Copa do Brasil 1993 – Flamengo 4 x 3 Grêmio

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1993 zh dener flamengo ida

Foto: Guaracy Andrade (Zero Hora)

Na partida de ida da semifinal da Copa do Brasil de 1993, Flamengo x Grêmio fizeram um jogo bastante movimentado (com direito à invasão de campo pelos dirigentes flamenguistas)  que terminou em 4×3 para os mandantes. Como curiosidade, vale destacar que Renato Portaluppi, à época, estava no outro lado (e conseguiu marcar um gol e ser expulso em menos de 20 minutos em campo).

Como é possível ler nas matérias abaixo, especialmente nos jornais cariocas, os rubro-negros reclamaram bastante da arbitragem. O estranho é que o vídeo ao final não sustenta todas as queixas. O gol de Gaúcho foi de fato equivocadamente anulado, mas o pênalti marcado para o tricolor no final da partida é claríssimo.

Mas esses vídeos de melhores momentos nem sempre registram tudo. Esse jogo foi o de estreia de Dener com a camisa do Grêmio. E essa estreia (ao menos na minha memória e conforme a coluna do Paulo Sant´ana transcrita abaixo) foi espetacular, e isso não transparece no vídeo. Lembro bem do impacto inicial de ver o Dener trajando azul, preto e branco na transmissão feita pela TVE (que mal pegava na minha casa). Repito o que disse no post que fiz sobre a passagem do Dener pelo tricolor que nesse jogo ele fez o drible de “dar chute no ar” com muito mais habilidade do que o Valdivia (que acabou se consagrando por esse tipo de lance).

1993 flamengo ida jb

“FLAMENGO VENCE O GRÊMIO
Partida teve tumultos, muitos gols, e até o retorno de Renato, que acabou expulso
Flamengo e Grêmio, ontem à noite, pela Copa do Brasil, no Maracanã, fizeram uma partida com muitos ingredientes: sete gols, três expulsões, seis cartões amarelos, pênalti inexistente, gol mal anulado, o retorno de Renato Gaúcho e a estréia de Dener no Grêmio. No final, aos 54m do segundo tempo, vitória do Flamengo (4 a 3), que agora joga pelo empate na segunda partida, quinta-feira, no Olímpico.
O Flamengo fez 1 a O com gol de Nélio, aos 12m, numa bela jogada de Djalminha. Aos 38m, o Grêmio conseguiu o empate com gol de Juninho, numa falha conjunta de Gilmar e Rogério. No segundo tempo, aos 5m, Djalminha, que teve boa atuação, desempatou numa bola que bateu em Geraldão e enganou o goleiro. Aos 12m. Gilson voltou a igualar em outra falha de Gilmar.
Renato entrou aos 13m e, aos 29m, fez seu gol. Porém, se envolveu num tumulto com Geraldão e ambos foram expulsos. Aos 41m, Djalminha novamente ampliou, mas, aos 46m, o juiz marcou pênalti (convertido por Eduardo) numa jogada em que a bola bateu na mão de Rogério. Além da péssima atuação do árbitro Paulo César Gomes, os dirigentes do Flamengo trataram de protagonizar um triste espetáculo: invadiram o campo o tumultuando o final da partida.” (Jornal do Brasil – 21 de maio de 1993)

COBRAF ADMITE ERRO AO ESCALAR JUIZ
O presidente da Comissão de Arbitragens, Ivens Mendes, admite ter errado ao escalar o capixaba Paulo César Gomes, que é policial federal, para atuar na partida Flamengo x Grêmio, pela Copa do Brasil. “Como ele já havia apitado outros jogos não só este ano como no ano passado, achei que era hora de testá-lo para saber até onde poderia chegar”, justificou-se. Na avaliação de Ivens Mendes, o árbitro falhou ao anular o gol de Gaúcho — “O juiz alega que estava encoberto e guiou-se pela marcação do auxiliar” —, mas não pensa da mesma forma em relação ao pênalti, que os dirigentes do flamengo dizem não ter existido. Sobre a invasão de campo, o juiz relatou na súmula que “aos 41 minutos do segundo tempo, ao marcar escanteio em favor do Flamengo, pôde observar que o fosso destinado ao time carioca estava cheio”. Ivens disse que na descrição, o juiz cita nominalmente o presidente rubro-negro, Luiz Augusto Veloso, como um dos invasores. Em Porto Alegre, o vice-presidente de futebol do Grêmio, Luís Carlos Silveira Martins, prometeu “uma guerra contra o Flamengo” na próxima partida da Copa do Brasil, quinta-feira. “Mas sem violências. Os gremistas vão vaiá-los intensamente desde o hotel até o campo. Aqui eles não vão intimidar ninguém, como tentaram fazer no Maracanã. Se fosse com a gente, seríamos suspensos”, aposta.”(Jornal do Brasil – 22 de maio de 1993)

BAIANO DÁ EXEMPLO PAIA DIRIGENTES
Zagueiro, que foi ameaçado de punição por agressão, contém os exaltados ‘cartolas’, que insinuam suborno ao juiz capixaba
Não faz um mês e os dirigentes do Flamengo queriam multar Júnior Baiano. O motivo: a agressão a Gilmar do São Paulo, em jogo pela Taça Libertadores. Quinta-feira, no final da partida com o Grêmio, o mesmo Júnior Baiano ajudou a deter os cartolas em pleno gramado do Maracanã. O motivo: eles queriam agredir o juiz capixaba Paulo César Gomes. “Fui ao ataque tentando um gol. Quando vi a confusão, procurei evitar que o Flamengo fosse: prejudicado. Tive medo de que o jogo fosse anulado. Estávamos vencendo”, lembrou. Na Gávea, só se falou na má arbitragem do desconhecido juiz e no pacificador Júnior Baiano. Logo após a partida, o presidente Luiz Augusto Veloso admitiu que os erros de Paulo César Gomes não justificaram a invasão. Ontem, levantou dúvidas quanto as intenções do árbitro: “Os antecedentes dele não são bons. Pediremos á COBRAF que apure a razão de uma atuação tão desastrosa e, se necessário, vamos pedir quebra de sigilo bancário”, adiantou, inocentando o Grémio. No clube, há quem acredite numa trama “anti rubro-negra” que poderia partir até de pessoas do próprio Flamengo. Comenta-se sobre suborno, mas ninguém aponta o responsável. Enquanto alguns dirigentes falavam sério sobre o assunto, outros faziam piadinhas irônicas sobre a invasão ao gramado, lembrando, às gargalhadas, a caçada ao juiz. Paulo César Gomes anulou, erradamente, um gol de Gaúcho no primeiro tempo e por pouco não foi agredido no final. Ao encerrar a partida, mergulhou no túnel para chegar ao vestiário antes de ser alcançado. “Na hora o sangue esquenta e o pessoal perde a cabeça”, tentou explicar o tranquilo Júnior Baiano.
Os invasores
• Getúlio Brasil, Vice-Presidente Geral
• Haroldo Couto, Presidente do Conselho Fiscal
• Carlos Peixoto, Vice de Relações Institucionais”
(Mauro Cezar Pereira – Jornal do Brasil – 22 de maio de 1993)

“Sérgio Noronha
Pode-se compreender o nervosismo da direção do Flamengo, diante dos vários problemas internos que enfrenta. pode-se entender a revolta com a fraca arbitragem de Paulo César Gomes, mas nada justifica a invasão do campo no jogo contra o Grêmio. Parte da culpa, porém, é dos próprios árbitros, que permitem um excesso de gente nos bancos e (iradas que dão acesso ao gramado do Maracanã. Ali não é o lugar do presidente e de seus amigos e assessores. e tudo pode ser sanado apenas com a aplicação das regras do futebol. Mas se os árbitros não sabem aplicá-las dentro do campo, o que dirá fora dele.” (Jornal do Brasil – 22 de maio de 1993)

flamengo ida cp1

“AGORA GRÊMIO TERÁ QUE VENCER
Empate no Olímpico classificará o Flamengo, que ganhou por 4 a 3
O Grêmio até que conseguiu um bom resultado, ontem à noite, no Maracanã, ao perder de 4 a 3 para o Flamengo. O resultado poderia ser pior diante dos inúmeros erros individuais do time e também se o árbitro não tivesse invalidado um gol legítimo de Gaúcho aos 28 minutos do 1º tempo. No próximo jogo o Grêmio se classifica à final da Copa do Brasil com vitórias de 1 a 0, 2 a 1 ou 3 a 2.
O festival de gols começou aos 13 minutos. Nélio recebeu entre a zaga e desviou do goleiro com categoria, marcando 1 a 0. Aos 26, Dener fez a primeira de suas belas jogadas ao longo do jogo, deixando Juninho livre para marcar. Juninho demorou e a zaga defendeu. Dois minutos depois, o gol anulado de Gaúcho, que recebeu um passe “milimétrico” de Paulão dentro da pequena área. Paulo César Gomes assinalou impedimento do centroavante sob violentos protestos do time carioca. Aos 38, o Grêmio, que já merecia empatar, chegou ao 1 a 1 através de Juninho após boa jogada de Fabinho, um dos destaques do time ao lado do estreante Dener. No segundo tempo, aos 5, Júnior chuta e a bola desvia na defesa: 2 a 1. Mas, aos 12, a resposta. Dener arrancou em velocidade, driblou dois e deixou Gílson livre para fazer 2 a 2. Aos 29, Renato, que voltou depois de três meses fora do futebol, fez 3 a 2, recebendo passe de Gaúcho de cabeça. O centroavante saltou mais alto que a dupla Paulão-Geraldão, que continua deixando os gremistas aterrorizados. Logo depois. Renato e Geraldão se desentenderam e foram expulsos. Aos 41 minutos, um lance grotesco. Paulão foi para a área receber um lançamento de Eduardo, que cobrou uma falta no meio do campo. E Dener, com todo o seu talento, ficou na marcação no campo do Grêmio. Paulão, como era de se esperar, não conseguiu controlar a bola, o Flamengo saiu no contra-ataque e fez 4 a 2. Na área do Grêmio, brigando pela bola, Dener. Vantagem para Djalminha sobre os escombros da defesa gremista. Nos últimos minutos, mesmo com um jogador a menos (Jamir havia sido expulso no começo do segundo tempo), o Grêmio na raça e na coragem, partiu em busca de um resultado melhor. Dener e Fabinho puxavam os ataques. Aos 47 minutos, Pingo recebeu de Caio e chutou forte. O zagueiro Rogério defendeu com os braços dentro da área. Pênalti corretamente assinalado pelo árbitro. Eduardo cobrou com muita habilidade e deixou o jogo em 4 a 3. No segundo jogo pela semifinal da Copa Brasil o Flamengo não terá Júnior Baiano e Renato. O Grêmio jogará sem Jamir e Geraldão.” (Correio do Povo, 21 de maio de 1993)

“KOFF PROMETE DAR O TROCO
“Este treinador é um moleque. Ainda bem que não o contratamos. Mas em Porto Alegre vamos dar o troco.” O desabafo do presidente Fábio Koff, normalmente muito equilibrado, contra o treinador Jair Pereira mostra a irritação que tomou conta do Grêmio com a confusão armada por Pereira e pelos dirigentes do clube carioca quase ao final do jogo, tumultuando tudo. Quando o árbitro Paulo César Gomes marcou pênalti a favor do Grêmio, aos 45 minutos do 2º tempo, o Flamengo reclamou muito. Depois disso, os dirigentes invadiram o campo para agredir o juiz, forçando uma paralisação e pressionando de todas as formas. Assim que Paulo César apitou o final da partida, houve nova invasão e nem a Polícia conseguiu evitar a perseguição contra o juiz, que escapou correndo e com sorte se escondeu no vestiário.” (Correio do Povo, 21 de maio de 1993)

1993 fla ida

“MENGÃO VENCE JOGO TUMULTUADO
Time meteu 4 a 3 no Grêmio, e jogará pelo empate em Porto Alegre
O Flamengo derrotou o Grêmio, ontem, à noite, no Maracanã, por 4 a 3 numa partida recheada de emoção e tumulto. Na próxima quinta-feira, no estádio Olímpico, em Porto Alegre, o time rubro-negro poderá garantir a vaga à finalíssima da Copa do Brasil com um empate diante do tricolor gaúcho. Unia vitória simples do Grêmio, porém, lhe assegurará a classificação. Até que Flamengo e Grêmio fizeram um primeiro tempo movimentado. Os dois times estavam equilibrados em campo. Logo aos três minutos, Fabinho cruzou da direita e o centroavante Gilson cabeceou para uma importante defesa de Gilmar. Dez minutos depois (13), Djalminha executou um lançamento primoroso deixando Nélio na cara de Eduardo. O atacante rubro-negro apenas desviou do goleiro tricolor e fez Flamengo 1 a 0. A partir deste gol o Flamengo passou a dominar a partida. Aos 28 minutos Gaúcho emendou para o fundo da rede, mas o juiz Paulo César Gomes anulou equivocadamente — o gol alegando impedimento. Sé que a bola fora atrasada pelo próprio zagueiro Paulão. Mas se o Flamengo tem Djalminha, o Grêmio tem Dener. O atacante, emprestado pela Portuguesa cruzou da direita aos 39 minutos, Gilmar falhou, e Juninho aproveitou o rebole para empatar o jogo: 1 a 1. As emoções estavam por vir na etapa final. Já aos cinco minutos, Djalminha chutou, a bola desviou em Geraldão e entrou: Flamengo 2 a 1. Aos 12, o centroavante Gilson voltou a decretar o empate: 2 a 2. Aos 29, Renato Gaúcho, que voltava ao time rubro-negro após três meses na “geladeira”, desempatou (3 a 2). O ponta, entretanto, só permaneceu 18 minutos em campo, pois foi expulso juntamente com o zagueiro Geraldão. Aos 41 minutos, Djalminha tabelou com Luís António e fez 4 a 2 num lance de pura plástica no Maracanã. Quando todos pensavam que o jogo estava definido, Eduardo diminuiu (4 a 3) aos 47 minutos, num pênalti inventado pelo juiz” (Jornal dos Sports – 21 de maio de 1993)

DJALMA CONDUZ FLA À VITÓRIA
Djalminha foi o grande condutor do Flamengo à vitória. Marcou o quarto gol (o seu segundo na Copa do Brasil) após bela tabelinha com Luís António e foi o responsável pela jogada que redundou no gol de Nélio. Além disso, de seus pés saíram os lances mais bonitos da partida. Arriscou alguns chutes de fora e apresentou a técnica que lhe é peculiar. Satisfeito com a vitória, ele só lamentou a atuação do juiz. — Conseguimos marcar quatro, mas fomos prejudicados no finalzinho com um pênalti que não existiu. Agora não adianta chorar. Temos é que nos concentrar no jogo lá, em Porto Alegre, que com certeza será muito difícil. Vivendo a melhor fase de sua carreira, a cada jogo Djalminha mostra a razão de ter conquistado a posição de titular do time. A displicência que o caracterizava em épocas passadas foi substituída por espírito de luta, que ele mostrou ontem durante os noventa minutos. Ele, que é uma das principais armas do Flamengo para o clássico de domingo com o Vasco, pode-rá decidir o destino da Taça Rio. — Será um jogo decisivo. Uma derrota poderá significar a eliminação de nosso time do campeonato. Mas sinto que isso não irá acontecer, pois o Flamengo cresce nos momentos decisivos. Sem dúvida será um grande clássico — comentou o herói dos 4 a 3.” (Jornal dos Sports – 21 de maio de 1993)

ÁRBITRO REVOLTA OS RUBRO-NEGROS
A revolta tomou conta dos dirigentes do Flamengo, que chegaram a invadir o campo quase no final do jogo para ofender o juiz Paulo César Gomes. O presidente Luís Augusto Veloso, bastante nervoso, considerou a arbitragem um escândalo. “Foi uma provocação ao Flamengo”, gritou. Segundo ele e todos os jogadores e comissão técnica, o time foi muito prejudicado. Não apenas pela marcação do pênalti aos 47 minutos do segundo tempo em favor do Grêmio, mas em toda a partida. Paulo César Gomes deixou o gramado correndo, e tropeçou nas escadarias que dão acesso ao vestiário. Julgamento — O STJD absolveu Júnior de ter agredido o juiz Jorge Travassos com uma cabeçada, no Flamengo x Vasco pela última Taça Rio. Após uma eleição que terminou 6 a 3, o relator Luís Valter manteve a punição imposta pelo TJD da Ferj, de quatro jogos, convertida em multa. O desempenho do advogado de defesa Clóvis Sahioni foi importante para convencer os juízes. Ele chegou a citar um depoimento de Eurico Miranda, em que o dirigente diz que não houve da parte de Júnior a intenção de agredir Travassos, que, por sinal, apitou muito mal esta partida.” (Jornal dos Sports – 21 de maio de 1993)

Paulo Sant´ana – TEM QUE COMPRAR O DENER!
Não me lembro de que uma derrota da dupla Gre-Nal em toda a história que tenha servido ao mesmo tempo de campo a um entusiasmo tão grande de uma torcida pela atuação de um Dener, anteontem, no Maracanã. Recém entrado no time, sem entrosamento com seus companheiros, Dener encantou a que puderam ver, nos intermitentes da transmissão defeituosa, as suas jogadas de pura arte e objetividade, confirmando inteiramente o seu cartaz e referendando um talento raro nos dias de hoje, tempos de futebol muito mais tático e físico do que técnico.
Não há nada individualmente parecido com Dener no futebol brasileiro ultimamente, em matéria de habilidade. A única tristeza que se derivou de sua estupenda apresentação foi subjetiva: não é possível que um jogador de tais atributos fique apenas três meses entre nós. A provável grandeza remanescente do Grêmio será testada em Dener: é preciso que se desfeche desde já um gigantesco movimento que leve o clube a comprar definitivamente o passe do jogador. A maioria das pessoas mais importantes do Rio Grande é gremista. É impossível que ela não saiba encontrar jeito de tirar da seiva extraordinária de paixão que incendeia a grande torcida tricolor os recursos para adquirir o passe de Dener.
Só para dar uma idéia de que não é utópico o projeto, basta dizer que, se cada gremista contribuir com um dólar (apenas Cr$ 40.000,00), Dener será para sempre do Grêmio. E há mais de 1.500.000 gremistas no território gaúcho, totalizando os US 1.500.000 necessários.
Eu estou aí à disposição para costurar este colossal e relativamente fácil empreendimento.” (Paulo Sant´ana – Zero Hora – 22 de maio de 1993)

Flamengo 4 x 3 Grêmio

FLAMENGO: Gilmar Rinaldi; Uidemar, Rogério, Júnior Baiano, Piá; Júnior, Marquinhos, Djalminha, Nélio, Marcelinho Carioca (Renato Portaluppi); Gaúcho (Luiz Antônio)
Técnico: Jair Pereira

GRÊMIO: Eduardo Heuser; Jackson, Paulão, Geraldão, Eduardo; Pingo, Jamir, Juninho (Dorival Júnior); Fabinho; Gílson (Caio); Dener.
Técnico: Sérgio Cosme

Copa do Brasil 1993 – Semifinal – Jogo de ida
Data: 20 de maio de 1993, 21h40min
Local: Estádio Maracanã, no Rio de Janeiro-RJ
Público: 16.270
Renda: CrS 782.420.000,00
Árbitro: Paulo César Gomes
Cartões Amarelos: Uidemar, Júnior, Marquinhos, Júnior Baiano, Nélio e Jackson
Cartões Vermelhos: Jamir, Geraldão e Renato
Gols: Nélio 12/1T, Juninho 38/1T, Djalminha 05/2T, Gílson 13/2T, Renato Portaluppi 29/2T, Djalminha 41/2T, Eduardo 45/2T

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3 Responses to “Copa do Brasil 1993 – Flamengo 4 x 3 Grêmio”

  1. Confrontos contra o Flamengo pela Copa do Brasil no Maracanã | Grêmio1983 Says:

    […] – Semifinal – Jogo de Ida – Flamengo 2×2 Grêmio 1993 – Semifinal – Jogo de Ida –  Flamengo 4×3 Grêmio 1995 – Semifinal – Jogo de Ida – Flamengo 2×1 Grêmio 1997 – Final – Jogo de Volta […]

  2. Confrontos contra o Flamengo pela Copa do Brasil no Maracanã - casadoimortal Says:

    […] – Semifinal – Jogo de Ida – Flamengo 2×2 Grêmio1993 – Semifinal – Jogo de Ida –  Flamengo 4×3 Grêmio1995 – Semifinal – Jogo de Ida – Flamengo 2×1 Grêmio1997 – Final […]

  3. Confrontos contra o Flamengo pela Copa do Brasil no Maracanã - BM7 Test Says:

    […] – Semifinal – Jogo de Ida – Flamengo 2×2 Grêmio1993 – Semifinal – Jogo de Ida –  Flamengo 4×3 Grêmio1995 – Semifinal – Jogo de Ida – Flamengo 2×1 Grêmio1997 – Final […]

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