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Gauchão 1979 – Brasil de Pelotas 0x0 Grêmio

February 17, 2019
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Foto: Zero Hora

Em 1979, Brasil de Pelotas e Grêmio empataram em 0x0 pela Primeira Fase do Gauchão daquela temporada. Sem André Catimba, o técnico Orlando Fantoni escalou Tarciso como centroavante, o que acabou sendo insuficiente para furar a retranca dos donos da casa.

Mas o jogo entrou para história pela suposta superlotação do Bento Freitas, que teria causado a queda do alambrado. No meio da confusão, uma cena insólita: Um torcedor deixava o campo carregando sua própria perna mecânica (imagem que vi pela primeira vez no antigo Impedimento, graças ao envio do Colecionador Xavante)

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Foto: Zero Hora

OUTRA MÁ PARTIDA DO GRÊMIO E O EMPATE COM O BRASIL
Tumultos nas arquibancadas diminuíram bastante o entusiasmo das duas torcidas ontem em Pelotas

O Grêmio deixou o Juventude líder do campeonato gaúcho ao empatar, ontem, tarde, em zero com o Brasil de Pelotas. E a torcida do Brasil foi mais uma vez a dona do espetáculo no estádio superlotado do Bento Freitas. Os próprios jogadores do Brasil dizem que sua torcida é responsável por pelo menos 50 por cento das vitórias. Ontem à tarde ela provou mais urna vez que pode acabar influenciando decisivamente as partidas de sua equipe.

O jogo em si foi monótono, truncado sem chances de gol — exceto aos minutos finais quando o Grêmio ensaiou uma pressão mais forte, sem grandes resultados no entanto. Fatos mais importantes sem dúvida foram aqueles proporcionados pelos torcedores que destruíram os alambrados das arquibancadas — primeiro no intervalo, depois a quatro minutos do segundo tempo — quase provocando uma tragédia de maiores proporções.

E retardando o início de jogo com prejuízo em seu andamento. Enquanto houve tranqüilidade suficiente para se jogar futebol, a equipe de Orlando Fantoni mostrou mais uma vez erros na construção das jogadas e uma visível incapacidade coletiva para escapar da retranca bem armada pelo técnico Laone Luz, do Brasil, colocando Odir grudado em Paulo César e Doraci sempre acompanhando a Nardela, o técnico pelotense isolava Tarciso entre seus dois zagueiros — Renato e Renato Cogo impedindo que o Grêmio se utilizasse da sua principal arma no ataque: a velocidade de Tarciso, já que

Eder e Jurandir eram bem marcados pelos dois laterais.
Com estas determinações o Brasil garantia-se atrás. Na frente, sua força ofensiva limitava-se a lançamentos de Djair, o jogador mais lúcido do time do Pelotas, responsável pelas melhores jogadas de ataque, numa destas, aos 24 minutos o Brasil teve a grande chance de abrir o marcador quando Tadeu Silva depois de receber um passe de Djair, driblou a Eurico e Vantuir com uma jogada de corpo e chutou no canto para uma boa defesa de Manga.

O Grêmio só foi levar perigo ao gol de Jocelí aos 28 minutos através de uma jogada individual de Paulo César, que dentro da área dominou no peito e chutou por cima na frente do gol, aliás, jogadas como esta, devido a técnica individual de seus jogadores foram a tônica nas melhores oportunidades de gol desfrutadas pelo time de Orlando Fantoni, André fez muita falta a sua equipe em Pelotas.

BOLAS PARADAS

Mesmo no segundo tempo com a equipe mais disposta e um pouco mais organizada coletivamente, o Grêmio só obteve boas chances na cobrança de faltas ou nos escanteios cobrados por Eder, aos 10 minutos Tarciso sofreu uma falta na entrada da área e Dirceu pediu para cobrar, chutou forte, colocada, mas Joceli conseguiu espalmar para escanteio. Na cobrança através de Eder, a bola bateu no poste depois do tapinha do goleiro do Brasil. Na cobrança seguinte, Vantuir subiu bem, mas outra vez Joceli defendeu, desta vez firme.

Era o melhor momento do Grêmio na partida, comprovado aos 14 minutos quando Tarciso perdeu o gol chutado para fora quando só tinha Joceli na sua frente, depois de receber um lançamento de Eder. Mas aos poucos o Brasil foi novamente equilibrando o jogo, mesmo que violentamente. Nardela foi um dos que mais sofreu com a dura marcação do adversário. A salda de Fantoni foi colocar Jesum — fazendo sua estréia — na ponta direita, passando Jurandir para o meio, e retirando Nardela. Minutos depois, sentindo que o meio-campo do Brasil estava livre para avançar, colocou Valderez no lugar de Jurandir.

As modificações não trouxeram bons resultados. O Grêmio continuou errando muito nos passes e nas tentativas de chegar a área com a bola dominada. Com o tempo passando, também a intranqüilidade começou a prejudicar. Ao Brasil, sem o centro-avante Otávio que lesionado foi substituído por Paulo Garça (meia cancha), restava segurar o empate. Na pista a presença de brigadianos ao redor de todo o gramado lembrava os acontecimentos lamentáveis. A torcida do Grêmio cantava “Parabéns a Você” para o rival e festejava a derrota do Inter em Porto Alegre, responsável pelas raras ocasiões de vibração da torcida do Grêmio. O resultado ao final fez justiça pelo que as duas equipes fizeram.” (Geanoni Peixoto, Zero Hora, segunda-feira, 2 de abril de 1979)

“OS MELHORES

VITOR HUGO
O Grêmio não teve um grande destaque. No total foi uma apresentação regular. Mas o trabalho de Vitor Hugo à frente da área, na cobertura aos zagueiros ou no primeiro combate aos atacantes do Brasil, foi importante dentro do contexto da partida. Praticamente ele não perdeu nenhuma dividida e sempre que algum dos zagueiros subia, ele guarnecia com segurança o setor. Além do mais o centromédio do Grêmio vem mostrando uma melhora no terreno disciplinar. Depois de dois cartões amarelos nas duas primeiras partidas, ele mudou seu comportamento e agora não reclama mais da arbitragem ou mesmo do adversário. Nota 7

JOCELI
Mesmo não tendo muito trabalho com o ataque do Grêmio, o goleiro do Brasil fez quatro defesas importantíssimas dentro da partida e provou que tem muitas qualidades decisivas para um arqueiro: boa colocação e principalmente tranqüilidade. Quando o Grêmio teve seu melhor momento no Jogo, logo após a momentânea paralisação da segunda etapa, ele defendeu em lances seguidos uma falta cobrada por Dirceu, o escanteio de Éder e uma cabeçada de Vantuir, todos com endereço certo. Minutos depois conseguiu fechar o gol ao sair em Tarciso, quando este entrava livre pela área. Nota —7.

ATUAÇÃO DO JUIZ
O principal mérito de Luiz Louruz, ontem à tarde, foi saber conduzir o ânimo de Jogadores e dirigentes das duas equipes depois de todos os acontecimentos com a torcida do Brasil. Depois com a alambrado escorado por madeiras e soldados espalhados por toda a pista ele sempre procurou dar tranqüiliade a todos, evitando maiores problemas. Soube evitar também que a violência dos zagueiros do Brasil acabasse provocando reações por parte dos jogadores do Grêmio, mostrando cartão amarelo, sempre que fosse necessário. Por isso mostrou cinco cartões amarelos todos para Jogadores do Brasil: Odir, Tino, Renato Cago, Luizinho e Paulo Garça.” (Geanoni Peixoto, Zero Hora, segunda-feira, 2 de abril de 1979)

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Foto: (Revista Extremo Sul) – Fonte: Colecionador Xavante

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Foto: (Revista Extremo Sul) – Fonte: Colecionador Xavante

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Foto: (Revista Extremo Sul) – Fonte: Colecionador Xavante

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” VAI DESABAR” 

Muitas versões para o início do tumulto ontem à tarde no Bento Freitas. Segundo os encarregados do policiamento, alguém no meio da multidão gritou irresponsavelmente

Urna avalanche de gente”, como disse o assustado Orlando Fantoni mais tarde. O alambrado do estádio Bento Freitas resistiu pouco, os postes de sustentação foram se partindo como se fossem de papel. Gente caindo, feridos, crianças, mulheres chorando. A partida entre Brasil e Grêmio estava no seu Intervalo em Pelotas ontem, as duas equipes e trio de arbitragem descansavam nos vestiários quando os lamentáveis acidentes iniciaram.

Felizmente durou pouco e não teve vítimas.

Enquanto o médico Ziuton Bongahren, do Grêmio, ajudava a tratar de alguns feridos, ainda no gramado, os rapazes da maca transportavam os casos mais graves para o Departamento Médico do clube local. As rádios de Pelotas pediam que todas as ambulâncias em disponibilidade na cidade rumassem para o Bento Freitas.

Duas pessoas foram hospitalizadas, uma das quais com suspeita de fratura da espinha. Uns garantiam que alguém sacou de um revólver durante uma briga e deu origem à confusão e ao pânico, outros falaram que duas cobras grandes haviam sido as responsáveis pelo tumulto.

 Aos poucos tudo foi se acalmando e os soldados da Brigada Militar se dividiam entre tirar torcedores do gramado e improvisar a sustentação do alambrado atrás do gol que fica à direita das sociais — com painéis de propaganda, cordas e até uma goleira móvel de treinos. Confirmada a continuação da partida, após conversa do árbitro Luis Louruz com o chefe do policiamento, capitão Queiróz, que até já mandara buscar um pelotão de reforço, os torcedores se acomodaram da melhor maneira possível. Até mesmo um rapaz com perna mecânica, que fora salvo do meio da confusão por dois amigos, um dos quais conseguiu levar a perna postiça junto, para que mais tarde ele a recolocasse e pudesse voltar para casa sem problemas.” (Geanoni Peixoto, Zero Hora, segunda-feira, 2 de abril de 1979)

OUTRO “ESTOURO” E INSEGURANÇA GERAL

Quando todos pensavam que a confusão tinha terminado – o segundo tempo já começara há quatro minutos – outro “estouro” de gente nas arquibancadas. Desta vez maior, com uns correndo para a direita, outros para a esquerda. Pânico outro vez. Luiz Louruz parou a partida, os jogadores viam aquele cenário trágico assustados, paralisados, principalmente os do Grêmio.

Paulo César confessou que nunca havia visto nada parecido em sua vida, Jésum se preocupou em olhar alguns feridos mais de perto e não conseguiu esconder seu espanto. Dirigentes e jogadores da capital pressionavam o inseguro e também assustado árbitro para suspender definitivamente a partida, enquanto o chefe do policiamento já não garantia mais nada e os dirigentes do Brasil de Pelotas tudo fazia para que Louruz desse andamento ao jogo.

Nessa segunda confusão a pequena torcida do Grêmio também se viu envolvida mas os feridos – agora dois garotos, um dos quais desacordado – saíra outra vez da massa xavante. O risco de vida fez com que muita gente abandonasse o Estádio Bento Freitas naquele momento, aproveitando a calma para evitar outros acidentes.

Mas a partida continuou, Paulo César sequer teve tempo de fazer um roteiro em súmula. Os jogadores do Grêmio não escondiam a insegurança e muitos perguntavam: “O que vai acontecer se a gente fizer um gol?”

Menos mal que não houve vítimas. A partida chegou a seu final e o empate do Grêmio no interior não ganhou tanto destaque. A direção do Brasil de Pelotas garante que com soas lembraram que durante a semana haviam boatos em Pelotas de que o Bento Freitas não resistiria à superlotação.”(Geanoni Peixoto, Zero Hora, segunda-feira, 2 de abril de 1979)

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Foto: Wilson Lima (revista Extremo Sul) – Fonte: Colecionador Xavante

Foto: Zero Hora

Brasil de Pelotas 0x0 Grêmio

BRASIL: Joceli; Tino, Renato, Renato Cogo e Luís Carlos; Doraci, Djair, Odir, Luisinho, Otávio (Paulo Garça) e Tadeu
Técnico: Laone Luz

GRÊMIO: Manga; Eurico, Vantuir, Vicente e Dirceu; Vítor Hugo, Nardela (Jésum) e Paulo César Caju;  Jurandir (Valderez), Tarciso e Éder
Técnico: Orlando Fantoni

Gauchão 1979 – Primeiro Fase – Primeiro Turno
Data: 1º de abril de 1979, domingo
Local: Estádio Bento Freitas, em Pelotas-RS
Público: 19.891
Renda: Cr$ 891.200,00
Árbitro: Luís Louruz
Auxiliares: Albino Schmidt e Albano Mendes
Cartões amarelos: Luisinho, Odir, Tino, Paulo Graça e Renato Cogo

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Gauchão 2018 – Brasil de Pelotas 0x3 Grêmio

April 12, 2018

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Pronto. Acabou o Gauchão. E acabou também o “jejum” de títulos estaduais do Grêmio. Acabou também o “mistério” sobre a permanência de Renato. Agora o clube pode voltar todas as suas atenções para os objetivos mais nobres da temporada.

O Brasil chegou a incomodar em alguns lances no primeiro tempo, Alisson Farias e Calyson estiveram perto de abrir o marcador em chutes aos 13 e 23 minutos, respectivamente. Mas no segundo tempo, após a expulsão de Leandro Leite (dessa vez não há qualquer controvérsia em relação ao cartão vermelho), o jogo foi todo do Grêmio. Cícero marcou o primeiro 35, Alisson ampliou dois minutos depois e Leo Moura marcou o terceiro aos 44 minutos.

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Brasil de Pelotas 0x3 Grêmio

BRASIL: Marcelo Pitol; Edinei, Leandro Camilo, Heverton e Bruno Collaço (Rafael Dumas, aos 29’/2°T); Leandro Leite, Valdemir, Calyson e Mossoró (Van Basty, aos 5’/2°T); Alisson Farias e Lourency (Léo Bahia, aos 26’/2°T)
Técnico: Clemer

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Léo Moura, Geromel, Kannemann e Cortez; Arthur e Maicon, Ramiro (Alisson, aos 28’/2°T), Luan (Cícero, aos 34’/2°T) e Everton; Jael (Thonny Anderson, aos 21’/2°T)
Técnico: Renato Portaluppi

Gauchão 2018 – Final – Jogo de volta
Data: 08/04/2018, Domingo, 16h00min
Local: Estádio Bento Freitas, em Pelotas – RS
Público: 8.156 pagantes
Renda: R$ 417.945,00
Árbitro: Leandro Vuaden
Auxiliares: Rafael Silva Alves e Lúcio Beiersdorf Flor
Cartões amarelos: Jael (GRE); Leandro Leite (BRA)
Cartões vermelhos: Leandro Leite, aos 3 minutos do 2º tempo
Gols: Cícero, do Grêmio, aos 35 minutos do segundo tempo; Alisson,do Grêmio, aos 37 minutos do segundo tempo. Léo Moura, do Grêmio, aos 44 minutos do segundo tempo

Gauchão 2018 – Final – Grêmio 4×0 Brasil de Pelotas

April 2, 2018

gremio 4x0 brasil fabiano do amaral cpgremio 4x0 brasil wesley santosCAMPEONATO GAÚCHO 2018: GRÊMIO X BRASIL-RS

Mais uma vez o Grêmio fez um jogo de tempo distintos. No primeiro teve alguma dificuldade em criar chances, não conseguindo acelerar o jogo para se desvincular da marcação imposta pelo Brasil e acabou correndo alguns riscos nos contra-ataques dos visitantes. Mas no segundo tempo o tricolor passou adentrar na área Xavante com alguma frequência, construindo o placar de 4×0 graças as grandes atuações de Everton e Jael.

Obviamente que é impossível falar dessa mudança do primeiro para o segundo tempo sem mencionar a expulsão de Eder Sciola. Eu achei que os dois cartões amarelos recebidos por ele foram questionáveis. A justificativa de “rodízio” de faltas não encontra respaldo no texto do livro de regras. Duvido muito que uma expulsão dessas ocorresse em um Gre-Nal.

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É sabido por todos que a rivalidade Gre-Nal é o principal motivador das torcidas de Grêmio e Inter no seu interesse no Campeonato Gaúcho. Ainda assim eu acho estranho que o público das quartas de final tenha sido maior do que a final.

A propósito, esse foi o segundo menor público do Grêmio como mandante em finais de Gauchão nos últimos 25 anos.

Média de público do Grêmio na Arena no Gauchão 2018: 18.369 (16.231 pagantes)

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Fotos: Wesley SantosGazeta Press, Fabiano do Amaral e Guilherme Testa (Correio do Povo), Lucas Uebel (Grêmio.net) e Superior_Norte (Instagram)

Grêmio 4×0 Brasil de Pelotas

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Léo Moura (Alisson, intervalo), Geromel, Kannemann e Cortez; Maicon (Jailson, aos 30/2ºT) e Arthur, Ramiro, Luan e Everton; Jael (Thonny Anderson, aos 26/2ºT)
Técnico: Renato Portaluppi

BRASIL: Marcelo Pitol; Eder Sciola, Camilo, Heverton e Artur; Leandro Leite (Vacaria, aos 17/2ºT), Valdemir (Mossoró, aos 23/2ºT), Calyson e Toty (Ednei, aos 10/2ºT); Alisson e Lourency
Técnico: Clemer

Gauchão 2018 – Final – Jogo de ida
Data: 1º de abril de 2018, domingo, 16h00min
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre, RS
Público: 32.238 (29.891 pagantes)
Renda: R$ 1.762.719,00
Árbitro: Anderson Daronco
Auxiliares: José Eduardo Calza e Leirson Peng Martins
Cartões amarelos: Léo Moura, Ramiro, Artur, Sciola, Marcelo Pitol, Valdemir
Cartão vermelho: Éder Sciola (BRA)
Gols: Everton , a um minuto, Alisson, aos nove, Everton, aos 24 e Ramiro aos 31 minutos do segundo tempo

Gauchão 2018 – Grêmio 2×1 Brasil de Pelotas

February 8, 2018

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O Grêmio conseguiu sua primeira vitória no Gauchão 2018. Os três pontos vieram com certa dificuldade, uma vez que o Brasil saiu na frente (gol de Robério) no final do primeiro tempo e o tricolor foi obrigado a buscar a virada nos 45 minutos finais (com gols de Alisson, em chute de fora da área aos 6 e Luan, aproveitando cruzamento de Everton aos 17).

Everton segue muito bem e Maicon dá mostras de estar recuperando sua melhor forma. Por outro lado, Léo Moura mais uma vez não funcionou tão bem na função que é habitualmente feita por Ramiro (e aí está uma carência do elenco) e Cícero novamente ficou demasiadamente recuado, fazendo com que o time ficasse sem muita presença na área.

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Eu não teria marcado o pênalti na jogada de Éder Sciola no primeiro tempo. Não me pareceu que o atleta do Brasil tenha tocado de forma deliberada com a mão na bola. É a mesma opinião que manifestei no lance do Kannemann no início do Gauchão de 2017.

Os dois impedimentos mal marcados pelo bandeirinha Élio Nepomuceno Júnior são difíceis de entender. E foi estranho ver ele batendo boca com os reservas do Grêmio depois de cometer esses erros.

Também achei estranho a Arena ter anunciado, no fim da tarde de ontem, que os ingressos para os setores superior leste/oeste estavam esgotados quando depois se verificou um público de menos de 10 mil pagantes.

Média de público do Grêmio na Arena no Gauchão 2018:   10.598 (8.555 pagantes)

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Foto: Lucas Uebel (Grêmio.net)

Grêmio 2×1 Brasil de Pelotas

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Madson (Alisson, intervalo), Geromel, Kannemann e Cortez; Jailson (Jael, intervalo), Maicon (Michel 38 do 2ºT), Léo Moura, Luan e Everton; Cícero
Técnico: Renato Portaluppi

BRASIL DE PELOTAS: Marcelo Pitol; Éder Sciola, Rafael Dumas, Gustavo Bastos e Artur; Leandro Leite, Itaqui, Toty (Dudu 32 do 2ºT), Mossoró (Calyson 12 do 2ºT) e Alisson Farias; Robério (Matheus Lima 27 do 2ºT)
Técnico: Clemer

07ª Rodada – Campeonato Gaúcho 2018
Data: 7 de fevereiro de 2018, quarta-feira, 21h45min
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre – RS
Público: 11.953 (9.964 pagantes)
Renda: R$ 351.364,00
Árbitro: Anderson da Silveira Farias
Assistentes: Elio Nepomuceno de Andrade Júnior e José Eduardo Calza
Cartões amarelos: Jael; Mossoró, Artur e Leandro Leite
Gols: Robério, aos 39 minutos do primeiro tempo; Alisson, aos 6, e Luan, aos 17 minutos do segundo tempo.

Gauchão 2017 – Brasil 1×1 Grêmio

March 16, 2017

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Assim como aconteceu no Grenal, o Grêmio controlou boa parte do jogo no Bento Freitas, mas não conseguiu sair de campo com os três pontos. No primeiro tempo o domínio tricolor foi claro. Os comandados de Renato tiveram o dobro de posse bola e o triplo de finalizações do que o Brasil. Mas o placar registrou o 1×1, com gols de Ramiro aos 22 (praticamente “tabelando” com Cirilo) e Gustavo Papa aos 32 (aproveitando uma rara bola parada ofertada pelo Grêmio).

No segundo tempo o Brasil se fechou no seu campo, buscando um heroico contra-ataque para virar o jogo. As ações passaram a se desenrolar quase que exclusivamente no campo de ataque do Grêmio, que até criou algumas situações, mas não conseguiu marcar o segundo gol (graças a boa atuação de Martini, a trave e ao excesso de bolas erguidas na área a partir da entrada de Barrios)

Achei estranho que o melhor cabeceador do adversário estivesse sendo marcado por Jaílson no lance do gol do Brasil.

Renato e Ramiro tem todo o direito de reclamar da postura e do estilo de jogo do Brasil, mas não pode estar surpresos. O time de Rogério Zimmermann atua dessa forma,  há muitos anos.

Esperava que o Grêmio fosse usar a meia azul no jogo de hoje, assim como usou contra o Brasil no Gauchão do ano passado. Aliás, os jogadores de linha usaram camisa e calções de 2017 e meias de 2016 e goleiro Leo usou a meia azul de 2015.

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Fotos: Lucas Uebel (Grêmio.net) e Jonathan Silva (G.E.Brasil)

Brasil 1×1 Grêmio

BRASIL: Eduardo Martini; Wender, Cirilo, Leandro Camilo e Marlon; João Afonso, Galiardo e Nem (Tiago Silva); Marcinho, Lenílson (Éder Sciola) (Evaldo) e Gustavo Papa
Técnico: Rogério Zimmermann

GRÊMIO: Léo; Léo Moura, Rafael Thyere, Kannemann e Marcelo Oliveira; Jaílson (Fernandinho) e Michel; Ramiro, Bolaños e Pedro Rocha (Barrios); Luan (Everton)
Técnico: Renato Portaluppi

07ª Rodada – 1ª Fase – Campeonato Gaúcho 2017
Data: 15/03/2017, quarta-feira), às 19h30 (Brasília)
Local: Estádio Bento Freitas, em Pelotas-RS
Árbitro: Anderson Daronco
Auxiliares: Fabrício Lima Bassegio e Mateus Olivério Rocha
Cartões amarelos: Cirilo, Wender; Bolaños
Gols: Ramiro, aos 23 minutos do primeiro tempo; Gustavo Papa, aos 32 minutos do primeiro tempo.

Gauchão 2016 – Grêmio 4×1 Brasil de Pelotas

April 7, 2016

O gol de Geromel, logo aos 2 minutos inviabilizou a proposta do Brasil de jogar nos contra-ataques. Com o Xavante com dificuldade de propor ações e o Grêmio sem muita pressa para liquidar a fatura o jogo acabou ficando um pouco enfadonho. Bobô acabou fazendo o 2×0 antes do intervalo, aproveitando bom passe de Giuliano, o que deu a ideia de que o segundo tempo seria meramente protocolar.
Não foi exatamente isso que aconteceu, uma vez que o Brasil descontou aos 9 minutos, num escanteio que toda a defesa do Grêmio saltou muito pouco e Brock completou com o pé para as redes. Mas depois do susto o Grêmio se reencontrou chegou ao terceiro (Giuliano aproveitando uma confusão na área) e ao quarto (Pedro Rocha completando com categoria o belo lançamento de Luan) gol. 
Geromel está impossível. A arrancada que ele deu no segundo tempo foi sensacional.

Fotos: Richard Ducker (Grêmio.net) e Eduardo Deconto (Globo Esporte)

Grêmio Grêmio 4×1 Brasil de Pelotas  Brasil de Pelotas

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Wallace Oliveira, Geromel, Fred e Marcelo Hermes; Walace (Edinho, 2’/2º), Maicon, Giuliano, Douglas (Lincoln, 22’/2º) e Luan; Bobô (Pedro Rocha, int).
Técnico: Roger Machado
BRASIL-PEL: Martini; Galiardo, Cirilo, Leandro Camilo e Brock; Leandro Leite, Washington, Moisés (Márcio Hahn, 19’/2º) e Diogo Oliveira; Nathan (Nena, 35’/2º) e Ramon (Gustavo Papa, 23’/2º).
Técnico: Rogério Zimmermann

Gauchão 2016 – Quartas de Final
Data: 06 de abril de 2016, quarta-feira, 19h30min
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)
Público: 13.519 (11.931 pagantes)
Renda: R$ 462.762,00
Cartões Amarelos: Giuliano; Galiardo e Gustavo Papa
Gols: Geromel, aos dois minutos do primeiro tempo; Bobô, aos 39 do 1º tempo; Eduardo Brock  aos nove do 2º tempo; Giuliano aos 28 do 2º tempo e  Pedro Rocha  aos 32 do 2º tempo.