Archive for February, 2019

Gauchão 2019 – Grêmio 2×0 Veranópolis

February 26, 2019

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O Grêmio jogou em ritmo lento, mas com qualidade suficiente para superar o Veranópolis. Quem aproveitou mais uma oportunidade foi Marinho, que marcou os dois gols do jogo e deve iniciar a Libertadores como titular do ataque tricolor (estou curioso para ver como essa formação mais ofensiva vai render diante de adversários mais qualificados).

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Não entendi o propósito desse novo patch na camisa do Grêmio. Por que acrescentar um elemento em outro tom de azul? Por que acrescentar mais um distintivo na parte da frente da camisa?

Também não entendi quem é o fornecedor de material de esportivo do VEC. É a Weefe, que estampa sua marca na frente da camisa e no calção? É a Dalponte que estampa sua marca nas costas da camisa e nas meias? É uma joint venture entre essas duas empresas?

– Média de público do Grêmio na Arena em 2019:

15.819 (14.068 pagantes)

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Fotos: Fabiano do Amaral (Correio do Povo) e MasterLynK (Veranópolis E.C.)

Grêmio 2×0 Veranópolis

GRÊMIO: Paulo Victor; Leonardo Gomes, Geromel, Kannemann e Cortez; Maicon (Matheus Henrique, aos 37/2ºT), Michel, Marinho (Montoya, aos 31/2ºT), Luan (Jean Pyerre, aos 31/2ºT) e Everton; Felipe Vizeu
Técnico: Renato Portaluppi

VERANÓPOLIS: Reynaldo; Vinicius Bovi, Negretti A, Geninho e Iago A (Lito, aos 13/2ºT); Darlan, Eduardinho (Kaio, aos 32/2ºT), Fabricio, Talles Cunha, Juba e Raphael Macena (Túlio Renan, intervalo.)
Técnico: Hélio Vieira

8ª Rodada – 1ª Fase – Campeonato Gaúcho 2019
Data: 25 de fevereiro de 2019, segunda-feira, 20h00min
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre – RS
Público: 11.960 (10.284 pagantes)
Renda: R$ 383.259,00
Arbitro: Jean Pierre Lima
Auxiliares: Michael Stanislau e Maíra Mastella Moreira.
Cartões amarelos: Iago, Negretti
Gols: Marinho, aos 27 minutos do primeiro tempo e aos 9 minutos do segundo tempo.

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Gauchão 1999 – Grêmio 2×1 Veranópolis

February 25, 2019

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Inspirada na fórmula do Brasileirão de 1998, a FGF adotou o sistema que a época era chamado de Playoffs, na semifinal e final do Campeonato Gaúcho de 1999. Nessas fases, os confrontos eram decididos em até três partidas, senda o terceiro jogo dispensado somente na hipótese de uma equipe vencer os dois primeiros confrontos (em outras palavras, era uma melhor de 9 pontos em disputa).

O Grêmio havia sido primeiro colocado do Grupo 3 na primeira fase, primeiro colocado do grupo 6 na segunda fase e passado pelo Avenida nas quartas de final. Por sua vez, o Veranópolis ficou na primeira colocação do Grupo 1 na primeira fase e na segunda colocação do grupo 4 na segunda fase, eliminando o Santa Cruz nas quartas de final.

No primeiro jogo, no Antonio David Farina, o Grêmio venceu por 2×0, com gols de Ronaldinho e Agnaldo. Dois dias depois, empate em 3×3 no Olímpico, com o veterano Vandick marcando duas vezes para os visitantes, o que obrigou a realização desse terceiro jogo. O confronto decisivo deveria ser disputado na noite de quarta-feira, mas as chuvas que caíram em Porto Alegre fizeram com que o pontapé inicial fosse adiado para as 15 horas do dia seguinte.

O Grêmio, com gols de Rodrigo Gral e Scheidt, venceu por 2 a 1. O detalhe curioso da partida é que o técnico Celso Roth teve que usar todas as substituições para uma única posição. Arilson foi substituído por Macedo, que foi substituído por Cleison, que foi substituído por Anderson (que não foi substituído por ninguém).

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Veranópolis tentou. Mas deu Grêmio
Rodrigo Gral marcou um gol logo aos cinco minutos. Como o Veranópolis teria de fazer quatro para se classificar, o Grêmio jogou ontem à tarde apenas com o risco de perder um jogador para o Gre-Nal. A ameaça era iminente: Scheidt e Ronaldo Alves estão pendurados com dois cartões. E o início do jogo foi violento. Gral e Zé Roberto quase saíram no tapa dentro de campo. Mas foi só no início. E o Veranópolis do técnico Nestor Simionato mostrou futebol. A zaga não dá chutões e os ataques são bem tramados. Mesmo depois do gol de Scheidt, aos dois minutos do segundo tempo, o time teve força para descontar com Fábio Amaral. Foi uma despedida honrosa de um clube cuja estrutura serve de exemplo para o Interior. Em três anos, o Veranópolis chegou a três semifinais. Com justiça.” (Zero Hora, 11 de junho de 1996)

Enquanto o técnico Celso Roth mostrava uma simpatia incomum na entrevista coletiva e fazia mistério sobre o time, o médico Paulo Rabaldo se encarregava de dirimir qualquer dúvida. Capitão e Fabinho estão fora do Gre-Nal deste do-mingo. Palavra de Rabaldo. A situação dos dois jogadores é complicada. Capitão, com dores pubianas, ainda não tem volta assegurada no segundo clássico, quarta-feira. Fabinho está definitivamente fora do campeonato. Precisará de mais uma semana para se recuperar de uma lesão na coxa. A ecografia realizada na terça-feira nada acu-sou, mas ele ainda sente muitas dores no local. A partida de ontem engrossou ainda mais a lista de problemas de Roth. Problemas médicos, é claro. Com apenas cinco minutos de jogo, Arílson sofreu falta e deixou o campo com dores no tornozelo e no joelho. Então Macedo entrou no seu lugar. Vinte minutos depois, Macedo preparava-se para chutar a gol e estatelou-se no gramado. A fisgada na virilha foi tão forte que ele desceu para o vestiário do Olímpico carregado na maca, contorcendo-se de tanta dor. A vaga da posição no time parecia amaldiçoada. Não apenas Arílson e Macedo seriam os lesionados do dia. Cleison entrou no lugar de Macedo. A 15 minutos do final da partida, pediu substituição. Sentiu uma dor lancinante na parte de trás da coxa e temeu o pior. A gravidade da lesão será diagnosticada hoje. Menos mal que o garoto Anderson, um júnior que foi obrigado a entrar no time, terminou a parti-da inteiro. Entre os lesionados, apenas Danrlei e Zé Carlos estão garantidos no Gre-Nal. O goleiro treinou ontem e só não enfrentou o Veranópolis por precaução. Zé Carlos está trabalhando em separado desde o início da semana. O mesmo ocorre com Itaqui. As dores musculares na coxa quase não existem mais, mas o meia ainda não treinou esta semana. A julgar pelos critérios do técnico Celso Roth, que não costuma colocar em campo jogador sem os treinamentos da semana, Itaqui ainda deverá esperar para voltar ao time. Mas, como se trata de uma semana de Gre-Nal, tudo pode acontecer.” (Leonardo Oliveira, Zero Hora, 11 de junho de 1996)

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VERANOPOLIS PACTO

GUERREIRO X PERONDI
Grêmio denuncia pressão do presidente da FGF

Ficou para a tarde de hoje a partida entre Grêmio e Veranópolis, que apontará o adversário do Internacional na decisão do campeonato gaúcho. Ontem, pouco depois das 18h, o árbitro Luiz Ricardo Gomes informou que o gramado do estádio Olímpico, alagado pela forte chuva, não oferecia condições de jogo. ‘É preciso preservar a integridade física dos atletas’, justificou. A meteorologia prevê para esta quinta-feira chuva com menor intensidade a partir do período da tarde.

O adiamento irritou o presidente do Grêmio, José Alberto Guerreiro. ‘Nunca vi um árbitro entrar no campo e depois ir ao vestiário para tomar a sua decisão. Ele nem fez o teste para ver se a bola rolava’, criticou Guerreiro. Ele está convencido de que Emídio Perondi, presidente da Federação Gaúcha de Futebol, influenciou na decisão tomada pelo árbitro. Guerreiro recordou que, em 93, o Grêmio decidiu a Copa do Brasil contra o Cruzeiro, no Olímpico, com o gramado em situação muito pior do que a de ontem.

O presidente do Veranópolis, Valdemar de Carli, disse que o adiamento da partida foi uma medida de bom senso. E aproveitou para ironizar o técnico do Grêmio, Celso Roth. ‘Quando ele estava no Inter, pedia ao Perondi que adiasse as partidas cada vez que chovia. Agora, queria atuar de qualquer modo´.” (Correio do Povo, 10 de junho de 1999)

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Fotos: José Doval (Zero Hora)

GRÊMIO: Murilo; Marco Antonio, Ronaldo Alves, Scheidt e Éder; Gavião, Goiano, Djair e Arílson (Macedo, depois Cleison e depois Anderson); Rodrigo Gral e Agnaldo
Técnico: Celso Roth

VERANÓPOLIS: Luciano; Fábio, Dias e Eduardo; Toninho Paraná (Santa Rosa), Alexandre, Rogério (Cléber) Evandro e Joel Cavalo; Zé Roberto e Vandick
Técnico: Nestor Simionato

Campeonato Gaúcho de 1999 – Semifinal – Terceiro Jogo
Data: 10 de junho de 1999, quinta-feira, 15h00min
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre-RS
Público: 6.957 (5.822 pagantes)
Renda: RS 21.127,00
Arbitro: Luiz Ricardo Gomes
Auxiliares: Altermir Haussman e José Bitencourt
Cartões Amarelos: Alexandre, Zé Roberto, Rogério, Marco Antonio, Cleison e Gral.
Gols: Rodrigo Gral, aos 5 minutos do primeiro tempo; Scheidt, aos 2 minutos e Fábio Amaral, aos 5 minutos do segundo tempo

Gauchão 2019 – Brasil de Pelotas 0x0 Grêmio

February 18, 2019

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A expulsão do Juninho Capixaba foi um absurdo. Nem todo salto é uma simulação. Nenhum jogador poder ser obrigado a receber uma falta.

Não sou o maior entusiasta dessa ideia do goleiro usar camisa de linha. E essa combinação do Júlio César ficou particularmente estranha. Meia azul de goleiro de 2017 com a camisa e calções azuis de linha do ano passado, com uma malha  de outro tom  por baixo.

Por falar em outro tom de azul, os jogadores de linha voltaram a usar a meia azul de 2017.

aIMG_6977Fotos: Carlos Insaurriaga e Jonathan Silva (G.E.Brasil)

Brasil de Pelotas 0x0 Grêmio

BRASIL: Carlos Eduardo; Ricardo Luz, Leandro Camilo, Bruno Aguiar e Pará; Leandro Leite, Washington (Boquita, aos 16/2ºT) e Sousa; Branquinho, Daniel Cruz (Bruno Paulo, aos 31/2ºT) e Luiz Eduardo (Michel, aos 16/2ºT).
Técnico: Gustavo Papa

GRÊMIO: Júlio Cesar; Leonardo Gomes, Paulo Miranda, Kannemann e Juninho Capixaba; Rômulo, Michel, Montoya (Everton, aos 19/2ºT), Jean Pyerre (Thonny Anderson, aos 38/2ºT) e Pepê; Felipe Vizeu (Marcelo Oliveira, aos 36/2º)
Técnico: Victor Hugo Signorelli

07ª Rodada – Campeonato Gaúcho 2019
Data: 17 de fevereiro de 2019, domingo, 17h00min
Local: Estádio Bento Freitas, em Pelotas-RS
Árbitro: Jonathan Pinheiro (RS)
Assistentes: Lúcio Beiersdorf Flor (RS) e Fabrício Lima Baseggio (RS)
Cartões amarelos: Leandro Leite, Washington e Daniel Cruz (B); Juninho Capixaba (G)
Cartão vermelho: Juninho Capixaba

Gauchão 1979 – Brasil de Pelotas 0x0 Grêmio

February 17, 2019
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Foto: Zero Hora

Em 1979, Brasil de Pelotas e Grêmio empataram em 0x0 pela Primeira Fase do Gauchão daquela temporada. Sem André Catimba, o técnico Orlando Fantoni escalou Tarciso como centroavante, o que acabou sendo insuficiente para furar a retranca dos donos da casa.

Mas o jogo entrou para história pela suposta superlotação do Bento Freitas, que teria causado a queda do alambrado. No meio da confusão, uma cena insólita: Um torcedor deixava o campo carregando sua própria perna mecânica (imagem que vi pela primeira vez no antigo Impedimento, graças ao envio do Colecionador Xavante)

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Foto: Zero Hora

OUTRA MÁ PARTIDA DO GRÊMIO E O EMPATE COM O BRASIL
Tumultos nas arquibancadas diminuíram bastante o entusiasmo das duas torcidas ontem em Pelotas

O Grêmio deixou o Juventude líder do campeonato gaúcho ao empatar, ontem, tarde, em zero com o Brasil de Pelotas. E a torcida do Brasil foi mais uma vez a dona do espetáculo no estádio superlotado do Bento Freitas. Os próprios jogadores do Brasil dizem que sua torcida é responsável por pelo menos 50 por cento das vitórias. Ontem à tarde ela provou mais urna vez que pode acabar influenciando decisivamente as partidas de sua equipe.

O jogo em si foi monótono, truncado sem chances de gol — exceto aos minutos finais quando o Grêmio ensaiou uma pressão mais forte, sem grandes resultados no entanto. Fatos mais importantes sem dúvida foram aqueles proporcionados pelos torcedores que destruíram os alambrados das arquibancadas — primeiro no intervalo, depois a quatro minutos do segundo tempo — quase provocando uma tragédia de maiores proporções.

E retardando o início de jogo com prejuízo em seu andamento. Enquanto houve tranqüilidade suficiente para se jogar futebol, a equipe de Orlando Fantoni mostrou mais uma vez erros na construção das jogadas e uma visível incapacidade coletiva para escapar da retranca bem armada pelo técnico Laone Luz, do Brasil, colocando Odir grudado em Paulo César e Doraci sempre acompanhando a Nardela, o técnico pelotense isolava Tarciso entre seus dois zagueiros — Renato e Renato Cogo impedindo que o Grêmio se utilizasse da sua principal arma no ataque: a velocidade de Tarciso, já que

Eder e Jurandir eram bem marcados pelos dois laterais.
Com estas determinações o Brasil garantia-se atrás. Na frente, sua força ofensiva limitava-se a lançamentos de Djair, o jogador mais lúcido do time do Pelotas, responsável pelas melhores jogadas de ataque, numa destas, aos 24 minutos o Brasil teve a grande chance de abrir o marcador quando Tadeu Silva depois de receber um passe de Djair, driblou a Eurico e Vantuir com uma jogada de corpo e chutou no canto para uma boa defesa de Manga.

O Grêmio só foi levar perigo ao gol de Jocelí aos 28 minutos através de uma jogada individual de Paulo César, que dentro da área dominou no peito e chutou por cima na frente do gol, aliás, jogadas como esta, devido a técnica individual de seus jogadores foram a tônica nas melhores oportunidades de gol desfrutadas pelo time de Orlando Fantoni, André fez muita falta a sua equipe em Pelotas.

BOLAS PARADAS

Mesmo no segundo tempo com a equipe mais disposta e um pouco mais organizada coletivamente, o Grêmio só obteve boas chances na cobrança de faltas ou nos escanteios cobrados por Eder, aos 10 minutos Tarciso sofreu uma falta na entrada da área e Dirceu pediu para cobrar, chutou forte, colocada, mas Joceli conseguiu espalmar para escanteio. Na cobrança através de Eder, a bola bateu no poste depois do tapinha do goleiro do Brasil. Na cobrança seguinte, Vantuir subiu bem, mas outra vez Joceli defendeu, desta vez firme.

Era o melhor momento do Grêmio na partida, comprovado aos 14 minutos quando Tarciso perdeu o gol chutado para fora quando só tinha Joceli na sua frente, depois de receber um lançamento de Eder. Mas aos poucos o Brasil foi novamente equilibrando o jogo, mesmo que violentamente. Nardela foi um dos que mais sofreu com a dura marcação do adversário. A salda de Fantoni foi colocar Jesum — fazendo sua estréia — na ponta direita, passando Jurandir para o meio, e retirando Nardela. Minutos depois, sentindo que o meio-campo do Brasil estava livre para avançar, colocou Valderez no lugar de Jurandir.

As modificações não trouxeram bons resultados. O Grêmio continuou errando muito nos passes e nas tentativas de chegar a área com a bola dominada. Com o tempo passando, também a intranqüilidade começou a prejudicar. Ao Brasil, sem o centro-avante Otávio que lesionado foi substituído por Paulo Garça (meia cancha), restava segurar o empate. Na pista a presença de brigadianos ao redor de todo o gramado lembrava os acontecimentos lamentáveis. A torcida do Grêmio cantava “Parabéns a Você” para o rival e festejava a derrota do Inter em Porto Alegre, responsável pelas raras ocasiões de vibração da torcida do Grêmio. O resultado ao final fez justiça pelo que as duas equipes fizeram.” (Geanoni Peixoto, Zero Hora, segunda-feira, 2 de abril de 1979)

“OS MELHORES

VITOR HUGO
O Grêmio não teve um grande destaque. No total foi uma apresentação regular. Mas o trabalho de Vitor Hugo à frente da área, na cobertura aos zagueiros ou no primeiro combate aos atacantes do Brasil, foi importante dentro do contexto da partida. Praticamente ele não perdeu nenhuma dividida e sempre que algum dos zagueiros subia, ele guarnecia com segurança o setor. Além do mais o centromédio do Grêmio vem mostrando uma melhora no terreno disciplinar. Depois de dois cartões amarelos nas duas primeiras partidas, ele mudou seu comportamento e agora não reclama mais da arbitragem ou mesmo do adversário. Nota 7

JOCELI
Mesmo não tendo muito trabalho com o ataque do Grêmio, o goleiro do Brasil fez quatro defesas importantíssimas dentro da partida e provou que tem muitas qualidades decisivas para um arqueiro: boa colocação e principalmente tranqüilidade. Quando o Grêmio teve seu melhor momento no Jogo, logo após a momentânea paralisação da segunda etapa, ele defendeu em lances seguidos uma falta cobrada por Dirceu, o escanteio de Éder e uma cabeçada de Vantuir, todos com endereço certo. Minutos depois conseguiu fechar o gol ao sair em Tarciso, quando este entrava livre pela área. Nota —7.

ATUAÇÃO DO JUIZ
O principal mérito de Luiz Louruz, ontem à tarde, foi saber conduzir o ânimo de Jogadores e dirigentes das duas equipes depois de todos os acontecimentos com a torcida do Brasil. Depois com a alambrado escorado por madeiras e soldados espalhados por toda a pista ele sempre procurou dar tranqüiliade a todos, evitando maiores problemas. Soube evitar também que a violência dos zagueiros do Brasil acabasse provocando reações por parte dos jogadores do Grêmio, mostrando cartão amarelo, sempre que fosse necessário. Por isso mostrou cinco cartões amarelos todos para Jogadores do Brasil: Odir, Tino, Renato Cago, Luizinho e Paulo Garça.” (Geanoni Peixoto, Zero Hora, segunda-feira, 2 de abril de 1979)

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Foto: (Revista Extremo Sul) – Fonte: Colecionador Xavante

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Foto: (Revista Extremo Sul) – Fonte: Colecionador Xavante

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Foto: (Revista Extremo Sul) – Fonte: Colecionador Xavante

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” VAI DESABAR” 

Muitas versões para o início do tumulto ontem à tarde no Bento Freitas. Segundo os encarregados do policiamento, alguém no meio da multidão gritou irresponsavelmente

Urna avalanche de gente”, como disse o assustado Orlando Fantoni mais tarde. O alambrado do estádio Bento Freitas resistiu pouco, os postes de sustentação foram se partindo como se fossem de papel. Gente caindo, feridos, crianças, mulheres chorando. A partida entre Brasil e Grêmio estava no seu Intervalo em Pelotas ontem, as duas equipes e trio de arbitragem descansavam nos vestiários quando os lamentáveis acidentes iniciaram.

Felizmente durou pouco e não teve vítimas.

Enquanto o médico Ziuton Bongahren, do Grêmio, ajudava a tratar de alguns feridos, ainda no gramado, os rapazes da maca transportavam os casos mais graves para o Departamento Médico do clube local. As rádios de Pelotas pediam que todas as ambulâncias em disponibilidade na cidade rumassem para o Bento Freitas.

Duas pessoas foram hospitalizadas, uma das quais com suspeita de fratura da espinha. Uns garantiam que alguém sacou de um revólver durante uma briga e deu origem à confusão e ao pânico, outros falaram que duas cobras grandes haviam sido as responsáveis pelo tumulto.

 Aos poucos tudo foi se acalmando e os soldados da Brigada Militar se dividiam entre tirar torcedores do gramado e improvisar a sustentação do alambrado atrás do gol que fica à direita das sociais — com painéis de propaganda, cordas e até uma goleira móvel de treinos. Confirmada a continuação da partida, após conversa do árbitro Luis Louruz com o chefe do policiamento, capitão Queiróz, que até já mandara buscar um pelotão de reforço, os torcedores se acomodaram da melhor maneira possível. Até mesmo um rapaz com perna mecânica, que fora salvo do meio da confusão por dois amigos, um dos quais conseguiu levar a perna postiça junto, para que mais tarde ele a recolocasse e pudesse voltar para casa sem problemas.” (Geanoni Peixoto, Zero Hora, segunda-feira, 2 de abril de 1979)

OUTRO “ESTOURO” E INSEGURANÇA GERAL

Quando todos pensavam que a confusão tinha terminado – o segundo tempo já começara há quatro minutos – outro “estouro” de gente nas arquibancadas. Desta vez maior, com uns correndo para a direita, outros para a esquerda. Pânico outro vez. Luiz Louruz parou a partida, os jogadores viam aquele cenário trágico assustados, paralisados, principalmente os do Grêmio.

Paulo César confessou que nunca havia visto nada parecido em sua vida, Jésum se preocupou em olhar alguns feridos mais de perto e não conseguiu esconder seu espanto. Dirigentes e jogadores da capital pressionavam o inseguro e também assustado árbitro para suspender definitivamente a partida, enquanto o chefe do policiamento já não garantia mais nada e os dirigentes do Brasil de Pelotas tudo fazia para que Louruz desse andamento ao jogo.

Nessa segunda confusão a pequena torcida do Grêmio também se viu envolvida mas os feridos – agora dois garotos, um dos quais desacordado – saíra outra vez da massa xavante. O risco de vida fez com que muita gente abandonasse o Estádio Bento Freitas naquele momento, aproveitando a calma para evitar outros acidentes.

Mas a partida continuou, Paulo César sequer teve tempo de fazer um roteiro em súmula. Os jogadores do Grêmio não escondiam a insegurança e muitos perguntavam: “O que vai acontecer se a gente fizer um gol?”

Menos mal que não houve vítimas. A partida chegou a seu final e o empate do Grêmio no interior não ganhou tanto destaque. A direção do Brasil de Pelotas garante que com soas lembraram que durante a semana haviam boatos em Pelotas de que o Bento Freitas não resistiria à superlotação.”(Geanoni Peixoto, Zero Hora, segunda-feira, 2 de abril de 1979)

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Foto: Wilson Lima (revista Extremo Sul) – Fonte: Colecionador Xavante

Foto: Zero Hora

Brasil de Pelotas 0x0 Grêmio

BRASIL: Joceli; Tino, Renato, Renato Cogo e Luís Carlos; Doraci, Djair, Odir, Luisinho, Otávio (Paulo Garça) e Tadeu
Técnico: Laone Luz

GRÊMIO: Manga; Eurico, Vantuir, Vicente e Dirceu; Vítor Hugo, Nardela (Jésum) e Paulo César Caju;  Jurandir (Valderez), Tarciso e Éder
Técnico: Orlando Fantoni

Gauchão 1979 – Primeiro Fase – Primeiro Turno
Data: 1º de abril de 1979, domingo
Local: Estádio Bento Freitas, em Pelotas-RS
Público: 19.891
Renda: Cr$ 891.200,00
Árbitro: Luís Louruz
Auxiliares: Albino Schmidt e Albano Mendes
Cartões amarelos: Luisinho, Odir, Tino, Paulo Graça e Renato Cogo

Gauchão 2019 – Grêmio 6×0 Avenida

February 11, 2019

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Faltou um gol para repetir o placar de 40 anos atrás.

– Média de público do Grêmio na Arena em 2019:

17.105 (15.329 pagantes)

2019 Lucas Uebel avenida gremio (1)2019 Lucas Uebel avenida gremio (2)Fotos: Eduardo Moura (Globo Esporte) e Lucas Uebel (Grêmio.net)

Grêmio 6×0 Avenida

GRÊMIO: Paulo Victor; Leonardo Gomes, Geromel, Kannemann e Bruno Cortez; Michel (André, 32/2ºT) e Maicon; Marinho (Montoya, 17/2ºT), Luan e Everton; Jael (Felipe Vizeu, 21/2°T)
Técnico: Renato Portaluppi

AVENIDA: Andrey; Felipe Cordeiro, Luís Henrique, Yuri e Roger; Felipe Manoel, Jô, Moisés Baiano (Cleverson, intervalo) e Márcio (Índio, 26/2ºT); Matheus (Marcos Paraná, 10’/2°) e Tito
Técnico: Fabiano Daitx

6ª Rodada – 1ª Fase – Gauchão 2019
Data: 10 de fevereiro, Domingo, 18h30min
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre-RS
Público: 23.794 (21.765 pagantes)
Renda: R$ 892.311,00
Árbitro: Lucas Guimarães Horn (RS)
Assistentes: Rafael da Silva Alves (RS) e Luiza Naujorks Reis (RS)
Cartões amarelos: Moisés Baiano, Índio e Jô
Gols: Luan, no primeiro minuto, e Everton, aos 41 minutos do primeiro tempo; Leonardo Gomes, aos 18; Luan aos 28, Everton, aos 31 e Felipe Vizeu aos 43 minutos do 2º tempo

Gauchão 1979 – Grêmio 7×0 Avenida

February 8, 2019

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Em 1979 Avenida jogou pela primeira vez com o Grêmio no Olímpico (os confrontos anteriores todos haviam sido disputados em Santa Cruz).

Contando com uma da melhores formações de ataque da sua história (Tarciso, André e Éder) o tricolor goleou o Periquito  por 7 a 0.

Numa das fotos abaixo, que registra o sexto gol do Grêmio, me chamou a atenção o fato da torcida presente na arquibancada do Olímpico ter permanecido sentada enquanto André Catimba executava a cobrança de um pênalti.

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NUNCA FOI TÃO FÁCIL MARCAR UMA GOLEADA
Grêmio marcou seis no primeiro tempo e depois poupou o fraco Avenida

Vencer o Avenida por 7 a 0 não foi certamente nenhuma novidade para o Grêmio que já goleou e até por resultado maior ainda outras equipes do Interior O que ninguém esperava é que o Avenida, que dificultou tanto a vitória do Inter na semana passada, fosse capaz de urna atuação tão ruim, descuidada e com multas falhas como a de ontem. No primeiro tempo, o time não teve sequer a mínima reação ao domínio do Grêmio e aos seus próprios erros: foi um time fraco e confuso na marcação, permitindo enormes facilidades ao adversário. Depois no segundo tempo, já contando com o desinteresse do Grêmio, o Avenida conseguiu permanecer por maior tempo com a bola dominada e evitou o que provavelmente seria a maior goleada do Grêmio nos jogos oficiais dos últimos anos.

Em toda a partida, a melhor situação do Avenida surgiu logo aos 2 minutos: defesa do Grêmio permitiu que Gilberto entrasse livre pelo meio do campo para dominar uma bola lançada por Marquinhos. Mas Manga saiu do gol, driblou Gilberto e Marquinhos, e chutou pela lateral. Este lance, em que até mesmo o velho goleiro conseguiu enganar dois atacantes jovens, definiu praticamente o que seria o restante da partida: o Grêmio foi multo superior em campo, superando com extrema facilidade os tímidos obstáculos que o Avenida procurava colocar em campo.

Na defesa, o Grêmio não tinha problemas porque o Avenida não mostrou condições de acertar mais do que dois passes no campo do adversário. No meio campo, as facilidades eram ainda maiores, porque a marcação era fraca e nem havia condições de acompanhar a movimentação de Vitor Hugo, Nardela e Paulo César. No ataque, com exceção de Tarciso – que procurava evitar os choques com seu marcador – havia também total liberdade porque os zagueiros exerciam uma marcação de longe, permitindo que André e Éder dominassem calmamente a bola e partisse para a área

Os seis gols marcados no primeiro tempo – e que poderiam ser mais, não fossem a precipitação de André aos 12 minutos, o chute torto de Vicente aos 29 e a boa defesa de Serginho aos 34 – acabaram com todo o entusiasmo do Grêmio na partida. E isto permitiu que o Avenida se livrasse da goleada que os 16 mil torcedores poderiam prever. Sem o mesmo entusiasmo, o Grêmio ainda mantinha o domínio e toda a iniciativa da partida, mas seu ataque já não tinha a mesma eficiência do primeiro tempo, ficando ainda pior quando Jésum substituiu André, aos 19 minutos.

A partir da saída de André – Jésum não estava bem e ainda sofria as consequências de estar fora de sua posição – o que restava para o Grêmio era o talento individual de seus jogadores, que praticamente abandonaram o esquema tático e passaram a jogar à vontade. O último gol, marcado por Paulo César, deixou ainda mais evidente que o time só não marcou mais por puro desinteresse. ” (Zero Hora, segunda-feira, 23 de abril de 1979)

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O PLACAR

ÉDER para o Grêmio —1 a 0 aos quatro minutos, primeiro tempo – Ladinho dominou na intermediária e tocou rápido para Éder. O ponteiro entrou livre na área e desviou de Serginho com o pé direito. A bola entrou no canto esquerdo do goleiro.

VANTUIR – 2 a 0 aos 15 minutos – Éder cobrou escanteio da ponta esquerda Vantuir saltou sozinho entre os zagueiros e cabeceou forte, no ângulo.

PAULO CÉSAR – 3 a 0 aos 18 minutos – Ladinho foi derrubado na ponta esquerda e Paulo César decidiu cobrar direto para o gol. O chute saiu forte, rasteiro e a bola ainda enganou o goleiro Serginho, batendo no chão e encobrindo-o.

ANDRÉ – 4 a 0 aos 27 minutos – Novo escanteio pela ponta esquerda que Éder cobrou forte, colocando a bola na área pequena. André saltou sozinho, sem interferência dos zagueiros do Avenida, e cabeceou no canto esquerdo de Serginho

TARCISO – 5 a 0 aos 41 minutos – Éder cobrou mais um escanteio da esquerda. Desta vez, os zagueiros tentaram cortar, se atrapalharam e a bola sobrou para Tarciso. Com o pé esquerdo, ele girou, chutando forte no ângulo direito de Serginho

ANDRÉ – 6 a 0 aos 44 minutos – Paulo César entrou na Área driblando e passou a Nardela, mas foi derrubado por Paulo Aquino. O juiz marcou pênalti que André chutou com força: a bola entrou no canto esquerdo. Serginho saltou para o direito.

PAULO CÉSAR – 7 a 0 aos 40 minutos do segundo tempo – Da meia direita, Eurico tocou para a área, Jésum atrapalhou Zé Carlos, cabeceando fraco. Paulo César, dominou, driblou o mesmo Zé Carlos e tocou franco, no canto direito.” (Zero Hora, segunda-feira, 23 de abril de 1979)

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Fotos: Zero Hora

Grêmio 7×0 Avenida

GRÊMIO: Manga; Eurico, Vantuir (Cassiá), Vicente e Ladinho; Vítor Hugo, Nardela e Paulo César Cajú; Tarciso, André Catimba (Jésum 19 do 2ºT) e Éder Aleixo.
Técnico: Orlando Fantoni

AVENIDA: Serginho; Alceu, Paulo Aquino, Zé Carlos e Paulo Schmidt; Sarará, Adair e Carlos; Marquinhos, Gilberto (Jaime) e Telmo Viana (Norberto)
Técnico: Carlitos

Gauchão 1979 – 1º Turno
Data: 22 de abril de 1979
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre-RS
Público: 16.690 pagantes
Renda: Cr$ 609.535,00
Árbitro: Nazarino Pinzón
Auxiliares: Albino Schmidt e Albani Mendes

Gauchão 2019 – Caxias 0x3 Grêmio

February 4, 2019

Gremio x Caxias46249602464_4c8f7576ee_k46974069031_47ae9a8b1e_kFotos: Lucas Uebel (Grêmio.net)

Caxias 0x3 Grêmio

CAXIAS: Lee, Muriel, Junior Alves, Jean e Samuel Balbino, Gercimar, Foguinho, Eliomar (Diego Miranda, 11/2ºT) e Rafael Gava (Léo Jaime 26/2ºT), Bruno Alves e Júnior Juazeiro (Ruan, 11/2ºT)
Técnico: Pingo

GRÊMIO: Paulo Victor, Leonardo Gomes, Paulo Miranda, Kannemann e Juninho Capixaba, Rômulo, Matheus Henrique, Vico (Everton, 16/2ºT), Jean Pyerre (Thaciano, 33/2ºT), e Pepê; André (Felipe Vizeu, 30/2ºT)
Técnico: Renato Portaluppi

05ª Rodada – Campeonato Gaúcho 2019
Data: 03 de fevereiro, domingo, 17h00min
Local: Estádio Centenário, em Caxias do Sul-RS
Árbitro: Jean Pierre Lima (RS)
Assistentes: Elio Nepomuceno de Andrade Júnior (RS) e Gustavo Marin Schier (RS)
Cartão amarelo: Samuel Balbino, Foguinho (Caxias)
Gols: Pepê, aos 08 minutos; Pepê aos, 15 minutos e Felipe Vizeu, aos 42 minutos do segundo tempo.

Gauchão 2019 – Grêmio 4×0 São Luiz de Ijuí

February 4, 2019

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– Média de público do Grêmio na Arena em 2019:

13.761 (12.111 pagantes)
Gremio x Sao LuizFotos: Lucas Uebel (Grêmio.net)

Grêmio 4×0 São Luiz de Ijuí

GRÊMIO: Paulo Victor; Leonardo, Paulo Miranda, Geromel e Cortez; Michel e Maicon (Rômulo, 35’/2ºT); Marinho (Montoya, 16’/2ºT, Luan e Everton; Jael (Felipe Vizeu, 26’/2ºT)
Técnico: Renato Portaluppi

SÃO LUIZ:Carlão; Maicon, Pablo, Ricardo Thalheimer e Márcio Goiano; Régis e Clayton; Tauã (Janderson, 26’/2ºT), Anderson Paraíba (Jheferson Falcão, int.) e Thiago Alagoano; Marcão
Técnico: Paulo Henrique Marques

04ª Rodada – Gauchão 2019
Data: 31 de janeiro, quinta-feira, 21h15min
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre-RS
Público: 9.605 (8.143 pagantes)
Renda: R$ 291.855,00
Árbitro: Leandro Vuaden (FIFA-RS)
Assistentes: Maurício Coelho Silva Penna (RS) e André Silva Bitencourt(RS)
Renda: R$ 291.855,00
Público Total: 9.605
Cartão amarelo: Marcão, Pablo (São Luiz)
Gols: Everton  aos 17 minutos do primeiro tempo;Marinho, aos 05 minutos, Luan (de pênalti), aos 12 minutos e Montoya , aos 36 minutos do segundo tempo.

Gauchão 2019 – Grêmio 3×0 Juventude

February 4, 2019

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Desde 2015 o Grêmio não tinha um público tão grande no seu primeiro jogo da Arena no ano.
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Fotos: Lucas Uebel (Grêmio.net)

Grêmio 3×0 Juventude

GRÊMIO Julio César; Léo Moura (Leonardo Gomes, int.), Pedro Geromel, Paulo Miranda e Cortez; Michel, Maicon, Marinho, Luan (Jean Pyerre, 28’/2°T) e Everton; Jael (Felipe Vizeu, 29’/2°T)
Técnico: Renato Portaluppi

JUVENTUDE: Marcelo Carné; Vidal, Genílson, Victor Sallinas e Lucas Pavone; Rafael Jataí (Bruno Camilo, 18’/2°T), Gustavo Aprile, Breno, Moisés (Valentini, 30’/2°T) e Dalberto; Dionas Bruno (Denner, 14’/2°T)
Técnico: Luiz Carlos Winck

03ª Rodada – Campeonato Gaúcho 2019
Data: 28 de janeiro de 2019, segunda-feira, 20h00min
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre-RS
Público: 17.917 (16.080 pagantes)
Renda: R$ 613.311,00
Árbitro Érico Andrade
Auxiliares: Jorge Eduardo Bernardi e Cleber Gilmar Flores
Cartão amarelo: Rafael Jataí
Gols: Jael, aos 27 minutos do primeiro tempo; Jael, aos 26 minutos e Maicon, aos 44 minutos do segundo tempo.