Archive for October, 2019

Brasileirão 2019 – Vasco 1×3 Grêmio

October 31, 2019

vasco gol Rafael Ribeiro

O Grêmio ganhou “com autoridade” do Vasco em Januário. Mas a superioridade tricolor só apareceu depois dos 25 minutos da primeira etapa, quando Renato (vendo seu time em desvantagem no marcador) desfez o esquema com três volantes e colocou Pepê em campo. O camisa 25 marcou o gol de empate 3 minutos de entrar na partida. No segundo tempo Everton fez o gol da virada em grande arrancada iniciada após um bom desarme de Darlan e Luciano fez o 3×1 convertendo um pênalti marcado após o toque de mão de Leandro Castán.

Paulo Victor, infelizmente, falhou de novo. A bola não poderia ter passado por baixo da barreira, mas o chute de Guarin não foi tão forte e entrou quase no meio do gol.

Everton parece jogar em uma velocidade diferente dos demais jogadores. Foi impressionante a facilidade com que ele passou pelos adversários antes de marcar o gol da virada.

A iluminação de São Januário ficou bem estranha na transmissão da Rede Globo.

48989222917_a402bf3354_oFotos: Rafael Ribeiro (Vasco) e Rudy Trindade (Grêmio)

Vasco 1×3 Grêmio

VASCO: Fernando Miguel; Yago Pikachu, Ricardo, Leandro Castan e Henrique; Richard, Raul, Bruno Gomes (Bruno César, 20/2ºT), Guarín (Tiago Reis, 29/2ºT); Marrony e Ribamar (Gabriel Pec, intervalo)
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

GRÊMIO: Paulo Victor; Léo Moura (Rodrigues, 23/2ºT), Paulo Miranda, David Braz e Cortez; Michel (Pepê, 29/1ºT), Rômulo e Thaciano (Darlan, 36/1ºT); Diego Tardelli, Luciano e Everton
Técnico: Renato Portaluppi

29ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2019
Data: 30/10/2019, quarta-feira, às 21h30min
Local: São Januário, no Rio de Janeiro – RJ
Público: 15.708 pagantes
Renda: R$ 538.333,00
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO)
Auxiliares: Fabricio Vilarinho da Silva (GO) e Bruno Raphael Pires (GO)
Árbitro de vídeo: Igor Junio Benevenuto (MG)
Cartões amarelos: Marrony, Leandro Castan; Michel, Bruno Cortez
Gols: Fredy Guarín, aos nove minutos, Pepê, aos 32 minutos do primeiro tempo; Everton, aos oito minutos e Luciano (de pênalti) aos 22 minutos do segundo tempo

Brasileirão 1975 – Vasco 2×1 Grêmio

October 30, 2019

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No Brasileirão de 1975, Vasco e Grêmio se enfrentaram em São Januário. Vitória dos mandantes por 2×1.

Nesse jogo o Grêmio voltou a usar a camisa tricolor, depois de ter utilizado a camisa celeste nas finais do Gauchão e na estreia daquele campeonato brasileiro contra o CSA em Maceió.

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VASCO MOSTRA ESPÍRITO DE COMPETIÇÃO NA VITÓRIA

Mostrando ser uma equipe competitiva, de muito espirito de luta, além de uma aplicação tática invejável, o Vasco derrotou o Grêmio por 2 a 1, ontem em São Januário, em sua estréia no Campeonato Nacional.

A equipe carioca deixou a forte impressão de que será muito difícil algum adversário derrotá-la em São Januário, onde os jogadores sentem de perto o calor da torcida, que lotou o estádio. Tanto assim que, durante todo o primeiro tempo, número grande de torcedores ainda entrava pelos velhos portões do campo do Vasco.

Quem chegou tarde teve de se contentar em assistir a partida de pé, colado ao alambrado, atrás do gol das piscinas, onde não há arquibancadas. Nas sociais, as dificuldades eram as mesmas, pois lugares não havia mais. Atrás do outro gol, a pequena e barulhenta torcida do Grêmio marcava sua presença com uma buzina que acabou servindo para que os torcedores do Vasco incentivassem o time a cada buzinada.

Até os 15 minutos de partida, a torcida do Vasco esteve com o grito de gol na garganta, porque a equipe já tinha perdido inúmeras oportunidades. Mas foi o Grêmio quem marcou aos f9 minutos, através de Zequinha, que emendou da entrada da área, aproveitando um passe de Nenê depois de um cruzamento do lateral-direito Wilson.

Após a saída, o Vasco perdeu um gol incrível, com Dé finalizando em cima de Picasso dentro da pequena área. Com a vantagem, o Grêmio recuou todo, dando ao adversário o domínio completo do jogo. Depois de várias chances perdidas, o Vasco conseguiu empatar aos 40 minutos, numa cabeçada de Roberto, após cruzamento de Luis Carlos. Picasso falho no lance, saindo mal do gol

OPORTUNISMO DE DÉ

O Vasco iniciou o segundo tempo com a mesma disposição, e até marcar o segundo gol, aos 20 minutos, seus atacantes já tinham desperdiçado várias chances. Dé fez o gol aproveitando uma jogada de Roberto. Depois do gol, o Vasco continuou melhor e se houvesse mais calma nas finalizações a vantagem poderia ter sido aumentada.

O Grêmio só mostrou poder ofensivo nos 10 minutos finais, quando, embora desorganizado, foi todo à frente, perdendo algumas oportunidades para empatar. A essa altura o nervosismo era geral e o time do Vasco procurava gastar o tempo de toda maneira.

Até o preparador físico Hélio Vigio fez cera. Ele, que assistiu a todo o segundo tempo atrás do gol do Vasco, depois de um ataque do Grêmio jogou para longe a bola chutada para fora por um atacante gaúcho. Mas, de qualquer maneira, a vitória do Vasco foi justa, principalmente porque a equipe mostrou uma indiscutível determinação de vitória.

O juiz foi José de Assis Aragão, que deixou de marcar dois pênaltis. Um de René em Cacau e outro de Ancheta em Roberto. Os bandeirinhas foram Wilson Dias Durão e José Valeriano Correia e a renda somou Cr$ 289 mil 220, com 18 mil 237 pagantes.

As equipes formaram assim: Vasco: Mazarópi, Paulo César, Joel, Renê e Alfinete (Celso Alonso); Alcir e Zanata; Jair Pereira, Roberto, Dé e Luís Carlos. Grêmio: Picasso, Wilson, Ancheta, Beto e Sérgio Vieira; Bolívar (Loivo), Cacau (Osmar) e Neca; Zequinha, Tarciso e Nenê.” (Carlos Alberto Rodrigues, Jornal do Brasil, segunda-feira, 25 de agosto de 1975)

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VASCO ENCHE SEU CAMPO E FESTEJA O BOM RESULTADO
Casa cheia, o Vasco provou que foi acertada sua decisão em marcar para São Januário alguns jogos do Campeonato Nacional.
Sem as exorbitantes taxas do Maracanã, o clube teve um bom lucro na renda de mais de Cr$ 280 mil.
E, para alegrar ainda mais, a equipe derrotou o Grêmio por 2 a 1.” (Jornal do Brasil, segunda-feira, 25 de agosto de 1975)

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NO CAMPO, TODAS AS FACILIDADES
Os jogos em São Januário podem não ser bons para o adversário, mas para o Vasco é da maior importância. Primeiro, porque alguns dirigentes se aproveitam das facilidades e ficam atrás do gol torcendo entusiasticamente para seus atacantes. Depois, porque o comando técnico pode instruir tranqüilamente seus jogadores em campo, sem se preocupar com o juiz. Ontem, o preparador físico Hélio Vigio, que está suspenso 20 dias pelo TJD da Federação Carioca, ficou junto ao gramado, ajudando ao técnico Mário Travaglini a orientar a equipe. Os jogos em estádios menores mostram muito mais a participação da torcida e dos dirigentes do que quando são realizados no Maracanã, onde a segurança é quase perfeita. O Vasco jogou bem e não teve problemas para derrotar o Grêmio. No entanto, a situação pode ficar ruim no dia em que o Vasco perder o jogo, porque é fácil para torcida invadir o campo .” (Jornal do Brasil, segunda-feira, 25 de agosto de 1975)

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CAMPO NEUTRO – José Inácio Werneck

ESCREVI outro dia que o Campeonato Carioca com jogos de turno e returno nos campos dos clubes, como sugeriu o presidente Francisco Horta, só seria possível com a volta dos bondes. Pensaram tratar-se de piada, mas minha intenção não era apenas a de compor ambiente. Realmente, com as ruas estreitas ao redor de nossos estádios e a massa de automóveis em que hoje se locomovem os torcedores, há uma quase impossibilidade física de realizar-se um jogo importante num campo como o do Vasco.

Acredito que além, lá por Bangu e Campo Grande, ainda haja espaço para se parar. Mas em São Januário, positivamente, não é o caso. Baseado em informações otimistas, dirigi-me confiante ao pretenso estacionamento para a imprensa que, se existe, não vi. O portão estava trancado, não apenas à chave como por uma imensa massa de automóveis largados de qualquer maneira à sua porta. A massa originava-se aliás pouco depois da Quinta da Boa Vista e praticamente não se movia. Carregado em sua lenta fluência, tive que contornar duas vezes o estádio antes de abandonar o carro, também de qualquer jeito, perto da Avenida Brasil. (Com o que, aproveito para agradecer à Dona Orozimba, por ter-me permitido atravancar sua garagem).

Pude assim, já com a partida em andamento, verificar que a fila de torcedores nas apertadas bilheterias era enorme, até que afinal muitos começaram a desistir, pelo fim do primeiro tempo. Quanto o clube perdeu na renda, não sei. Mas com a sangria das arrecadações no Maracanã é possível que, umas coisas pelas outras, tudo tenha dado no mesmo.

NÃO vi, portanto, o tão falado pênalti de René em Cacau, mas o resto da arbitragem do senhor José de Assis Aragão me pareceu bom, com uma exceção. Trago-a não com o sentido de crítica, mas de colaboração com a Comissão Nacional de Arbitragem, cujo diretor anda interessado em padronizar a interpretação das regras.

Seria interessante que essa padronização fosse feita não só em termos nacionais como também internacionais. Diz a regra que o goleiro não pode ser tocado dentro da pequena área, mas nossos juízes (e não só o senhor Aragão) tendem a dilatar este limite. Houve um lance em que Mazzaropi atirou-se ali pela altura da marca do pênalti para defender uma bola aos pés de um atacante gaúcho. Machucou-se, em conseqüência de um choque natural, e ficou no chão. Não vou falar em gol anulado, porque antes de Osmar pegar o rebote na entrada da área, e chutar a bola às redes, o senhor Aragão já marcara falta. Se não houvesse o apito é possível que os jogadores do Vasco bloqueassem a conclusão da jogada, sei lá. Não reclamo em termos de marcador, falo apenas em tese: numa partida internacional, com juiz estrangeiro, o lance teria prosseguido.

TECNICAMENTE, o segundo tempo que eu vi dividiu-se com nitidez em domínio franco do Vasco, quando a defesa do Grêmio andou cometendo tolices seguidas, e reação gaúcha a partir do gol de Dé. Até então o Grêmio andava claramente interessado em garantir seu pontinho do empate e até Zequinha cometia o gesto, para os observadores cariocas inédito, de descer para lutar na defesa.

Dé cavava faltas, falsas e verdadeiras, mas não precisou delas. A zaga gaúcha estava insegura e o goleiro Picasso soltava bolas a toda hora, apesar de suas luvas (ou, quem sabe?, por causa delas). Depois, especialmente nos últimos 10 minutos, veio a reação desesperada do Grêmio. Duas ou três vezes o Vasco salvou-se com sorte e noutra Mazzaropi fez uma excelente defesa com o pé. Mas o Grêmio não merecia o empate, pois cometeu o pecado de tentar defender muito cedo o marcador.” (José Inácio Werneck, Jornal do Brasil, segunda-feira, 25 de agosto de 1975)

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VASCO MOSTRA RAÇA E VIRA O JOGO DE NOVO: 2 A 1

Com uma atuação firme e decidida, o Vasco venceu o Grêmio por 2 a 1, ontem à tarde, em São Januário, confirmando que é forte candidato ao bi-campeonato. Os gols foram marcados por Zequinha e Roberto, no primeiro tempo, e Dé, no segundo. O time carioca podia ter marcado o terceiro gol, mas não contou com a ajuda da sorte, num lance de Jair Pereira, que tentou surpreender Picasso, chutando de longe, mas a bola cobriu o travessão.

Os primeiros cinco minutos foram de estudos. Depois a iniciativa do jogo foi do Vasco, que foi logo à frente numa jogada de contra-ataque, onde Dé e Roberto envolveram a defesa do Grêmio. Depois dos dez minutos o Grêmio passou a marcar sob pressão, para não dar campo para o Vasco armar as jogadas. E foi assim que conseguiu abrir o escore.

O Vasco não se entregou e partiu para o empate. Dos 15 aos 30min, as jogadas de perigo foram todas do time de São Januário. Nos minutos finais do primeiro tempo, o Vasco forçou o jogo e acabou empatando.

O Vasco voltou para o segundo tempo com Celso Alonso em lugar de Alfinete que sentiu dores musculares na coxa esquerda. A alteração não quebrou o ritmo e entrosamento da equipe que passou a dominar o Grêmio até marcar o gol da vitória. O time gaúcho reagiu, mas o Vasco estava bem armado, suportou bem a pressão adversária e continuou jogando como se estivesse decidindo um título. Foi uma vitória justa. O Grêmio teve o mérito de lutar durante os 90min. Os três minutos finais foram todos do time porto-alegrense, mas a defesa do Vasco suportou e garantiu o escore.

OS GOLS

GRÊMIO 1 a O — O Jogo estava muito corrido, com os dois ataques procurando abrir o escore. O Vasco vai à frente, numa boa jogada de Zanata para Roberto, Ancheta cortou e entregou a Bolivar que com um toque rápido, passou para o lateral-dlreito Wilson, já na frente como um ponta-direita. Wilson centrou à meia altura para Zequinha, que emendou de primeira, marcando o primeiro gol, aos 19 minutos.

VASCO 1 a 1 — O Vasco passou cinco minutos praticamente dentro da área do Grêmio, forçando o Jogo pelas pontas. A defesa do Grêmio se defendia bem. Mas aos 42 minutos, Luis Carlos passou por Wilson e centrou, Roberto de lado para o gol, cabeceou com violência, vencendo Picasso, que ainda tentou a defesa.

VASCO 2 a 1 — Domínio total do Vasco, com o Grêmio se defendendo da melhor maneira possível. O meio-decampo do Vasco Jogando dentro do campo adversário. Aos 20 minutos, confusão na área do Grêmio a bola sobrou para Dé, que chutou para desempatar.” (Jornal dos Sports, segunda-feira, 25 de agosto de 1975)

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GRÊMIO SENTIU A BARRA PESADA NO 1º TEMPO

O Vasco foi bem melhor no primeiro tempo, apesar de o Grêmio fazer vários contra-ataques perigosas. O time gaúcho cuidou mais do seu sistema defensivo, por isso os primeiros minutos foram lentos. Depois o jogo ganhou maior movimentação. Aos 5 minutos, numa tabela, entre Dé e Roberto, quase o Vasco abriu o escore, Picasso agarrou firme a bola chutada por Dé. Mas o Grêmio marcou primeiro, quando o Vasco era melhor.

7 minutos — Dé foi lançado, passou por Wilson, ficou com boa situação para marcar, foi empurrado por Ancheta, mas o juiz mandou seguir o lance. O Vasco continuou dominando e, aos 10 minutos, Luís Carlos centrou para Roberto, que matou a bola no peito, chutou mas Picasso defendeu.

15 minutos — Tarciso foi lançado por Bolivar, passou por Alcir, mas Renê salvou, chutando para a frente.

18 minutos — Boa jogada do ataque do Vasco mas a defesa do Grêmio
defendeu bem, salvando a situação. No minuto seguinte, o Grêmio abriu o escore, num bom chute de Zequinha Aos 23, novo ataque rápido do time gaúcho que Joel salvou chutando a bola para a arquibancada.

33 minutos — Cacau avançou, Renê foi na jogada, se apoiou no adversário e a jogada prosseguiu, com a defesa aliviando.

37 minutos — Falta de Beto em Zanata. O apoiador cobrou por cima, dando a impressão de gol.

40 minutos — Luis Carlos cobrou córner, Picasso falhou na jogada. Tocou mal na bola mas ninguém aproveitou o lance.

44 minutos — Nova falta de Beto. Zanata cobrou e Picasso agarrou firme.

O Vasco conseguiu manter a bola mais tempo em seu poder, criando assim mais jogadas. Seus ataques eram mais rápidos, mas a defesa do time de Porto Alegre tinha sempre em Ancheta um jogador eficiente. Picasso orientou muito sua linha de zagueiros, principalmente quando a bola caía nos pés do atacante Dé. Ele gritava e gesticulava. Roberto também foi sempre uma preocupação para o goleiro, que só deixou passar dois gols, numa tarde em que o Vasco esteve bem

FIRMEZA DE MAZAROPI TRANQÜILIZOU A EQUIPE

Os primeiros minutos mostraram o time do Vasco com mais disposição. Com cinco minutos de jogo, fez dois ataques perigosos. O Grêmio recuou seu meio-campo, para garantir o empate. Só atacou em jogadas isoladas. Mas nos dez minutos finais, o Grêmio tentou o empate no desespero, mas a defesa do Vasco, com Renê em primeiro plano, garantiu a vitória.

Ao primeiro minuto desta fase o Vasco foi à frente. Zanata lançou Dé, que entrou pela área e foi agarrado por Ancheta, chegando a cair, o juiz não marcou o pênalte, com a torcida vaiando. Aos 7 minutos nova tabela entre Dé e Roberto, mas Beto rebateu firme, evitando o perigo.

No minuto seguinte, Jogada sensacional de Jair Pereira, de fora da área, tentando encobrir o goleiro. A bola bateu na rede, junto ao travessão dando a impressão de gol.

Aos 11 minutos, penetração de Cacau, mas Mazaropi numa grande defesa salvou. Nesse lance o goleiro do Vasco deu tranquilidade à sua defesa.

21 minutos — Neca, impedido invalidou uma boa jogada do ataque do Grêmio.

25 minutos — Jair Pereira lançou Dé. Beto salvou colocando a córner.

27 minutos — Vasco perde grande chance de aumentar o escore. Luís Carlos, em boa situação, se atrapalhou na hora de chutar e permitiu que a defesa do Grêmio salvasse.

Mazaropi teve muito trabalho nos minutos finais. O time do Grêmio foi todo à frente, em busca do gol de empate. Tarciso, Loivo, Nenê e Valdir deram chutes perigosos e num deles do lateral-direito, o goleiro do Vasco salvou de pé. Foi um lance de muito perigo. O jogo terminou com a bola no meio-de-campo, com Jair Pereira caído, sofrendo falta de Beto.” (Jornal dos Sports, segunda-feira, 25 de agosto de 1975)

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Fotos: Ronaldo Theobald (Jornal do Brasil) Juscelino Sorrentino e Jair Motta (Jornal dos Sports)

Vasco 2×1 Grêmio

VASCO: Mazarópi; Paulo César, Joel Santana, Renê e Alfinete (Celso Alonso); Alcir, Zanata e Luís Carlos; Jair Pereira, Roberto Dinamite e Dé.
Técnico: Mário Travaglini

GRÊMIO: Picasso, Vilson Cavalo, Ancheta, Beto Bacamarte e Sérgio Vieira; Bolívar (Loivo), Cacau (Osmar) e Neca; Zequinha, Tarciso e Nenê
Técnico: Ênio Andrade

Brasileirão 1975 – Primeira Fase – 2ª Rodada
Data: 25 de agosto de 1975, domingo, 16h00min
Local: São Januário, no Rio de Janeiro – RJ
Público: 18.373 pagantes
Renda: Cr$ 289.220,00
Árbitro: José de Assis Aragão
Auxiliares: Wilson Dias Durão e José Valeriano Correia
Gols: Zequinha, aos 19 minutos e Roberto Dinamite aos 42 minutos do primeiro tempo; Dé, aos 20 minutos do segundo tempo

Brasileirão 2019 – Grêmio 3×0 Botafogo

October 28, 2019

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O Grêmio precisa reagir depois da eliminação da Libertadores. Reagiu, conseguindo uma importante vitória com uma atuação bem razoável (especialmente no segundo tempo, quando ocupou constantemente o campo de ataque).

A combinação entre Luciano e Diego Tardelli funcionou bem.

Ouvi a entrevista do Presidente Duda Kroeff no final da partida. Em nenhum momento foi dita a frase atribuída a ele pelo twitter da Rádio Grenal.  Contudo achei a entrevista muito ruim. Voltou a passar uma imagem de imensa dificuldade em fazer uma autocrítica. Acho bem dificil dizer que a contratação do André não deu errado depois de tudo em que vimos em campo nesse ano e meio que o jogador atua pelo Grêmio

O CRÉDITO DA FOTO É OBRIGATÓRIO: Vítor Silva/BotafogoO CRÉDITO DA FOTO É OBRIGATÓRIO: Vítor Silva/BotafogoO CRÉDITO DA FOTO É OBRIGATÓRIO: Vítor Silva/Botafogo

Público pagante de ontem foi o menor de jogos do time titular na Arena em 2019 (segundo menor no geral, atrás apenas de Grêmio 0x0 Juventude pelo Gauchão).

Desde 2013 o Grêmio fez 40 (de um total de 122) jogos de Brasileirão na Arena aos domingos com início as 16h/17h. Público pagante de ontem foi o segundo menor dessas 40 partidas (atrás apenas de Grêmio 1×1 Atlético Goianiense pelo Brasileirão de 2017)

Média de Público do Grêmio no Brasileirão 2019:
23.364 (21.149 pagantes)

– Média de público do Grêmio na Arena na atual temporada:
24.520 (22.231 pagantes)

– Média de público do Grêmio como mandante em 2019:
17.345 (15.255 pagantes)

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Fotos: Itamar Aguiar (Grêmio FBPA) e Vitor Silva (Botafogo)

Grêmio 3×0 Botafogo

GRÊMIO: Paulo Victor; Léo Moura, Geromel, Kannemann e Cortez; Matheus Henrique e Maicon (Rômulo, 29/2ºT); Alisson (Pepê, aos 15/2ºT), Diego Tardelli e Everton; Luciano (Thaciano, 20/2ºT)
Técnico: Renato Portaluppi

BOTAFOGO: Gatito Fernández; Marcinho, Joel Carli, Gabriel e Yuri; Cícero e João Paulo; Luiz Fernando (Rhuan, 37/2ºT), Diego Souza e Léo Valencia (Igor Cássio, aos 9/2ºT); Victor Rangel (Alex Santana, aos 15/2ºT)
Técnico: Alberto Valentim

28ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2019
Data: 27 de outubro de 2019, domingo, 16h00min
Local: Arena Grêmio, em Porto Alegre – RS
Público: 9.786 (7.608 pagantes)
Renda: R$ 240.139,00
Árbitro: Rafael Traci (SC)
Assistentes: Helton Nunes (SC) e Henrique Neu Ribeiro (SC)
VAR: Rodrigo Dalonso Ferreira (SC)
Cartões amarelos: Matheus Henrique, Geromel, Kannemann, Cícero, Yuri
Gols: Maicon, aos 11 minutos do primeiro tempo, e Thaciano, aos 25, e Everton, aos 34 minutos do segundo tempo

Brasileirão 1995 – Grêmio 2×3 Botafogo

October 26, 2019

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Em 16 de setembro de 1995, Grêmio e Botafogo se enfrentaram no Olímpico pela primeira fase do Brasileirão. O tricolor fazia seu quinto jogo após alcançar o Bicampeonato da Libertadores e parecia mais interessado no jogo seguinte, que seria a estreia na Supercopa. Desse modo o Botafogo conseguiu um importante resultado, conquistando sua primeira vitória fora de casa na campanha do seu último título nacional.

Eu imagino que a declaração dada por Felipão no intervalo dessa partida (ver a crônica da Zero Hora transcrita abaixo) seria bem mais questionada caso fosse feita atualmente.

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BOTAFOGO JOGA BEM, DERROTA O GRÊMIO E LIDERA O GRUPO A

[…]

O Grêmio, ainda de ressaca pela conquista da Libertadores, não foi aquele time  aguerrido, que sufoca os adversários quando joga no Olímpico. Mesmo assim, teve duas chances para marcar, a melhor delas com Carlos Miguel.

No segundo tempo, logo aos 10 minutos, Túlio fez as pazes com o gol. Recebeu bola açucarada de Gottardo, que estava no ataque, e bateu de primeira, sem chances para Danrlei. A torcida pediu e o técnico Luís Felipe colocou o artilheiro Jardel. Mas foi o Botafogo quem marcou. Aos 25, Luciano falhou bisonhamente dentro da área e Túlio, com muita categoria, marcou depois de deixar Danrlei no chão.

Não deu nem para comemorar. Um minuto depois, Paulo Nunes descontou após confusão na área pós confusão na área alvinegra. O. Grêmio se animou e começou a pressionar, explorando as bolas altas para Jardel. Mesmo no sufoco, a defesa do Botafogo segurou a pressão e, aos 46m, Narcisio, que entrara no lugar do displicente Beto, marcou o terceiro em bela jogada individual. Com a vitória garantida, o Botafogo relaxou e aos 48m Jardel, de cabeça, diminui. Não dava mais tempo para nada” (Jornal do Brasil, domingo, 17 de setembro de 1995)

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SÉRGIO NORONHA: “Para um time que tinha sérios problemas de relacionamento, o Botafogo até que demonstrou um belo espírito de solidariedade na vitória sobre o Grêmio. Aliás, o gol que abriu o caminho da vitória foi obra de uma jogada de dois desafetos. Gottardo cruzou e Túlio escorou para marcar. Depois os dois
se abraçaram, levemente constrangidos.

Logo no início o Botafogo deu mesma impressão de que havia um problema de comunicação entre os jogadores. O Grêmio jogava bem, dominava c fazia com facilidade as jogadas de linha de fundo. Paulo Nunes, pela direita, e Roger, pela esquerda, infernizavam a vida do Botafogo.

A reação demorou uns vinte minutos. Mas logo o Botafogo equilibrou o jogo e teve até a melhor oportunidade quando Túlio perdeu, depois de driblar até o goleiro.

E impossível que não tenha havido qualquer tipo de conversa no intervalo. O Botafogo voltou melhor, fez dois gols através de Túlio e Narcísio e acabou vencendo um jogo que lhe parecia inteiramente adverso.

A vitória mostrou que um time não se faz apenas do conjunto. As estrelas são importantes, mesmo que causem alguns ciúmes no elenco.” (Jornal do Brasil, segunda-feira, 18 de setembro de 1995)

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O JOGO: O Grêmio não resistiu ao bom toque de bola do Botafogo e, mesmo em um jogo equilibrado, mostrou desentrosamento e mereceu perder para uma equipe bem colocada no meio-campo.” (Placar, Outubro de 1995)

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O GRÊMIO, FORA DE RITMO, DECEPCIONA A TORCIDA
A derrota por 3 a 2 para o Botafogo, sábado, no Olímpico, deixou os jogadores abatidos para a estréia na Supercopa.

O time bicampeão da Copa Libertadores decepcionou a torcida gremista sábado à tarde, no Estádio Olímpico. Mesmo com nove dos 11 titulares em campo, a equipe de Luiz Felipe não jogou bem e perdeu por 3 a 2 para o Botafogo, pelo Brasileirão. O resultado negativo deixa o time na 10ª colocação no Grupo A. A derrota abalou os jogadores do Grêmio, que evitaram falar à imprensa ao final da partida. Hoje, o treinador começa os preparativos para enfrentar o Racing, da Argentina, pela Supercopa dos Campeões da América, quarta-feira, em Porto Alegre.

O começo do jogo foi favorável ao Grêmio, que atacou o time carioca com insistência. Antes dos cinco minutos, o goleiro Wagner foi obrigado a colocar para escanteio um chute forte do lateral-direito Marco António. A. 20 minutos, porém, o meio-campo do Botafogo acertou a marcação e passou e dominar o setor. Com jogadas rápidas, os meias Sérgio Manoel e Beto faziam a ligação da defesa com o ataque. Aos 42 minutos, Túlío driblou Rivarola e Danrlei, mas chutou para fora.

“Eles estão jogando como moças”, reagiu, irritado, o técnico Luiz Felipe no intervalo da partida, referindo-se à falta de empenho do time nas bolas divididas. Depois da conversa com o treinador, os jogadores do Grêmio voltaram com mais vontade e logo no primeiro minuto da segunda etapa, Carlos Miguel chutou nas pernas do goleiro Wagner. Com cinco homens no meio-campo, o Botafogo voltou a equilibrar a partida e, aos 10 minutos, Túlio recebeu a bola dentro da área, girou o corpo e marcou o primeiro gol do jogo. A derrota parcial abalou os jogadores gremistas que começaram a errar passes e lançamentos. A. 25 minutos, o zagueiro Luciano falhou ao afastar uma bola nos pés do goleador Túlio. O artilheiro do Brasileirão driblou Luciano, deixou Danrlei para trás e marcou o segundo gol do jogo.

Com Jardel, que entrou no lugar de Roger, e Paulo Nunes, o Grêmio reagiu e, aos 26 minutos, o ponteiro direito descontou, chutando dentro da pequena área. Aos 46 minutos, Narcisio ampliou para o Botafogo: 3 a 1. Os cariocas relaxaram na marcação e Jardel, de cabeça, colocou a bola nas redes de Wagner.

A derrota por 3 a 2 não estava nos planos de Luiz Felipe. “Uma vitória deixaria o time embalado para enfrentar o Racing”, disse Luiz Felipe. “Vamos tentar corrigir os erros.” De acordo com o técnico, os titulares que receberam folga depois da conquista do bicampeonato de Libertadores sentiram e falta de ritmo de jogo.” (Juan Domingues, Zero Hora, segunda-feira, 18 de setembro de 1995)

TÚLIO MOSTROU O TALENDO DE GOLEADOR

O centroavante Túlio, do Botafogo, apareceu pouco durante a vitória de 3 a 2 sobre o Grêmio, sábado. O atacante tocou raras vezes na bola. No primeiro tempo, o jogador recebeu dentro da área gremista, avançou e chutou forte, para fora. Acostumado a acertar lances como aquele, o goleador colocou as mãos na cabeça, inconformado com o erro.

Na etapa final, duas oportunidades foram suficientes para Túlio mostrar o seu talento. Na primeira, o centroavante recebeu de Wilson e deu um toque na bola para fazer 1 a 0. Pouco depois, aproveitou a falha de Luciano, driblou o zagueiro, passou por Danrlei e fez o seu segundo gol no jogo e disparou na artilharia do Brasileirão com oito gols.” (Zero Hora, segunda-feira, 18 de setembro de 1995)

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Fotos: José Doval (Zero Hora)

Grêmio 2×3 Botafogo

GRÊMIO: Danrlei, Marco Antonio (Vagner Mancini 41/2ºT), Luciano, Rivarola e Roger (Jardel 17/2ºT); Dinho, Luis Carlos Goiano, Arilson e Carlos Miguel; Paulo Nunes e Nildo
Técnico: Luiz Felipe Scolari

BOTAFOGO: Wagner, Wilson Goiano, Wilson Gottardo, Gonçalves e Andre Silva; Leandro, Jamir, Beto (Marcelo Alves 36/2ºT) e Sergio Manoel; Donizete (Narcisio 43/2ºT) e Tulio
Técnico: Paulo Autuori

Primeira Fase – Campeonato Brasileiro 1995
Data: 16 de setembro de 1995, sábado, 16h00min
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre-RS
Público: 14.808 (10.629 pagantes)
Renda: R$ 106.318,00;
Juiz: Oscar Roberto de Godoi (SP)
Auxiliares: Epitácio Rodrigues e Carlos Silva
Cartões Amarelos: Luciano, Donizete, Wilson Goiano, Roger, Wilson Gottardo e Vagner
Cartão Vermelho: Rivarola (28/2ºT)
Gols: Túlio, aos 9 e aos 25 minutos, Paulo Nunes aos 26, Narcisio aos 46 e Jardel aos 47 minutos do 2º tempo

Libertadores 2019 – Flamengo 5×0 Grêmio

October 25, 2019

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A classificação do Flamengo era esperada. É o time que vive melhor momento e o clube que mais gastou na temporada. O que jamais pode ser considerado “normal” é o placar final de 5×0.

O Grêmio até que fez um bom primeiro tempo (considerando todos os seus desfalques), mas levou um gol pouco antes do intervalo e acabou nocauteado ao levar o segundo gol logo no início do segundo tempo.

Além de todo o investimento e da boa-fase, o Flamengo chegou completo para os dois jogos. O Grêmio esteve longe da sua escalação ideal. Pelo segundo ano seguido o time chega enfraquecido na semifinal da Libertadores, mesmo tendo “poupado” diversos atletas em diversos jogos do Brasileirão.  Diante disso é inevitável questionar o trabalho da preparação física e departamento médico, bem como a montagem do elenco para essa temporada.

Para a posição de centroavante, Renato abriu mão de Tardelli (principal contratação de 2019) e optou André (uma das principais contratações de 2018). Nenhum apresentou, desde as suas chegadas em Porto Alegre, algo que justificasse o alto investimento feito pelo clube.

Luan esteve lesionado em três dos quatro jogos de semifinal de Liberadores que o Grêmio fez nos últimos dois anos.

Paulo Victor se mostrou um goleiro insuficiente para o Grêmio. Falhou nesse e nos dois jogos anteriores da campanha. É difícil um time resistir a uma sequência de erros em jogos de mata-mata.

Michel foi escalado para dar mais liberdade para Maicon e Matheus Henrique e para proteger a zaga. Nessa última função ele foi mal. Deixou de fazer a falta em Bruno Henrique após o erro de passe de Maicon, permitindo que o flamenguista arrancasse de frente, embalado e equilibrado contra a defesa tricolor no lance do primeiro gol.

Gremio x Flamengo
Foto: André Durão (Globo Esporte) e Lucas Uebel (Grêmio.net)

Flamengo 5×0 Grêmio

FLAMENGO: Diego Alves; Rafinha, Rodrigo Caio, Pablo Marí e Filipe Luís; Willian Arão, Gerson (Diego, 41/2ºT), Éverton Ribeiro, Arrascaeta (Piris da Motta, 23/2ºT); Bruno Henrique (Vitinho, 28/2ºT) e Gabigol
Técnico: Jorge Jesus

GRÊMIO: Paulo Victor; Paulo Miranda, Geromel, Kannemann e Cortez; Michel, Alisson (Thaciano, 30/2ºT), Matheus Henrique, Maicon (Tardelli, 17/2ºT) e Everton; André (Pepê, 12/2ºT)
Técnico: Renato Portaluppi

Libertadores 2019 – Semifinal – Jogo de volta
Data: 23/10/2019, quarta-feira, às 21h30min
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro – RJ
Público: 69.981 (63.409 pagantes)
Renda: R$ 8.150.645,00
Árbitro: Patricio Loustau
Auxiliares: Diego Bonfa (ARG) e Gabriel Chade (ARG)
Árbitro de vídeo: Raphael Claus (BRA)
Cartões amarelos: Rodrigo Caio, Kannemann e Everton
Gols: Bruno Henrique, aos 41 minutos do primeiro tempo. Gabigol, a 1 minutos e aos 10 minutos (de pênalti), Pablo Marí, aos 21, e Rodrigo Caio, aos 25 minutos do segundo tempo.

Confrontos contra o Flamengo fora de casa pela Libertadores

October 23, 2019

Até hoje o Grêmio enfrentou o Flamengo três vezes em jogos de Libertadores realizados fora de Porto Alegre. Foram eles:

Libertadores 1983 – Flamengo 1×3 Grêmio (6.415 pagantes)
Libertadores 1984 – Flamengo 3×1 Grêmio (38.715 pagantes)
Libertadores 1984 – Flamengo 0x0 Grêmio (53.500 pagantes)

Libertadores 1984 – Flamengo 0x0 Grêmio

October 23, 2019
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Foto: Olívio Lamas (O Globo)

Grêmio e Flamengo terminaram o triangular semifinal da Libertadores de 1984 empatados em pontos. Nesse caso, o regulamento previa um jogo desempate em campo neutro (e nesse caso a Conmebol considerou o Pacaembu como neutro).

Tendo ficado na frente no saldo de gols, o Grêmio jogava por um empate no tempo normal e um empate na prorrogação. E foi isso que conseguiu, segurando um 0x0 por 120 minutos.

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Foto: Zero Hora

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Foto: Zero Hora

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FUTEBOL- RENATO GAÚCHO

FLAMENGO: Fillol; Leandro, Guto, Mozer e Adalberto; Andrade, Adílio e Elder; Bebeto (Nunes), Tita e João Paulo
Técnico: Zagallo

GRÊMIO: João Marcos; Casemiro, Baidek, De León e Paulo César Magalhães; China, Osvaldo (Bonamigo) e Luis Carlos Martins; Renato Portaluppi, Guilherme Macuglia (Gilson Gênio) e Tarciso.
Técnico: Carlos Froner

Libertadores 1984 – triangular semifinal – Grupo B
Data: 19 de julho de 1983, quinta-feira, 21h30min
Local: Estádio Pacaembu, em São Paulo-SP
Público: 53.500 Pagantes
Renda: Cr$ 107.876.000,00
Árbitro: José Roberto Wright
Auxiliares: Arnaldo Cesar Coelho e Carlos Rosa Martins
Cartões Amarelos: Casemiro, China, Nunes e Guto

Libertadores 1984 – Flamengo 3×1 Grêmio

October 23, 2019
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Foto: Sebastião Marinho (O Globo)

No triangular semifinal da Libertadores de 1984, o Flamengo venceu o Grêmio no Maracanã por 3×1.

Esse resultado deixou as equipes (que receberiam  a ULA Mérida na semana seguinte) empatadas na liderança do grupo, com vantagem em saldo de gols para o tricolor.

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Fonte: Lance

 

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Foto: Ricardo Beliel (Placar)

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Foto: Ricardo Beliel (Placar)

Flamengo 3×1 Grêmio

FLAMENGO: Fillol; Leandro, Figueiredo (Heitor), Mozer e Adalberto; Andrade, Adílio e Elder; Bebeto, Tita e João Paulo (Lico)
Técnico: Zagallo

GRÊMIO: João Marcos; Raul (Casemiro), Baidek, De León e Paulo César Magalhães; China, Osvaldo e Luis Carlos Martins; Renato Portaluppi, Caio (Guilherme Macuglia) e Tarciso.
Técnico: Carlos Froner

Libertadores 1984 – triangular semifinal – Grupo B
Data: 6 de julho de 1983, sexta-feira, 21h30min
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro-RJ
Público: 38.715 Pagantes
Renda: Cr$ 101.032.500,00
Árbitro: Emilio Marques de Mesquita
Auxiliares: Arnaldo Cesar Coelho e Carlos Rosa Martins
Cartões Amarelos: De León
Gols: Andrade, aos 25 minutos e Bebeto aos 43 minutos do primeiro tempo; Bebeto aos 10 minutos e Guilherme Macuglia aos 20 minutos do segundo tempo

Brasileirão 2019 – Fortaleza 2×1 Grêmio

October 22, 2019

GRÊMIO x FORTALEZA

Eu espero que em algum dia, em um futuro não muito distante, o Grêmio consiga parar de tomar gol do Wellington Paulista.
GRÊMIO x FORTALEZAFotos: Jarbas Oliveira (Grêmio FBPA)

Fortaleza 2×1 Grêmio

FORTALEZA: Felipe Alves, Gabriel Dias, Quintero, Paulão e Carlinhos; Juninho, Felipe (Kieza, aos 24’/2°T), Romarinho (Marlon, aos 24’/2°T) e Edinho (Nenê Bonilha, aos 15’/2°T); Osvaldo e Wellington Paulista
Técnico: Rogério Ceni

GRÊMIO: Phelipe Megiolaro; Rafael Galhardo, David Braz, Paulo Miranda e Juninho Capixaba; Rômulo, Michel (Patrick, aos 16’/2°T), Luciano (Diego Tardelli, aos 38’/2°T) Thaciano e Pepê; André (Everton, aos 16’/2°T)
Técnico: Renato Portaluppi

27ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2019
Data: 19/10/2019, sábado, 17h00min
Local: Arena Castelão, em Fortaleza – CE
Público: 26.801 (26.124 pagantes)
Renda: R$ 208.741
​Árbitro: André Luiz de Freitas Castro (CBF-GO)
Assistentes: Bruno Raphael Pires (FIFA-GO) e Christian Passos Sorence (CBF-GO)
VAR: Elmo Alves Resende Cunha (CBF-GO)
Cartões amarelos: André, Rafael Galhardo; Carlinhos, Marlon, Gabriel Dias
Cartão vermelho: Rafael Galhardo
Gols: Paulo Miranda, aos nove minutos do 1º tempo, para o Grêmio; Wellington Paulista, aos 34 minutos do 1º tempo, e Oswaldo, aos 40 minutos do 1º tempo, para o Fortaleza

Brasileirão 1981 – Fortaleza 0x4 Grêmio

October 19, 2019
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Foto: Edson Pio (O Povo)

Em 1981, o Grêmio goleou o Fortaleza no Castelão pela penúltima rodada da segunda fase do Brasileirão.
Interessante notar que as fontes divergem sobre o autor do último gol do jogo. Pelo vídeo parece que foi Paulo Isidoro, o que seria um hat-trick do Tiziu. E mesmo assim ele saiu do jogo dizendo que gostaria de sair do clube ao final da competição (por não ter recebido um aumento, supostamente prometido pela diretoria após o Mundialito do Uruguai)
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Placar: O gás do Fortaleza só deu para um tempo, no segundo, o Grêmio deslanchou” (Placar, 3 de abril de 1981)

“HEBER aos 16 minutos do segundo tempo: 1 a 0 para o Grêmio — De Léon avançou pela esquerda e deu para Héber na entrada da área. Ele devolveu para o zagueiro, correu para a direita, recebeu e chutou de pé direito bem no canto direito do gol de Sérgio.

 

PAULO ISIDORO aos 88 minutos do segundo tempo: 2 a 0 para o Grêmio — Tarciso foi até a linha de fundo e cruzou na medida para Héber que tentou deslocar de cabeça ao goleiro. Sérgio defendeu parcialmente, e Isidoro, sozinho, de cima, apenas concluiu para dentro.

PAULO ISIDORO aos 40 minutos do segundo tempo: 3 a 0 para o Grêmio — Héber dominou a bola na esquerda, carregou pelo meio em direção à direita. Deu para Tarciso, recebeu, entrou na área sem ângulo e tocou de calcanhar direito exatamente onde estava Isidoro que chutou para cima, com força

PAULO ISIDORO aos 45 minutos do segundo tempo: 4 a 0 para o Grêmio — Héber deu para Casemiro, que entrava livre pelo lado esquerdo. O lateral tocou para Isidoro que depois de dominar de costas para o gol tentou encobrir o goleiro. Sérgio defendeu parcialmente e próprio, Isidoro foi concluir junto com Tarciso.” (Zero Hora, segunda-feira, 30 de março de 1981)

1981 fortaleza fora placar

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Fortaleza 0 x 4 Grêmio

FORTALEZA: Sérgio; Totó, Marcão (Roberto, intervalo), Rôner e Dudé; Chinesinho (Beto, 20 do 2º), Odilon e Adriano; Mazolinha, Rogério e Tiquinho.
Técnico: Martins Monteiro (interino)

GRÊMIO: Leão; Paulo Roberto, Newmar, De León e Casemiro; China, Paulo Isidoro e Vílson Tadei; Tarciso, Baltazar (Éber 10 do 2ºT) e Odair.
Técnico: Ênio Andrade

Brasileirão 1981 – 2ª Fase – 5ª Rodada
Data: 28/03/1981, Sábado, 21h00min
Local: Castelão, em Fortaleza – CE
Público: 1.628
Renda: Cr$ 165.250,00
Juiz: José Roberto Wright (RJ)
Auxiliares: Antonio Carminha e Artur Braz
Cartão Amarelo: Marcão
Gols: Éber aos 15, Paulo Isidoro aos 40, 42  44 minutos do 2ºtempo