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Confrontos contra o Atlético Paranaense na Copa do Brasil em Curitiba

September 4, 2019
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Andrei Vs. Jardel na Copa do Brasil de 1996 (Foto: Zero Hora)

Como já deve ser do conhecimento de todos, o Grêmio já enfrentou o Atlético em 4 edições da Copa do Brasil, tendo superado o adversário em 3 ocasiões. Nos jogos em Curitiba foram 2 vitórias, 1 empate e uma derrota, com média de público de 15.210 (13.650 pagantes).

Abaixo a relação desses jogos do tricolor como mandante, com links para fichas e fotos de cada partida.

Copa do Brasil 1996 – Oitavas – ida – Atlético-PR 1×1 Grêmio
Copa do Brasil 2013 – Semifinal – ida – Atlético-PR 1×0 Grêmio
Copa do Brasil 2016 – Oitavas – ida – Atlético-PR 0×1 Grêmio
Copa do Brasil 2017 – Quartas – Volta – Atlético-PR 2×3 Grêmio

Além desses jogos, o Grêmio também encarou o Atlético em outros dois torneios com mata-mata. Na Taça Brasil de 1959, quando venceu na Vila Capanema por 1×0 e na Copa Sul-Minas de 2002, quando empatou em 1×1 na Arena da Baixada, após perder por 5×1 no Olímpico na partida de ida da semifinal.

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Brasileirão 2019 – São Paulo 0x0 Grêmio

September 2, 2019

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Esse empate, consideradas as circunstâncias (Grêmio com time reserva e São Paulo vindo de uma sequência de vitórias, foi um resultado bem aceitável.

Acho que Renato faz bem em “iniciar” um “debate” sobre quem joga o melhor futebol no Brasil.

Últimos 10 jogos entre São Paulo x Grêmio pelo Brasileirão no Morumbi (4D, 4E, 2V). Média de público nessas dez partidas: 26.191 pagantes.

48654823097_e4748e419f_oFotos: Leo Pinheiro (Grêmio.net)

São Paulo 0x0 Grêmio

SÃO PAULO: Tiago Volpi; Juanfran (Igor Vinícius, 18/2ºT), Bruno Alves, Anderson Martins, Reinaldo; Tchê Tchê, Liziero (Igor Gomes, 31/2ºT); Antony, Daniel Alves, Everton; Vitor Bueno (Helinho, 26/2ºT)
Técnico: Cuca

GRÊMIO:Julio César; Rafael Galhardo, Paulo Miranda, David Braz e Juninho Capixaba; Thaciano, Michel; Luciano (Pepê, 21/2ºT), Luan (Darlan, 21/2ºT) e Everton; Diego Tardelli (Patrick, 40/2ºT)
Técnico: Renato Portaluppi

17ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2019
Local: Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 31 de agosto de 2019, sábado, às 11h00min
Público: 46.997 pessoas
Renda: R$ 2.948.464,00
Árbitro: Caio Max Augusto Vieira (RN)
Assistentes: Fabricio Vilarinho da Silva (GO) e Fabiano da Silva Ramires (ES)
VAR: Emerson de Almeida Ferreira (MG)
Assistentes do VAR: Pablo Ramon Goncalves Pinheiro (RN) e Flavio Gomes Barroca (RN)
Cartões Amarelos: Luciano e Antony
Cartão Vermelho: Antony (41/2ºT)

Libertadores 2019 – Palmeiras 1×2 Grêmio

August 29, 2019




Gremio x Palmeiras

De tudo que aconteceu no jogo acho importante destacar o momento que Alisson mandou seus companheiros para dentro da área antes de cobrar a falta que resultou no gol de empate tricolor. Essa ação mudou o rumo do confronto.

E pela segunda vez o Grêmio de Renato, conhecido pela posse de bola, por jogar com a bola no chão, saiu de um “buraco” graças a bola parada levantada na área.

Muito importante foi a “correção” do posicionamento de Cortez do 1º para o 2º jogo. Dudu, de fato, “não jogou”.

Também achei interessante a opção feito por Renato no segundo tempo, colocando Pepê em campo e passando Everton para o meio do ataque, deixando sua linha de frente ainda mais rápida para explorar contra-ataques.

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Gremio x Palmeiras
Fotos: Richard Callis (Jovem Pan), Eduardo Moura (Globo Esporte), Cesar Grego (S.E. Palmeiras) e Lucas Uebel (Grêmio.net)

Palmeiras 1×2 Grêmio

PALMEIRAS: Weverton; Marcos Rocha, Luan, Gustavo Gómez e Diogo Barbosa; Thiago Santos, Bruno Henrique (Raphael Veiga, 28/2ºt), Gustavo Scarpa (Zé Rafael, 20/2ºt); Dudu, Willian (Deyverson, intervalo); Luiz Adriano.
Técnico: Luiz Felipe Scolari

GRÊMIO: Paulo Victor; Leonardo Gomes, Geromel, Kannemann e Cortez; Matheus Henrique, Maicon (Rômulo, 29/1ºt); Alisson (Diego Tardelli, 36/2ºt), Jean Pyerre e Everton; André (Pepê, 18/2ºt)
Técnico: Renato Portaluppi

Libertadores 2019 – Quartas de final – jogo de volta
Data: 27 de agosto de 2019, terça-feira, 21h30min
Local: Estádio Pacaembu, em São Paulo – SP
Público: 36.081 (34.541 pagantes)
Renda: R$ 1.847.047,50
Árbitro: Néstor Pitana (ARG)
Assistentes: Hernan Maidana (ARG) e Ezequiel Brailovsky (ARG)
VAR: Daniel Fedorczuk (URU)
Cartões amarelos: Marcos Rocha; Maicon, Matheus Henrique, Jean Pyerre, Alisson e Geromel
Gols: Luiz Adriano, aos 13 minutos do 1º Tempo, Everton, aos 17 minutos do 1º Tempo, e Alisson, aos 21 minutos do 1º Tempo

Brasileirão 2019 – Grêmio 2×1 Athlético-PR

August 26, 2019

Gremio x Athletico-PR

– Média de Público do Grêmio no Brasileirão 2019:
17.131 (15.386 pagantes)

– Média de público do Grêmio na Arena na atual temporada:
24.400 (22.774 pagantes)

– Média de público do Grêmio como mandante em 2019:
23.618 (21.534 pagantes)

Gremio x Athletico-PR

Fotos: Lucas Uebel (Grêmio.net)

Grêmio 2×1 Athlético-PR

GRÊMIO: Júlio Cesar; Rafael Galhardo, Paulo Miranda, David Braz e Juninho Capixaba; Romulo, Thaciano e Luan (Darlan, aos 46/2ºT); Luciano (Patrick, aos 24/2ºT), Diego Tardelli (Michel, aos 36/2ºT) e Pepê
Técnico: Renato Portaluppi

ATHLETICO: Santos; Khellven, Lucas Halter, Léo Pereira e Márcio Azevedo (Abner, aos 40/2ºT); Wellington (Tomás Andrade, aos 23/2ºT), Bruno Guimarães e Léo Cittadini; Vitinho (Braian Romero, aos 31/2ºT), Cirino e Rony
Técnico: Tiago Nunes.

Data: 24/8/2019, sábado, 17h00min
Local: Arena do Grêmio, Porto Alegre – RS
Público: 12.748 (10.788 pagantes)
Renda: R$ 355.594,00
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo (RJ)
Auxiliares: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa (RJ) e Carlos Henrique Alves de Lima Filho (RJ)
VAR: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Cartões amarelos: Romulo, Luciano, Juninho Capixaba, Léo Pereira
Gols: Luan, aos 3 minutos do primeiro tempo; Rony, aos 2 minutos e Thaciano, aos 6 minutos do segundo tempo

 

Brasileirão 1986 – Grêmio 2×1 Atlético Paranaense

August 23, 2019
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Foto: José Ernesto (Correio do Povo)

No Brasileirão de 1986 o Grêmio fez sua estréia na competição vencendo o Atlético Paranaense no Olímpico.

Na primeira fase, passavam 8 dos 11 times de cada grupo (Grêmio terminou essa etapa em 5º lugar, um ponto e uma posição atrás do Atlético).

Renato, poucos meses depois de ter sido cortado da Copa de 1986, foi o grande destaque do jogo.

SUFOCO NO OLÍMPICO. MAS DEU GRÊMIO

Foi um verdadeiro sufoco a partida de ontem no Estádio Olímpico, na estréia do Grêmio no Campeonato Nacional. Apesar da vitória de 2 a 1 sobre o Atlético paranaense, o time do Valdir Espinosa teve sérias dificuldades, principalmente na segunda etapa. Renato, o herói do jogo, marcou um e Osvaldo outro.

Se o Grêmio foi absoluto na primeira etapa, isso não se verificou na segunda. Aos nove minutos, Agnaldo aproveitou o descuido da defesa gremista e empatou. Depois disso, o Atlético manteve a pressão. Luís Eduardo foi obrigado a calçar Agnaldo: pênalti. Mas Mazaropi defendeu.

Este fator trouxe novamente as forças ao Grêmio, e a Renato (o melhor da partida). Num escanteio, Osvaldo cabeceou forte no canto do goleiro Marola, registrando a vantagem 2 x 1, aos 25 minutos. No final, depois de garantido o placar favorável e os dois pontos, todos os jogadores do Grêmio se sentiam satisfeitos e apontavam as dificuldades do adversário.

O Grêmio não poderia ter começado melhor os seus primeiros 45 minutos de partida. Mesmo com o gramado molhado, não dando condições aos jogadores desenvolverem o seu melhor futebol, a torcida gremista pode perceber a manutenção da qualidade de sua equipe, que estava ausente há mais de 45 dias de seu estádio. Com alguns problemas de ataque logo nos primeiros 15 minutos, quando havia dificuldades de penetração na defesa do Atlético paranaense, o Grêmio aos poucos foi dominando todos os setores do campo adversário.

Renato, a grande figura desta etapa, propiciou as melhores jogadas. Deti, lateral do Atlético, envolvido pelo ponteiro, várias vezes teve que conter Renato na base da falta. Mas a primeira grande chance surgida para o Grêmio, partiu dos pés de China, que em combinação com Valdo e João Antônio, por pouco não abriu o placar.

Entretanto, aos 38 minutos, num lançamento do meio campo para Osvaldo, este entrou pelo lado esquerdo, passou por Marola e chutou sem ângulo para o gol vazio. Mas a bola encontrou o poste esquerdo. Renato, que acompanhava o lance bem posicionado, teve o trabalho apenas de empurrar a bola para o fundo das redes, estabelecendo o 1 a 0.

Antes disso, o árbitro Arnaldo César Coelho, distribuiu três cartões amarelos (Renato, Aroldo e Horlando) após uma confusão formada na entrada da grande área do Atlético. ” (Correio do Povo, quinta-feira, 4 de setembro de 1986)

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Correio de Notícias, quinta-feira, 4 de setembro de 1986

CORITIBA VENCE INTER, ATLÉTICO DERROTADO

[…]

Mesmo jogando bem, o Atlético acabou sofrendo sua segunda derrota na Copa Brasil, no estádio Olímpico. Aos 38 minutos do primeiro tempo Renato abriu o placar para o Grêmio, após uma confusão na área de Marolla. No 2º tempo, com grande atuação de Agnaldo e Mauro Madureira, o Atlético empatou aos 9 min, com um gol de Agnaldo. Aos 22 Mauro Madureira desperdiçou a grande chance Atleticana chutando um pênalti na mão do goleiro Mazaropi.

Quatro minutos depois, Osvaldo marcou o 2º gol do Grêmio, fechando o placar.” (Correio de Notícias, quinta-feira, 4 de setembro de 1986)

 

GRÊMIO ESTRÉIA COM UMA VITÓRIA DIFÍCIL
Depois de fazer um grande primeiro tempo e sair vencendo por 1×0, o Grêmio caiu de produção na fase final. Aí o Atlético do Paraná chegou ao empate. Mazaropi ainda salvou uma penalidade máxima antes que o Grêmio chegasse á vitória com um gol de Osvaldo.

Em seu primeira jogo na Copa Brasil, o o Grêmio teve dificuldades mas conseguiu uma importante vitória de 2×1 sobre o Atlético Paranaense. A vitória só veio depois que Mazaropi defendeu uma penalidade máxima mal batida por Mauro Mendonça aos 22 minutos do segundo tempo.

Depois de 45 dias sem jogar no Estádio Olímpico, o Grêmio voltou a se apresentar diante de sua torcida, com muita disposição E Renato estava com tanta vontade que foi, disparada-mente, o melhor jogador da partida. Antes de chegar à aber-tura do placar , o Grêmio teve duas chances desperdiçadas por Renato aos 8 e 21 minutos, em jogadas individuais, que terminaram com boas defesas de Marola. João Antônio também teve uma chance de gol, depois de um cruzamento de Raul da direita, mas ele concluiu pela linha de fundo.

Aos 38 minutos, a defesa do Atlético reclamou impedimento, que o árbitro não marcou. Então Osvaldo invadiu a área. driblou Marola e chutou no poste. No rebote, Renato fez o gol sem problemas. Ainda no primeiro tempo, aos 42, numa triangulação perfeita com Valdo e China. João Antônio quase marcou o segundo gol. E o Atlético não teve nenhuma chance nessa etapa.

No segundo tempo, houve uma inversão de papéis, apesar do Grêmio ter criado uma boa situação logo aos cinco minutos, quando Renato tabelou com Osvaldo e cruzou para Caio Júnior cabecear com perigo.

Aí o Atlético passou a tomar conta do jogo. Aos nove minutos após um lançamento de Mauro Madureira, Agnaldo tirou Mazaropi da jogada e fez o gol de empate. Seis minutos depois, Valtair cruzou da direita. Mazaropi salvou e Agnaldo apanhou o rebote e concluiu com perigo , sobre o gol.

Com o Grêmio todo na defesa, o Atlético ainda foi beneficiado com uma penalidade máxima aos 22 minutos, cometida por Luís Eduardo em Agnaldo. Mauro Madureira cobrou, fraco, e Mazaropi fez uma grande defesa.

A penalidade máxima defendida por Mazaropi deu novo ânimo ao time do Grêmio, que passou a ter apoio da torcida. Três minutos depois, Renato cobrou escanteio da esquerda para Os-valdo, de cabeça. fazer um bonito gol e confirmar a vitória do Grêmio. Depois o time de Espinosa ainda teve outra chance com Caio Júnior , mas não saiu o terceiro gol.” (Pioneiro, quinta-feira, 4 de setembro de 1986)

 

Grêmio 2×1 Atlético Paranaense

GRÊMIO: Mazaropi; Raul (Caio), Baidek, Luiz Eduardo e Casemiro; China, João Antônio e Bonamigo; Renato Portaluppi, Osvaldo e Valdo.
Técnico: Valdir Espinosa

ATLÉTICO: MarolLa; Bruno, Orlando Fumaça, Beto e Haroldo: Deti, Roberto e Mauro Madureira; Marquinhos (Gílson Bonfim, Agnaldo e Valtair
Técnico: Levir Culpi

Brasileirão 1986 – 1ª Fase – Grupo B
Data: 03 de setembro de 1986, quarta-feira, 21h00min
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre-RS, BRA
Público: 11.987
Renda: Cz$ 263.995,00
Árbitro: Arnaldo Cezar Coelho
Auxiliares: Aloísio Felisberto e André Campos Silva
Cartões Amarelos: João Antônio, Renato, Orlando Fumaça, Beto e Haroldo
Gols: Renato, aos 38 minutos do 1º tempo; Agnaldo, aos 9 minutos e Osvaldo, aos 25 minutos do 2º tempo

Libertadores 2019 – Grêmio 0x1 Palmeiras

August 21, 2019

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Os números do SofaScore (colados abaixo) mostram como o Palmeiras foi muito mais efetivo, mesmo com o Grêmio tendo superioridade em diversos índices importantes (Importantes, mas não necessariamente se traduzem em melhor execução do seu modelo de jogo).

O gol de Gustavo Scarpa (que poderia/deveria ter sido evitado por Jean Pyerre e Paulo Victor) só acentuou a dinâmica do jogo. O Grêmio ficava com a bola, procurava ditar o ritmo, mas faltava inspiração e faltava punch no campo de ataque. O Palmeiras ficou bastante confortável para manter a sua proposta inicial, que era proteger a sua área e “especular” em contra-ataques.

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Renato tem muita convicção no seu esquema, mas será que o Grêmio não poderia/deveria ter alguma alternativa para situações (como a de ontem) em que esse jogo de troca de passes e valorização da posse de bola não flui como esperado?

Luan não faz grande temporada, mas ainda assim considero um erro ele sequer ter entrado em campo no decorrer da partida.

– Média de Público do Grêmio na Libertadores 2019:
36.970 (34.402 pagantes)

– Média de público do Grêmio na Arena na atual temporada:
24.906 (22.774 pagantes)

– Média de público do Grêmio como mandante em 2019:
24.071 (21.981 pagantes)

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Fotos: Wesley Santos, Fabiano do Amaral e Mauro Schaefer (Correio do Povo)

Grêmio 0x1 Palmeiras

GRÊMIO: Paulo Victor; Leonardo Gomes, Geromel, Kannemann e Cortez (Juninho Capixaba); Matheus Henrique, Maicon, Everton, Jean Pyerre e Alisson (Luciano); André (Diego Tardelli)
Técnico: Renato Portaluppi

PALMEIRAS: Weverton; Marcos Rocha, Luan, Gustavo Gómez e Diogo Barbosa; Felipe Melo, Bruno Henrique, Gustavo Scarpa (Raphael Veiga), Willian e Dudu; Luiz Adriano
Técnico: Luiz Felipe Scolari

Libertadores 2019 – Quartas de final – Jogo de ida
Data: 20 de agosto de 2019, terça-feira, 21h30min
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre – RS
Público: 47.852 (44.967 pagantes)
Renda: R$ 2.686.970,00
Árbitro: Patricio Loustau (ARG)
Assistentes: Juan Belati (ARG) e Diego Bonfa (ARG)
VAR: Mauro Vigliano (ARG)
Cartões amarelos: Kannemann ; Felipe Melo, Thiago Santos
Cartão vermelho: Felipe Melo (34/2ºT)
Gol: Gustavo Scarpa, aos 30 minutos do 1º tempo

Brasileirão 2019 – Grêmio 1×1 Palmeiras

August 20, 2019

Gremio x Palmeiras

– Média de Público do Grêmio no Brasileirão 2019:
17.758 (16.042 pagantes)

– Média de público do Grêmio na Arena na atual temporada:
23.863 (21.765 pagantes)

– Média de público do Grêmio como mandante em 2019:
22.467 (20.453 pagantes)

Gremio x Palmeiras

Fotos: Lucas Uebel (Grêmio.net)

Grêmio 1×1 Palmeiras

GRÊMIO: Julio César; Léo Moura (Luciano, 32/2ºT), Paulo Miranda, David Braz e Cortez; Rômulo, Darlan (Patrick, intervalo); Thaciano, Luan (Everton, 27/2ºT) e Pepê; Diego Tardelli
Técnico: Renato Portaluppi

PALMEIRAS: Weverton; Mayke (Marcos Rocha, 9/2ºT), Antonio Carlos, Gustavo Gómez, Victor Luís; Thiago Santos, Matheus Fernandes (Bruno Henrique, 18/2ºT); Dudu (Ramires, 32/2ºT), Raphael Veiga, Hyoran; Borja
Técnico: Luiz Felipe Scolari

15ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2019
Data: 17 de agosto de 2019, sábado, 21h00min
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre-RS
Público: 14.777 (12.897 pagantes)
Renda: R$ 485.858,00
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhaes (RJ)
Assistentes: Luiz Claudio Regazone e Silbert Faria Sisquim (RJ)
Árbitro de vídeo: Emerson de Almeida Ferreira (MG)
Gols: Dudu, aos 13 minutos do 1º tempo; David Braz, aos 42 minutos do 2º tempo

Robertão 1967 – Grêmio 1×1 Palmeiras

August 16, 2019
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Foto: Correio do Povo

No quadrangular final do Robertão de 1967, Grêmio e Palmeiras empataram em 1×1 no Olímpico, com os visitantes marcando o seu gol no último lance da partida. O empate no apagar das luzes deixou o tricolor na última posição do grupo, enquanto o alvi-verde ficou na primeira posição, da qual não saiu até garantir o título na última rodada.

É válido lembrar que nessa primeira edição do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, bem como no ano seguinte, Grêmio e Inter fizeram todos seus jogos como mandantes no Olímpico. O Rodrigo Cardia fez um excelente post sobre o este episódio, que acabou sendo esmiuçado em um capítulo da sua monografia.

Recomendo a leitura integral de ambos. Abaixo segue um pequeno trecho do material por ele produzido:

“Em 1967, pela primeira vez a dupla Gre-Nal participava do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, que reunia os maiores clubes cariocas e paulistas desde 1950, e que em 1967 foi estendido a Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. O torneio, disputado até 1970, foi o “embrião” do Campeonato Brasileiro, que foi realizado pela primeira vez em 1971.

Como o critério para a participação no “Robertão” para os clubes de fora do eixo Rio-São Paulo era o convite – a princípio seriam convidados apenas os clubes mineiros, visto que as viagens a Belo Horizonte não eram dispendiosas para cariocas e paulistas – era preciso que as partidas em Porto Alegre fossem rentáveis, para que a dupla Gre-Nal continuasse a ser convidada para o “Robertão”. Os dois clubes jogavam no Olímpico, visto que o Inter ainda não tinha um estádio em condições de sediar jogos importantes – o Beira-Rio seria inaugurado somente em 1969.

Para obterem boas rendas, os clubes decidiram adotar o sistema de caixa único, e foi também conclamada uma união entre as duas torcidas para o “Robertão”, pela “afirmação do futebol gaúcho”. Surgia assim a “Torcida Gre-Nal”.

Parecia maluquice, mas a idéia vingou! Gremistas iam aos jogos do Inter e apoiavam o time vermelho, e colorados iam às partidas do Grêmio e apoiavam o Tricolor. E a união deu certo: os dois clubes se classificaram para o quadrangular final, junto com Corinthians e Palmeiras (que foi o campeão). O Inter foi vice-campeão, e o Grêmio acabou em quarto lugar.”

Na primeira fase, o Grêmio havia vencido o Palmeiras em casa por 2×0.

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GRÊMIO CASTIGADO COM O EMPATE
Palmeiras salvou-se no último momento

Foi uma lástima mas aconteceu. Quando a torcida preparava-se para saudar uma memorável façanha do futebol gaúcho, a fatalidade entrou em cena e tudo ficou tão semente no episódio do Pacaembu, onde o Internacional foi o herói. O Grêmio não perdeu para o Palmeiras no Olímpico. Mas o 1×1 teve um sabor amargo de derrota para o penta. Porque não se pode fugir: o resultado foi tremendamente injusto para o elenco tricolor. O Palmeiras, tática e tecnicamente, jamais conseguiu fazer frente ao Grêmio no curso dos 90 minutos. Aquela vantagem mínima, na expressão dos números que o penta levou até ao apagar das luzes, já era um contraste flagrante pelo que se via em campo. Faltava tão semente o azar fazer das suas. E êle veio da forma mais berrante possível, porque não deu a mínima chance sequer para o injustiçado tentar uma reação. De qualquer forma, os resultados serviram para comprovar que os gaúchos estão nesta final do “Gomes Pedrosa” como fórças reais e não por acaso. Não fôsse aquela lamentável indecisão de Ari e Alberto, no fatídico lance dos 89m12 de jogo, o Palmeiras não estaria agora isolado lá na frente da tabela. Tudo começaria de nôvo, com os de lá e os de cá iguais, na luta pelo título máximo.

GRÊMIO ABSOLUTO

O quadro gremista entrou em campo com uma escalação que aparentava preocupação mais defensiva. Mas isso jamais aconteceu. Ante um Palmeiras que foi à luta amedrontado e pensando no empate, os tricolores tomaram conta da partida na base de um acionar agressivo. Êsse panorama foi tônica de quase todo o jôgo. Alberto acabou sendo notado e de forma triste — naquele trágico final de ações, uma vez que a zaga, gremista, soberana e clássica, tranqüilamente amordaçava as poucas tentativas de invasão de um ataque “capenga”, como soube ser o do Palmeiras. Tão eficiente era o labor de Everaldo, Ari e Paulo Souza que até os pecados de Altemir pela direita não representaram maiores dissabores. No meio de campo, mesmo com “cortina” palmeirense ali plantada, o setor gremista movimentou-se com invulgar brilho, embora sem uma peça de inegável valia como é Sérgio Lopes. O veterano Oléo, manobrando com extraordinária, capacidade, levou junto Áureo — deficiente apenas nos lançamentos — e teve em Babá e as vezes João Severiano, eméritos colaboradores. Faltou para o Grêmio apenas os golos para traduzir tanta superioridade. Não por falta de oportunidades. Porque elas foram criadas em boa dose e, inclusive, em três ou mais vezes, de forma cristalina, em que pese a irregularidade de Alcindo no confronto com os demais companheiros. Antes do 1×0, Volmir — mesmo vigiado por dois, já que Suingue foi à campo para ajudar D. Santos —por diversas vezes colocou em pânico a defesa palmeirense e numa delas atirou na trave, com Perez já batido. João Severiano. numa desviada de cabeça sensacional, proporcionou ao excelente arqueiro Perez uma intervenção ainda mais espetacular. E quando o 1×0 já estava escrito, João Severiano escapou e voltou a carimbar o travessão, quando tudo parecia consumado.

EMPATE CHEGAVA

Dizendo que o Palmeiras manteve na frente apenas dois homens (César e Dario) fica bem caracterizada as intenções com que o campeão paulista foi a campo para enfrentar o Grêmio. E nem sofrendo o tento, o Palmeiras teve fôrças próprias para buscar o acionar mais ofensivo, porque aquela agressividade maior, apresentada pelo quadro de Aimoré Moreira no final, nasceu mais por urna conseqüência de atitude do adversário: o Grêmio diminuiu o ritmo de frente em favor de um cuidado mais defensivo. Entretanto, no cômputo geral, o alviverde paulista andou sempre num 4-4-2. Na meia cancha, além de Ademir da Guia — por sinal deficiente — e Dudu, estavam sempre Rinaldo e Suingue, que, de atacante, tinha sômente o 8 nas costas. Quando a supremacia gremista no importante setor mais transparecia, o técnico paulista tirou Ademir e colocou Zequinha, numa tentativa vã para buscar o equilíbrio, já que não passou muito tempo para o Grêmio marcar e estabelecer a verdade dentro das quatro linhas. Uma realidade que acabou sendo desfeita, mais por culpa exclusiva do próprio Grêmio do que por méritos do adversário. E o destino escolheu Alberto como instrumento para um final ilógico e que, normalmente, jamais aconteceria.

OS TENTOS

O Grêmio fêz o 1×0 aos 75 minutos de ações. Everaldo patrocinou espetacular “rush”, que terminou na área palmeirense. Alcindo arrematou nas costas de um contrário e no rebote fêz a cruzada para Joao Severiano. Êste, na altura do penalti, alvejou sem apelação. Aos 89m e meio aconteceu a fatídica “bobeada” na área gremista e que deu o empate ao Palmeiras. Dudu lançou despretenciosamente a bola para a esquerda. César partiu e Ari ficou esperando que Alberto entrasse em ação, já, que o lance estava todo para o arqueiro. Alberto saiu mas parou no meio do caminho! Cesar, sem perda de tempo, cruzou por cima do arqueiro, para entrar João Daniel, que, de bico de botina, acertou o arco desguarnecido.

OUTROS DETALHES

A arbitragem de Romualdo Arpi Filho, sem influir no resultado do jôgo, deixou algo a desejar. Foi complascente com “cêra” dos palmeirenses mas agiu diferente quando os gremistas utilizaram o mesmo expediente. Ao final não deu desconto algum para um jogo, cheio de interrupções. O apitador acabou expulsando Ferrari (discussão com auxiliar J. C. Ferrari), mas logo terminou a partida. Nas laterais, Djalma Moura destoou na marcação de impedimentos, mas João Carlos Ferrari andou acertado. A arrecadação foi de NCr$ 36.903,50.” (Correio do Povo, 30 de maio de 1967)

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1×1 NO MAIOR CRIME DO RGP
Grêmio foi dono do jogo

Embora num turno final onde jogam as quatro melhores equipes do Brasil, qualquer resultado deva ser recebido sem surprêsa, a grande verdade é que o Palmeiras cometeu domingo, no Olímpico, o “crime” do Gomes Pedrosa, empatando com o Grêmio, pelo marcador de 1 a 1, num prélio em que o elenco campeão paulista deu mostras, desde o primeiro minuto que se sentia inferiorizado ante o pentacampeão gaúcho tanto assim que ao iniciar o cotejo colocava-se em rígida “retranca’, atuando para não perder como que sabendo não possuir condições para ganhar o jôgo.

Foi o jôgo mais fácil para o Grêmio, desde o início e, paradoxalmente, aquele cujo resultado mais desgostou a torcida gaúcha que, a estas horas, não fora aquele tento palmeirense no período de descontos estaria festejando invejável situação de liderança, ainda que ao lado da dupla paulista.

Sabendo que o adversário estava entregue, o quadro gremista jogou tranquilo na primeira etapa, sem, que o arco de Alberto sofresse qualquer assedio e. ainda, dando-se ao luxo de perder dois ou três lances de gol, salvos pela atuação novamente extraordinária do arqueiro Perez.

No período final, sentindo que o tento da vitória estava germinando, o Grêmio foi para cima do Palmeiras e mesmo com a equipe bandeirante usando de os expedientes para truncar o jogo e manter o empate, surgiu o gol, obra de JOÃOZINHO, desviando para as rêdes um chute de Alcindo que ia sair do outro lado da meta de Perez. Decorriam então trinta minutos de jogo e, ainda que pareça impossível, foi aí que o Grêmio perdeu o jôgo, em nossa opinião.

Com o escore de um a zero e sabendo que o Palmeiras buscaria desesperadamente o empate, o elenco tricolor deveria manter a ofensiva, inclusive retirando Joãozinho e Alcindo, que estavam esgotado um e batido outro, para manter preocupado o setor defensivo visitante. Tal não aconteceu, porém, A vos do túnel ouviu-se para nós erradamente, A ordem de Froner foi recuar para garantir a vantagem. Em futebol, entretanto — e isto o treinador gremista tem obrigação de saber — quanto mais tempo o seu ataque permanecer nas proximidades do arco do Palmeiras, menos possibilidades terá o ataque palmeirense de chegar até o arco de Alberto. Lógico, não?

Caindo na defensiva e com os homens de frente totalmente parados, o Grêmio favoreceu o trabalho da meia-cancha alvi-verde e os quinze minuto finais foram dramáticos, pois Aimoré Moreira mais expedito, colocou em campo três jogadores “inteiros” fisicamente e estes se encarregaram de levar e pânico ao setor defensivo tricolor. Isto feito e para corroborar sem contestação plausível a nossa tese, surgiu o gol que tirou do Grêmio o sabor da liderança. Uma bola, das multas lançadas neste final para a área gremista provocou instantes de indecisão entre Alberto e Ari Hericilio, dando oportunidade ao comandante Cesar de desviar para o lado direito onde JOÃO DANIEL, que entrava sozinho atirou para as redes desguarnecidas, sem apelação. Estava selada a sorte do cotejo.
A bola voltou ao centro do campo e o árbitro apenas teve tempo de expulsar o lateral Ferrari por ofensas ao bandeirinha e logo deu por encerrado o cotejo.

Romualdo Arpi Filho sem reprisar suas atuações anteriores, dirigiu o cotejo, auxiliado por Djalma Moura e João Carlos Ferrari. Seus pecados maiores foram permitir a “cera” em excesso dos visitantes sem de pois descontar o tempo de paralisação do jogo e não ter expulsado de campo, no primeiro tempo, o lateral Ferrari que ofendeu ao “bandeirinha” com palavras de baixo calão. Se expulsou o defensor palmeirense no fim do jogo, pelo mesmo motivo, por que então não o fez no primeiro tempo?

A renda chegou apenas aos 36.903.50 cruzeiros novos, o que provou que a torcida rubra esteve ausente, já que não tinha interesse direto no resultado e, com o aumento do preço dos ingressos precisara guardar o “tutu* para os jogos de seu clube contra o Grêmio e o Corinthians na próxima semana. ” (Diário de Notícias, 30 de maio de 1967)

1967 gremio 1x1 palmeiras tv piratini

Grêmio 1×1 Palmeiras

GRÊMIO: Alberto, Altemir, Ari Ercílio, Paulo Souza e Everaldo; Áureo e Cléo; Babá, João Severiano, Alcindo e Volmir
Técnico: Carlos Frôner

PALMEIRAS: Pérez, Djalma Santos, Baldochi, Minuca e Ferrari; Dudu e Ademir da Guia (Zequinha, 13/2°T); Dario, Suingue (Zico, 35/2°T), César Maluco e Rinaldo (João Daniel, 30/2°T)
Técnico: Aymoré Moreira

Torneio Roberto Gomes Pedrosa 1967 – Quadrangular Final – 3ª Rodada
Data: 28 de maio de 1967, domingo
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre – RS
Renda: NCr$ 36.903,50
Árbitro: Romualdo Arppi Filho (SP)
Auxiliares: Djalma Moura e João Carlos Ferrari
Expulsão: Ferrari 45 minutos do 2° Tempo.
Gols: Joãozinho Severiano aos 31 minutos e João Daniel, aos 44 minutos do 2° tempo.

Copa do Brasil 2019 – Grêmio 2×0 Athlético Paranaense

August 15, 2019

2019 ricardo giusti cp andre

O Grêmio conseguiu uma importante (e justa) vantagem na partida de ida da semifinal da Copa do Brasil. André abriu o marcador no primeiro tempo (aproveitando a mais difícil das três grandes chances que teve) e Jean Pyerre decretou o 2×0 com numa belíssima cobrança de falta aos 27 minutos da etapa final.

Jean Pyerre foi muito inteligente na cobrança da falta, mas eu reclamaria da barreira e da demora na reação do goleiro caso fosse torcedor do adversário.

Matheus Henrique jogou demais ontem. Pra mim foi o melhor em campo. Seguido de perto de Geromel e Kannemann (ressaltando a dupla de zaga tricolor jogou bastante exposta em virtude do posicionamento mais adiantado dos demais jogadores).

Em compensação a atuação do Lucho Gonzalez mostra que a idade afeta até os atletas mais renomados (obviamente é preciso fazer a ressalva que a função de acompanhar Everton quando ele sai da lateral para “dentro” do campo é bem complicada.)

Gremio x Athletico-PR2019 ricardo giusti cp jp

O público de ontem foi o pior das quatro semifinais de Copa do Brasil que o Grêmio disputou até hoje na Arena (9º entre as 14 semifinais que o Grêmio jogou desde 1989). Por outro lado foi o terceiro melhor público do Grêmio na Arena em 2019 (ficando atrás dos dois Gre-Nais pelo Gauchão).

– Média de público do Grêmio na Arena na atual temporada:
24.296 (22.187 pagantes)

– Média de público do Grêmio como mandante em 2019:
23.413 (21.349 pagantes)

– Média de público do Grêmio na Copa do Brasil 2019:
31.256 (28.803 pagantes)

– Média de público do Grêmio na Copa do Brasil desde 1989
23.522 pagantes

– Média de Público contra o Atlético-PR em jogos da Copa do Brasil:
31.645 (28.871 pagantes)

– Média de público do Grêmio na Copa do Brasil na Arena
31.069 (28.730 pagantes)

– Média de público do Grêmio em semifinais de Copa do Brasil desde 1989
38.632 pagantes

– Média de público do Grêmio em semifinal de Copa do Brasil na Arena
46.161 (42.702 pagantes)

Gremio x Athletico-PR
Fotos: Ricardo Giusti (Correio do Povo) e Lucas Uebel (Grêmio.net)

Grêmio 2×0 Athlético Paranaense

GRÊMIO: Paulo Victor; Leonardo Gomes, Geromel, Kannemann e Cortez; Matheus Henrique, Maicon (Luan, 34/2ºT); Alisson, Jean Pyerre (Thaciano, 32/2ºT) e Everton; André (Tardelli, 23/2ºT)
Técnico: Renato Portaluppi

ATHLETICO-PR: Santos; Jonathan, Lucas Halter, Léo Pereira, Márcio Azevedo; Wellington; Marcelo Cirino, Bruno Guimarães, Lucho González (Bruno Nazário, 30/2ºT), Rony; Marco Ruben (Nikão, 20/2ºT)
Técnico: Tiago Nunes

Copa do Brasil 2019 – Semifinal – Jogo de ida
Data: 14/08/2019, quarta-feira, às 21h30min
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre – RS
Público: 43.280 (40.175 pagantes)
Renda: R$ 1.931.786,00
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Auxiliares: Alessandro Rocha Matos (BA) e Rodrigo Henrique Correa (RJ)
VAR: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Cartões amarelos: Kannemann, Everton; Rony, Léo Pereira
Gols: André, aos 24 minutos do primeiro tempo; Jean Pyerre, aos 27 minutos do segundo tempo

Confrontos contra o Atlético Paranaense na Copa do Brasil

August 13, 2019

Como já deve ser do conhecimento de todos, o Grêmio já enfrentou o Atlético em 4 edições da Copa do Brasil, tendo superado o adversário em 3 ocasiões. Nos jogos em Porto Alegre foram 2 vitórias, 1 empate e uma derrota, com média de público de 28.736 (26.045 pagantes).

Abaixo a relação desses jogos do tricolor como mandante, com links para fichas e fotos de cada partida.

• Copa do Brasil 1996 – Oitavas – Volta – Grêmio 3×0 Atlético-PR
Copa do Brasil 2013 – Semifinal – Volta – Grêmio 0x0 Atlético-PR
• Copa do Brasil 2016 – Oitavas – Volta – Grêmio 0x1 Atlético (4×3)
• Copa do Brasil 2017 – Quartas – Ida – Grêmio 4×0 Atlético-PR

 

Além desses jogos, o Grêmio também encarou o Atlético em outros dois torneios com mata-mata. Na Taça Brasil de 1959, quando venceu em casa por 1×0 e na Copa Sul-Minas de 2002, quando foi goleado por 5×1 no Olímpico na partida de ida da semifinal.

 

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Na sequência algumas estatísticas de público do Grêmio como mandante.

 

– Média de Público contra o Atlético-PR em jogos da Copa do Brasil:
28.736 (26.045 pagantes)

– Média de público do Grêmio na Arena na atual temporada:
23.347 (21.288 pagantes)

– Média de público do Grêmio como mandante em 2019:
22.467 (20.453 pagantes)

– Média de público do Grêmio na Copa do Brasil 2019:
25.244 (23.117 pagantes)

– Média de público do Grêmio na Copa do Brasil desde 1989
23.333 pagantes

– Média de público do Grêmio na Copa do Brasil na Arena
30.427 (28.128 pagantes)

– Média de público do Grêmio em semifinais de Copa do Brasil desde 1989
38.514 pagantes

– Média de público do Grêmio em semifinal de Copa do Brasil na Arena
46.725 (43.544 pagantes)