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Brasileirão 2019 – Grêmio 1×1 Palmeiras

August 20, 2019

Gremio x Palmeiras

– Média de Público do Grêmio no Brasileirão 2019:
17.758 (16.042 pagantes)

– Média de público do Grêmio na Arena na atual temporada:
23.863 (21.765 pagantes)

– Média de público do Grêmio como mandante em 2019:
22.467 (20.453 pagantes)

Gremio x Palmeiras

Fotos: Lucas Uebel (Grêmio.net)

Grêmio 1×1 Palmeiras

GRÊMIO: Julio César; Léo Moura (Luciano, 32/2ºT), Paulo Miranda, David Braz e Cortez; Rômulo, Darlan (Patrick, intervalo); Thaciano, Luan (Everton, 27/2ºT) e Pepê; Diego Tardelli
Técnico: Renato Portaluppi

PALMEIRAS: Weverton; Mayke (Marcos Rocha, 9/2ºT), Antonio Carlos, Gustavo Gómez, Victor Luís; Thiago Santos, Matheus Fernandes (Bruno Henrique, 18/2ºT); Dudu (Ramires, 32/2ºT), Raphael Veiga, Hyoran; Borja
Técnico: Luiz Felipe Scolari

15ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2019
Data: 17 de agosto de 2019, sábado, 21h00min
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre-RS
Público: 14.777 (12.897 pagantes)
Renda: R$ 485.858,00
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhaes (RJ)
Assistentes: Luiz Claudio Regazone e Silbert Faria Sisquim (RJ)
Árbitro de vídeo: Emerson de Almeida Ferreira (MG)
Gols: Dudu, aos 13 minutos do 1º tempo; David Braz, aos 42 minutos do 2º tempo

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Robertão 1967 – Grêmio 1×1 Palmeiras

August 16, 2019
1967 gremio 1x1 palmeiras volmir baldocchi alcindo perez cp c

Foto: Correio do Povo

No quadrangular final do Robertão de 1967, Grêmio e Palmeiras empataram em 1×1 no Olímpico, com os visitantes marcando o seu gol no último lance da partida. O empate no apagar das luzes deixou o tricolor na última posição do grupo, enquanto o alvi-verde ficou na primeira posição, da qual não saiu até garantir o título na última rodada.

É válido lembrar que nessa primeira edição do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, bem como no ano seguinte, Grêmio e Inter fizeram todos seus jogos como mandantes no Olímpico. O Rodrigo Cardia fez um excelente post sobre o este episódio, que acabou sendo esmiuçado em um capítulo da sua monografia.

Recomendo a leitura integral de ambos. Abaixo segue um pequeno trecho do material por ele produzido:

“Em 1967, pela primeira vez a dupla Gre-Nal participava do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, que reunia os maiores clubes cariocas e paulistas desde 1950, e que em 1967 foi estendido a Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. O torneio, disputado até 1970, foi o “embrião” do Campeonato Brasileiro, que foi realizado pela primeira vez em 1971.

Como o critério para a participação no “Robertão” para os clubes de fora do eixo Rio-São Paulo era o convite – a princípio seriam convidados apenas os clubes mineiros, visto que as viagens a Belo Horizonte não eram dispendiosas para cariocas e paulistas – era preciso que as partidas em Porto Alegre fossem rentáveis, para que a dupla Gre-Nal continuasse a ser convidada para o “Robertão”. Os dois clubes jogavam no Olímpico, visto que o Inter ainda não tinha um estádio em condições de sediar jogos importantes – o Beira-Rio seria inaugurado somente em 1969.

Para obterem boas rendas, os clubes decidiram adotar o sistema de caixa único, e foi também conclamada uma união entre as duas torcidas para o “Robertão”, pela “afirmação do futebol gaúcho”. Surgia assim a “Torcida Gre-Nal”.

Parecia maluquice, mas a idéia vingou! Gremistas iam aos jogos do Inter e apoiavam o time vermelho, e colorados iam às partidas do Grêmio e apoiavam o Tricolor. E a união deu certo: os dois clubes se classificaram para o quadrangular final, junto com Corinthians e Palmeiras (que foi o campeão). O Inter foi vice-campeão, e o Grêmio acabou em quarto lugar.”

Na primeira fase, o Grêmio havia vencido o Palmeiras em casa por 2×0.

1967 gremio 1x1 palmeiras chamada guaiba

1967 gremio 1x1 palmeiras folha

GRÊMIO CASTIGADO COM O EMPATE
Palmeiras salvou-se no último momento

Foi uma lástima mas aconteceu. Quando a torcida preparava-se para saudar uma memorável façanha do futebol gaúcho, a fatalidade entrou em cena e tudo ficou tão semente no episódio do Pacaembu, onde o Internacional foi o herói. O Grêmio não perdeu para o Palmeiras no Olímpico. Mas o 1×1 teve um sabor amargo de derrota para o penta. Porque não se pode fugir: o resultado foi tremendamente injusto para o elenco tricolor. O Palmeiras, tática e tecnicamente, jamais conseguiu fazer frente ao Grêmio no curso dos 90 minutos. Aquela vantagem mínima, na expressão dos números que o penta levou até ao apagar das luzes, já era um contraste flagrante pelo que se via em campo. Faltava tão semente o azar fazer das suas. E êle veio da forma mais berrante possível, porque não deu a mínima chance sequer para o injustiçado tentar uma reação. De qualquer forma, os resultados serviram para comprovar que os gaúchos estão nesta final do “Gomes Pedrosa” como fórças reais e não por acaso. Não fôsse aquela lamentável indecisão de Ari e Alberto, no fatídico lance dos 89m12 de jogo, o Palmeiras não estaria agora isolado lá na frente da tabela. Tudo começaria de nôvo, com os de lá e os de cá iguais, na luta pelo título máximo.

GRÊMIO ABSOLUTO

O quadro gremista entrou em campo com uma escalação que aparentava preocupação mais defensiva. Mas isso jamais aconteceu. Ante um Palmeiras que foi à luta amedrontado e pensando no empate, os tricolores tomaram conta da partida na base de um acionar agressivo. Êsse panorama foi tônica de quase todo o jôgo. Alberto acabou sendo notado e de forma triste — naquele trágico final de ações, uma vez que a zaga, gremista, soberana e clássica, tranqüilamente amordaçava as poucas tentativas de invasão de um ataque “capenga”, como soube ser o do Palmeiras. Tão eficiente era o labor de Everaldo, Ari e Paulo Souza que até os pecados de Altemir pela direita não representaram maiores dissabores. No meio de campo, mesmo com “cortina” palmeirense ali plantada, o setor gremista movimentou-se com invulgar brilho, embora sem uma peça de inegável valia como é Sérgio Lopes. O veterano Oléo, manobrando com extraordinária, capacidade, levou junto Áureo — deficiente apenas nos lançamentos — e teve em Babá e as vezes João Severiano, eméritos colaboradores. Faltou para o Grêmio apenas os golos para traduzir tanta superioridade. Não por falta de oportunidades. Porque elas foram criadas em boa dose e, inclusive, em três ou mais vezes, de forma cristalina, em que pese a irregularidade de Alcindo no confronto com os demais companheiros. Antes do 1×0, Volmir — mesmo vigiado por dois, já que Suingue foi à campo para ajudar D. Santos —por diversas vezes colocou em pânico a defesa palmeirense e numa delas atirou na trave, com Perez já batido. João Severiano. numa desviada de cabeça sensacional, proporcionou ao excelente arqueiro Perez uma intervenção ainda mais espetacular. E quando o 1×0 já estava escrito, João Severiano escapou e voltou a carimbar o travessão, quando tudo parecia consumado.

EMPATE CHEGAVA

Dizendo que o Palmeiras manteve na frente apenas dois homens (César e Dario) fica bem caracterizada as intenções com que o campeão paulista foi a campo para enfrentar o Grêmio. E nem sofrendo o tento, o Palmeiras teve fôrças próprias para buscar o acionar mais ofensivo, porque aquela agressividade maior, apresentada pelo quadro de Aimoré Moreira no final, nasceu mais por urna conseqüência de atitude do adversário: o Grêmio diminuiu o ritmo de frente em favor de um cuidado mais defensivo. Entretanto, no cômputo geral, o alviverde paulista andou sempre num 4-4-2. Na meia cancha, além de Ademir da Guia — por sinal deficiente — e Dudu, estavam sempre Rinaldo e Suingue, que, de atacante, tinha sômente o 8 nas costas. Quando a supremacia gremista no importante setor mais transparecia, o técnico paulista tirou Ademir e colocou Zequinha, numa tentativa vã para buscar o equilíbrio, já que não passou muito tempo para o Grêmio marcar e estabelecer a verdade dentro das quatro linhas. Uma realidade que acabou sendo desfeita, mais por culpa exclusiva do próprio Grêmio do que por méritos do adversário. E o destino escolheu Alberto como instrumento para um final ilógico e que, normalmente, jamais aconteceria.

OS TENTOS

O Grêmio fêz o 1×0 aos 75 minutos de ações. Everaldo patrocinou espetacular “rush”, que terminou na área palmeirense. Alcindo arrematou nas costas de um contrário e no rebote fêz a cruzada para Joao Severiano. Êste, na altura do penalti, alvejou sem apelação. Aos 89m e meio aconteceu a fatídica “bobeada” na área gremista e que deu o empate ao Palmeiras. Dudu lançou despretenciosamente a bola para a esquerda. César partiu e Ari ficou esperando que Alberto entrasse em ação, já, que o lance estava todo para o arqueiro. Alberto saiu mas parou no meio do caminho! Cesar, sem perda de tempo, cruzou por cima do arqueiro, para entrar João Daniel, que, de bico de botina, acertou o arco desguarnecido.

OUTROS DETALHES

A arbitragem de Romualdo Arpi Filho, sem influir no resultado do jôgo, deixou algo a desejar. Foi complascente com “cêra” dos palmeirenses mas agiu diferente quando os gremistas utilizaram o mesmo expediente. Ao final não deu desconto algum para um jogo, cheio de interrupções. O apitador acabou expulsando Ferrari (discussão com auxiliar J. C. Ferrari), mas logo terminou a partida. Nas laterais, Djalma Moura destoou na marcação de impedimentos, mas João Carlos Ferrari andou acertado. A arrecadação foi de NCr$ 36.903,50.” (Correio do Povo, 30 de maio de 1967)

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1×1 NO MAIOR CRIME DO RGP
Grêmio foi dono do jogo

Embora num turno final onde jogam as quatro melhores equipes do Brasil, qualquer resultado deva ser recebido sem surprêsa, a grande verdade é que o Palmeiras cometeu domingo, no Olímpico, o “crime” do Gomes Pedrosa, empatando com o Grêmio, pelo marcador de 1 a 1, num prélio em que o elenco campeão paulista deu mostras, desde o primeiro minuto que se sentia inferiorizado ante o pentacampeão gaúcho tanto assim que ao iniciar o cotejo colocava-se em rígida “retranca’, atuando para não perder como que sabendo não possuir condições para ganhar o jôgo.

Foi o jôgo mais fácil para o Grêmio, desde o início e, paradoxalmente, aquele cujo resultado mais desgostou a torcida gaúcha que, a estas horas, não fora aquele tento palmeirense no período de descontos estaria festejando invejável situação de liderança, ainda que ao lado da dupla paulista.

Sabendo que o adversário estava entregue, o quadro gremista jogou tranquilo na primeira etapa, sem, que o arco de Alberto sofresse qualquer assedio e. ainda, dando-se ao luxo de perder dois ou três lances de gol, salvos pela atuação novamente extraordinária do arqueiro Perez.

No período final, sentindo que o tento da vitória estava germinando, o Grêmio foi para cima do Palmeiras e mesmo com a equipe bandeirante usando de os expedientes para truncar o jogo e manter o empate, surgiu o gol, obra de JOÃOZINHO, desviando para as rêdes um chute de Alcindo que ia sair do outro lado da meta de Perez. Decorriam então trinta minutos de jogo e, ainda que pareça impossível, foi aí que o Grêmio perdeu o jôgo, em nossa opinião.

Com o escore de um a zero e sabendo que o Palmeiras buscaria desesperadamente o empate, o elenco tricolor deveria manter a ofensiva, inclusive retirando Joãozinho e Alcindo, que estavam esgotado um e batido outro, para manter preocupado o setor defensivo visitante. Tal não aconteceu, porém, A vos do túnel ouviu-se para nós erradamente, A ordem de Froner foi recuar para garantir a vantagem. Em futebol, entretanto — e isto o treinador gremista tem obrigação de saber — quanto mais tempo o seu ataque permanecer nas proximidades do arco do Palmeiras, menos possibilidades terá o ataque palmeirense de chegar até o arco de Alberto. Lógico, não?

Caindo na defensiva e com os homens de frente totalmente parados, o Grêmio favoreceu o trabalho da meia-cancha alvi-verde e os quinze minuto finais foram dramáticos, pois Aimoré Moreira mais expedito, colocou em campo três jogadores “inteiros” fisicamente e estes se encarregaram de levar e pânico ao setor defensivo tricolor. Isto feito e para corroborar sem contestação plausível a nossa tese, surgiu o gol que tirou do Grêmio o sabor da liderança. Uma bola, das multas lançadas neste final para a área gremista provocou instantes de indecisão entre Alberto e Ari Hericilio, dando oportunidade ao comandante Cesar de desviar para o lado direito onde JOÃO DANIEL, que entrava sozinho atirou para as redes desguarnecidas, sem apelação. Estava selada a sorte do cotejo.
A bola voltou ao centro do campo e o árbitro apenas teve tempo de expulsar o lateral Ferrari por ofensas ao bandeirinha e logo deu por encerrado o cotejo.

Romualdo Arpi Filho sem reprisar suas atuações anteriores, dirigiu o cotejo, auxiliado por Djalma Moura e João Carlos Ferrari. Seus pecados maiores foram permitir a “cera” em excesso dos visitantes sem de pois descontar o tempo de paralisação do jogo e não ter expulsado de campo, no primeiro tempo, o lateral Ferrari que ofendeu ao “bandeirinha” com palavras de baixo calão. Se expulsou o defensor palmeirense no fim do jogo, pelo mesmo motivo, por que então não o fez no primeiro tempo?

A renda chegou apenas aos 36.903.50 cruzeiros novos, o que provou que a torcida rubra esteve ausente, já que não tinha interesse direto no resultado e, com o aumento do preço dos ingressos precisara guardar o “tutu* para os jogos de seu clube contra o Grêmio e o Corinthians na próxima semana. ” (Diário de Notícias, 30 de maio de 1967)

1967 gremio 1x1 palmeiras tv piratini

Grêmio 1×1 Palmeiras

GRÊMIO: Alberto, Altemir, Ari Ercílio, Paulo Souza e Everaldo; Áureo e Cléo; Babá, João Severiano, Alcindo e Volmir
Técnico: Carlos Frôner

PALMEIRAS: Pérez, Djalma Santos, Baldochi, Minuca e Ferrari; Dudu e Ademir da Guia (Zequinha, 13/2°T); Dario, Suingue (Zico, 35/2°T), César Maluco e Rinaldo (João Daniel, 30/2°T)
Técnico: Aymoré Moreira

Torneio Roberto Gomes Pedrosa 1967 – Quadrangular Final – 3ª Rodada
Data: 28 de maio de 1967, domingo
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre – RS
Renda: NCr$ 36.903,50
Árbitro: Romualdo Arppi Filho (SP)
Auxiliares: Djalma Moura e João Carlos Ferrari
Expulsão: Ferrari 45 minutos do 2° Tempo.
Gols: Joãozinho Severiano aos 31 minutos e João Daniel, aos 44 minutos do 2° tempo.

Copa do Brasil 2019 – Grêmio 2×0 Athlético Paranaense

August 15, 2019

2019 ricardo giusti cp andre

O Grêmio conseguiu uma importante (e justa) vantagem na partida de ida da semifinal da Copa do Brasil. André abriu o marcador no primeiro tempo (aproveitando a mais difícil das três grandes chances que teve) e Jean Pyerre decretou o 2×0 com numa belíssima cobrança de falta aos 27 minutos da etapa final.

Jean Pyerre foi muito inteligente na cobrança da falta, mas eu reclamaria da barreira e da demora na reação do goleiro caso fosse torcedor do adversário.

Matheus Henrique jogou demais ontem. Pra mim foi o melhor em campo. Seguido de perto de Geromel e Kannemann (ressaltando a dupla de zaga tricolor jogou bastante exposta em virtude do posicionamento mais adiantado dos demais jogadores).

Em compensação a atuação do Lucho Gonzalez mostra que a idade afeta até os atletas mais renomados (obviamente é preciso fazer a ressalva que a função de acompanhar Everton quando ele sai da lateral para “dentro” do campo é bem complicada.)

Gremio x Athletico-PR2019 ricardo giusti cp jp

O público de ontem foi o pior das quatro semifinais de Copa do Brasil que o Grêmio disputou até hoje na Arena (9º entre as 14 semifinais que o Grêmio jogou desde 1989). Por outro lado foi o terceiro melhor público do Grêmio na Arena em 2019 (ficando atrás dos dois Gre-Nais pelo Gauchão).

– Média de público do Grêmio na Arena na atual temporada:
24.296 (22.187 pagantes)

– Média de público do Grêmio como mandante em 2019:
23.413 (21.349 pagantes)

– Média de público do Grêmio na Copa do Brasil 2019:
31.256 (28.803 pagantes)

– Média de público do Grêmio na Copa do Brasil desde 1989
23.522 pagantes

– Média de Público contra o Atlético-PR em jogos da Copa do Brasil:
31.645 (28.871 pagantes)

– Média de público do Grêmio na Copa do Brasil na Arena
31.069 (28.730 pagantes)

– Média de público do Grêmio em semifinais de Copa do Brasil desde 1989
38.632 pagantes

– Média de público do Grêmio em semifinal de Copa do Brasil na Arena
46.161 (42.702 pagantes)

Gremio x Athletico-PR
Fotos: Ricardo Giusti (Correio do Povo) e Lucas Uebel (Grêmio.net)

Grêmio 2×0 Athlético Paranaense

GRÊMIO: Paulo Victor; Leonardo Gomes, Geromel, Kannemann e Cortez; Matheus Henrique, Maicon (Luan, 34/2ºT); Alisson, Jean Pyerre (Thaciano, 32/2ºT) e Everton; André (Tardelli, 23/2ºT)
Técnico: Renato Portaluppi

ATHLETICO-PR: Santos; Jonathan, Lucas Halter, Léo Pereira, Márcio Azevedo; Wellington; Marcelo Cirino, Bruno Guimarães, Lucho González (Bruno Nazário, 30/2ºT), Rony; Marco Ruben (Nikão, 20/2ºT)
Técnico: Tiago Nunes

Copa do Brasil 2019 – Semifinal – Jogo de ida
Data: 14/08/2019, quarta-feira, às 21h30min
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre – RS
Público: 43.280 (40.175 pagantes)
Renda: R$ 1.931.786,00
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Auxiliares: Alessandro Rocha Matos (BA) e Rodrigo Henrique Correa (RJ)
VAR: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Cartões amarelos: Kannemann, Everton; Rony, Léo Pereira
Gols: André, aos 24 minutos do primeiro tempo; Jean Pyerre, aos 27 minutos do segundo tempo

Confrontos contra o Atlético Paranaense na Copa do Brasil

August 13, 2019

Como já deve ser do conhecimento de todos, o Grêmio já enfrentou o Atlético em 4 edições da Copa do Brasil, tendo superado o adversário em 3 ocasiões. Nos jogos em Porto Alegre foram 2 vitórias, 1 empate e uma derrota, com média de público de 28.736 (26.045 pagantes).

Abaixo a relação desses jogos do tricolor como mandante, com links para fichas e fotos de cada partida.

• Copa do Brasil 1996 – Oitavas – Volta – Grêmio 3×0 Atlético-PR
Copa do Brasil 2013 – Semifinal – Volta – Grêmio 0x0 Atlético-PR
• Copa do Brasil 2016 – Oitavas – Volta – Grêmio 0x1 Atlético (4×3)
• Copa do Brasil 2017 – Quartas – Ida – Grêmio 4×0 Atlético-PR

 

Além desses jogos, o Grêmio também encarou o Atlético em outros dois torneios com mata-mata. Na Taça Brasil de 1959, quando venceu em casa por 1×0 e na Copa Sul-Minas de 2002, quando foi goleado por 5×1 no Olímpico na partida de ida da semifinal.

 

—————————

 

Na sequência algumas estatísticas de público do Grêmio como mandante.

 

– Média de Público contra o Atlético-PR em jogos da Copa do Brasil:
28.736 (26.045 pagantes)

– Média de público do Grêmio na Arena na atual temporada:
23.347 (21.288 pagantes)

– Média de público do Grêmio como mandante em 2019:
22.467 (20.453 pagantes)

– Média de público do Grêmio na Copa do Brasil 2019:
25.244 (23.117 pagantes)

– Média de público do Grêmio na Copa do Brasil desde 1989
23.333 pagantes

– Média de público do Grêmio na Copa do Brasil na Arena
30.427 (28.128 pagantes)

– Média de público do Grêmio em semifinais de Copa do Brasil desde 1989
38.514 pagantes

– Média de público do Grêmio em semifinal de Copa do Brasil na Arena
46.725 (43.544 pagantes)

Brasileirão 2019 – Grêmio 3×3 Chapecoense

August 8, 2019

283a0012Gremio x Chapecoense

Eu concordo com a direção e acho que o Grêmio deve sim priorizar as Copas (discordo um pouco da maneira como essa priorização é feita). Mas ainda assim fica difícil aceitar esse discurso que é possível “recuperar” pontos no Brasileirão.

– Média de Público do Grêmio no Brasileirão 2019:
18.254 (16.567 pagantes)

– Média de público do Grêmio na Arena na atual temporada:
23.347 (21.288 pagantes)

– Média de público do Grêmio como mandante em 2019:
22.467 (20.453 pagantes)

Gremio x Chapecoense
Fotos: Márcio Cunha (ACF) e Lucas Uebel (Grêmio.net)

Grêmio 3×3 Chapecoense

GRÊMIO: Paulo Victor; Leonardo Gomes, Geromel, Kannemann e Cortez (Luan, 28/2ºT); Maicon e Matheus Henrique; Alisson (Pepê, 18/2ºT), Jean Pyerre (Tardelli, 28/2ºT) e Everton; André
Técnico: Renato Portaluppi

CHAPECOENSE: Tiepo; Eduardo, Gum, Maurício Ramos e Bruno Pacheco; Márcio Araújo, Gustavo Campanharo (Tharlis, 32/2ºT).; Augusto (Amaral, 20/2ºT), Camilo e Arthur Gomes (Renato Kayser, 24/2ºT); Everaldo
Técnico: Emerson Cris

13ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2019
Data: 05 de agosto de 2019, segunda-feira, 20h00min
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre-RS
Público: 15.171 (13.418 pagantes)
Renda: R$ 410.854,00
Árbitro: Felipe Fernandes de Lima (MG)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (FIFA-MG) e Sidmar dos Santos Meurer (MG)
VAR: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Cartão amarelo: Everaldo, Régis (Chapecoense), Alisson, Kannemann, Maicon, Pedro Geromel (Grêmio)
Gols: Geromel, aos 08 minutos; Everaldo, aos 11 minutos, Everton, aos 25 minutos, Gustavo Campanharo, aos 33 minutos do primeiro tempo; Arthur Gomes , aos 14 minutos; Diego Tardelli aos 35 minutos do segundo tempo

Brasileirão 1975 – CSA 1×0 Grêmio

July 29, 2019
1975 csa gremio cp

Foto: Correio do Povo

O único jogo da história entre CSA e Grêmio aconteceu em Maceió, na primeira rodada do Brasileirão de 1975. Vitória dos mandantes com um gol de Ênio Oliveira.

O detalhe é que o Grêmio usou a camisa celeste na partida, assim como fora feito em várias outros jogos da temporada (como nos clássicos pelas finais do Gauchão, disputados alguns dias antes),

 

GRÊMIO ERROU DEMAIS E PERDEU EM MACEIÓ

MACEIÓ (CP) — O Grêmio estreou mal na Copa. Brasil, sendo derrotado pelo Clube Sport Alagoano por 1 a 0, ontem à noite, no Estádio Rei Pelé, sem conseguir mostrar o seu jogo e sem corresponder ao favoritismo que lhe era atribuído. A rigor, o Grêmio só mostrou um bom futebol nos primeiros 15 minutos; depois, devido a algumas atuações realmente fracas, como as do estreante Osmar, de Nenê e Neca, a equipe gaúcha cedeu terreno e permitiu que o CSA marcasse seu golo e resistisse até o final. O Grêmio, no segundo tempo, pressionou bastante, mas nunca de maneira correta, em que pese ter perdido algumas oportunidades para marcar, o que também ocorreu com o time local, que atuou mais na base do contra-ataque.

BOM COMEÇO

O Grêmio entrou em campo cercado de certo favoritismo e chegou a mostrar um bom futebol nos minutos iniciais, de grande movimentação e tomando sempre a iniciativa dos ataques. Aos poucos, porém, a equipe local, bem fechada em sua meia-cancha com quatro elementos e firme na defesa, foi bloqueando as iniciativas gremistas. Embora o predomínio gaúcho, o CSA buscava os contra-ataques e foi num desses que aos 23 minutos que o Grêmio foi surpreendido por uma jogada de alta velocidade que começou com um passe de Roberto Menezes para Torino e um lançamento deste para Ênio (ex-jogador do Aimoré) que driblou Sérgio Vieira e chutou forte a golo, com Picasso debaixo de sua meta.

O golo perturbou um pouco o time gremista. Dali para a frente, começaram a se fazer sentir de forma mais acentuada as deficiências de sua meia-cancha, onde Osmar atuava praticamente parado, apático, sem domínio de bola e errando passes. Com isso, Neca também teve seu rendimento prejudicado, no setor, apenas Cacau, muito esforçado, e tendo que fazer o trabalho praticamente sozinho.

PRESSÃO INÚTIL

O Grêmio deu a impressão, no início do segundo tempo, que poderia mudar o placar: voltou com mais disposição e tentando o golo de qualquer forma. Muito rápido, porém, a boa colocação tática e a excelente cobertura defensiva do adversário foram tornando inúteis todas as pressões gremistas. A equipe de Ênio Andrade viu-se, de certa forma, reduzida apenas à boa atuação de Zequinha, aos esforços de Tarciso e Cacau e a uma defensiva, onde apenas Ancheta e Beto mostravam-se seguros. Aos 23 minutos, Nenê, muito bem marcado por Rogerio, saiu para entrar Loivo, que também nada realizou. E, aos 30, Cláudio substituiu ao apático Osmar.

Embora um certo predomínio e mais tentativas de ataque, o Grêmio não conseguiu desmanchar o bom esquema montado pelo treinador Laerte Dória do CSA. Ênio Andrade, no final, explicou a derrota com fato do adversário jogar fechado e com quatro na meia cancha. Disse que o CSA atuo no contra-ataque e teve sorte em fazer um golo. O rendimento de Osmar — segundo o técnico — não surpreendeu, pois que sabia que não tinha condições de agüentar os 90 minutos. E gostou da estréia de Sérgio Vieira.” (Correio do Povo, 21 de agosto de 1975)

cp 1975 chamada guaibaCSA 1×0 Grêmio

CSA: Rafael, Natal, Geraldo, Zé Preta e Rogério; Nei Conceição, Roberto Menezes e Soareste; Enio (Jorge Siri), Ferreti (Helio) e Torino.
Técnico: Laerte Dória

GRÊMIO: Picasso, Vilson, Beto, Ancheta e Sergio Vieira; Cacau, Osmar (Claudinho) e Neca; Zequinha Tarciso e Nenê(Loivo)
Técnico: Ênio Andrade

Brasileirão 1975 – 1ª Fase – 1ª Rodada
Data: 20 de agosto de 1975, quarta-feira, 21h00min
Local: Estádio Rei Pelé, em Maceió – AL
Público: 17.356
Renda: Cr$ 213 543,00
Árbitro: Silvio Acacio (SP)
Auxiliares: Luís Digerson Lima e Túlio Jatobá Costa (AL)
Cartões amarelos: Torino, Rogerio e Ancheta
Gol: Enio, aos 25 do 1º tempo

Libertadores 2019 – Grêmio 2×0 Libertad

July 29, 2019

Libertad casa 02

O Grêmio melhorou depois da expulsão de Geromel. O time não fez um mau primeiro tempo, mas acabou sendo muito mais incisivo quando ficou com 10 jogadores.

Gremio x Libertad

– Média de Público do Grêmio como mandante na Libertadores desde 1982:
32.143

– Média de Público do Grêmio em jogos da Libertadores na Arena:
37.3189 (34.3881 pagantes)

– Média de Público do Grêmio como mandante em partidas de Oitavas de Final da Libertadores:
37.4173 (33.913 pagantes)

– Média de Público do Grêmio como mandante em partidas de Oitavas de Final da Libertadores disputadas na Arena:
40.661 (38.114 pagantes)

– Média de público do Grêmio na Libertadores 2019:
34.250 (31.761 pagantes)

– Média de público do Grêmio na Arena na atual temporada:
23.777 (21.702 pagantes)

– Média de público do Grêmio como mandante em 2019:
22.832 (20.805 pagantes)

Libertad casa 01Fotos: Club Libertad e Lucas Uebel (Grêmio.net)

Grêmio 2×0 Libertad

GRÊMIO: Paulo Victor; Leonardo, Geromel, Kannemann e Cortez; Maicon (Rômulo, 40/2°T) Matheus Henrique, Alisson, Jean Pyerre (Diego Tardelli 17/2°T) e Everton; André (David Braz, 11/2°T)
Técnico: Renato Portaluppi

LIBERTAD: Martín Silva; Iván Piris, Luis Cardozo, Paulo Da Silva e Matías Espinoza; Adam Bareiro (Óscar Cardozo, 38/2°T), Cristian Riveros, Alexander Mejía e Iván Franco; Alfio Oviedo (Rodrigo Rivero, 16/2°T) e Edgar Benítez (Adrián Martinez 10/2°T)
Técnico:​ José Chamot

Libertadores 2019 – Oitavas de Final – Jogo de ida
Data: 25/07/2019, quinta-feira, 21h30min
Local: Arena Grêmio, em Porto Alegre – RS
Público: 39.572 (36.819 pagantes)
Renda: R$ 1.941.888,00
Árbitro: Esteban Ostojich (URU)
Assistentes: Gabriel Popovits e Martin Soppi (ambos URU)
VAR: Diego Haro (PER)
Cartões amarelos: Jean Pyerre e Cortez (GRE); Bareiro, Espinoza e Franco (LIB)
Cartão vermelho: Geromel (4/2ºT)
Gols: Diego Tardelli, aos 25 minutos, e David Braz, aos 38 minutos do segundo tempo

Médias de público do Grêmio em partidas de Oitavas de final da Libertadores

July 25, 2019

– Média de Público do Grêmio como mandante na Libertadores desde 1982:
32.063

– Média de Público do Grêmio em jogos da Libertadores na Arena:
37.315 (34.814 pagantes)

– Média de Público do Grêmio como mandante em partidas de Oitavas de Final da Libertadores:
37.263 (33.705 pagantes)

– Média de Público do Grêmio como mandante em partidas de Oitavas de Final da Libertadores disputadas na Arena:
40.879 (38.373 pagantes)

– Média de público do Grêmio na Libertadores 2019:
32.745 (30.075 pagantes)

– Média de público do Grêmio na Arena na atual temporada:
22.900 (20.862 pagantes)

– Média de público do Grêmio como mandante em 2019:
21.951 (19.962 pagantes)

 

Brasileirão 2019 – Inter 1×1 Grêmio

July 22, 2019

Grenal 421

Nenhum dos times fez (seja pela decisão de escalação ou pelo desempenho em campo) algo para merecer mais que um empate. O 1×1 foi merecido. O Inter, jogando em casa e com dois titulares em campo, fez um primeiro tempo levemente superior, mas criou poucas situações e só saiu na frente graças a um gol contra. E o Grêmio só conseguiu reagir e ter mais presença ofensiva após a entrada de Everton no segundo tempo.

Acho, só acho, que um dos zagueiros titulares do Grêmio deveria ter iniciado a partida. Paulo Miranda não jogava desde março. A infelicidade no lance do gol contra é típica de quem está sem ritmo de jogo (e, por consequência, sem tempo de bola).

Não entendi também por que Rafael Galhardo (que fez seu terceiro jogo na temporada) foi improvisado no meio de campo.

Grenal 421

– Média de público dos últimos 85 Gre-Nais (de 1999 até hoje):
33.871

– Média de público dos últimos 40 Gre-Nais realizados no Beira-Rio (de 1998 até hoje):
35.404

– Média de público dos 10 Gre-Nais realizados no Beira-Rio após a reforma para a Copa de 2014:
38.445 (34.342 pagantes)

– Média de público dos 4 Gre-Nais, válidos pelo Brasileirão, realizados até hoje no Beira-Rio após a reforma para a Copa de 2014:
38.293 (35.324 pagantes)

– Média de público dos Gre-Nais pelo Brasileirão de pontos corridos (2003 até hoje):
36.834 (33.178)

– Média de público dos Gre-Nais pelo Brasileirão de pontos corridos com mando do Inter (2003 até hoje):
34.114 (30.124)

Grenal 421
Fotos: Lucas Uebel (Grêmio FBPA)

Inter 1×1 Grêmio

INTER: Danilo Fernandes; Heitor, Emerson Santos (Klaus 30/1°T), Víctor Cuesta e Natanael; Rodrigo Lindoso, Edenilson e Nonato (Pedro Lucas 33/2°T); Guilherme Parede (Patrick 19/2°T), Rafael Sobis e Wellington Silva
Técnico: Odair Hellmann

GRÊMIO: Julio César; Léo Moura, Paulo Miranda, David Braz e Juninho Capixaba; Rômulo, Thaciano, Rafael Galhardo (Everton 14/2°T), Luan e Pepê; Diego Tardelli (Darlan 35/2°T)
Técnico: Renato Portaluppi

11ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2019
Data: 20 de julho de 2019, sábado, 19h00min
Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre – RS
Público: 38.201 (33.958 pagantes)
Renda: R$ 1.687.655,00
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Auxiliares: Rafael da Silva Alves (RS) e Elio Nepocumuceno de Andrade Junior (RS)
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral(SP)
Cartões amarelos: Heitor, Rafael Sobis e Edenilson, Thaciano e Romulo
Gols: Paulo Miranda (contra), aos 21 minutos do primeiro tempo, e Luan, aos 25 do segundo tempo

Brasileirão 1987 – Inter 0x1 Grêmio

July 20, 2019
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Foto: Luciane Grabin (Diário do Sul)

No Brasileirão de 1987, o Grêmio venceu o clássico Gre-Nal do Brasileirão no Beira-Rio com um gol de Jorge Veras, num frango histórico de Taffarel (o primeiro gol que ele levou naquele campeonato)

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Foto: Luciane Grabin (Diário do Sul)

GRÊMIO TRANSFERE A DECISÃO PARA SÁBADO

Incensado como o grande jogador do Internacional na atualidade, considerado o melhor goleiro do Brasil, Cláudio Taffarel acabou se tornando realmente o personagem que todos esperavam que ele fosse no Gre-Nal de ontem pela Copa União. Ele, no entanto, tornou-se a figura da partida pela circunstância que todo goleiro faz questão de evitar, uma falha clamorosa. Pois foi justamente num “frango” do goleiro colorado que o Grêmio venceu de 1 a O, gol de Jorge Veras, aos 20 minutos do segundo tempo, mantendo-se na luta pela vaga do grupo A, com dez pontos, dois a menos que o líder Atlético Mineiro.

E é justamente o jogo do Atlético, no sábado, contra o Fluminense em Belo Horizonte que decide a sorte da dupla Gre-Nal neste turno da Copa União. Pois se houver empate, o Atlético ganha a vaga e facilita a classificação do Inter, que enfrenta no domingo o Corinthians em São Paulo precisando de um empate apenas — em caso de derrota, haverá um jogo extra no Beira-Rio. Se o Fluminense vence, a equipe mineira dá condições do Grêmio lutar por uma vitória contra o São Paulo e se igualar em número de pontos com o Atlético, provocando um jogo extra em Belo Horizonte. E o Inter fica na obrigação de vencer o CorInthians.

A derrota do Inter para o Grêmio só não foi mais catastrófica para a equipe de Ênio Andrade, porque o Fluminense, que tem um ponto a menos que o líder do grupo B, perdeu ontem surpreendentemente no Maracanã para o Bahia por 1 a O. Outro resultado surpresa na rodada foi a vitória do Botafogo por 2 a O no Morumbi, sobre o São Paulo.

O jogo em Porto Alegre teve um grande público, o maior da Copa União até agora: 52.347 pessoas pagaram ingresso, gerando a renda de 6.299.900 cruzados. E a partida foi cheia de circunstâncias próprias do clássico Gre-Nal. Houve “frango” de goleiro, Jorge Veras autor do gol atuou apenas 15 minutos (entrou aos 17 do segundo tempo e saiu aos 32) Lima e Norberto foram expulsos por se envolverem numa discussão infantil e Luis Fernando, uma das grandes expectativas do Inter, teve participação discreta, bem marcado por Amaral, além de, no fim do primeiro tempo, ter saído lesionado com gravidade, sendo dúvida para o próximo jogo.

O gol marcado por Jorge Veras é o quarto do ponteiro esquerdo — atual-mente reserva — em Gre-Nal e acabou com a invencibilidade do Inter na Copa União — sobrou apenas o Atlético Mineiro — e quebrou o jejum de 860 minutos de Taffarel sem sofrer gols. O goleiro colorado, ao sair do estádio foi aplaudido pelos torcedores de seu clube, numa demonstração de confiança. Mas os aplausos maiores da noite foram para Jorge Veras, autor do gol, e Mazzaropi, que sem ter o cartaz do goleiro adversário, fez defesas importantes e decisivas, uma atuação digna dos grandes dias de Taffarel.” (Higino Barros, Diário do Sul, 13 de outubro de 1987)

TAFFAREL ARIVALDO CHAVES

TAFFAREL ARIVALDO CHAVES B

Fotos: Arivaldo Chaves (Zero Hora)