Libertadores 1995 – Grêmio 3×1 Atlético Nacional

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Foto: Guilherme de Almeida (Revista Gol)

Há exatos 25 anos o Grêmio vencia o Atlético Nacional no estádio Olímpico pelo jogo de ida da final da Libertadores de 1995.

O gol de Angel para os colombianos no segundo tempo tornou o placar “mentiroso”. O 3×1 nem de longe corresponde ao massacre que o tricolor impôs à Higuita & Cia.

A média de público do Grêmio na Libertadores 1995 foi de 23.389 pagantes. Curiosamente os 54.257 (42.519 pagantes) dessa final foram o quarto maior público do Grêmio naquela temporada.

Foto: Pisco Del Gaiso (Placar)

Foto: Pisco Del Gaiso (Placar)

Foto: José Doval (Zero Hora)

GRÊMIO VENCE PRIMEIRO JOGO DA DECISÃO

O Grêmio se acomodou e perdeu a chance de golear o Nacional, da Colômbia, no primeiro jogo da final da Taça Libertadores da América. Depois de fazer três gols em 55 minutos, deixou o adversário fechar o jogo em 3 a 1.
Quarta-feira, em Medellín, o Nacional terá de vencer por dois gols de diferença para decidir o título nos pênaltis. Aristizábal, o principal atacante da equipe, volta à equipe.
Nos primeiros minutos, o Grêmio envolveu a equipe colombiana. Só não marcou porque o goleiro Higuita fez várias defesas. Aos 10min, por exemplo, ele desviou uma cabeçada de Jardel, sozinho na pequena área.
A partir dos 20min, o Grêmio diminuiu o ritmo e o Nacional cresceu.
Quando o jogo estava equilibrado, o Grêmio abriu o marcador. Aos 35min, o ponta Paulo Nunes cruzou da direita. Higuita saiu do gol, mas o zagueiro Marulanda se antecipou e chutou torto. A bola pegou efeito e entrou junto à trave direita.
A vantagem deu ânimo ao Grêmio. Aos 43min, Carlos Miguel atacou pela direita e chutou cruzado. Higuita falhou pela primeira vez e soltou a bola.
O atacante Jardel foi mais rápido do que os zagueiros e tocou para o gol vazio. Os colombianos, sem razão, pediram impedimento.
No intervalo, o Nacional colocou mais um atacante: Matamba. Aos 40s, após escanteio, Jardel cabeceou e Paulo Nunes tocou para as redes.
O juiz equatoriano Alfredo Roda anulou lance apontando empurrão de Jardel no zagueiro colombiano Foronda.
Depois de três minutos de nervosismo, o Grêmio se acalmou e, aos 10min, marcou de novo. Adílson cabeceou, Higuita rebateu mal de novo e Paulo Nunes empurrou para o gol.
Depois, o Grêmio diminuiu o ritmo e deixou o Nacional descontar aos 26min, com Angel, após jogada de Arango.” (Marcelo Damato, Folha de São Paulo, quinta-feira, 24 de agosto de 1995 )

Fonte: Zero Hora

Fonte: Zero Hora

Fonte: Zero Hora

Fonte: Zero Hora

Fonte: Zero Hora

Fonte: Zero Hora

Fonte: Zero Hora

Grêmio 3 x 1 Atlético Nacional

GRÊMIO: Danrlei; Arce, Rivarola, Adílson e Roger; Dinho, Goiano, Arílson (Alexandre) e Carlos Miguel (Nildo); Paulo Nunes e Jardel.
Técnico: Luiz Felipe Scolari

ATLÉTICO NACIONALHiguita; Santa, Marulanda, Foronda e Mosquera; Serna, Gutierrez, Pabón (Matamba) e Alexis Garcia; Angel e Arango.
Técnico: Juan José Peláez

Libertadores 1995 – Final – Jogo de ida
Data: 23 de agosto de 1995, quarta-feira, 21h40min
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre-RS
Público: 54.257 (42.519 pagantes)
Renda: R$ 533.680,00
Juiz: Alfredo Rodas (FIFA- Equador)
Auxiliares: Roger Zambrano e Jorge Caballos (FIFA-Equador)
Cartão Amarelo: Adílson, Angel, Gutierrez e Aléxis Garcia
Gols: Marulanda (Contra) aos 36 e Jardel aos 43 minutos do 1ºtempo; Paulo Nunes aos 10 e Angel aos 27 do 2º tempo.

One Response to “Libertadores 1995 – Grêmio 3×1 Atlético Nacional”

  1. Brasileirão 1981 – Semifinal – Jogo de Volta – Grêmio 0x1 Ponte Preta | Grêmio1983 Says:

    […] Eu sempre achei bastante peculiar que esse público seja tão maior do que os demais registrados no Olímpico na década de 80. Há uma diferença de mais de 15% em relação ao segundo maior público pagante registrado na Azenha (74.238 pagantes no segundo jogo da final do Brasileirão de 1982). Lembro de, certa feita, ter visto o Antônio Augusto sustentar que essa diferença se deve ao fato de que para esse jogo foram exigidos dois ingressos para cada pessoa que decidisse ir na social como acompanhante de sócio. Não encontrei nenhuma evidência dessa exigência nos jornais da época, como pode ser visto no material transcrito abaixo (contudo, vi essa exigência no anúncio do preço dos ingressos da final da Libertadores de 1995). […]

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