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Copa do Brasil 2016 – Grêmio 0x1 Atlético-PR (Grêmio 4×3 nos pênaltis)

September 24, 2016

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O Grêmio teve mais uma atuação inconstante. A chegada de Renato (ainda) não fez com o que os jogadores retomassem a tranquilidade. O time pareceu sentir o clima pesado no estádio e acabou perdendo de 1×0 (gol de André Lima) no tempo normal. Nos pênaltis, Marcelo Grohe “se recuperou” do erro no gol do Atlético e defendeu 3 cobranças, garantindo a classificação tricolor.

Como bem lembrou o meu amigo Snel, essa série de pênaltis foi tão bizarra quanto aquele Grêmio x Guarany do Paraguai na Libertadores de 1997.

Sempre que foi necessário fazer disputas de pênaltis na Arena as cobranças foram feitas na goleira do lado oposto da geral. Dessa vez da pra ver claramente o desgaste na grama na marca do pênalti.

 

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Fotos: Lucas Uebel (Grêmio.net)

Grêmio 0x1 Atlético-PR

(Grêmio 4×3 nos pênaltis)
GRÊMIO: Marcelo Grohe; Edílson, Geromel, Kannemann e Marcelo Oliveira; Walace e Maicon; Luan, Douglas e Pedro Rocha (Batista, 26’/2º); Henrique Almeida (Guilherme, 17’/2º).
Técnico: Renato Portaluppi

ATLÉTICO-PR: Weverton; Thiago Heleno, Paulo André e José Ivaldo; Léo, Otávio, Hernani, Pablo (João Pedro, 34’/2º) e Nicolas; Luan (Juninho, 43’/2º) e André Lima (Marcos Guilherme, 13’/2º).
Técnico: Paulo Autuori

Copa do Brasil 2016 – Oitavas de Final – Jogo de volta
Data: 21 de setembro de 2016, quarta-feira, 19h30min
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre-RS
Público: 13.909 (12.321 pagantes)
Renda: R$ 339.795,00
Árbitro: Vinicius Furlan (Asp.FIFA-SP)
Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis (Asp. FIFA) e Gustavo Rodrigues de Oliveira (SP)
Cartões amarelos: Henrique Almeida
Gol: André Lima aos 29 minutos do primeiro tempo
Pênaltis: Maicon (gol); Thiago Heleno (gol); Edílson (gol); João Pedro (errou); Walace (errou); Otávio (errou); Douglas (errou); José Ivaldo (errou); Luan (errou), Hernani (gol);
Marcelo Oliveira (gol); Marcos Guilherme (gol); Kannemann (errou); Weverton (errou)
Guilherme (gol);  Paulo André (errou)

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Copa do Brasil 2016 – Atlético-PR 0x1 Grêmio

August 25, 2016

Kannemann Hugo Harada Gazeta do Povo

O Grêmio conseguiu grande resultado ao vencer o Atlético Paranaense em Curitiba, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. A vantagem tricolor se deve muito a atuação do primeiro tempo, onde a equipe gremista mostrou muita movimentação das suas peças ofensivas e teve um bom toque de bola no gramado sintético da Arena da Baixada. Bolaños fez o único gol da partida logo aos 6 minutos, aproveitando uma assistência “de letra” de Douglas. No segundo tempo o Atlético pressionou em inúmeros levantamentos, mas a chance mais clara foi do Grêmio, quando Bolaños se aproveitou da linha de impedimento mal feita e chutou por cima quando ficou cara a cara com Weverton.
fernando freire globo esporteluan Hugo Harada Gazeta do Povo

Não lembro de alguma ocasião que o Grêmio tenha sido eliminado na Copa do Brasil após ter vencido o primeiro jogo fora de casa (Verdade também que foram poucas vezes que o Grêmio venceu o primeiro jogo fora de casa contra adversários mais graduados, lembro da vitória contra o Corinthians no Morumbi em 1997 e contra o Fluminense no Maracanã em 2010).

Foi muito interessante acompanhar o esquema usado pelo Grêmio no primeiro tempo. É possível dizer que o time jogou num 4-3-3, ou num 4-6-0, ou num 4-2-3-1 com Ramiro, Douglas e Luan na linha mais avançada do meio, com Bolaños na frente ou mesmo dizer que o time jogou num 4-4-2 com losango no meio. Certo que é os jogadores se movimentaram bastante e assim o Grêmio conseguiu se impor.

Kannemann teve uma estreia discreta, porém segura. Tentou sempre simplificar as jogadas.

Já disse e repito: Não acho legal ver o Marcelo Grohe jogando com o uniforme do ano passado com o patrocínio da Tramontina tapado por uma faixa.
Rodolfo Buhrer lance
Fotos:Hugo Harada (Gazeta do Povo)  Rodolfo Buhrer (Lance),

Atlético-PR 0x1 Grêmio

ATLÉTICO-PR: Weverton; Léo, Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio, Hernani e Rafael Galhardo (João Pedro, Intervalo); Marcos Guilherme (Juninho, Intervalo), Luan (Giovanny, 27’/2ºT) e André Lima
Técnico: Paulo Autuori

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Edílson, Pedro Geromel, Kannemann e Marcelo Oliveira; Walace, Jaílson e Ramiro; Douglas, Miller Bolaños (Everton, 37’/2ºT) e Luan (Kaio, 46’/2°T)
Técnico: Roger Machado

Copa do Brasil 2016 – Oitavas de Final – Jogo de ida
Data: 24/8/2016, Quarta–feira, 19h30min
Local: Arena da Baixada, Curitiba-PR
Público: 16.336 (14.300 pagantes)
Renda: R$ 321.995,00
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (FIFA-MG)
Auxiliares: Emerson A. de Carvalho (FIFA-SP) e Marcelo Carvalho Van Gasse (FIFA-SP)
Cartões amarelos: Thiago Heleno (CAP); Marcelo Oliveira (GRE)
Gol: Miller Bolaños, aos 6 minutos do 1º tempo

Brasileirão 2016 – Atlético-PR 2×0 Grêmio

June 28, 2016

 

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O Grêmio fez uma partida ruim, mostrando dificuldade para criar jogadas e também para desarmar o adversário, e foi merecidamente derrotado pelo Atlético Paranaense em Curitiba, em dois bons chutes de Hernani e André Lima, aos 8 e aos 22 minutos do segundo tempo respectivamente.

Até certo ponto a queda de rendimento do Grêmio diante de tanto desfalques é compreensível. O que eu não consigo entender é porque Luan, o melhor jogador do plantel, é o primeiro a ser trocado de posição quando o treinador fazer ajustes no time.
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Fotos: Gustavo Oliveira (Atlético-PR)

Atlético-PR 2×0 Grêmio

ATLÉTICO-PR: Wewerton; Léo, Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio, Hernani, Vinícius, Pablo (Marcos Guilherme 40’/2ºT), e Nikão (Marcão 44’/2ºT); André Lima (Walter 37’/2ºT).
Técnico: Paulo Autuori

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Edilson, Rafael Thyere, Fred e Marcelo Oliveira; Walace (Tilica, 21’/2ºT), Ramiro, Giuliano, Everton (Jaílson, 26’/2ºT) e Luan; Bobô (Lincoln, 12’/2ºT)
Técnico: Roger Machado

11ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2016
Data: 26 de junho de 2016, domingo, 16h00min
Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Público:  16.838 pagantes
Renda: R$ 426.600,00
Árbitro: Wagner Reway (MT)
Assistentes: Carlos Berkenbrock (SC) e Fábio Rodrigo Rubinho (MT)
Cartão amarelo: Hernani (Atlético-PR)
Cartão vermelho: Ramiro (Grêmio)
Gols: Hernani, aos 8 minutos e André Lima, aos 22 minutos do segundo tempo

Brasileirão 2015 – Atlético-PR 1×2 Grêmio

September 17, 2015

A jogada que o São Paulo tão bem bloqueou no domingo acabou fluindo diante do Atlético Paranaense em Curitiba. Foi justamente no recuo do atacante para criar espaço para entrada do homem do meio que o Grêmio começou a vencer o jogo no Couto Pereira. Aos 32 do primeiro tempo, Luan recebeu de Fernandinho na frente da área e limpou bem a marcação antes de dar um belo passe para Douglas, que da marca do pênalti tirou do goleiro e fez o 1×0. Com a vantagem no marcador o Grêmio passou a ter mais espaço para contra-atacar, se aproveitando da situação incomoda do time da casa. Logo aos 2 minutos do segundo tempo, Giuliano encontrou Luan entrando por trás da zaga, e o camisa 7 não desperdiçou o passe , tocando na saída de Weverton. O Atlético chegou a descontar aos 32 minutos, através de Ewandro, que concluiu uma boa jogada de Otávio, mas acabou tendo pouco tempo para buscar um empate.

Giuliano já é um dos líderes em assistências do Brasileirão.
O Footstats divulgou ontem que Luan é o “mais desarmado do Brasileiro Serie A 2015, 212 vezes“. Penso que a informação ficaria mais completa se eles também divulgassem que Luan é o jogador que mais faltas sofreu durante a competição.

Até entendo que parte da torcida do furacão questione o seu treinador por algumas decisões tomadas. Mas Milton Mendes jamais poderia ser criticado por ter escolhido essa sensacional combinação de paletó, camisa e gravata.

Eu não tenho nada contra a ideia do “Naming Rights”. Acho que, se bem trabalhada, pode gerar uma parceria legal entre clube e patrocinador. Mas confesso que tenho dificuldade em imaginar por que uma marca tem interesse em associar o seu nome com essa ampliação tosca do Couto Pereira.

Fotos: Guilherme Artigas (Lance), Gustavo Oliveira (C.A.P), Geraldo Bubniak (Banda B) e Hugo Harada (Gazeta do Povo)

 Atlético-PR Atlético-PR 1×2 Grêmio Grêmio

ATLÉTICO-PR: Weverton; Eduardo, Vilches, Wellington e Roberto (Sidcley, 22’/2ºT); Otávio, Deivid (Daniel Hernández, 5’/2ºT), Hernani, Marcos Guilherme e Ytalo (Ewandro, 45’/1ºT); Walter.
Técnico: Milton Mendes
GRÊMIO: Marcelo Grohe (Tiago, 40’/1ºT); Galhardo (William Schuster, 28’/2ºT), Erazo, Bressan, Marcelo Oliveira; Edinho, Walace, Giuliano, Douglas (Bobô, 26’/2ºT) e Fernandinho; Luan.

Técnico: Roger Machado

26 ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2015
Data: 16/09/2015, quarta-feira, às 21h00min
Local: Estádio Couto Pereira, em Curitiba-PR
Público: 15.300 (13.619 pagantes)
Renda:  R$ 280.500,00
Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)
Auxiliares: Helton Nunes (SC) e Rosnei Hoffmann Scherer (SC)
Cartões amarelos: Otávio (CAP); Tiago e Edinho (GRE).

Gols: Douglas, aos 32 minutos do primeiro tempo; Luan, aos 2 minutos e Ewandro, aos 32 minutos do segundo tempo.

Copa do Brasil – Grêmio 0x0 Atlético Paranaense

November 7, 2013

 

Uma pena que eu ainda não tenha encontrado esse vídeo na internet, mas lembro claramente de um depoimento de Rinus Michels sobre a final da Eurocopa de 1988. Ele reconheceu os méritos da União Soviética naquela partida, mas disse que a vitória da Holanda foi justa pois sua equipe foi melhor num elemento importantíssimo no futebol: Converter as chances em gol.

 

E o Grêmio não soube converter as oportunidades que teve nessa semifinal. E não foram poucas as situações nessa partida de volta. Como era de se imaginar, o jogo começou truncado. O Atlético ficava todo atrás da linha da bola. No seu posicionamento defensivo, Paulo Baier era o jogador mais avançado (e ficava na altura do círculo central), enquanto Marcelo e Ederson recuavam para bloquear a passagem dos laterais gremistas. Mesmo com essas dificuldade, o Grêmio ia no embalo da torcida e se aproximava da meta adversária, mas só ameaçava em cobranças de escanteios. Susto mesmo o Grêmio só foi dar ao final do primeiro tempo, em dois chutes de fora da área que Weverton espalmou para escanteio (conclusões de Barcos e Alex Telles, respectivamente).
O Grêmio aumentou a carga no segundo tempo, que virou definitivamente um jogo disputado em uma única metade do campo, e assim o tricolor esteve sempre muito perto de marcar. Colocou bola na trave, teve gol anulado, mas pro meu gosto faltou, além de um pouco de sorte, mais velocidade nas ações e mais movimentação (inversões, overlapping e etc). O tempo foi passando e o gol que levaria a decisão para os pênaltis não aconteceu.
É preciso registrar que os homens de frente do Grêmio, embora tenham mostrado empenho, estiveram numa jornada tecnicamente infeliz. Não é justo creditar a desclassificação a um único fator, mas essa pode sim ser uma das razões. Por outro lado, é justo que se reconheça que atletas como Ramiro, Riveros, Souza e Rhodolfo tiveram atuações dignas de jogo decisivo.

 

 

O Atlético tem mais qualidade que o Grêmio? Tem mais organização? As duas coisas? Nenhumas das duas, só teve mais sorte?
Será que o fato do Atlético ter alongado a sua pré-temporada, ao não usar seu time principal no campeonato regional (enquanto o Grêmio enfrentava uma maratona de datas) lhe deu alguma vantagem nesse momento da competição?
 
É bem questionável a marcação do juiz ao apitar falta de Barcos em Luiz Alberto no que seria o gol do Ramiro. Eu considero que aquele tipo de contato (mão nas costas) é faltoso, mas ocorreram lances parecidos com esse na partida em que nada foi marcado.
Mais um jogo decisivo que a torcida do Grêmio é impedida de levar faixas, trapos e bandeiras. Será que é tão difícil resolver essa questão?
É curioso o comportamento de parte torcida. O anúncio do nome do Zé Roberto na escalação foi comemorado como se fosse um gol. Mas na primeira bola que ele segurou um pouco mais (justamente uma das suas características) vários torcedores se impacientaram.
Renato tem grandes méritos na retomada desse grupo do Grêmio. Mas algumas das suas decisões são difíceis de entender. Zé Roberto, que sequer entrou na partida de ida (quando o time estava seriamente desfalcado), acabou virando titular no jogo de volta quando todos os atletas estavam a disposição do treinador. O que mudou nesses 6 dias entre os dois jogos?
O Grêmio jogou seis partidas na Copa do Brasil e marcou apenas 2 gols. Aí fica muito difícil ir adiante, ainda que o time também tenha sofrido poucos (2 em seis jogos).


 Fotos: André Ávila e Mauro Schaefer (Correio do Povo), Daniel Castellano (Gazeta do Povo)

 
Grêmio Grêmio 0x0 Atlético Paranaense Atlético-PR

GRÊMIO: Dida; Pará, Rhodolfo, Bressan e Alex Telles; Souza, Ramiro (Yuri, 35/2T), Riveros (Elano, 20/2T) e Zé Roberto (Vargas, 24/2T); Kleber e Barcos.
Técnico: Renato Portaluppi
ATLÉTCO-PR: Weverton; Léo, Manoel, Luiz Alberto e Juninho; Deivid, Zezinho, Everton (Renato, 38/2T) e Paulo Baier (João Paulo, 31/2); Marcelo e Ederson (Dellatorre, 31/2T).
Técnico: Vagner Mancini

Copa do Brasil 2013 – Semifinal – jogo de volta
Data: 07 de novembro de 2013, quarta-feira, 21h50min
Local:
Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)
Público total: 43.899 (41.234 pagantes)
Renda: R$ 2.061.192,00
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Auxiliares:
Emerson Carvalho (SP) e Guilherme Camilo (MG).
Cartões amarelos: Juninho, Léo, Manoel, Luiz Alberto, Zé Roberto, Kleber
Cartões vermelhos: Léo (APR) e Kleber (GRE), depois do jogo.

1996 – Copa do Brasil – Grêmio 3×0 Atlético Paranaense

November 5, 2013

 

A partida de volta das oitavas de final da Copa do Brasil de 1996, entre Grêmio e Atlético Paranaense, foi disputada no dia 19 de abril, uma sexta-feira. A razão do dia da semana tão peculiar era de que a equipe principal do tricolor recém havia voltado do Japão, onde vencera o Independiente pela Recopa. A direção anunciava que não haveria transmissão do jogo pela televisão e um bom público se deslocou até a Azenha.
Em razão do resultado obtido em Curitiba, o Grêmio jogava pelo 0x0 no Olímpico, e assim o primeiro tempo acabou sendo bastante truncado. Na segunda etapa o Atlético foi obrigado a se abrir e acabou concedendo três pênaltis. Os três convertidos por Adílson. Curiosamente o mesmo fato voltou a acontecer (um jogador convertendo três pênaltis no mesmo jogo) contra o mesmo Atlético no Brasileirão de 2008.
Outro dado interessante da partida foi a estreia de Rodrigo Mendes com a camiseta do clube, na primeira das suas inúmeras passagens pelo clube.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

LanceO que você lembra daquele jogo em que fizeste três gols?
Adílson BatistaFiz quatro gols, não três. O árbitro pernambucano, o Wilson de Souza Mendoça, mandou voltar, bati quatro vezes no Ricardo Pinto. Sempre tive o carinho pelo Atlético, estávamos vivendo um bom momento do Grêmio. Para mim foi uma satisfação ter feito os gols, contribuído para a vitória, foi um jogo legal. Era à noite, o técnico do Atlético era o Leão. Tenho respeito pelos dois, gosto dos dois clubes. (Lance – 30 de outubro de 2013)

 

 

“O resultado encobre as dificuldades enfrentadas pelo Grêmio. No primeiro tempo, o time de Émerson Leão impôs uma marcação severa, tirando espaço. O Grêmio teve uma chance de gol com Paulo Nunes e o Atlético ameaçou num arremate de Jorginho” (Correio do Povo – 20 de abril de 1996)

 

“Isso é treinamento”, resumiu o zagueiro Adílson após a partida.” (Correio do Povo – 20 de abril de 1996)


Fontes: Correio do Povo, Globo Esporte, Lance e Zero Hora

 Grêmio 3×0 Atlético Paranaense

GRÊMIO: Murilo; Arce, Rivarola, Adílson e Roger; João Antônio, Goiano, Aílton (Rodrigo Mendes) e Carlos Miguel; Paulo Nunes (Emerson) e Jardel (Zé Alcino)
Técnico: Luis Felipe Scolari

 

ATLÉTICO-PR: Ricardo Pinto; Reginaldo (Pavão), Luiz Eduardo, Andrei e Elias; Sidiclei, Alex, Matosas,  e Jorginho; Marcão e Oséias
Técnico: Emerson  Leão

 

Copa do Brasil 1996 – Oitavas de Final – Jogo de volta
Data: 19 de abril de 1996, sexta-feira, 20h45min
Local: Estádio Olímpico em Porto Alegre-RS
Público:  31.674 (27.338 pagantes)
Renda: R$ 184.441,00
Árbitro: Wilson de Souza Mendonça
Auxiliares: Kleber Guimarães e Erik Bandeira
Cartões Amarelos: Goiano, Rivarola, Adilson, João Antônio, Roger, Luiz Eduardo, Reginaldo e Elias
Cartão Vermelho: Andrei
Gols: Adílson, aos 15, 22 e 50 minutos do 2º tempo (Todos de pênalti)

 

Brasileirão 2009 – Grêmio 4 x 1 Atlético-PR

July 5, 2009

Clima de inevitável ressaca no Olímpico. A Geral fez um protesto inteligente (e pacífico) nas arquibancadas, que receberam um já esperado baixo público.

Autuori repetiu o time de quinta-feira. Fez certo, não teve tempo para treinar qualquer mudança. O jogo começou lento, arrastado. Mas dessa vez o Grêmio alterou o roteiro do filme que já vinha se repetindo. Assim como em outros jogos, criou chances cedo no jogo, só que dessasvez as aproveitou. Resolveu o jogo em 11 minutos.

Aos 4, Thiego saiu jogando, driblou Rafael Moura, fez um lançamento sensacional para Souza na ponta esquerda, Fábio Santos entrou por dentro, recebeu na área, esperou, e deu o passe rasteiro para Maxi Lopez abrir o marcador.

Aos 6 a zaga do Atlético furou, Fábio Santos desceu pela esquerda e cruzou no primeiro pau, onde estava Maxi Lopez, que de cabeça, fez o 2×0.

Aos 11 Maxi tentou fazer o pivô, a bola escapou, mas a defesa atleticana cortou mal, Tcheco, com um toque de cabeça lançou Herrera. O Argentino cortou o marcador com uma janelinha e fez o terceiro, de carrinho.

Os três pontos estavam garantidos, mas restavam ainda cerca de 80 minutos de futebol. Grêmio marcava forte, juiz irritava a torcida com algumas marcações. Aos 21, Léo tomou o drible de Márcio Azevedo, não houve cobertura, bate e rebate e Rafael Moura desconta, tornando o jogo um pouco mais interessante. O Grêmio ainda teve mais uma boa chance no primeiro tempo, com Léo, de cabeça, aos 45 minutos.


No segundo tempo o Atlético mudou e voltou melhor. Aos 6, Marcinho chutou cruzado e Victor defendeu. Aos 10 Fábio Santos saiu de campo. Autuori colocou Joílson ala esquerda, Túlio na direita e recuou Thiego para zaga. Não deu muito certo, time ficou torto. O Furacão teve outras chances, aos 24, Patrick tentou encobrir Victor. Aos 29, Rafael Moura tentou de voleio, livre, da marca do pênalti. Aos 32, o chute de Wesley foi travado por carrinho providencial de Joílson.

Herrera, Maxi, Souza e Tcheco correram muito no primeiro tempo. Sentiram no segundo. Já não faziam a mesma marcação na frente, o que trazia o Atlético para dentro do campo do Grêmio. Mas o tricolor aguentou bem, até por que o ataque adversário não demonstrava grande qualidade. E ainda deu tempo para mais ampliar o marcador: aos 41, jogada de Maxi, furada de Tcheco, e gol de Herrera. Um “doble doblete” dos argentinos.


Herrera e Maxi Lopéz tocaram o horror na zaga do Atlético. Chegam a bater mais do que apanham. (o que para mim é uma virtude)

Acho que hoje foi a melhor partida de Túlio no Grêmio. Mas ainda espero mais dele.

Thiego rendeu mais de lateral. Será que está se acostumando?

Pelo que fizeram em Recife, a entrada de Maylson e Mário Fernandes no jogo de hoje foi merecida.

Entrei cedo no estádio, lembrei da “final” do campeonato argentino. Fui até o bar embaixo do placar da arquibancada. Acabei ficando ali o jogo todo, arriscando um torcicolo. Bem interessante a experiência de acompanhar o jogo no campo e também ter o replay da TV a disposição. Seria interessante se isto fosse estendido a todos os bares do Olímpico.

Fotos: Grêmio.net, ClicRBS e Grêmio1983

Grêmio 4 x 1 Atlético Paranaense
Maxi Lopez 4´
Maxi Lopez 6´
Herrera 11´
Rafael Moura 21´
Herrera 86´

 

GRÊMIO: Victor; Thiego, Leo, Réver e Fábio Santos (Joilson, 10/2T); Adilson (Mário Fernandes, 34/2T), Túlio, Tcheco e Souza (Maylson, 23/2T); Herrera e Maxi López.
Técnico: Paulo Autuori.

ATLÉTICO-PR: Vinícius; Manoel, Rhodolfo e Antônio Carlos; Zé Antônio (Wesley, intervalo), Chico (Patrick, 19/2T), Rafael Miranda, Paulo Baier e Marcio Azevedo; Marcinho e Rafael Moura.
Técnico: Waldemar Lemos.


9ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2009
Data: 5/7/2009 (domingo), 16h00min
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre
Público: 12.718 pessoas (11.465 pagantes)
Renda: R$ 179.494,50
Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Auxiliares: Wagner de Almeida Santos e Rodrigo Pereira Joia (RJ)
Cartões amarelos: Rafael Moura, Rafael Miranda (Atlético); Herrera, Maxi López, Réver (G)
Gols: Maxi López aos 4min e aos 6min, Herrera aos 11min, Rafael Moura, aos 21min do primeiro tempo; Herrera, aos 41min do segundo tempo.

Brasileirão 2006 – Grêmio 2 x 0 Atlético-PR

August 14, 2006

GRÊMIO 2 X 0 ATLÉTICO-PR

Jogar num estádio sem torcida é algo bizarro. Um absurdo, algo que surgiu daquela velha mania de copiar os europeus. Copiaram, mas copiaram de forma errada. Jogar de portões fechados é uma medida excepcional, imposta tão somente pela Uefa. Pra mim jogar de portões fechados deveria ser a última alternativa, uma espécie de “estado de sítio” do futebol, quando um jogo tem de ser realizado impreterivelmente e não há maiores condições de segurança. Não era o caso. Ontem mesmo, Velez e Racing se enfrentavam no estádio do San Lorenzo, pois o Jose Amalfitani estava suspenso pelos incidentes no jogo de Velez e Boca. Velez não jogou no seu estádio, mas jogou com sua torcida. E é assim que tem que ser, com torcida. Futebol Profissional só faz sentido por causa da torcida.

O Grêmio estranhou um pouco jogar sem torcida e estranhou bastante o gramado ruim do Centenário. Mesmo assim foi quem teve as melhores chances no primeiro tempo. Rômulo perdeu uma boa chance após passe de Rafinha. Escorou um cruzamento de Tcheco pra linha de fundo, mas apesar do baixo aproveitamento esteve bem no 1º tempo. William perdeu boa chance na pequena área. O Atlético teve sua chance numa jogada ensaiada na qual Dênis “Oseas Jr.” Marques deu uma meia bicicleta pro alto. Confesso que não entedi até agora uma jogada que o gremio insistiu em todo primeiro tempo: Patrício recebia dos zagueiros e jogava a bola no corredor para um dos meia, Tcheco ou Rafinha, eles recebiam a bola junto a lateral, na altura da intermediaria de ataque, porém dali não saia nada. Essa jogada se repetiu uma 5 vezes no primeiro tempo, sem nenhum sucesso. Os laterais do Grêmio estão devendo um pouco, apesar de que o Patrício ter anulado o Ala-esquerdo Ivan que foi colocado pra jogar nas suas costas.

 

Na volta do segundo tempo, Hugo que esteve apagado no 1º tempo voltou mais Ligado. Numa bola pela ponta esquerda ele partiu pra dentro da área. Rafinha passou por trás enganando a marcação, Hugo fez 1-2 com Rômulo e bateu pro gol. 1 x 0. As coisas ficaram ainda mais tranquilas quando Dagoberto foi expulso. Leo Lima entrou bem. Houve um penalti escandaloso não marcado em cima do Hugo. No final Herrera pegou a sobra do lançamento e encobriu o goleiro: 2 x 0

Não me empolgo muito com Léo Lima, acho sim que ele vai ser útil ao Grêmio, porém ele tem de simplificar um pouco mais. Me empolgo sim com o futebol de Lucas, que é diferenciado. Não entendo como os jornalistas do centro do país se esquecem desse jogador na hora de falar de futuros selecionáveis.


GRÊMIO: Marcelo Grohe; Patrício, William, Evaldo e Wellington; Jeovânio, Lucas, Tcheco, Hugo (Herrera) e Rafinha (Léo Lima); Rômulo (Ramon).
Técnico: Mano Menezes.

ATLÉTICO-PR: Cléber; Alex (Fabrício), César e João Leonardo; André Rocha, Alan Bahia, Cristian (Evandro), Ferreira (Herrera) e Ivan; Denis Marques e Dagoberto.
Técnico: Vadão.

Data: 13/08/2006 (domingo)
Local: Estádio Centenário, em Caxias do Sul (RS)
Árbitro: Wagner Tardelli (RJ-Fifa)
Assistentes: Wilton Moutinho Rodrigues (Fifa) e Wilmar Raul (RJ)
Gols: Hugo (G), aos 10 e Herrera (G), aos 42 minutos do segundo tempo
Cartões Amarelos: Patrício (Grêmio); César e André Rocha (Atlético)
Cartão Vermelho: Dagoberto (Atlético
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