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Gauchão 1965 – Brasil de Pelotas 0x1 Grêmio

January 25, 2020
1965 brasil pelotas gremio

Foto: Correio do Povo

No Gauchão de 1965 o Grêmio treinado por Carlos Froner venceu o Brasil no Bento Freitas (comando por Galego) por 1×0, gol de Sérgio Lopes.

Essa meia usada pelo Brasil tem um detalhe bem semelhante com a usada por Cassiá & Cia no Cotrisal  de São Borja em 1972.

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O tento que definiu a sorte do cotejo surgiu aos 36 minutos de ações, numa jogada de Joãozinho, pela esquerda, cujo centro foi completado por Sérgio Lopes de cabeça, burlando a vigilância do goleiro Geóvio” (Diário de Notícias, terça-feira, 6 de julho de 1965)

 

1965 brasil pelotas gremio gaucha

VITÓRIA DA DUPLA GRENAL SÔBRE FLAMENGO E BRASIL
2×0 nos Eucaliptos e 1×0 no Bento de Freitas, domingo último

[…]

GRÊMIO: UM A ZERO

O Grêmio defendeu sua condição de líder invicto do Campeonato de 65, ao derrotar na tarde de domingo ao Brasil, no Bento de Freitas, pelo marcador de 1 tento a zero. O cotejo foi dos mais movimentados, assumindo em muitas vêzes proporções emocionantes. Os dois quadros lutaram para valer em busca da vitória final, oferecendo um belo espetáculo ao público pelotense. Melhor o Grêmio na primeira etapa, especialmente no que dia respeito à ofensiva. A melhor presença do Grêmio foi traduzida pelo golo de Sérgio Lopes aos 26 minutos, de cabeça, apôs boa jogada de Joãozinho. Em que pese haver atuado melhor no primeiro tempo, o Grêmio teve no Brasil um valente adversário, que buscou sempre o golo, fazendo com que o arqueiro Arlindo trabalhasse a valer, para defender sua meta. Para a etapa complementar o Brasil decresceu um pouco de produção devido ao fato de Caçapava começar a falhar. Isso proporcionou aos tricolores maior facilidade de movimentação em campo sem reunir entretanto, fôrças para aumentar o marcador. Mesmo com a deficiência daquela peça básica os xavantes ainda encontraram recursos em várias oportunidades para oferecer perigo ao arco tricolor. Isso ocorreu a partir dos 30 minutos finais, quando o Brasil foi todo para a frente, buscando o empate, que afinal não veio. Nessa oportunidade, mais uma vez o goleiro Arlindo realizou grandes defesas, salvando praticamente a vitória do Grêmio, que venceu com justiça, num prélio que empolgou a torcida da zona Sul pelo alto nível técnico apresentado e lances dos mais atraentes.

Detalhes do cotejo — Os dois quadros formaram com as seguintes constituições: — GRÊMIO — Arlindo; Altemir, Airton, Aureo e Ortunho; Cléo e Sérgio Lopes; Vieira, Joãozinho, Alcindo e Volmir. — BRASIL —Gióvio; Adilson, Pontes, Joceli e Baía; Caçapava e Birinha; Edi, Oli, Pintinho e João Borges. O golo isolado da partida foi consignado aos 26 minutos do primeiro tempo. Joãozinho centrou da esquerda Sérgio Lopes cabeceou entre os zagueiros do Brasil, vencendo a Gióvio. Na direção do encontro funcionou João Carlos Ferrari, com boa atuação. Preciso nas marcações, foi uni dós fatores para o êxito do embate, A renda no Bento de Freitas alcançou a expressiva cifra de 2.764.000 cruzeiros. (Correio do Povo, terça-feira, 6 de julho de 1965)

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Árbitro: João Carlos Ferreira

Auxiliares: Jayme Soligo e Gervdin Gertz

Gauchão 1990 – Grêmio 1×1 Caxias

January 22, 2020
1990 placar caxias lemyr martins

Foto: Lemyr Martins (Placar)

 

No Gauchão de 1990, Grêmio e Caxias empataram em 1×1 no Olímpico, em jogo válido pela 4ª Rodada do Quadrangular Final.

O empate em casa não foi tão ruim para o tricolor, visto que o time comandado por Evaristo de Macedo seguia com vantagem de dois pontos na liderança, faltando duas rodadas para o término do certame.

 

 

CAXIAS EMPATA NO OLÍMPICO E MOSTRA FORÇA

A festa que o Grêmio pretendia realizar ontem foi para o espaço com a boa atuação do Caxias. Equipe do técnico Orlando Bianchini começou ganhando no início do 2º tempo mas cedeu o empate. Chances, porém, ainda são boas

Os 18.569 torcedores que compareceram ontem à tarde no Estádio Olímpico, não saíram decepcionados. Grêmio e Caxias realizaram um belo espetáculo de futebol. O empate em 1 a1 coroou a excelente partida proporcionada pelas duas equipes, num jogo franco, aberto e ofensivo.. Com o resultado, o Grêmio continua na liderança do Gauchão, mantendo uma diferença de dois pontos do Caxias. […]”
(Pioneiro, 23 de julho de 1990)

CAXIAS EMPATA E SEGUE NO PÁREO PARA CONQUISTAR O TÍTULO GAÚCHO

O Caxias prometeu e cumpriu. Não tomou conhecimento do time e da numerosa torcida gremista no estádio Olímpico. Partiu para o ataque, abriu o marcador, mas cedeu o empate no final do jogo e saiu de Porto Alegre lamentando o resultado. O Grêmio começou mais determinado, apresentando grande volume de jogo e buscando decidir a partida ainda no primeiro tempo. O Caxias não se intimidou, conteve as ataques tricolores e ainda respondeu com perigosos contra-ataques, assustando o goleiro Mazaropi.

A 1 minuto do segundo tempo, João Carlos construiu boa jogada peia ponta direita, cruzou na área pata Nilson que desviou sem chances para Mazaropi, fazendo 1×0 e surpreendendo o Grêmio. Bem posicionado na defesa e fechando os espaços no meio-campo, o time de Orlando Bianchini dificultava a movimentação gremista. Somente aos 28 minutos, em cobrança de escanteio de Paulo Egídio, o zagueiro João Marcelo comparceu para empatar de cabeça.

O jogo continuou emocionante, apresentando chances alternadas de ataque para os dois times. Caxias e Grêmio proporcionaram ontem uma das melhores partidas do campeonato, mexendo com os torcedores e provando a grande […].” (Luiz Reni Marques, Folha de Hoje, 23 de julho de 1990)

1990 placar caxias lemyr martins b

Foto: Lemyr Martins (Placar)

Data: 22 de julho de 1990, domingo, 15h30min
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre, RS,
Público: 18.565 pagantes
Renda: Cr$ 5.208.200,00
Árbitro: José Mocellin
Auxiliares: José Calza e Luís Augusto Mühle

Brasileirão 1973 – Grêmio 1×1 Cruzeiro

December 5, 2019
1974 darci menezes helio mazinho carlos alberto

Foto: Correio do Povo

 

Essa partida foi disputada em janeiro de 1974, mas ainda pelo Brasileirão de 1973. O gol de empate sofrido no fim foi trágico para as pretensões do Grêmio na competição, uma vez que não conseguiu classificação para o quadrangular final, tendo ficado três pontos atrás do próprio Cruzeiro.

 

GRÊMIO CEDE EMPATE NO FIM

O Grêmio jogou melhor que o Cruzeiro de Belo Horizonte, ontem à noite, mas não conseguiu a vitória que tanto precisava. Mas esteve bem perto dela, pois só sofreu o golo de empate quando faltavam 30 segundos para terminar a partida. O Cruzeiro — e seu técnico reconheceu — não jogou bem e o Grêmio enquanto estava empatando foi sempre melhor que o adversário, empurrado pela vibração da torcida e pelo trabalho perfeito de destruição através de Carlos Alberto e Paulo Sérgio.

A melhor oportunidade de gol no primeiro tempo de jogo foi uma cabeçada de Mazinho que acabou no poste direito do goleiro Hélio. O Cruzeiro, com. Palhinha e Dirceu Lopes jogando mal, procurou tocar a bola e quando tentou a jogada para a frente encontrou sempre uma defesa bem postada. E nas poucas vezes que a defesa foi batida houve a falta, como no lance que Palhinha ganhou de Beto na corrida e foi derrubado na entrada da área.

SEGUNDO TEMPO
Na etapa final o Grêmio aumentou mais o ritmo do jogo e antes do golo surgiram duas ótimas oportunidades. A primeira foi um centro de Renato Cogo que Tarciso, livre, cabeceou para fora e a segunda uma escapada de Tarciso que atrasou certo para Mazinho chutar no canto direito e Hélio atirar para escanteio. Foi na cobrança do mesmo que Tarciso, numa falha do goleiro e de marcação da zaga, ficou livre para cabecear e marcar aos 11 minutos o golo da, vitória parcial. A partir do golo o Cruzeiro subiu na partida e ficou melhor que o Grêmio, que esporadicamente conseguia atacar, mas apenas com Carlinhos e Tarciso. Ai o técnico Carlos Froner, sentindo o maior volume de jogo do Cruzeiro, resolveu reforçar a meia-cancha, colocando um jogador mais descansado na partida, e trocou Mazinho por Humberto Ramos. Mas a substituição foi errada, porque se Carlos Froner queria um jogador para combater a meia-cancha do Cruzeiro, melhor teria sido colocar Orcina que, se tecnicamente não é bom, pelo menos sabe desarmar e combater, virtudes que Humberto nunca teve. E além do mais o Humberto Ramos entrou mal no jogo, errou muitos passes, não reteve a bola, não combateu. e foi culpado do lance que acabou dando empate ao time de Belo Horizonte.

Antes do golo o Cruzeiro já tinha trocado os dois ponteiros que jogam recuados (Eduardo e Lima) por homens mais ofensivos (Baiano e Joãozinho). A torcida gremista já se preparava para começar a comemoração de outra vitória quando a alegria experimentada no fim do jogo contra o Santos, transformou-se em tristeza no jogo de ontem. Humberto perdeu a bola para Palhinha, que sofreu falta de Ancheta. Nelinho, o lateral direito e melhor jogador do Cruzeiro no jogo, perfeito cobrador de faltas, ajeitou a bola e encobriu a barreira, colocando o empate no canto esquerdo do goleiro Picasso. Agora o Grêmio vai jogar contra o Botafogo no Rio e depois em Recife contra o Santa Cruz e não pode perder pontos nas duas partidas para decidir a classificação em Porto Alegre, contra o Vitória. “ (Correio do Povo, quinta-feira, 31 de janeiro de 1974)

GRÊMIO SEM SORTE EMPATA COM CRUZEIRO

Porto Alegre (Sucursal) — A falta de sorte impediu que o Grêmio ficasse em ótima colocação no Grupo II, pois empatou de 1 a 1 no Estádio Olímpico com o Cruzeiro, que marcou seu gol aos 44,5 minutos do segundo tempo e depois de ser inferior em campo durante quase todo o jogo.

Tarciso fez 1 a 0 aos 11 minutos da fase final, mas logo depois o técnico Carlos Froner cometeu o erro de substituir Mazinho por Humberto Ramos, mandando que a equipe recuasse para garantir a vantagem. Mais tarde, Ancheta se contundiu mas continuou em campo e, sem condições físicas, fez a falta Em Palhinha e que originou o gol dos mineiros. A renda foi de Cr$ 256 mil e o juiz Oscar Scolfaro.

Com velocidade

O Grêmio foi muito superior no primeiro tempo e perdeu ótimas chances de gol, principalmente através de Tabajara e Mazinho, o primeiro furando quando tinha o gol vazio pela frente e o outro mandando a bola na trave ao tentar colocar.

Sempre marcando bem a Zé Carlos e Dirceu Lopes, o Grêmio começou o segundo tempo ainda mais agressivo e usando de muita velocidade, e logo aos 11 minutos Tarciso marcou de cabeça. Depois o Grêmio recuou e o Cruzeiro partiu para o ataque, mas não chegou a criar jogadas de perigo.

Aos 44,5 minutos Nelinho cobrou muito bem uma falta de Ancheta em Palhinha e obteve o empate para o time mineiro, que reconheceu a superioridade do adversário quando o técnico Hilton Chaves disse que “o Grêmio foi excelente e merecia a vitória.” (Jornal do Brasil, quinta-feira, 31 de janeiro de 1974)

ingressos

Grêmio 1 x 1 Cruzeiro

GRÊMIO: Picasso; Renato, Ancheta, Beto Bacamarte e Jorge Tabajara; Carlos Alberto, Paulo Sérgio e Mazinho (Humberto Ramos); Carlinhos, Tarciso e Loivo
Técnico: Carlos Froner

CRUZEIRO: Hélio dos Anjos; Nelinho, Darci, Procópio Cardozo e Vanderlei; Piazza, Zé Carlos e Dirceu Lopes; Eduardo (Baiano), Palhinha e Lima (Joãozinho)
Técnico: Hilton Chaves

Data: 30 de janeiro de 1974, quarta-feira, 21h30min
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre, RS
Renda: Cr$ 256.000,00.
Juiz: Oscar Scolfaro
Auxiliares: Geraldino César e Gérson Vendrame
Gols: Tarciso, aos 11 minutos do segundo tempo. Nelinho, aos 44 minutos do segundo tempo

Brasileirão 2019 – Athlético-PR 2×0 Grêmio

November 29, 2019

Gremio x Athletico-PR
Eu tinha alguma esperança que os atletas do Grêmio entrariam em campo tentando demonstrar que a eliminação para esse Athlético na Copa do Brasil foi injusta. Mas, infelizmente, mais uma vez o tricolor acabou sendo dominado pelo Furacão.

Nikão estava distribuindo ponta-pés desde o início do jogo. Diego Tardelli é um atleta com experiência suficiente para não se abalar com isso e/ou saber a forma e momento certo de dar o troco. Mas a expulsão dele foi inaceitável até mesmo para um juvenil.

Gremio x Athletico-PRFoto: Lucas Uebel (Grêmio FBPA)

Athlético-PR 2×0 Grêmio

ATHLETICO-PR: Santos; Jonathan (Adriano, 11/2ºT), Thiago Heleno, Léo Pereira e Márcio Azevedo; Wellington, Camacho (Erick, 33/2ºT) e Lucho González (Léo Cittadini, 23/2ºT); Nikão, Marcelo Cirino e Rony
Técnico: Eduardo Barros

GRÊMIO: Paulo Victor; Galhardo, Geromel, Kannemann e Bruno Cortez; Michel e Matheus Henrique; Alisson (Darlan, 37/2ºT), Diego Tardelli e Everton; Luciano (Pepê, 23/2ºT)
Técnico: Renato Portaluppi

35ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2019
Data: 27 de novembro de 2019, quarta-feira, 21h30min
Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Público:  21.709
Renda: 572.985,00
Arbitragem: Bruno Arleu de Araujo (RJ)
Auxiliares: Luiz Claudio Regazone (RJ) e Michael Correia (RJ)
VAR: Pathrice Wallace Corrêa Maia (RJ)
Cartões amarelos: Wellington, Camacho e Nikão (Athletico-PR); Kannemann, Bruno Cortez, Michel e Matheus Henrique (Grêmio)
Cartões vermelhos: Diego Tardelli (Grêmio)
Gols: Márcio Azevedo, aos 32 do 1º tempo e Nikão (de pênalti) aos 18 minutos do 2º tempo

Brasileirão 1973 – Atlético Paranaense 2×0 Grêmio

November 26, 2019
1973 athletico pr fora placar sergio lopes

Foto: Placar

 

No Brasileirão de 1973, Atlético Paranaense e Grêmio se enfrentaram no Couto Pereira. Vitória dos mandantes por 2×0.

Mesmo com o revés, o Grêmio permaneceu na segunda posição geral da primeira fase (tendo encerrado essa etapa três pontos atrás do líder Palmeiras).

 

1973 athletico pr fora diario da tarde caio primeiro gol

Foto: Diário da Tarde

FOI A 2.ª DERROTA DO GRÊMIO

Curitiba — O Grêmio perdeu para o Atlético Paranaense por 2 a 0, no Estádio Belfot Duarte e ao final o técnico Carlos Froner disse que não poderia falar apenas na ausência de Mazinho, Tarciso e Humberto Ramos “porque um time que creditar’ a derrota à falta de três dos seus jogadores não pode entrar no Campeonato Nacional”. Isso só seria um exagero se os três jogadores ausentes fossem simples peças de um time não as peças mais importantes de um esquema, como são Mazinho, Humberto Ramos e Tarciso. Sem eles o Grêmio abriu o seu meio-campo, desprotegeu a sua defesa e teve enorme dificuldade quando com a bola dominada de passar ao ataque, A falta de Mazinho deixou Carlos Alberto sobrecarregado na marcação, perturbou a defesa e Ancheta teve que cobrir todas as posições porque Beto, com uma fita apache encobrindo um curativo na testa não podia cabecear e isso preocupou desde o início.

E o Atlético, bem armado, ia à frente com força e desde o início criou jogadas perigosas, principalmente através de Lourival, Caio e Sicupira, seus principais jogadores. A falha de marcação na defesa era explorada com tabelas rápidas, e para superar o meio-campo do Grêmio, o Atlético usava quatro jogadores de bom toque de bola à exceção de Sergio Lopes, mais plantado, de extrema movimentação. Logo aos 6 minutos, depois de boa jogada de Caio e Sicupira, Didi Duarte quase marcou. E aos 12 minutos, depois de saída errada da defesa do Grêmio, Cláudio perdeu para Didi Duarte, este tabelou com Caio, foi derrubado e na cobrança da falta com barreira, Caio chutou muito bem, com efeito, vencendo a Picasso e marcando 1 a 0.

Até os 35 minutos o Grêmio não acertou nenhum chute no golo de Nascimento, e só o Atlético jogava na frente, sempre disposto e criando mais oportunidades. Quase no fim do primeiro tempo, Sicupira foi à linha de fundo e cruzou. Caio esperou a queda da bola, cabeceou no travessão e na volta Sidnei chegou atrasado, quase embaixo do golo, perdendo a chance de fazer o segundo. O Grêmio, pouco antes, teve uma bola chutada contra o travessão do golo de Nascimento, com Carlos Alberto tentando de fora da área.

MUDANÇA — A entrada de Lairton aos 8 minutos do segundo tempo, em lugar de Iura, parecia resolver o problema do Grêmio. Em poucos minutos ele já tinha conseguido duas jogadas de multo perigo em um chute certo no golo, que Nascimento evitou fazendo boa defesa. Paulo Sérgio já estava bem colocado. Oberti voltava um pouco para ajudar na preparação e o placar poderia mudar a qualquer momento. Mas o Atlético, que se jogava na defesa, teve acima tudo sorte — na base de um contra-ataque, Caio cabeceou para trás, a bola caiu entre os zagueiros e Sicupira, passando na corrida, tomou a frente na jogada, avançou um pouco e chutou fazendo 2 a 0, aos 13 minutos. A partir daí o jogo ficou resolvido. O Grêmio continuou todo no ataque, às vezes desordenadamente (depois Froner tirou Paulo Sergio e colocou Bolivar), o goleiro Nascimento fez defesas excelentes mas no todo o Atlético estava bem colocado e garantiu a vitória por 2 a 0, ganhando melhores condições para disputar uma vaga entre os 20 classificados para as semi-finais.” (Edegar Schmidt, Correio do Povo, 27 de novembro de 1973)

1973 athletico pr fora correio do povo caio beto

Foto: Correio do Povo

 

“Sempre bato faltas desta maneira. Tinha eu , o Sicupira e o Sidney, mas achei que a distância e a colocação eram para mim. Acertei e partimos na frente do Grêmio. No Grêmio eu não batia faltas, porque o Flecha era o principal cobrador, por isso a surpresa deles”, comentava Caio, autor do primeiro gol atleticano na vitória de domingo, frente ao seu ex-clube, o Grêmio. No Atlético tudo e alegria e fé na classificação, que agora já ficou mais perto. “Com esta vitória frente ao Grêmio, tudo melhorou, passamos para o 22º lugar, está bem melhor, né?” dizia Didi Duarte.” (Diário do Paraná, terça-feira, 27 de novembro de 1973)

1973 athletico pr fora diario da tarde 01

Foto: Diário da Tarde

A ÚNICA COISA RUIM DESSE JOGO: A RENDA

Esse jogo de ontem em Belfort Duarte foi assim: de um lado, um time jogando para o gol – jogando certo, com poucas falhas, quase perfeito:: do outro um time se defendendo muito, indo de vez em quando ao ataque. Resultado, teria que ganhar o tine de futebol certo, que procurava o gol e, esse foi o Atlético Paranaense, que derrotou o Grêmio Portoalegrense por dois gols a zero, num jogo de técnica e velocidade e, que teve como única coisa ruim a arrecadação (Cr$ 78.317,00), que trouxe novos prejuízos para o rubro-negro […]” (Diário da Tarde, segunda-feira, 26 de novembro de 1973)

1973 athletico pr fora diario da tarde ladinho

Foto: Diário da Tarde

Atlético Paranaense 2×0 Grêmio

ATLÉTICO-PR: Nascimento; Julio, Di, Alfredo e Ladinho; Lourival e Sergio Lopes; Sidnei, Sicupira (Bene). Caio e Didi Duarte (Renatinho).
Técnico: Lanzoninho

GRÊMIO: Picasso; Claudio, Ancheta, Beto Bacamarte e Jorge Tabajara; Carlos Alberto e Paulo Sergio (Bolivar); Carlinhos, Iura (Lairton), Oberti e Loivo.
Técnico: Carlos Froner

Brasileirão 1973 – Primeira fase – Returno – 4ª Rodada
Data: 25 de novembro de 1973, domingo, 16h00min
Local: Estádio Couto Pereira, em Curitiba-PR
Publico: 8.751
Renda: Cr$ 78.317,00
Juiz: Luis Carlos Felix – RJ
Auxiliares: Joaquim Gonçalves e Josias Paulino
Gols: Caio, aos 12 minutos do 1º tempo e Sicupira, aos 13 minutos do 2º tempo

Brasileirão 2019 – Grêmio 0x1 Flamengo

November 18, 2019

Gremio x FlamengoGremio x Flamengo

O Grêmio (desfalcado de Matheus Henrique e Kannemann) não fez grande partida contra o time “misto” do Flamengo e acabou sendo derrotado por 1 a 0.

O “detalhe” é que o gol saiu em pênalti inexistente. Estranhamente a arbitragem ignorou os apelos dos jogadores do Grêmio, que pediam para que o lance fosse revisto, uma vez a bola bateu no braço de apoio de Leo Moura, quando este deu um carrinho.

Essa situação foi amplamente divulgada quando da final da Copa América. O pênalti não deveria ser marcado. Mas o juiz e todos os seus auxiliares preferiram seguir convictos no seu erro.

O triste é que haverá pouca crítica em cima desse fato. O que torna pouco provável uma melhora no nível da arbitragem nacional. Sempre há alguém pra contemporizar. Rodrigo Mattos, do UOL, disse que “Precisa de uma definição mais clara sobre o que é pênalti ou não em certos lances. Porque a real é que não está claro neste tipo de lance“. PVC, inicialmente, disse que “O pênalti marcado por Gabriel e que deu vitória ao rubro-negro é discutível. Mas o Grêmio não mereceu o empate“.

Ao contrário do que esses dois jornalistas escreveram, há sim uma definição para esse tipo de lance, é ela é bastante clara. E sendo clara, a questão se torna indiscutível. Ademais, cabe ressaltar o quão equivocada é a ideia de que um time possa ou não merecer uma arbitragem justa.

Abaixo a reprodução do material da FIFA elucidando essa questão (conforme disponibilizado no site da Federação Goiana, assim como também divulgado pela Federação Portuguesa)

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– Média de Público do Grêmio no Brasileirão 2019:
19.496 (17.298 pagantes)

– Média de público do Grêmio na Arena na atual temporada:
24.975 (22.649 pagantes)

– Média de público do Grêmio como mandante em 2019:
23.893 (21.636 pagantes)


Fotos: Lucas Uebel (Grêmio.net) e Alexandre Vidal (C.R. Flamengo)

Grêmio 0x1 Flamengo

GRÊMIO: Paulo Victor; Léo Moura (Vizeu, 31/2ºT), Geromel, David Braz e Cortez; Michel (André, 20/2ºT) e Maicon; Alisson, Diego Tardelli (Pepê, intervalo) e Everton; Luciano
Técnico: Renato Portaluppi

FLAMENGO: Diego Alves; Rodinei, Thuler (Rodrigo Caio, 39/2ºT), Rhodolfo e Renê; Piris da Motta, Diego (Vinícius Souza, 20/2ºT), Lucas Silva (Everton Ribeiro, 9/2ºT) e Arrascaeta; Reinier e Gabigol
Técnico: Jorge Jesus

33ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2019
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre – RS
Público: 30.980 (28.541 pagantes)
Renda R$ 1.175.820,00
Arbitragem: Raphael Claus (Fifa)
Auxiliares: Danilo Ricardo Simon Manis (Fifa) e Anderson de Moraes Coelho
VAR: José Claudio Rocha Filho (quarteto de SP).
Cartões amarelos: Piris da Motta, Rodinei, Alisson
Cartão vermelho: Gabigol
Gol: Gabigol (de pênalti) aos 36 do primeiro tempo

Terceira Camisa – Azul 2019

November 6, 2019

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No início de setembro a Umbro anunciou que lançaria uma coleção de terceiras camisas dos seus times no Brasil com “elementos que marcaram a década de 1990, com grafismos e traços típicos da época

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Um dia antes do aniversário do clube, o twitter oficial do Grêmio fez um pequeno teaser da nova camisa, através do qual o meu amigo Snel deduziu que o modelo gremista seria inspirada na estampa usada pela Seleção da Irlanda do Norte em 1991 (posteriormente pela Letônia).

Eu acho que existem que existem designs e elementos mais icônico dos fardamentos da Umbro dos anos 1990 do que esse da Irlanda do Norte. Contudo, ainda assim achei interessante o resultado dessa nova camisa azul do Grêmio (a mais bem trabalhada da temporada)

Mas mesmo achando a camisa mais bem trabalhada do ano, enxergo alguns elementos que desagradam. Acho que o contraste entre os tons de azul da estampa é muito baixo, o que faz com que, no campo, a camisa fique parecendo somente um azul liso.

 

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A Umbro vem usando a mesma modelagem em praticamente todos os seus clubes no Brasil. Também vem destacando esse “V” na parte inferior da gola. No caso dessa camisa do Grêmio, acredito que a camisa ficaria mais elegante (e menos parecida com a do Cruzeiro) com a gola toda em azul. Abaixo uma simulação disso:

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Já disse aqui no blog que não gostei muito da combinação do uniforme (com calção azul e meia branca) que vem sendo usada até agora. Acho que é que menos valoriza a peça. Usar uma meia azul ou mesmo um calção e meia azul marinho deixaria a combinação mais distinta (ver simulação abaixo):

Gremio x BahiaGremio x Goias

E posteriormente foi lançada a versão dessa camisa em rosa, na já habitual campanha do Outubro Rosa.

Gremio x Goias

Vale ainda lembrar que na temporada 2017-2018, a Umbro já havia feito uma releitura dessa estampa no terceiro uniforme do Derby County (foto abaixo).

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Brasileirão 1995 – Grêmio 2×3 Botafogo

October 26, 2019

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Em 16 de setembro de 1995, Grêmio e Botafogo se enfrentaram no Olímpico pela primeira fase do Brasileirão. O tricolor fazia seu quinto jogo após alcançar o Bicampeonato da Libertadores e parecia mais interessado no jogo seguinte, que seria a estreia na Supercopa. Desse modo o Botafogo conseguiu um importante resultado, conquistando sua primeira vitória fora de casa na campanha do seu último título nacional.

Eu imagino que a declaração dada por Felipão no intervalo dessa partida (ver a crônica da Zero Hora transcrita abaixo) seria bem mais questionada caso fosse feita atualmente.

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BOTAFOGO JOGA BEM, DERROTA O GRÊMIO E LIDERA O GRUPO A

[…]

O Grêmio, ainda de ressaca pela conquista da Libertadores, não foi aquele time  aguerrido, que sufoca os adversários quando joga no Olímpico. Mesmo assim, teve duas chances para marcar, a melhor delas com Carlos Miguel.

No segundo tempo, logo aos 10 minutos, Túlio fez as pazes com o gol. Recebeu bola açucarada de Gottardo, que estava no ataque, e bateu de primeira, sem chances para Danrlei. A torcida pediu e o técnico Luís Felipe colocou o artilheiro Jardel. Mas foi o Botafogo quem marcou. Aos 25, Luciano falhou bisonhamente dentro da área e Túlio, com muita categoria, marcou depois de deixar Danrlei no chão.

Não deu nem para comemorar. Um minuto depois, Paulo Nunes descontou após confusão na área pós confusão na área alvinegra. O. Grêmio se animou e começou a pressionar, explorando as bolas altas para Jardel. Mesmo no sufoco, a defesa do Botafogo segurou a pressão e, aos 46m, Narcisio, que entrara no lugar do displicente Beto, marcou o terceiro em bela jogada individual. Com a vitória garantida, o Botafogo relaxou e aos 48m Jardel, de cabeça, diminui. Não dava mais tempo para nada” (Jornal do Brasil, domingo, 17 de setembro de 1995)

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SÉRGIO NORONHA: “Para um time que tinha sérios problemas de relacionamento, o Botafogo até que demonstrou um belo espírito de solidariedade na vitória sobre o Grêmio. Aliás, o gol que abriu o caminho da vitória foi obra de uma jogada de dois desafetos. Gottardo cruzou e Túlio escorou para marcar. Depois os dois
se abraçaram, levemente constrangidos.

Logo no início o Botafogo deu mesma impressão de que havia um problema de comunicação entre os jogadores. O Grêmio jogava bem, dominava c fazia com facilidade as jogadas de linha de fundo. Paulo Nunes, pela direita, e Roger, pela esquerda, infernizavam a vida do Botafogo.

A reação demorou uns vinte minutos. Mas logo o Botafogo equilibrou o jogo e teve até a melhor oportunidade quando Túlio perdeu, depois de driblar até o goleiro.

E impossível que não tenha havido qualquer tipo de conversa no intervalo. O Botafogo voltou melhor, fez dois gols através de Túlio e Narcísio e acabou vencendo um jogo que lhe parecia inteiramente adverso.

A vitória mostrou que um time não se faz apenas do conjunto. As estrelas são importantes, mesmo que causem alguns ciúmes no elenco.” (Jornal do Brasil, segunda-feira, 18 de setembro de 1995)

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O JOGO: O Grêmio não resistiu ao bom toque de bola do Botafogo e, mesmo em um jogo equilibrado, mostrou desentrosamento e mereceu perder para uma equipe bem colocada no meio-campo.” (Placar, Outubro de 1995)

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O GRÊMIO, FORA DE RITMO, DECEPCIONA A TORCIDA
A derrota por 3 a 2 para o Botafogo, sábado, no Olímpico, deixou os jogadores abatidos para a estréia na Supercopa.

O time bicampeão da Copa Libertadores decepcionou a torcida gremista sábado à tarde, no Estádio Olímpico. Mesmo com nove dos 11 titulares em campo, a equipe de Luiz Felipe não jogou bem e perdeu por 3 a 2 para o Botafogo, pelo Brasileirão. O resultado negativo deixa o time na 10ª colocação no Grupo A. A derrota abalou os jogadores do Grêmio, que evitaram falar à imprensa ao final da partida. Hoje, o treinador começa os preparativos para enfrentar o Racing, da Argentina, pela Supercopa dos Campeões da América, quarta-feira, em Porto Alegre.

O começo do jogo foi favorável ao Grêmio, que atacou o time carioca com insistência. Antes dos cinco minutos, o goleiro Wagner foi obrigado a colocar para escanteio um chute forte do lateral-direito Marco António. A. 20 minutos, porém, o meio-campo do Botafogo acertou a marcação e passou e dominar o setor. Com jogadas rápidas, os meias Sérgio Manoel e Beto faziam a ligação da defesa com o ataque. Aos 42 minutos, Túlío driblou Rivarola e Danrlei, mas chutou para fora.

“Eles estão jogando como moças”, reagiu, irritado, o técnico Luiz Felipe no intervalo da partida, referindo-se à falta de empenho do time nas bolas divididas. Depois da conversa com o treinador, os jogadores do Grêmio voltaram com mais vontade e logo no primeiro minuto da segunda etapa, Carlos Miguel chutou nas pernas do goleiro Wagner. Com cinco homens no meio-campo, o Botafogo voltou a equilibrar a partida e, aos 10 minutos, Túlio recebeu a bola dentro da área, girou o corpo e marcou o primeiro gol do jogo. A derrota parcial abalou os jogadores gremistas que começaram a errar passes e lançamentos. A. 25 minutos, o zagueiro Luciano falhou ao afastar uma bola nos pés do goleador Túlio. O artilheiro do Brasileirão driblou Luciano, deixou Danrlei para trás e marcou o segundo gol do jogo.

Com Jardel, que entrou no lugar de Roger, e Paulo Nunes, o Grêmio reagiu e, aos 26 minutos, o ponteiro direito descontou, chutando dentro da pequena área. Aos 46 minutos, Narcisio ampliou para o Botafogo: 3 a 1. Os cariocas relaxaram na marcação e Jardel, de cabeça, colocou a bola nas redes de Wagner.

A derrota por 3 a 2 não estava nos planos de Luiz Felipe. “Uma vitória deixaria o time embalado para enfrentar o Racing”, disse Luiz Felipe. “Vamos tentar corrigir os erros.” De acordo com o técnico, os titulares que receberam folga depois da conquista do bicampeonato de Libertadores sentiram e falta de ritmo de jogo.” (Juan Domingues, Zero Hora, segunda-feira, 18 de setembro de 1995)

 

TÚLIO MOSTROU O TALENDO DE GOLEADOR

O centroavante Túlio, do Botafogo, apareceu pouco durante a vitória de 3 a 2 sobre o Grêmio, sábado. O atacante tocou raras vezes na bola. No primeiro tempo, o jogador recebeu dentro da área gremista, avançou e chutou forte, para fora. Acostumado a acertar lances como aquele, o goleador colocou as mãos na cabeça, inconformado com o erro.

Na etapa final, duas oportunidades foram suficientes para Túlio mostrar o seu talento. Na primeira, o centroavante recebeu de Wilson e deu um toque na bola para fazer 1 a 0. Pouco depois, aproveitou a falha de Luciano, driblou o zagueiro, passou por Danrlei e fez o seu segundo gol no jogo e disparou na artilharia do Brasileirão com oito gols.” (Zero Hora, segunda-feira, 18 de setembro de 1995)

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Fotos: José Doval (Zero Hora)

Grêmio 2×3 Botafogo

GRÊMIO: Danrlei, Marco Antonio (Vagner Mancini 41/2ºT), Luciano, Rivarola e Roger (Jardel 17/2ºT); Dinho, Luis Carlos Goiano, Arilson e Carlos Miguel; Paulo Nunes e Nildo
Técnico: Luiz Felipe Scolari

BOTAFOGO: Wagner, Wilson Goiano, Wilson Gottardo, Gonçalves e Andre Silva; Leandro, Jamir, Beto (Marcelo Alves 36/2ºT) e Sergio Manoel; Donizete (Narcisio 43/2ºT) e Tulio
Técnico: Paulo Autuori

Primeira Fase – Campeonato Brasileiro 1995
Data: 16 de setembro de 1995, sábado, 16h00min
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre-RS
Público: 14.808 (10.629 pagantes)
Renda: R$ 106.318,00;
Juiz: Oscar Roberto de Godoi (SP)
Auxiliares: Epitácio Rodrigues e Carlos Silva
Cartões Amarelos: Luciano, Donizete, Wilson Goiano, Roger, Wilson Gottardo e Vagner
Cartão Vermelho: Rivarola (28/2ºT)
Gols: Túlio, aos 9 e aos 25 minutos, Paulo Nunes aos 26, Narcisio aos 46 e Jardel aos 47 minutos do 2º tempo

Confrontos contra o Flamengo fora de casa pela Libertadores

October 23, 2019

Até hoje o Grêmio enfrentou o Flamengo três vezes em jogos de Libertadores realizados fora de Porto Alegre. Foram eles:

Libertadores 1983 – Flamengo 1×3 Grêmio (6.415 pagantes)
Libertadores 1984 – Flamengo 3×1 Grêmio (38.715 pagantes)
Libertadores 1984 – Flamengo 0x0 Grêmio (53.500 pagantes)

Libertadores 1984 – Flamengo 0x0 Grêmio

October 23, 2019
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Foto: Olívio Lamas (O Globo)

Grêmio e Flamengo terminaram o triangular semifinal da Libertadores de 1984 empatados em pontos. Nesse caso, o regulamento previa um jogo desempate em campo neutro (e nesse caso a Conmebol considerou o Pacaembu como neutro).

Tendo ficado na frente no saldo de gols, o Grêmio jogava por um empate no tempo normal e um empate na prorrogação. E foi isso que conseguiu, segurando um 0x0 por 120 minutos.

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Foto: Zero Hora

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Foto: Zero Hora

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FUTEBOL- RENATO GAÚCHO

FLAMENGO: Fillol; Leandro, Guto, Mozer e Adalberto; Andrade, Adílio e Elder; Bebeto (Nunes), Tita e João Paulo
Técnico: Zagallo

GRÊMIO: João Marcos; Casemiro, Baidek, De León e Paulo César Magalhães; China, Osvaldo (Bonamigo) e Luis Carlos Martins; Renato Portaluppi, Guilherme Macuglia (Gilson Gênio) e Tarciso.
Técnico: Carlos Froner

Libertadores 1984 – triangular semifinal – Grupo B
Data: 19 de julho de 1983, quinta-feira, 21h30min
Local: Estádio Pacaembu, em São Paulo-SP
Público: 53.500 Pagantes
Renda: Cr$ 107.876.000,00
Árbitro: José Roberto Wright
Auxiliares: Arnaldo Cesar Coelho e Carlos Rosa Martins
Cartões Amarelos: Casemiro, China, Nunes e Guto