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Brasileirão 2014 – Grêmio 2×0 Criciúma

August 18, 2014

Depois da derrota no Gre-Nal e de mais uma semana de trabalho, Felipão voltou a mexer na equipe, optando por um esquema com 3 volantes e Matias Rodriguez e Zé Roberto nas laterais. Pressionado pela sequência derrotas, o Grêmio não poderia sequer cogitar a hipótese de empatar com o Criciúma. E teve a sorte e/ou competência de abrir o placar cedo. Aos 10 minutos de jogo, Dudu deu o passe e Lucas Coelho sofreu o pênalti. Luan, batendo no alto com força, converteu a cobrança. A vantagem no marcador fez com o que a torcida jogasse junto com o time, vibrando nas divididas e apoiando mesmo em momentos em que o adversário mantinha a posse de bola no campo de ataque.
O Grêmio não fez substituições no intervalo. Felipão apenas inverteu os lados de Luan e Dudu, mantendo o time numa espécie de 4-1-4-1. Uma prova dessa distribuição dos atletas do campo pode ser vista logo aos três minutos, quando os volantes Riveros e Fellipe Bastos pressionaram o adversário já no campo de ataque, ocasião na qual o camisa 6 gremista fez o desarme e Lucas Coelho aproveitou para carregar, “fomear” (pecado perdoável para um camisa 9) e marcar o segundo gol num chute cruzado rasteiro. Depois disso o Grêmio administrou bem a partida, inclusive desperdiçando oportunidades de marcar o terceiro tento.

Ter que aguentar os carvoeiros cantando “Time sem torcida” é um pouco demais para minha cabeça. Acusadas de golpe e penas absurdas a parte, é preciso reconhecer que os catarinenses compareceram em um bom número e fizeram uma festa impressionante. Um detalhe curioso é que os torcedores do Criciúma tinham a possibilidade de estacionar seus carros dentro da Arena (algo que somente os gremistas mensalistas ou frequentadores dos camarotes e cadeira gols podem fazer). Não considero um absurdo o fato de que os visitantes tenham mais direitos que os mandantes (é até uma bela quebra de paradigma no aspecto de ser um bom anfitrião). Contudo, resta saber se haverá reciprocidade na partida do 2º turno.
Um fato que me chamou a atenção foi o Fellipe Bastos chamando os jogadores de defesa, especialmente o capitão Rhodolfo, para pressionar o juiz no lance do pênalti (imagino que pedindo um cartão para o defensor do tigre).

Excetuando o grito mais entusiasmado do locutor no anúncio da escalação eu não vi nenhuma ação especial para marcar/celebrar/comemorar/faturar em cima da estreia de Felipão na Arena. Considero que uma belíssima oportunidade foi desperdiçada, ainda que se leve em conta que o momento não é (ou era) dos melhores.

Fotos: André Kruse (Grêmio1983) e Lucas Uebel (Grêmio.net)

Grêmio Grêmio 2×0 Criciúma Criciúma

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Matías Rodríguez, Rhodolfo, Werley e Zé Roberto; Ramiro,, Fellipe Bastos (Edinho, 34’/2ºT), Riveros, Luan (Ronan, 39’/2ºT) e Dudu; Lucas Coelho (Giuliano, 25’/2ºT).
Técnico: Luiz Felipe Scolari

CRICIÚMA: Luiz; Eduardo, Fábio Ferreira, Gualberto e Giovanni; Serginho (Ronaldo Mendes, 11’/2ºT), João Vitor, Martinez e Paulo Baier (Wellington Bruno, 31’/2ºT); Silvinho e Gustavo (Danilo Alves, 18’/2ºT). 
Técnico: Wagner Lopes
15ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2014
Data: 17 de agosto de 2014, domingo, 16h00min
Local:  Arena do Grêmio, em Porto Alegre-RS
Público: 28.888 (27.112 pagantes)
Renda: R$ 1.014.274,00
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio-GO
Auxiliares: Cristhian Passos Sorence-GO e Bruno Raphael Pires-GO
Cartões amarelos: Serginho, João Vitor (C), Matías Rodríguez (G)

Gols: Luan (de pênalti), aos 10 minutos do primeiro tempo. Lucas Coelho, aos três minutos do 2º tempo

Brasileirão 2014 – Inter 2×0 Grêmio

August 11, 2014
 
Na sua reestreia, Felipão mexeu bastante na equipe tricolor para o Gre-Nal do Beira-Rio (o já tradicional clássico do 1º turno disputado no 2º semestre, uma das bizarrices do calendário brasileiro). E aparentemente algumas mudanças deram certo. Em especial as entradas de Walace e Felipe Bastos como volantes. Passados os minutos iniciais, onde o Inter conseguiu fazer algumas jogadas de linha de fundo, o tricolor passou a controlar o meio de campo. A equipe parecia fazer mais desarmes no setor na comparação com jogos anteriores e valorizava mais a posse de bola (fato reconhecido pelo adversário), contudo o jogo era bastante truncado e os goleiros pouco trabalhavam. As melhores situações da primeira etapa foram gremistas, mas Rodriguinho teve seu chute bloqueado quanto ingressava pelo lado direito da área e Dudu acabou perdendo o equilíbrio ao tentar o arremate na bola que sobrou limpa para ele.
Fernandinho entrou no intervalo no lugar de Rodriguinho, e Dudu saiu da ponta-esquerda para o lado direito. Eu não teria feito essa substituição. Dudu estava tecnicamente pior do que Rodriguinho (que dava alguma contribuição no toque de bola do meio campo). Mas falo isso tendo visto o jogo na TV, não consigo avaliar qual dos atletas cumpria melhor papel tático (ex: acompanhar o lateral, etc…). Todavia a mudança não alterou imediatamente a cara do jogo. O Grêmio seguiu propondo um pouco mais as ações, mas acabava esbarrando na inoperância do seu ataque. Barcos não conseguia se apresentar para fazer o pivô, perdendo a grande maioria das disputas com os defensores colorados. O Inter, que tinha mantido o 0x0 até ali sem fazer muita força acabou fazendo o 1×0 aos 16 minutos do segundo tempo. Alex ameaçou um chute que já a muito não se concretiza e com um corte acabou abrindo espaço na defesa gremista, que acabou se desorganizando, ficando fora de lugar, com Dudu chegando tarde para bloquear o cruzamento de Fabrício e Werley deixando Aranguiz, que até ali estava apagado no jogo, subir sozinho para cabecear a bola para o fundo das redes. O Grêmio tentou, ainda que timidamente, reagir ao gol sofrido. Luan entrou bem no jogo, preocupando a defesa adversária e sofrendo faltas. O tricolor teve alguns escanteios para ameaçar, mas acabou levando o 2º num contra-ataque concluído por Cláudio Winck, quase na marca do pênalti, aos 39 minutos do segundo tempo.

Como de costume, diversas análises serão feitas a partir de mais um insucesso. Eu entendo e me identifico com muitos dos que se revoltam. O retrospecto recente em clássicos e a falta de títulos contribuem muito para isso. O contexto acaba tornando piores os eventos isolados. Mas considero que a atuação tricolor foi boa/razoável até a 15 minutos do 2° tempo. Os problemas que o Grêmio vem apresentando não seriam corrigidos em uma semana.
Nesse jogo eu gostei do posicionamento defensivo do Grêmio. O time pareceu mais compacto, sem tanto espaço entre as linhas. O que ainda não se viu foi qualquer tipo de mudança na movimentação ofensiva. 
O fato de viver um melhor momento e de ter um time mais bem estruturado ajuda muito a explicar a vitória do Inter. Abel tinha atletas da função do goleiro ao centroavante. Felipão jogou com um volante improvisado na lateral direita e um lateral-direito atuando com lateral-esquerdo. A propósito, a lateral-esquerda é uma das posições mais sintomáticas da falta de organização e sequência do Grêmio. Desde 2011 o Grêmio disputou 24 Grenais e utilizou 11 jogadores diferentes nessa função  nos clássicos (12 se consideramos Joílson, que jogou por poucos minutos ali na final do Gauchão de 2010). O ex-jogador da seleção brasileira André Santos, contratado a peso de ouro junto ao Arsenal da Inglaterra, sequer vestiu a camisa tricolor contra o Internacional. Pará estreou em Grenais improvisado na lateral esquerda em abril de 2012. Depois de mais de 2 anos, 3 outros laterais em 9 clássicos, Pará estava de volta ao lado esquerdo da defesa gremista. Esse rodízio explica muito o porque das dificuldades do futebol tricolor.
Eu acho um absurdo o que o Grêmio tem feito com o Luan. É prata da casa, é um dos que mais produziu na temporada e ainda assim é sempre o primeiro a ir pro banco. O clube expõe os guris da base e blinda dirigentes. Deveria ser o contrário.  
O resultado não passa em nada para a arbitragem (a discussão até poderia ser outra o Fernandinho tivesse feito  gol no lance em que equivocadamente foi marcado impedimento) mas dizer que a atuação de Daronco foi ótima é atentar contra o bom senso. Não consigo entender um juiz que mostra cartão amarelo por cera aos 24 minutos de jogo para depois dar somente o tradicional 1 minuto de acréscimo ao final do primeiro tempo.
Não que seja uma exclusividade tricolor, mas inegavelmente é a torcida gremista a que vem sofrendo mais com a questão referente as medidas de segurança para os jogos de futebol em Porto Alegre. É inacreditável que o Ministério Público chancele medidas que limitem o direito de ir e vir. A proteção do interesse e direitos dos seus torcedores deveria ser de total interesse do clube, mas eu imagino que isso não vai acontecer enquanto o pensamento de que “Torcida não ganha jogo” tenha espaço na direção do Grêmio.
Fotos: Fabiano do Amaral (Correio do Povo ), Ricardo Rimoli (Lance) e Lucas Uebel (Grêmio)

Internacional Inter 2×0 Grêmio Grêmio

INTER: Dida; Wellington Silva (Cláudio Winck, intervalo), Ernando, Juan, Fabrício; Willians (Ygor, 42’/ 2ºT), Wellington, Aránguiz, D’Alessandro, Alex; Rafael Moura (Wellington Paulista, 36’/2ºT)
Técnico: Abel Braga

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Ramiro, Werley, Rhodolfo e Pará; Walace, Fellipe Bastos; Rodriguinho (Fernandinho, intervalo), Giuliano (Alán Ruiz, 43’/2ºT) e Dudu (Luan, 22’/2ºT); Barcos
Técnico: Luiz Felipe Scolari

14ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2014
Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre
Público: 37.222 (32.642 pagantes)
Renda: R$ 1.572.200,00
Arbitragem: Anderson Daronco-RS
Auxiliares:  Rafael da Silva Alves e Marcelo Barison
Cartões amarelos: Alex, Cláudio Winck, Wellington Paulista (I); Rodriguinho, Marcelo Grohe, Fellipe Bastos, Pará (G)
Gols: Aránguiz aos 16 minutos e Cláudio Winck aos 39 minutos do segundo tempo

Brasileirão 2014 – Grêmio 2×3 Coritiba

July 28, 2014

E a crise se instalou de vez no Grêmio. E era difícil que assim não fosse, depois do terceiro jogo seguido em casa sem vitória. Os minutos iniciais do tricolor foram bons, pressionando o Coritiba, indo para cima, chegando pelos lados do campo, ameaçando em cruzamentos e apanhando os rebotes ofensivos. Mas aos poucos a posse de bola no ataque foi se tornando improdutiva, com o Grêmio esbarrando na lentidão dos seus passes e movimentação. O adversário passou a ter oportunidades no contra-ataque e as situações mais concretas de gol no primeiro tempo foram do Coxa, nos chutes de Alex e Robinho, que atingiram a junção da trave com o travessão.
No intervalo Enderson fez a mesma mudança do joga contra o Goiás, passando o time para um 4-1-4-1. Me pareceu um tanto precipitada a mexida, visto que o Grêmio não estava carecendo de mais um jogador na frente da área adversária, e sim necessitando de mais qualidade e velocidade na saída de bola. Precipitada também me pareceu a saída de Marcelo Grohe (talvez influenciado por Neuer) no lance que Zé Love entrou livre pelo lado esquerdo da área e marcou o 1×0 logo aos 3 minutos da segunda etapa (foto acima).  O tricolor não se abalou com o gol e foi em busca da virada. Aos 11, Fernandinho fez boa jogada pela ponta esquerda e encontrou Barcos dentro da área, que chutou forte de pé esquerdo para empatar. Aos 19 foi a vez de Luan dar um belo passe para o capitão gremista, que esperou a queda do goleiro Vanderlei para marcar o 2×1 (fotos abaixo). Contudo, aos 27 do segunda etapa o árbitro marcou uma falta questionável para o Coritiba. Alex levantou na área e Zé Love, em posição duvidosa (há um toque em algum companheiro antes?) empatou a partida. O Grêmio foi em busca do terceiro, teve oportunidades, mas acabou sofrendo um forte revés aos 49 minutos, quando Alex recebeu livre na marca do pênalti e não desperdiçou. Placar final: Grêmio 2×3 Coritiba.

Nenhum treinador resiste a dois gols do Zé Love. Falando sério, o Grêmio vinha oscilando (para não dizer despencando) desde o final da primeira fase da Libertadores. A mudança na comissão técnica é plenamente justificável. O que não dá pra entender é por que que, pelo segundo ano seguido, a diretoria do clube esperou a passagem da parada do meio do ano para trocar o treinador?
Um dos grandes riscos de trocar o treinador agora é acreditar que todos os problemas do time eram de inteira responsabilidade de Enderson Moreira. Eu acho que ele se complicou em alguns aspectos. Como por exemplo, ao improvisar Saimon e Pará na lateral-esquerda sem ter testado isso nos amistosos de inter-temporada. Mas esse problema surgiu do fato do Grêmio ter vendido dois laterais em menos de um ano, o que provavelmente não foi idéia do treinador.

Todo torcedor tem seu time titular ideal. Boa parte da torcida (na qual me incluo) criticava o baixo desempenho do Barcos nos últimos jogos. Os dirigentes também são torcedores e também tem opinião sobre a escalação, mas devem guarda-la para o foro e o momento adequado. Penso que, internamente, o treinador possa ouvir sugestões e deva ser questionado sobre suas decisões. Contudo, depois que essa decisão é exteriorizada, acho que não cabe mais ao dirigente questiona-la publicamente. Mas, infelizmente, foi exatamente isso que fez o vice-presidente Romildo Bolzan, criando um atrito desnecessário com o Barcos, que ficou ainda mais estranho após os dois gols que o Pirata marcou na partida.

Grêmio Grêmio 2×3 Coritiba Coritiba

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Pará, Rhodolfo, Geromel e Saimon (Matías Rodriguez, int); Riveros, Ramiro (Rodriguinho, int), Luan, Giuliano e Fernandinho (Jean Deretti, 32’/2º); Barcos
Técnico: Enderson Moreira

CORITIBA: Vanderlei; Norberto, Wellington, Luccas Claro e Dener; Baraka, Germano, Robinho (Elber, 42’/2º), Alex e Dudu (Keirrison, 24’/2º); Zé Love (Hélder, 42′ /2º)
Técnico: Celso Roth

12ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2014
Data: 27 de julho de 2014, domingo, 18h30min
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre-RS
Público: 21.608 (19.944 pagantes)
Renda: R$ 774.760,00
Arbitragem: Ricardo Marques Ribeiro (FIFA/MG)
Auxiliares: Márcio Eustáquio Santiago (FIFA/MG) e Guilherme Dias Camilo (MG)
Cartões amarelos: Luccas Claro, Norberto (C), Matías Rodriguez (G)
Gols: Zé Love (C), aos 3 minutos do 2º tempo, Barcos, aos 11 e 19, Zé Love, aos 27 e Alex aos 49 minutos do segundo tempo.

Camisas 2014 – Tricolor e Branca

May 4, 2014

Creio que seja mais fácil começar pelas coisas que gostei/entendi desse lançamento da coleção 2014 das camisas do Grêmio. Achei bem legal a ideia de fazer o desfile de apresentação na Arena em um dia de jogo. Isso não só prestigia quem costuma ir a campo como também valoriza a esplanada do estádio, que é um espaço pra lá de subaproveitada.
De resto é difícil entender algumas questões que envolvem esse tema do material de esportivo:
– Por que a coleção da temporada é lançada somente no final de abril?
– Por que se espera a segunda rodada do brasileirão para estrear a camisa titular?
– Por que se divulga o lançamento de produtos que ainda não estão disponíveis pra venda, como a camisa branca o os fardamentos de treino?
– A tal da “venda no escuro” precisa ser repetida em todos os anos?
– Por que não é ofertada a camisa feminina na pré-venda de modo a atingir também as sócias?

Além disso, sou cada vez mais contrário a essa ideia de ter uma camisa titular para a Libertadores e outra para as demais competições. Creio que a camisa tricolor mereça alguma pompa, e me parece que o mais correto seria que ela fosse a mesma do primeiro ao último jogo da temporada. Do modo como é feito hoje o Grêmio chegar a usar três camisas tricolores num mesmo ano. Sem falar no fato de que lança uma camisa em fevereiro e outra em abril.
 

Não gostei muito da camisa tricolor. Acho que as listras brancas ficaram excessivamente finas. Se somar isso ao fato de que o Banrisul na frente esteja em preto, assim como os punhos e boa parte da gola, deixa o conjunto do fardamento com um excesso de tons negros.
Não gostei muito do detalhe em azul na parte da frente da gola, parece que o azul da listra “vazou” para lá. Acho que a ideia de usar preto no restante gola e nos punhos até poderia ser uma diferença interessante aos modelos anteriores, mas acabou remetendo um pouco ao uniforme de 2008. E acho que poderiam ter usado uma fonte nova para os números, visto que já terceira camisa titular com essa mesma fonte.
No site do Grêmio se afirma que o “modelo é inspirado no ano de 1928“. Por óbvio que o conceito de “inspirado” pode ser muito relativizado, mas acho que se a ideia era lembrar o primeiro fardamento tricolor a Topper poderia ter pensado num modelo com gola branca ou mesmo com cordão junto a gola (tal como fez a Uhlsport no Munchen 1860 ou a Puma para a seleção uruguaia)
Eu gostei bem mais da camisa branca. Gostei desse grafismo, me remete aos uniformes dos anos 90. Só acho que ele poderia seguir na parte de trás da camiseta, que mais uma vez acaba ficando um pouco sem graça. E esse desenho me lembrou mais da camisa branca de 1996 do que dos  “grafismos étnicos dos tradicionais Pampas gaúchosanunciados pela Topper.

Achei legais o restante da coleção, especialmente da camisa de goleiro, com essas listras em diversos tons de azul e outra em diversos tons de amarelo. Uma pena que ainda não estejam a venda.

 
 
 
 

Camisa da Libertadores 2014

February 16, 2014
O Grêmio iniciou nessa semana a pré-venda da sua nova camisa para  a Libertadores 2014. É inegavelmente uma camisa bonita, num tom de azul bem interessante, com a distribuição e proporção das listras que remete ao fardamento de 2001. Mas há pouquíssima inovação e elementos de surpresa nesse lançamento. O principal é esse detalhe em V na parte inferior na gola. De resto parece ser uma variação da camisa da Libertadores de 2013.

Nas imagens abaixo é possível notar claramente que houve uma inversão na ordem das cores em relação ao modelo do ano passado.  A listra preta passou a ser a central no torso (o que não ocorria desde 2010) e no ombro. As outras diferenças ficam no tom de azul, no detalhe da gola em dourado e aumento da espessura da listra branca (o que acho positivo, visto que era muito estreita em 2013).  Pro meu gosto, o distintivo do clube (bem como o logo da Topper) segue posicionado muito perto das mangas.

O Banrisul permanece na configuração mais comum (Fonte branca com contorno preto) já usada na camisa do Brasileirão/Copa do Brasil do ano passado. E a fonte do número segue a mesma do último fardamento, e aqui penso que seria interessante usar uma fonte para cada ano, ou adotar de vez uma fonte exclusiva e “permanente” para o Grêmio.

Eu confesso que, apesar de ser entusiasta da manutenção de “tradições” nos uniformes, estou sentindo falta de algumas inovações e/ou maior capricho nos detalhes nos últimos fardamentos do Grêmio. Claro que isso é um problema menor depois de alguns dos absurdos da Puma.

O que eu não consigo entender é por que a camisa não foi usada pela primeira vez no primeiro jogo da Libertadores, ou mesmo no primeiro jogo da temporada. E espero que esse seja o único uniforme tricolor da temporada.

Também não encontro explicação para o fato do preço da camisa ter aumentado exatos vinte reais nos últimos anos (R$ 189,90 em 2012R$ 209,90 em 2013 e R$ 229,90 em 2014) Esse aumento está atrelado ao que?