A gente respeita o Grêmio, mas tornamos as coisas fáceis e perdemos um monte de gols. — Eu sou assim mesmo: digo o que penso e não me preocupo se vão gostar. Acho que as pessoas já se acostumaram com este meu jeito — disse o atacante na véspera da partida, sentado no Hotel Embaixador, onde se hospedou a delegação rubro-negra. Ali, estava de ótimo humor. Até pediu uma camiseta para o comentarista Paulo Roberto Falcão de presente, para es-tampar na parede do seu bar, o Café Gol. Ontem, no entanto, estava especialmente irritado, por algum motivo misterioso. Xingou quase todos os companheiros. Aos 5 minutos vociferou contra Beto, depois de um erro de passe no ataque. Aos 19 minutos, foi até a beira do campo pedir para o técnico Carlinhos tomar alguma providência com a saída de bola, errada ao seu juízo. Antes, protestara com Caio e Mau-rinho, especialmente Maurinho. Luiz Alberto chegou a pedir-lhe desculpas. Ninguém contestou as reclamações, piscou, disse um ai. Nada No final da partida, trocou de camiseta com Fabinho e saiu correndo para o vestiário — que, aliás, se resume a ele. Um segurança fica ao seu lado esperando-o se vestir. Sim, porque todos só querem falar com Romário. Ontem, além dele, só deram entrevistas o técnico Carlinhos e os meias Beto e Iranildo. E ainda assim muito rapidamente, enquanto o baixinho não se aprontava. Quando ele terminou de se vestir, bem, aí ninguém mais parecia existir por ali. Romário é mesmo o dono do Flamengo — que lhe deve R$ 2,5 milhões, inclusive. Para falar com ele ainda no campo é preciso correr. Ribeiro Neto, repórter da TV Bandeirantes, mostrando invejável preparo físico, tentou arrancar uma frase, da forma mais educada possível. — Tira a mão de mim! — grunhiu o atacante, reclamando, com exagero, porque o microfone tocou-lhe levemente o peito durante a corrida de repórter e entrevistado. Depois, impaciência no vestiário. O repórter de uma emissora carioca tentou iniciar uma conversa dizendo que o seu gol fora de oportunismo puro, aproveitando-se do vacilo da zaga. Romário detestou. — Faz quinze anos que eu faço gols e sempre é a zaga que vacila. Mas tudo bem. Mas e o que se diz no Flamengo sobre os humores de Romário? Serão irritantes? Com a palavra, Caio, um dos que aceitou os xingões do capitão do time sorrindo. — É o jeito dele, mas é incrível. Ele sempre resolve. Hoje, a gente sabe que o negócio é botar a bola nele: o Romário pode errar uma, duas, até três vezes. Mas uma ele vai acertar, isso é certo. E, na maioria das vezes, é o suficiente — resumiu Caio.” (Diogo Olivier – Zero Hora – 22 de abril de 1999)

1999 Gremio 1x2 Flamengo Mauro Vieira ZH

Foto: Mauro Vieira (Zero Hora)

GRÊMIO APÁTICO LEVA SÓ 2 A 1 DO FLA
Este resultado deixa o time gaúcho em situação complicadíssima na Copa do Brasil. Cariocas poderiam ter feito mais gols

Ao perder de 2 a 1 para o Flamengo, ontem à tarde, no estádio Olímpico, o Grêmio tornou distante o sonho de buscar o título da Copa do Brasil, seu principal objetivo no semestre. Assim, em apenas quatro dias, o Grêmio colheu resultados que o colocam na iminência de perder duas competições. Domingo, terá de vencer o Paraná, em Curitiba, para conquistar a Copa Sul e, dia 29, precisará bater o Flamengo em pleno Maracanã.

São dois obstáculos que em outros tempos poderiam ser transpostos até com naturalidade, mas que hoje, com o futebol apático e ruim que o time vem apresentando, se tornam quase impossíveis. No primeiro tempo de ontem, o Flamengo ignorou o fator local e só não marcou por detalhe. Aos 22, Scheidt salvou de cima da risca uma conclusão de Iranildo. Aos 40, o mesmo Iranildo, que sozinho correu e armou mais que Palhinha e Arílson juntos, acertou a trave.

No segundo tempo, quando o Grêmio, ironicamente, equilibrava o jogo e ia ao ataque com força, o Flamengo, em duas jogadas rápidas, fez os seus gols. Aos 6 minutos, Iranildo venceu Roger pela direita e cruzou na medida para Romário completar de cabeça e fazer 1 a 0. Três minutos depois, outro golpe na torcida: Romário escapou pela direita e cruzou rasteiro para Caio, que desviou de Danrlei.

O Grêmio, que já contava com Walmir na lateral e Itaqui no meio, na vaga de Palhinha, ficou atordoado, assim como a torcida que quase lotava a arquibancada. Foi aí que o time começou a depender da raça e da velocidade de Zé Alcino, já que Arílson só queria bola no pé e Macedo não resistia ao choque com a zaga. Aos 14, o criticado Zé Alcino passou por três jogadores e tocou para Macedo, que livrou-se da marcação e chutou forte para a rede: 2 a 1.

O gol deu novo ânimo ao time, mas o Flamengo continuou administrando a vantagem. Celso Roth apelou para Zé Afonso, que participou de boas jogadas ofensivas, mas continuou faltando qualidade ao time.” (Correio do Povo, 22 de abril de 1999)

ROTH PEDE ´VERGONHA NA CARA´
A relação entre o técnico Celso Roth e os jogadores do Grêmio começa a dar sinais claros de estremecimento. Ontem, após a partida contra o Flamengo, Roth reclamou da desmobilização do grupo, já demonstrada na derrota para o Paraná, domingo. ‘O time tem que ter vergonha na cara para sair dessa situação. Não estou entendendo tanta apatia, já que sempre peço mobilização nas palestras’, desabafou.

A ausência de Zé Carlos e Capitão, não inscritos na Copa do Brasil, de Cleison, lesionado, e de Ronaldinho e Rodrigo Gral, servindo à seleção de juniores, também é lamentada pelo técnico. ‘Às vezes, quem critica não observa esses detalhes.’ Ele estranha o atual comportamento do Grêmio, ‘que sempre deu exemplo aos outros clubes brasileiros e que hoje não tem mais a mesma capacidade de reação’. Fabinho não concorda que o time tenha perdido a identidade. ‘Isso aconteceu somente nos dois últimos jogos’, afirma.

O vice de futebol, André Krieger, prefere ressaltar as virtudes do Flamengo. ‘O Grêmio pegou, foi combativo, só não criou como esperávamos. Não perdemos para um adversário qualquer, o Flamengo já está invicto há 12 partidas.’” (Correio do Povo, 22 de abril de 1999)

Médico fala das lesões musculares
Agnaldo e Arílson, que já desfalcaram o Grêmio este ano em razão de lesão muscular, voltaram a apresentar o mesmo tipo de problema na partida contra o Flamengo. Agnaldo esteve em campo apenas por 14 minutos. Arílson saiu aos 10 minutos do segundo tempo.
‘A situação seria melhor se o Grêmio não tivesse que disputar tantas partidas’, garante o médico Luiz Eurico Valandro. O presidente José Alberto Guerreiro não vê razões para tantas críticas ao departamento médico. ‘Além de Agnaldo e Arílson, só Itaqui se lesionou’.” (Correio do Povo, 22 de abril de 1999)

FLA VENCE O GRÊMIO E QUEBRA UM TABU NO OLÍMPICO
Romário e Iranildo comandam a vitória por 2 a 1. No Rio, o time poderá até perder por 1 a 0.
• PORTO ALEGRE. Com a confiança adquirida a partir da conquista da Taça Guanabara, o Flamengo jogou com autoridade ontem, chegou perto de uma goleada e venceu o Grêmio por 2 a 1, em pleno Estádio Olímpico. Mais do que quebrar o tabu de jamais ter vencido o tricolor gaúcho no Olímpico pela Copa do Brasil, o flamengo ficou em ótima situa-, ção na competição. Na próxima quinta-feira, no Maracanã, o time poderá até perder por 1 a O que estará classificado à próxima fase porque, para efeito de desempate no saldo de gols, o gol na casa do adversário vale por dois. — Foi um ótimo resultado em termos de classificação. Vamos ver se mantemos essa regularidade — disse o técnico Carlinhos. Apesar de o Grêmio ter chega-do com perigo por duas vezes ‘ nos primeiros minutos — aos quatro com Goiano em cobrança de falta e, aos seis, com Scheidt • foi o Flamengo quem teve sempre as melhores oportunidades. Romário reclama das chances perdidas pela equipe Não é difícil entender por quê. O Grêmio tem tradição, mas hoje é formado por jogadores refuga-dos por outros clubes, como Palhinha, Arílson e Macedo, que não demonstraram qualquer entusiasmo durante o jogo. Quando percebeu que o adversário estava longe do nível esperado, o Flamengo se soltou e, sempre com Iranildo, conseguiu ótimas jogadas. Aos 21, Iranildo teve a melhor oportunidade. Ele recebeu de Beto, tocou na saída de Danrlei e Scheidt salvou em cima da linha. Aos 24, novamente Iranildo apareceu. Ele foi à linha de fundo e cruzou rasteiro. Jorginho, na pequena área, não alcançou. Aos 39, mais lranildo, que tabelou com Fábio Baiano e chutou com violência, no travessão. Curiosamente, apesar de seu ti-me ser superior, Romário pratica-mente estava sumido. Tocou na bola pela primeira vez aos 15 minutos. Depois, foi visto errando uma conclusão de letra. O craque foi para o intervalo irritado: — Não estou com espaço; outros jogadores estão. O Flamengo está perdendo gols demais. Romário sabia o que dizia. Aos seis minutos do segundo tempo, Iranildo levantou na pequena área, Danrlei não saiu e o artilheiro, em sua primeira oportunidade, deu uma lição de como se conclui. Cabeceou colocado, fora do alcance do goleiro. O Grêmio sentiu e, aos nove, Beto lançou Romário na direita, o atacante cruzou e Caio fez 2 a 0. A partida parecia decidida, mas o Grêmio teve um lampejo de reação. Aos 14 minutos, Macedo driblou Fabão e chutou forte, sem chances para Clemer: 2 a 1. Giovanni e Leonardo, reforços que estão nos planos do Fia Uma equipe determinada parti-ria decidida em busca do empate. Mas o Grêmio, mesmo em casa, não tinha a força necessária. O jogo caiu muito e, apenas no final, o Grêmio ameaçou. Aos 37, quase Fabão fez contra. Aos 41, Macedo errou o passe que deixaria Zé Afonso diante do gol. Mas, apesar de deixar cair o ritmo no segundo tempo; o Flamengo não merecia ser castigado com o empate. O time jogou bem, acreditou em si e poderia ter saído daqui com mais gols — disse Romário. Apesar da vitória, uma baixa. Fábio Baiano, com estiramento na virilha, não enfrentará o Ola-ria, sábado, no Maracanã, pelo Campeonato Estadual. Vágner e Leandro voltarão ao time. O presidente Edmundo Santos Silva confirmou que, em 40 dias, terá a resposta definitiva da pro-posta feita à ISL, empresa alemã de marketing esportivo que deve-rá explorar a imagem do clube por 25 anos. O flamengo sugeriu um adiantamento de US$ 80 milhões, que pagaria as suas dívidas. As cifras não estão definidas e, a partir da criação de Fla-Licenciamentos S/A, o Flamengo pode-rá receber dois reforços para o time. Giovanni, do Barcelona, e Leonardo, do Milan, interessam. Apesar de as negociações estarem adiantadas, falta a aprovação do Conselho Deliberativo” (André Jockyman – O Globo – 22 de abril de 1999)

 

Grêmio 1×2 Flamengo

GRÊMIO: Danrlei; Itaqui, Ronaldo Alves, Scheidt e Roger; Fabinho, Goiano, Palhinha (Walmir) e Arílson (Zé Afonso); Macedo e Agnaldo (Zé Alcino).
Técnico: Celso Roth
FLAMENGO: Clemer; Fábio Baiano (Pimentel), Fabão, Luís Alberto e Athirson; Jorginho, Maurinho, Beto e Iranildo; Caio (Rodrigo Mendes) e Romário.

Técnico: Carlinhos

Copa do Brasil 1999 – Oitavas de final – Jogo de ida
Data: 21 de abril de 1999, quarta-feira, 16h00min
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre-RS
Público: 35.556 (30.408 pagantes)
Renda: R$ 334.554,00
Árbitro: Luciano A. Almeida (DF)
Auxiliares: Jorge Paulo Gomes e Nilson Carrijo
Cartões Amarelos: Jorginho, Iranildo e Zé Afonso
Gols: Romário, aos 6/2ºT, Caio aos 9/2ºT e Macedo aos 14/2ºT

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One Response to “Copa do Brasil 1999 – Grêmio 1×2 Flamengo”

  1. Confrontos contra o Flamengo pela Copa do Brasil – Médias de público - casadoimortal Says:

    […] 1×0 Flamengo1997 – Final – Jogo de Ida – Grêmio 0x0 Flamengo1999 – Oitavas de final – Jogo de ida – Grêmio 1×2 Flamengo2004 – Quartas de final – Jogo de ida – Grêmio 0x1 […]

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