Brasileirão 2000 – Grêmio 1×0 Ponte Preta

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Foto: Mauro Vieira (Zero Hora)

Em novembro de 2000, o Grêmio recebeu a Ponte Preta no Olímpico pelo jogo de ida das oitavas de final do Brasileirão.  Eu sei que a chamada que Copa João Havelange foi sobretudo uma maneira de tentar contornar as reclamações do Gama no caso Sandro Hiroshi, mas ainda assim eu achava interessante a fórmula de disputa (com exceção do gol qualificado e da ausência de vantagem para o time de melhor campanha na fase anterior).

As reportagens transcritas abaixo dão conta de um jogo muito faltoso. Não lembro de muito detalhes desse jogo, mas por alguma razão tenho a vaga memória de que o Ronaldão “cagou o Ronaldinho a pau”.

Um detalhe interessante. Os cinco reais (valor do ingresso mais barato daquele jogo), corresponderiam a R$ 30,69 aplicando a correção pelo IGPM até junho de 2022 (ou R$ 19,30 se o índice aplicado fosse o IPCA). Outra referência poderia ser a taxa de câmbio do dólar, que em novembro de 2000 estava mais o menos em R$ 1,95 para  cada US$ 1,00.

Da mesma forma, o prêmio de R$ 17.000,00 pela classificação para as quartas de final corresponderia a cerca de R$ 104.000 (corrigidos IGPM até junho de 2022) ou cerca de R$ 65.000 pelo IPCA. Outra referência pode ser vista nesse anúncio do Pioneiro, onde uma revenda da Volkswagen anunciava um Gol por R$ 18 mil.

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Foto: Ricardo Giusti (Correio do Povo)

“RONALDINHO FAZ O GOL DA DIFERENÇA EM CAMPINAS
Grêmio vence Ponte Preta por 1 a 0 e decide vaga domingo

Ronaldinho, Ronaldinho, mil vezes Ronaldinho.

Em um jogo de defesas como o de ontem, com chances de gol reduzidíssimas, só o talento individual poderia fazer a diferença. E Ronaldinho matou a competente Ponte Preta, aos 25 do segundo tempo, cobrando uma falta com matizes cinematográfico. Golaço e vitória do Grêmio por 1 a O.

O resultado foi ótimo. Além de vencer e levar vantagem para o Moisés Lucarelli, domingo, o Grêmio não levou gol em casa. Assim, se empatar em Campinas, está classificado. Se perder o jogo por diferença de um gol  – à exceção de 1 a 0, que leva a disputa para os pênaltis – também garante passagem para as quartas-de-final .

Antes de Ronaldinho. Itaqui teve a chance de ouro, aos 14 minutos do segundo tempo. Na pequena área, só ele e o goleiro e o estádio inteiro do seu lado. Mas errou. Chutou mal, a bola beijou a rede, sim, só que pelo lado de fora. Em um jogo truncado, com muitos jogadores de marcação nos dois times, uma oportunidade como a de Itaqui é algo caído do céu, uma lance ímpar. Se não houvesse Ronaldinho e seu talento comum, hoje o Grêmio estaria lamentando. Mas não está. Porque existe o filho da dona Miguelina, o diferencial.

Foi uma partida dificílima, como todas entre os times desde 1970, quando a história entre Grêmio e Ponte Preta começou a ser escrita O técnico Nelsinho Baptista fechou o seu time. Escalou três volantes, retirando o meia ofensivo Marco Aurelio  – aquele do gol do outro lado de campo contra o Atlético-MG –  e colocou Roberto, 20 anos, cabeça de área. Até Ronaldinho resolver tudo batendo cem perfeição a falta sofrida por Zinho, estava dando certo. Para se ter uma idéia da retranca armada pela Ponte Preta, quando André Santos foi  expulso, no começo do segundo tempo, Nelsinho recompôs a zaga com Alex, tirando o goleador Washington.

A rigor, antes do gol de falta, o Grêmio só teve a chance de Itaqui para abrir o placar. De resto, houve uma cabeçada torta de Nené, após escanteio batido por Zinho aos 37 do primeiro tempo e um chute por cima do travessão, fraco, de Warley aos 43. Tanto que Celso Roth mudou o time no intervalo. Gavião saiu por problemas médicos. Estava com diarreia. Eduardo Costa o substituiu. Mas Anderson e Rodrigo Mendes entraram para empurrar o Grêmio à frente. Sandro Neves e Polga, de atuações inseguras, saíram. Houve melhora, mas nada que furasse a retranca da Ponte.

Até surgir Ronaldinho. Mil vezes Ronaldinho. O Grêmio está com uma mão na vaga. Resta agarrá-la com a utra mão, em Campinas.” (Diogo Olivier, Zero Hora, sexta-feira, 24 de novembro de 2000)

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Foto: Mauro Vieira (Zero Hora)

“RUY CARLOS OSTERMANN: “Empate já serve
Desta vez, o gol que o Grêmio não poderia admitir no Olímpico foi garantido, mas um gol de falta – obra irrepreensível de Ronaldinho – fez a diferença importante deste primeiro jogo. Em Campinas, o empate já serve.

Foi difícil, enredado, e dois fatos foram decisivos: a expulsão de André Santos a oito minutos do segundo tempo e o gol de falta de Ronaldinho, a rigor única situação de gol em 90 minutos. Uma vantagem assegurada com a garantia, mais uma vez, de um rigoroso controle defensivo.” (Ruy Carlos Ostermann, Zero Hora, sexta-feira, 24 de novembro de 2000)

 

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Foto: Ricardo Giusti (Correio do Povo)

COM UM A MAIS, GRÊMIO BATE PONTE GRAÇA A RONALDINHO

Com um gol de Ronaldinho, cobrando falta aos 26min do segundo tempo, o Grêmio derrotou a Ponte Preta por 1 a 0, na noite desta quinta-feira, no estádio Olímpico, em Porto Alegre.

Com o resultado, o time gaúcho pode empatar a partida de volta, domingo, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP), que carimba um lugar nas quartas-de-final da Copa João Havelange.

A partida, na etapa inicial, foi decepcionante. As duas equipes exageraram na cautela. Na etapa final, o perfil do jogo mudou, principalmente a partir da expulsão do zagueiro André Santos. O Grêmio, com um jogador a mais, foi para o ataque e amassou a Macaca. Porém, o time de Nelsinho Baptista segurou o ímpeto do Tricolor gaúcho e não sofreu uma derrota mais drástica.

O equilíbrio, a forte marcação no setor intermediário e a ausência de lances de perigo deram o tom do primeiro tempo. O atacante Ronaldinho cavou, aos 16min, uma falta na intermediária direita. Ele próprio cobrou, rasteiro, e a barreira amorteceu o disparo e a bola sobrou para a zaga que a despachou para longe.

Aos 24min, Ronaldinho, da boca da área, passou para o atacante Warley, que penetrou pelo lado esquerdo e chutou, com pouca força e rasteiro, no canto direito do goleiro Adriano, que agarrou a bola sem dificuldade.

A melhor chance do Grêmio na etapa inicial ocorreu aos 37’, após o meio Zinho cobrar um escanteio, do córner canhoto, e o zagueiro Nenê, sozinho entre a marca do pênalti e a risca da pequena área, cabecear e a bola se perder sobre o travessão.

Aos 43’, o cabeça-de-área Polga enfiou uma bola para Ronaldinho que, da meia-lua, serviu a Warley. Warley limpou do lateral-direito Daniel e mandou uma bomba, que não levou perigo ao arqueiro da Macaca. Quando o cronometro atingiu os 45’, a Ponte ameaçou pela primeira vez o goleiro Danrlei. O centroavante Washington roubou uma bola do zagueiro Marinho na intermediária esquerda e, sem olhar para os companheiros de time, chutou da entrada da área por cima da baliza.

Na etapa complementar, o jogo foi outro, com a Macaca adiantando a marcação e o Grêmio tentando abrir espaços no bloqueio ponte-pretano. O grande episódio do confronto, que mudou a sorte de ambas as equipe, aconteceu aos 54’, quando o zagueiro André Santos recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Daí em diante, o Grêmio comandou a partida. O meia Itaqui, aos 60’, perdeu um gol claro, de dentro da pequena área — a bola bateu na rede, mas pelo lado de fora. Aos 71’, brilhou a estrela do craque, e foi a de Ronaldinho. O jogador cobrou uma falta, frontal, no ângulo esquerdo de Adriano e fez o gol do Grêmio e da vitória.

No gramado, só dava o Tricolor. O lateral-direito Ânderson Lima, que havia entrado no intervalo, mandou um torpedo da meia-lua que passou sobre o travessão. Dois minutos depois, o meia Rodrigo Mendes bateu uma falta, de mais de 25 metros, e a bola raspou o poste esquerdo. Aos 85’, nova falta para o Grêmio, desta vez cobrada pelo meia Zinho. Do canto esquerdo, Adriano espalmou para fora . Com um homem a menos e com o Grêmio partindo para cima, a Macaca conseguiu se defender e manter o escore baixo.” (Terra, quinta-feira, 23 Novembro de 2000, 22h24)

TORCIDA APITA PARA AJUDAR O GRÊMIO

A torcida do Grêmio decepcionou pelo número –cerca de 31 mil pessoas–, mas entusiasmou pela empolgação. Durante a partida, o estádio atordoou os jogadores da Ponte Preta cada vez que eles tocavam na bola. É que a direção distribuiu 30 mil apitos que provocaram um barulho ensurdecedor, só superado pela comemoração do gol de Ronaldinho, aos 25 minutos do segundo tempo.

Entusiasmados com a presença apenas regular de colorados no jogo com o Atlético-PR, na noite anterior, dirigentes gremistas chegaram a se entusiasmar com a possibilidade de ganhar o Gre-Nal das torcidas.

Só que o público presente ao Olímpico, embora empolgado e disposto a empurrar o time, ficou muito abaixo do esperado. Não foi nem de perto o inferno azul, projetado ao longo da semana pelo vice de futebol, Antônio Vicente Martins.

“Não sei o que aconteceu. Acho que o pessoal está mesmo sem dinheiro”, afirmou o vice presidente de administração, Juarez Aiquel, que comanda em cada partida uma equipe de 60 diretores.

Também é sua atribuição coordenar a equipe de 60 seguranças que trabalham junto às bilheterias. O dirigente estava certo em sua análise. Ao elevar, embora num percentual muito pequeno, o preço das arquibancadas –de R$ 3 para R$ 5-, o Grêmio acabou fazendo com que também o torcedor mais modesto, que não tem em casa o sistema de televisão a cabo, fugisse do estádio. As chamadas acomodações populares, ao preço de R$ 5, abrigaram poucos gremistas, bem diferente do que havia ocorrido contra o Atlético-PR e o Vasco.

O presidente José Alberto Guerreiro utilizou a cabine 9, tendo nas mãos, durante todo o tempo, um terço na cor azul. Ao seu lado, também mantendo a rotina, o vice-presidente médico, Luiz Eurico Vallandro, e os assessores Luiz Arthur Mickelberg e Sérgio Ilha Moreira. Atento ao jogo, Guerreiro nem chega a perceber qualquer movimentação que ocorra.” (Terra, sexta-feira, 24 Novembro de 2000, 08h50)

“RONALDINHO VIRA HERÓI E LEMBRA DOS RESERVAS

O atacante Ronaldinho homenageou os reservas do Grêmio com o gol que garantiu a vitória da equipe gaúcha sobre a Ponte Preta, na noite desta quinta-feira.

O jogador cobrou falta aos 26min do segundo tempo e marcou. Na comemoração, foi abraçar os jogadores do banco, principalmente Paulo Nunes. Foi seu nono gol na Copa João Havelange. “Sei como é ruim ficar de fora. Foi uma forma de dar uma força para quem está sofrendo”, afirmou o atacante.” (Terra, quinta-feira, 23 Novembro de 2000, 22h43)

“RONALDINHO EVITA RÓTULO DE ´SASSÁ MUTEMA´”

Porto Alegre – Sempre que Ronaldinho, o artilheiro do Grêmio na Copa João Havelange com nove gols – mesmo tendo ficado de fora várias rodadas devido à Olimpíada –, decide os jogos, a polêmica volta. Até que ponto o time é dependente dele nas horas decisivas, em partidas encaroçadas como contra a Ponte Preta, no Olímpico?

O gol de falta teve caráter de desabafo para o craque. Alguns repórteres de rádio se aproximaram na hora da comemoração, para registrar o que o craque estava dizendo: ouviram uma saraivada de palavrões. Ronaldinho não quer saber de cobrança para cima dele.

“Não sou salvador da pátria. Tenho cara de Sassá Mutema, por acaso?”, disse o craque.

Sassá Mutema, interpretado por Lima Duarte, era o personagem principal da novela Salvador da Pátria, exibida pela Globo no final dos anos 80.” (Terra, sábado, 25 Novembro de 2000, 05h26)

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GRÊMIO MUDA PREÇOS DOS INGRESSOS

Porto Alegre – O vice de administração do Grêmio, Juarez Aiquel, acertou ontem com os suíços da ISL, a parceira do clube, os preços dos ingressos para a partida de quinta-feira, com a Ponte Preta, no Olímpico. Haverá alterações.

Somente a cadeira lateral seguirá ao preço promocional de R$ 10 utilizado nas partidas contra Atlético-PR e Vasco. Os demais setores terão um acréscimo: a arquibancada passou de R$ 3 para R$ 5, a cadeira central de R$ 10 para R$ 15 e o acompanhante de sócio, de R$ 5 para R$ 10. Todos os ingressos de arquibancada custarão R$ 5, valor utilizado no início da Copa João Havelange apenas para o ingresso popular, atrás das goleiras.

A preocupação da direção foi manter parte da promoção depois de receber a ajuda incontestável da torcida nas partidas em que era preciso vencer em casa. Os dirigentes temem passar a impressão de que só baixam os preços para ter o apoio do torcedor na hora difícil, quando tudo parece perdido. Só que a renda dos jogos, excluída a parte dos sócios, cabe à ISL através de contrato. A empresa, entretanto, aceitou baixar os preços contra Atlético-PR e Vasco, abrindo caminho para promoções do gênero. Ontem, antes do embarque para Porto Alegre, Aiquel conversou com Guerreiro e passou boa parte do tempo ao telefone. Tudo ficou acertado ao final da tarde.

O Grêmio retornou ontem a Porto Alegre. A partida contra a Ponte Preta está marcada para as 20h30min de quinta-feira. A direção espera público superior a 40 mil pessoas.

”Agora é a hora do algo mais de dirigentes, jogadores e torcida. Precisamos do apoio de todos para vencer a Ponte e ir a Campinas em vantagem, no domingo”, disse o presidente José Alberto Guerreiro.

O regulamento da competição prevê confrontos agora nos moldes da Copa do Brasil. Os times se enfrentam em partidas de ida e volta. Se houver empate em número de pontos ao final das duas partidas, os critérios de desempate são saldo de gols, maior número de gols marcados na casa do adversário (saldo qualificado) e pênaltis.” (Terra, terça-feira, 21 Novembro de 2000, 02h53)

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Foto: Fernando Gomes (Zero Hora)

RONALDINHO MARCA, E GRÊMIO BATE A PONTE

Com um gol do atacante Ronaldinho, aos 25min do segundo tempo, o Grêmio derrotou a Ponte Preta por 1 a 0, ontem, em Porto Alegre (RS), e agora decide a vaga para as quartas-de-final da Copa João Havelange precisando apenas de um empate, no próximo domingo, em Campinas.

A Ponte Preta, equipe que teve o ataque mais eficiente na primeira fase da Copa JH, com 49 gols, jogou-se à frente no começo da partida. Não conseguiu, porém, chegar com perigo ao gol, e, aos poucos, o time gaúcho equilibrou.

O Grêmio também não fez o suficiente para ameaçar o goleiro Adriano. O primeiro tempo acabou sendo monótono, com as defesas dominando os ataques.

Quando conseguiu furar o bloqueio defensivo dos paulistas, o ataque gremista falhou muito nas finalizações. A Ponte tentou explorar os contra-ataques, mas não soube aproveitar as poucas chances proporcionadas pelo Grêmio.

Com o jogo truncado, o abuso da violência resultou em cinco cartões amarelos na primeira etapa da partida.

Uma falta violenta de André Santos sobre Warley, aos 8min do segundo tempo, resultou na expulsão do jogador da Ponte e deixou o Grêmio com a vantagem de um jogador a mais em campo.

O técnico Celso Roth aproveitou e, aos 17min, colocou o atacante Rodrigo Mendes no lugar do volante Ânderson Polga.

A pressão aumentou e, aos 25min, numa cobrança de falta, Ronaldinho acertou o ângulo do goleiro Adriano e fez o único gol da partida.

O empate no próximo jogo classifica o Grêmio. A Ponte Preta precisa vencer o jogo do próximo domingo, por pelo menos dois gols de diferença, para ficar na próxima fase da Copa JH.

O técnico da equipe de Campinas, Nelsinho Batista, disse que seu time tem plenas condições de se classificar no domingo.” (Folha de São Paulo, sexta-feira, 24 de novembro de 2000)

TOSTÃO: “Contra fatos há argumentos
No futebol brasileiro, progressivamente houve aumento do número de faltas e da violência. Na quinta-feira, Grêmio e Ponte Preta cometeram 74 faltas. A média está em torno de 55 por partida. Recorde mundial.
Não há mais faltas porque não existe mais tempo e espaço.
Fato absurdo […]” (Tostão, Folha de São Paulo, domingo, 26 de novembro de 2000)

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Foto: Mauro Vieira (Zero Hora)

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GRÊMIO: Danrlei; Patrício, Marinho, Nenê e Sandro Neves (Ânderson Lima); Polga (Rodrigo Mendes) Gavião (Eduardo Costa), Itaqui e Zinho; Ronaldinho e Warley.
Técnico: Celso Roth

PONTE: Adriano; Daniel, André Santos, Ronaldão e Wágner; Fabinho, Mineiro, Roberto e Piá; Hernani (Macedo) e Washington (Alex)
Técnico: Nelsinho Baptista

Data: 23 Novembro de 2000, quinta-feira, 20h30min
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre, RS
Público:  31.369 (27.717 pagantes)
Renda:  R$ 200.095,00
Árbitro: Luciano Augusto Almeida (FIFA/DF)
Auxiliares: Jorge Paulo Gomes e César Augusto de Oliveira
Cartões amarelos: Piá (4′), Ronaldão (15′), Marinho (20′), Sandro Neves (41′) Nenê (58′), Adriano (61′), Roberto (90′) e Mineiro (90’+1′)
Cartão vermelho: André Santos
Gol: Ronaldinho, aos 25 minutos do segundo tempo

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