Archive for the ‘Cruzeiro’ Category

Série B 2022 – Grêmio 2×2 Cruzeiro

August 22, 2022
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Foto: Marcelo Oliveira (Cruzeiro E.C.)

Eu tinha uma grande expectativa para esse jogo. E como sói acontecer em momentos antecedidos de grande expectativa, sai frustrado.

O Grêmio não jogou mal, mas esteve longe de ter uma atuação brilhante. Teve momentos de dificuldade e mesmo assim conseguiu buscar uma virada. Sofreu o empate num lance infeliz entre Villasanti e Brenno.

É inegável que hoje o Cruzeiro é uma equipe mais pronta. Parece ser um time mais consciente de suas limitações. O Grêmio até pode ter mais potencial, mas ainda não conseguiu utilizá-lo a pleno.

Aos 20 minutos do primeiro tempo, teve um lance que a bola bateu na coxa do defensor do Cruzeiro e depois na mão dele. Eu não acho que deveria ser marcado pênalti.  Mas achei estranho que a comentarista de arbitragem se limitou a dizer que “não houve nada”.

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Foto: Lucas Uebel (Grêmio.net)

O público de ontem foi 11º maior dos 274 jogos que o Grêmio fez na Arena até hoje. Vale ressaltar que apenas 15 destas 274 partidas tiveram mais de 50 mil torcedores presentes.

– Média de público do Grêmio na temporada:
20.705 (19.397 pagantes)

– Média de público do Grêmio na Série B 2022:
23.689 (22.267 pagantes)

Como curiosidade, vale apontar que a média de público dos doze primeiros jogos que o Grêmio fez com torcida na Série B de 2005 foi de 23.700 (19.118 pagantes). Cabe lembrar que naquele ano o clube tinha menos de 20 mil sócios (contra pouco mais de 61 mil sócios ao final do segundo trimestre de 2022).

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Foto: Marcelo Oliveira (Cruzeiro E.C.)

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Grêmio 2×2 Cruzeiro

GRÊMIO: Brenno; Rodrigo Ferreira, Bruno Alves, Natã (Campaz, 33’/2ºT) e Nicolas; Lucas Leiva, Villasanti, Biel (Janderson, 22’/2ºT), Bitello (Thaciano, 22’/2ºT) e Ferreira (Guilherme, 16’/2ºT); Diego Souza (Elkeson, 33’/2ºT)
Técnico: Roger Machado

CRUZEIRO: Rafael Cabral; Zé Ivaldo, Lucas Oliveira e Eduardo Brock; Bruno Rodrigues (Pablo Silles, 41’/2ºT), Filipe Machado, Neto Moura e Matheus Bidú; Chay (Rafa Silva, 12’/2ºT), Daniel Júnior (Wesley Gasolina,12’/2ºT) e Luvannor (Lincoln, 30’/2ºT)
Técnico: Paulo Pezzolano

25ª Rodada – Série B
Data: 21 de agosto de 2022, domingo, 16h00min
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre, RS
Público: 51.618 (49.659 pagantes)
Renda: R$ 2.521.280,00
Árbitro: Braulio da Silva Machado (FIFA-SC)
Assistentes: Neuza Ines Back (FIFA-SP) e Alex dos Santos (SC)
VAR: Rodrigo Carvalhaes de Miranda (RJ)
Cartões Amarelos: Rodrigo Ferreira e Bruno Alves (GRE) Eduardo Brock, Chay e Bruno Rodrigues
Gols: Luvannor aos 16, e Diego Souza aos 47 minutos do 1º tempo; Bitello , no primeiro minuto e Rafa Silva, aos 27 minutos do 2º tempo

Brasileirão 1987 – Grêmio 0x0 Cruzeiro

August 19, 2022
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Foto: René Cabrales (Diário do Sul)

No Brasileirão de 1987, o Grêmio recebeu o Cruzeiro no Olímpico pela segunda rodada e não conseguiu sair do 0x0. Era o início da Copa União e, nas matérias abaixo, podemos ver o relato de uma confusão em relação ao horário de início das partidas, que era mais um ponto de disputa entre os clubes e a CBF.

Olhando para os uniformes dá pra notar duas coisas. Os dois times ainda estavam sem o patrocínio da Coca-Cola, que só iria aparecer nas camisetas na 7ª rodada. Também vemos o Grêmio jogando com a camisa reserva mesmo sendo o mandante, um costume/orientação que permaneceu vigorando até o Brasileirão de 1995.

Por último, eu lembro bem das fogueiras que eram feitas, com jornais, na social e na arquibancada. Mas na minha memória isso só acontecia no final do jogo. Segundo à reportagem do Jornal do Brasil (transcrita abaixo) nesse dia as fogueiras foram feitas durante a partida.

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GRÊMIO JOGA MAL E PÁRA NA RETRANCA DO CRUZEIRO
Time de Luís Felipe não soube vencer o bloqueio mineiro mas continua líder

Chegar a vitória era secundário. Para o Cruzeiro, o importante ontem era não perder para o Grêmio dentro do Estádio Olímpico, objetivo que foi alcançado graças a um esquema cauteloso e defensivo montado pelo técnico Jair Pereira. No final, um 0 a 0 justo, que não agradou à torcida gremista – as vaias ao final mostraram essa insatisfação – mas que mantém a equipe na liderança do Grupo A da Copa União, com três pontos ganhos, ao lado do Botafogo, Atlético e Palmeiras.

Apesar de sua proposta defensiva, foi a equipe mineira quem primeiro chegou com perigo à área adversária. Foi logo os 6 minutos, quando o habilidoso Cláudio Adão fez a “parede” e possibilitou a Heriberto entrar livre na grande área. Mazaropi salvou. A partir daí, embora sem criar grandes situações de gol, o Grêmio passou a dominar a partida e fazer uma pressão sobre a zaga do Cruzeiro. Neste período em que tentava dar o sufoco no bem fechado time mineiro, a única situação digna de ser registrada foi um chute de Valdo, aos 13, que o goleiro Gomes não segurou, possibilitando novo chute de Lima, este resultando numa lesão leve na mão do goleiro. Foi só, pois depois disso Bonamigo tentou de fora da área três vezes, mas sem assustar.

Como Astengo sentiu a lesão no pé e teve que sair no intervalo, entrou Cuca, ficando o centromédio Amaral como zagueiro. E Cuca deu maior movimentação ao Grêmio, atividade compensada pela entrada, no Cruzeiro, de Eduardo no lugar de Douglas (que jogara fora de sua melhor condição todo o primeiro tempo). Assim, ficou tudo na mesma, com o agravante de que neste segundo tempo nenhuma boa chance de gol foi criada, ao contrário das duas do primeiro. Não podia mesmo sair do 0 a 0 a partida. As defesas anularam completamente os ataques.” (Nico Noronha, Zero Hora, segunda-feira, 21 de setembro de 1987)

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Foto: Adolfo Alves (Zero Hora)

POUCO FUTEBOL E MUITA DESORGANIZAÇÃO

A CBF conseguiu tumultuar a Copa União, em sua segunda rodada, ao marcar os jogos para as 18 horas e não para as 17, como estabelece o contrato da rede Globo com o Clube dos 13, para a transmissão das partidas ao vivo. Assim, Grêmio 0 x 0 Cruzeiro teve seu início retardado em uma hora, ontem no estádio Olímpico, o mesmo ocorrendo com os jogos Santa Cruz 0 x 0 Coritiba e Palmeiras 0 x 0 Santos. Respaldados pelos juízes dos jogos, Flamengo 2 x 1 Vasco e Bahia 1 x 1 São Paulo começaram no horário original, desobedecendo à entidade. Hoje, em Belo Horizonte, os dirigentes do Clube dos 13 promovem uma reunião onde pode ser anunciado o rompimento em definitivo com a CBF.

Se isso ocorrer, a Copa União se transformará num torneio independente, de caráter amistoso. Nesta reunião será anunciada também a tabela definitiva da competição e uma estratégia em comum do Clube dos 13 diante da batalha jurídica que a Copa União terá de enfrentar nos próximos dias, com a tentativa da CBF de controlar sua realização. Longe das manobras jurídicas, dentro de campo, os clubes mostraram equilíbrio de forças, pois a segunda rodada foi caracterizada por empates ou vitórias pelo escore mínimo.

Dos gaúchos, o Internacional, ao empatar no sábado com o Atlético Mineiro, em Belo Horizonte (0 a 0), apresentou um futebol defensivo, mas conseguiu o resultado que interessava e a liderança, por saldo de gols, do grupo B. O Grêmio, no entanto, não conseguiu vencer o Cruzeiro e passou para a terceira colocação na chave A, liderada pelo Atlético MG.

Tanto os jogos dos gaúchos quanto os realizados em outras capitais, mostraram um aumento médio de público, em torno de cinco mil pessoas, em relação à primeira rodada. Se os torcedores compareceram em maior número aos estádios, o bom futebol, no entanto, ficou ausente. Os resultados minguados mostraram que as defesas se impuseram aos ataques. No jogo do Inter contra o Atlético, houve poucas chances de gois embora as duas equipes na semana anterior tenham aplicado goleadas em seus adversários.

Já na partida do Grêmio, houve mais futebol, mas o esquema defensivo armado pelo Cruzeiro deu certo, pois o time mineiro veio buscar o empate e a equipe de Luís Felipe não conseguiu vencer o bloqueio adversário. Os dirigentes do clube gaúcho não gostaram do resultado, mas ficaram satisfeitos com o público: 18.004 pessoas pagaram ingresso, gerando a renda de. 1.567.450 cruzados. Quarta-feira, o Grêmio recebe o Vasco, campeão carioca, numa partida que tem tudo para se tornar um grande espetáculo, com excelente público. Se a CBF não parar a Copa União.” (Higino Barros, Diário do Sul, segunda-feira, 21 de setembro de 1987)

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NO OLÍMPICO, JOGO TÃO FRIO COMO O TEMPO

PORTO ALEGRE — O começo de noite com temperatura baixa (o jogo foi iniciado às 18 horas) não recomendava a ida ao estádio, de arquibancadas úmidas. Mesmo assim, registrou o Estádio Olímpico a presença de mais de 18 mil pagantes, que resistiram, enquanto puderam, ao monótono toque de bola de Grêmio e Cruzeiro. Pouco antes do fim, os que permaneceram acenderam fogueiras para se aquecer. O placar de 0 a 0 diz o que foi o jogo.

No começo, o jogo foi razoável. O Grêmio pressionou mais, sem encontrar espaços no campo do Cruzeiro. Expunha-se, em contrapartida, a perigosos contra-ataques, principalmente quando Cláudio Adão era lançado.

O segundo tempo não foi diferente. As duas defesas fechadas, os goleiros movimentando-se para se manterem aquecidos e logo nos primeiros minutos já as fogueiras começavam a surgir em diferentes partes das arquibancadas. Nada tinha mudado, nem se modificaria, embora o Grêmio tivesse substituído um zagueiro por um atacante. Permaneceu o 0 a 0.” (Jornal do Brasil, segunda-feira, 21 de setembro de 1987)

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Foto: Nico Esteves (Placar)

“A RETRANCA AZUL
O campeão mineiro planta-se na defesa e segura os gaúchos no Olímpico. Insatisfeita, a torcida não perdoa nem o craque Valdo

O centroavante Lima tem cada uma! Ele embalava o fantástico sonho de marcar 28 gols na Copa União. Na estréia, contra o Coritiba, fez um. Domingo, diante do Cruzeiro, a realidade desabou sobre sua cabeça. “É, eu acho que estava exagerando”, reconhecia. “Vou ser o artilheiro, mas com essas retrancas aí o número de gols vai ser muito menor.”

O Grêmio, como conjunto, não havia feito planos tão mirabolantes como os de Lima. Mas a verdade é que o Cruzeiro frustrou suas expectativas. “Sinceramente, não esperava um adversário tão fechado”, lamentava o técnico Luís Filipe em tom de protesto. “Meu time, se fosse enfrentar o Cruzeiro no Mineirão, jogaria tão ofensivamente como o fez hoje.”

O ASTRO VAIADO — Do lado mineiro, o clima era de vitória. “Jogamos como já deveríamos ter feito contra o Palmeiras”, exultava o técnico Jair Pereira. “Avançávamos um pouquinho e recuávamos correndo.” Uma atitude antipática? Não. Antipático, Jair havia sido antes da partida, quando meteu a mão no peito de Valdo e impediu que o craque gremista entrasse no vestiário para cumprimentar o volante Douglas.

No que toca à estratégia, Jair recorreu à que considera a mais prudente no atual momento de sua equipe. “Ainda estamos lançando jogadores e não temos muito entrosamento”, justificava. Dos estreantes, a dupla de zagueiros Juninho e Heraldo esteve perfeita pelo alto. Cláudio Adão ficou isolado na frente e só fez uma boa jogada.

O ambiente gremista só não era pior porque se raciocinava em termos de compensação. “Perdemos um ponto em casa, mas havíamos ganhado dois fora”, lembrava Luís Filipe aos mais aflitos com o resultado e a atuação de Valdo. Parece mentira, mas até uma pequena vaia se ouviu ao maravilhoso negrinho. Muita gente pensa que sua cabeça está na Itália. O preparador físico Celso Roth esclarecia: “Ele voltou dos Jogos Pan-Americanos com os músculos completamente flácidos”. O caso do ponta-de-lança Cuca é diferente. Depois de um mês de prisão na Suíça, ele reapareceu surpreendentemente bem. Mas Valdo em forma é outra coisa — e o Grêmio depende de seu bom desempenho para furar retrancas como a de domingo. NOTA DO JOGO: 6” (Divino Fonseca, Placar, Edição n.º 904, 28 de setembro de 1987)

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GRÊMIO: Mazaropi; Alfinete, Astengo (Cuca), Luís Eduardo e Casemiro: Amaral, Cristóvão o Bonamigo; Valdo. Lima e Jorge Veras (Gaúcho)
Técnico: Luiz Felipe Scolari

CRUZEIRO: Gomes; Balu, Juninho, Heraldo e Genilson: Ademir Kaefer, Douglas e Heriberto; Robson. Cláudio Adão e Edson
Técnico: Jair Pereira

2ª Rodada – 1ª Fase – Brasileirão 1987
Data: 20 de setembro de 1987, domingo, 18h00min
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre, RS
Público: 18.004 pagantes
Renda: Cz$ 1.567.450,00
Juiz: Luís Carlos Félix
Auxiliares: José Carlos Moura e Luis Antônio Lima
Cartões Amarelos: Heraldo e Robson

Série B 2022 – Cruzeiro 1×0 Grêmio

May 9, 2022

 

Quem esperava um “jogo de primeira” na segunda divisão se decepcionou. A partida entre Cruzeiro e Grêmio no Independência foi ruim. E o tricolor foi claramente pior. Seja no primeiro tempo, quando viu o adversário comandar as ações, seja no segundo tempo, quando teve muita dificuldade em criar e baixo aproveitamento nos lances de bola parada.

Eu confesso não ser o maior fã da chamada “linha sustentada“. Afirmo isso porque talvez seja injusto atribuir o erro do lance do gol a essa maneira de defender. Mas me pareceu que houve algum problema de posicionamento sério na jogada.

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Insisto em dizer que as combinações de uniforme reserva do Grêmio poderiam/deveriam ter mais da cor azul nas peças. Ontem daria claramente para o time utilizar uma hipotética meia listrada com azul e preto.

 

Cruzeiro 1×0 Grêmio

 

CRUZEIRO: Rafael Cabral; Zé Ivaldo (Wagner, 20’/2ºT), Oliveira e Eduardo Brock; Geovane (Rômulo, 12’/2ºT), Willian Oliveira, Neto Moura e Matheus Bidu (Rafael Santos,  36’/2ºT); Luvannor (Miticov, 20’/2ºT), Edu (Waguininho, 36’/2ºT) e Jajá
Técnico: Paulo Pezzolano

GRÊMIO: Brenno; Rodrigo Ferreira, Geromel, Bruno Alves e Diogo Barbosa; Villasanti; Elias (Janderson, 25’/2ºT), Lucas Silva (Gabriel Silva,intervalo), Bitello (Campaz, 32’/2ºT) e Biel (Ricardinho, 32’/2ºT); Diego Souza  (Elkeson, 25’/2ºT)
Técnico: Roger Machado

6ª Rodada – Série B 2022
Data: 8 de maio de 2022, domingo, 16h00min
Local: Arena Independência, em Belo Horizonte, MG
Público: 21.831 pagantes
Renda: R$ 630.158,00
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (FIFA-SP)
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse (FIFA-SP) e Luiz Alberto Andrini Nogueira (SP)
VAR: Vinicius Furlan (SP)
Cartões amarelos: Zé Ivaldo e Geovane; Lucas Silva e Villasanti
Gols:  Rodrigo Ferreira (contra) aos 26 minutos do 1º tempo.

Brasileirão 1998 – Cruzeiro 0x2 Grêmio

May 7, 2022
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Foto: Estado de Minas/Zero Hora

No Brasileirão de 1998, o Grêmio venceu o Cruzeiro por 2×0 no Mineirão em partida da 1ª fase. Foi uma vitória importantíssima para o tricolor, que recém havia sido eliminado da Copa Mercosul pelo River Plate e iniciou esta rodada apenas 4 pontos acima da zona do rebaixamento. Depois disso o time comandado por Celso Roth venceu 4 do 5 jjogos restantes e consegui classificação para as quartas-de-final.

Ao que tudo indica o Cruzeiro optou por jogar de camisa branca em casa. Já havia feito isso antes contra América e Coritiba na mesma competição.

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Foto: Estado de Minas/Zero Hora

 

GRÊMIO VENCE NO MINEIRÃO E FAZ SUA MELHOR PARTIDA
Time de Roth faz 2 a 0 e praticamente escapa do rebaixamento

Defesa, meio-campo, ataque. Scheidt, Djair, Rodrigo Mendes. O Grêmio ontem teve destaques nos três setores do time. Logo, foi equilibrado. Logo, jogou bem. Logo, venceu. E venceu fora de casa, no Mineirão, a boa equipe do Cruzeiro,  por 2 a 0.  Com este resultado, o time de Celso Roth, soma 24 pontos e ocupa a 16ª posição na tabela de classificação, praticamente escapando do rebaixamento o até lutando por uma vaga entre os oito classificados.

Mais: se o centroavante Loco Abreu atravessasse uma fase melhor, o Grêmio talvez até goleasse o Cruzeiro. O time gaúcho foi sólido e inteligente. Danrlei fez grandes defesas. Verdade que ainda não corrigiu seu maior defeito, a saída de gol. Mas, sob as traves, foi perfeito. Itaqui, deslocado na lateral-direita, teve uma atuação tranqüila. Roger, na esquerda, passou algum trabalho com Alex Alves no começo. Depois, se estabilizou. No meio, Rodrigo Costa fez sua melhor apresentação desde que chegou ao clube, enquanto Scheidt foi matemático, preciso, desarmando os adversários, conduzindo a bola com calma e até marcando gol.

Essa atuação da defesa é explicável pela presença indefectível de Djair no meio-campo, feito um buldogue diante da área. Os zagueiros sempre tiveram cobertura, os laterais nunca ficaram sozinhos e os outros dois volantes, Goiano e Fabinho, não precisaram se estrebuchar fazendo faltas de uma lateral à outra. Para completar, Rodrigo Mendes voltou a mostrar que é um dos melhores jogadores do grupo jogou com habilidade, força, velocidade e marcou um gol.

Enfrentando um adversário tão bem arrumado, o Cruzeiro acabou encaixotado entre as intermediárias. Até os 35 minutos do primeiro tempo, o time mineiro só rondava a área do Grêmio. Aos 36, quem perdeu uma excelente oportunidade foi Loco Abreu, desperdiçando um ótimo cruzamento de Rodrigo Mendes. Aos sete do segundo tempo, foi a vez de Robert errar o gol. O Grêmio dominava a partida, era nítido que ia marcar. Marcou: aos 10, depois de um bate-rebate na área do Cruzeiro, Rodrigo Mendes chutou na trave, a bola foi recuperada pelos gremistas, Loco Abreu encostou para a sua direita e Rodrigo Mendes, desta vez, acertou: 1 a 0.

Do reservado, Roth gritou para que o time não recuasse muito. Os jogadores atenderam ao apelo do treinador. Rodrigo Mendes perdeu uma chance aos 21, Loco Abreu, sozinho com o goleiro, outra, aos 23, Itaqui aos 34 e, finalmente, aos 35, Scheidt aparou bem uma cobrança de escanteio e marcou o 2 a 0. O Cruzeiro, perturbado, ainda teve dois jogadores expulsos: Vágner e Alex Alves. O jogo terminou com a torcida mineira gritando olé contra o seu próprio time e o presidente Luiz Carlos Silveira Martins festejando à beira do gramado.” (Zero Hora, segunda-feira, 19 de outubro de 1998)

 

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Foto: Estado de Minas/Zero Hora

 

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GRÊMIO VENCE NO MINEIRÃO E FAZ SUA MELHOR PARTIDA
Time de Roth faz 2 a 0 e praticamente escapa do rebaixamento

Defesa, meio-campo, ataque. Scheidt, Djair, Rodrigo Mendes. O Grêmio ontem teve destaques nos três setores do time. Logo, foi equilibrado. Logo, jogou bem. Logo, venceu. E venceu fora de casa, no Mineirão, a boa equipe do Cruzeiro,  por 2 a 0.  Com este resultado, o time de Celso Roth, soma 24 pontos e ocupa a 16ª posição na tabela de classificação, praticamente escapando do rebaixamento o até lutando por uma vaga entre os oito classificados.

Mais: se o centroavante Loco Abreu atravessasse uma fase melhor, o Grêmio talvez até goleasse o Cruzeiro. O time gaúcho foi sólido e inteligente. Danrlei fez grandes defesas. Verdade que ainda não corrigiu seu maior defeito, a saída de gol. Mas, sob as traves, foi perfeito. Itaqui, deslocado na lateral-direita, teve uma atuação tranqüila. Roger, na esquerda, passou algum trabalho com Alex Alves no começo. Depois, se estabilizou. No meio, Rodrigo Costa fez sua melhor apresentação desde que chegou ao clube, enquanto Scheidt foi matemático, preciso, desarmando os adversários, conduzindo a bola com calma e até marcando gol.

Essa atuação da defesa é explicável pela presença indefectível de Djair no meio-campo, feito um buldogue diante da área. Os zagueiros sempre tiveram cobertura, os laterais nunca ficaram sozinhos e os outros dois volantes, Goiano e Fabinho, não precisaram se estrebuchar fazendo faltas de uma lateral à outra. Para completar, Rodrigo Mendes voltou a mostrar que é um dos melhores jogadores do grupo jogou com habilidade, força, velocidade e marcou um gol.

Enfrentando um adversário tão bem arrumado, o Cruzeiro acabou encaixotado entre as intermediárias. Até os 35 minutos do primeiro tempo, o time mineiro só rondava a área do Grêmio. Aos 36, quem perdeu uma excelente oportunidade foi Loco Abreu, desperdiçando um ótimo cruzamento de Rodrigo Mendes. Aos sete do segundo tempo, foi a vez de Robert errar o gol. O Grêmio dominava a partida, era nítido que ia marcar. Marcou: aos 10, depois de um bate-rebate na área do Cruzeiro, Rodrigo Mendes chutou na trave, a bola foi recuperada pelos gremistas, Loco Abreu encostou para a sua direita e Rodrigo Mendes, desta vez, acertou: 1 a 0.

Do reservado, Roth gritou para que o time não recuasse muito. Os jogadores atenderam ao apelo do treinador. Rodrigo Mendes perdeu uma chance aos 21, Loco Abreu, sozinho com o goleiro, outra, aos 23, Itaqui aos 34 e, finalmente, aos 35, Scheidt aparou bem uma cobrança de escanteio e marcou o 2 a 0. O Cruzeiro, perturbado, ainda teve dois jogadores expulsos: Vágner e Alex Alves. O jogo terminou com a torcida mineira gritando olé contra o seu próprio time e o presidente Luiz Carlos Silveira Martins festejando à beira do gramado.” (Zero Hora, segunda-feira, 19 de outubro de 1998)

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Foto: Estado de Minas/Zero Hora

 

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GRÊMIO DERROTA O CRUZEIRO E VOLTA A SONHAR COM UMA VAGA

O Grêmio praticamente afastou o fantasma do rebaixamento ao vencer, em grande estilo, o Cruzeiro por 2 a 0, ontem à tarde, no estádio Mineirão. Com os três pontos, subiu para o 12º lugar em aproveitamento e pode até sonhar com a classificação, principalmente se derrotar o São Paulo, quarta-feira, no Morumbi.

Com um esquema forte de marcação, bem montado por Celso Roth, o Grêmio soube controlar as principais jogadas do Cruzeiro. Djair e Fabinho apareceram com destaque. Mais à frente, Robert, com um toque de bola refinado, e Rodrigo Mendes, melhor jogador em campo. Tivesse o time um centroavante de qualidade em lugar do tosco Abreu, a vitória poderia ser até por goleada.

O Cruzeiro começou pressionando, mas o Grêmio contra-atacou sempre com perigo. Em escapadas rápidas de Rodrigo, Loco Abreu perdeu duas chances. Logo no começo do segundo tempo, ele desperdiçou outra ótima oportunidade. Aos 10 minutos, Abreu se recuperou ao dar o toque final para Rodrigo Mendes fazer 1 a 0. Aos 36, Scheidt, após escanteio, ampliou. Depois, Vágner e Alex acabaram expulsos.” (Correio do Povo, segunda-feira, 19 de outubro de 1998)

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Foto: Osmar Ladeia

Cruzeiro 0x2 Grêmio

CRUZEIRO: Dida; Ronaldo, João Carlos (Jean 21 do 1º tempo), Marcelo Dijian e Gustavo; Marcos Paulo (Marcelo Ramos 16 do 2º tempo), Ricardinho (Vágner 16 do 2º tempo), Djair e Valdo; Fábio Júnior e Alex Alves
Técnico: Levir Culpi

GRÊMIO: Danrlei; Itaqui, Rodrigo Costa, Scheidt e Roger; Djair, Fabinho, Goiano (Tinga 36 do 2º tempo) e Robert (Palhinha 21 do 2º); Loco Abreu e Rodrigo Mendes (Gavião 33 do 2º tempo)
Técnico: Celso Roth

Brasileirão 1998
Data: 18 de outubro de 1998, domingo
Local: Estadio Mineirão, em Belo Horizonte,MG
Publico: 24.791 pagantes
Renda: R$217.327,00
Árbitro: Reinaldo Ribas (RJ)
Auxiliares: Hilton Coutinho Rodrigues e Luiz Antonio Leitão
Cartões amarelos: Roger, Ricardinho, Danrlei, Guotavo, Fabinho e Palhinha;
Cartões Vermelhos: Vagner, 36 e Alex Alves, 38 do 2°
Gols: Rodrigo Mendes, aos 10, e Scheidt, aos 35 minutos do segundo tempo

Brasileirão 2019 – Grêmio 2×0 Cruzeiro

December 6, 2019

Até pode ser que esse time se escape no domingo na última rodada, mas até aqui o Cruzeiro seguiu a risca o manual do rebaixamento do clube grande.

Média de público dos 15 jogos em casa contra o Cruzeiro pelo Brasileirão de pontos corridos:
20.688 (18.481 pagantes)

Só na Arena foram 6 jogos contra o Cruzeiro pelo Campeonato Brasileiro.
Média de 20.828 (19.019 pagantes)

– Média de Público do Grêmio no Brasileirão 2019:
19.808 (17.600 pagantes)

– Média de público do Grêmio na Arena na atual temporada:
24.832 (22.508 pagantes)

– Média de público do Grêmio como mandante em 2019:
23.815 (21.557 pagantes)


Fotos: Lucas Uebel (Grêmio.net) e Fabiano do Amaral (Correio do Povo)

GRÊMIO: Paulo Victor; Rafael Galhardo (Patrick 20/2ºT), David Braz, Kannemann e Cortez; Matheus Henrique, Michel, Pepê, Diego Tardelli (Ferreira 16/2ºT) e Everton;  Luciano (Isaque 34/2ºT)
Técnico: Renato Portaluppi

CRUZEIRO: Fábio; Edílson, Cacá, Léo e EgÍdio; Henrique, Ariel Cabral (Robinho 42/2ºT), Éderson e Orejuela (Ezequiel 11/2ºT); David e Fred (Pedro Rocha 9/2ºT).
Técnico: Adilson Batista

37ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2019
Data: 5 de dezembro de 2019, quinta-feira, 19h15min
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre – RS
Público: 20.454 (18.306 pagantes)
Renda: R$ 635.190,00
Árbitro: Andre Luiz de Freitas Castro (GO)
Assistentes: Fabricio Vilarinho da Silva (FIFA-GO) e Cristhian Passos Sorence (GO)
VAR: Wagner Reway (FIFA-PB)
Cartões Amarelos: Egídio, Ariel Cabral e Edílson
Cartão Vermelho: Egídio (47/2ºT)
Gols: Ferreira, aos 21 minutos do 2º tempo, e Pepê (de pênalti) aos 39 minutos

Brasileirão 1973 – Grêmio 1×1 Cruzeiro

December 5, 2019
1974 darci menezes helio mazinho carlos alberto

Foto: Correio do Povo

 

Essa partida foi disputada em janeiro de 1974, mas ainda pelo Brasileirão de 1973. O gol de empate sofrido no fim foi trágico para as pretensões do Grêmio na competição, uma vez que não conseguiu classificação para o quadrangular final, tendo ficado três pontos atrás do próprio Cruzeiro.

 

GRÊMIO CEDE EMPATE NO FIM

O Grêmio jogou melhor que o Cruzeiro de Belo Horizonte, ontem à noite, mas não conseguiu a vitória que tanto precisava. Mas esteve bem perto dela, pois só sofreu o golo de empate quando faltavam 30 segundos para terminar a partida. O Cruzeiro — e seu técnico reconheceu — não jogou bem e o Grêmio enquanto estava empatando foi sempre melhor que o adversário, empurrado pela vibração da torcida e pelo trabalho perfeito de destruição através de Carlos Alberto e Paulo Sérgio.

A melhor oportunidade de gol no primeiro tempo de jogo foi uma cabeçada de Mazinho que acabou no poste direito do goleiro Hélio. O Cruzeiro, com. Palhinha e Dirceu Lopes jogando mal, procurou tocar a bola e quando tentou a jogada para a frente encontrou sempre uma defesa bem postada. E nas poucas vezes que a defesa foi batida houve a falta, como no lance que Palhinha ganhou de Beto na corrida e foi derrubado na entrada da área.

SEGUNDO TEMPO
Na etapa final o Grêmio aumentou mais o ritmo do jogo e antes do golo surgiram duas ótimas oportunidades. A primeira foi um centro de Renato Cogo que Tarciso, livre, cabeceou para fora e a segunda uma escapada de Tarciso que atrasou certo para Mazinho chutar no canto direito e Hélio atirar para escanteio. Foi na cobrança do mesmo que Tarciso, numa falha do goleiro e de marcação da zaga, ficou livre para cabecear e marcar aos 11 minutos o golo da, vitória parcial. A partir do golo o Cruzeiro subiu na partida e ficou melhor que o Grêmio, que esporadicamente conseguia atacar, mas apenas com Carlinhos e Tarciso. Ai o técnico Carlos Froner, sentindo o maior volume de jogo do Cruzeiro, resolveu reforçar a meia-cancha, colocando um jogador mais descansado na partida, e trocou Mazinho por Humberto Ramos. Mas a substituição foi errada, porque se Carlos Froner queria um jogador para combater a meia-cancha do Cruzeiro, melhor teria sido colocar Orcina que, se tecnicamente não é bom, pelo menos sabe desarmar e combater, virtudes que Humberto nunca teve. E além do mais o Humberto Ramos entrou mal no jogo, errou muitos passes, não reteve a bola, não combateu. e foi culpado do lance que acabou dando empate ao time de Belo Horizonte.

Antes do golo o Cruzeiro já tinha trocado os dois ponteiros que jogam recuados (Eduardo e Lima) por homens mais ofensivos (Baiano e Joãozinho). A torcida gremista já se preparava para começar a comemoração de outra vitória quando a alegria experimentada no fim do jogo contra o Santos, transformou-se em tristeza no jogo de ontem. Humberto perdeu a bola para Palhinha, que sofreu falta de Ancheta. Nelinho, o lateral direito e melhor jogador do Cruzeiro no jogo, perfeito cobrador de faltas, ajeitou a bola e encobriu a barreira, colocando o empate no canto esquerdo do goleiro Picasso. Agora o Grêmio vai jogar contra o Botafogo no Rio e depois em Recife contra o Santa Cruz e não pode perder pontos nas duas partidas para decidir a classificação em Porto Alegre, contra o Vitória. “ (Correio do Povo, quinta-feira, 31 de janeiro de 1974)

GRÊMIO SEM SORTE EMPATA COM CRUZEIRO

Porto Alegre (Sucursal) — A falta de sorte impediu que o Grêmio ficasse em ótima colocação no Grupo II, pois empatou de 1 a 1 no Estádio Olímpico com o Cruzeiro, que marcou seu gol aos 44,5 minutos do segundo tempo e depois de ser inferior em campo durante quase todo o jogo.

Tarciso fez 1 a 0 aos 11 minutos da fase final, mas logo depois o técnico Carlos Froner cometeu o erro de substituir Mazinho por Humberto Ramos, mandando que a equipe recuasse para garantir a vantagem. Mais tarde, Ancheta se contundiu mas continuou em campo e, sem condições físicas, fez a falta Em Palhinha e que originou o gol dos mineiros. A renda foi de Cr$ 256 mil e o juiz Oscar Scolfaro.

Com velocidade

O Grêmio foi muito superior no primeiro tempo e perdeu ótimas chances de gol, principalmente através de Tabajara e Mazinho, o primeiro furando quando tinha o gol vazio pela frente e o outro mandando a bola na trave ao tentar colocar.

Sempre marcando bem a Zé Carlos e Dirceu Lopes, o Grêmio começou o segundo tempo ainda mais agressivo e usando de muita velocidade, e logo aos 11 minutos Tarciso marcou de cabeça. Depois o Grêmio recuou e o Cruzeiro partiu para o ataque, mas não chegou a criar jogadas de perigo.

Aos 44,5 minutos Nelinho cobrou muito bem uma falta de Ancheta em Palhinha e obteve o empate para o time mineiro, que reconheceu a superioridade do adversário quando o técnico Hilton Chaves disse que “o Grêmio foi excelente e merecia a vitória.” (Jornal do Brasil, quinta-feira, 31 de janeiro de 1974)

ingressos

Grêmio 1 x 1 Cruzeiro

GRÊMIO: Picasso; Renato, Ancheta, Beto Bacamarte e Jorge Tabajara; Carlos Alberto, Paulo Sérgio e Mazinho (Humberto Ramos); Carlinhos, Tarciso e Loivo
Técnico: Carlos Froner

CRUZEIRO: Hélio dos Anjos; Nelinho, Darci, Procópio Cardozo e Vanderlei; Piazza, Zé Carlos e Dirceu Lopes; Eduardo (Baiano), Palhinha e Lima (Joãozinho)
Técnico: Hilton Chaves

Data: 30 de janeiro de 1974, quarta-feira, 21h30min
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre, RS
Renda: Cr$ 256.000,00.
Juiz: Oscar Scolfaro
Auxiliares: Geraldino César e Gérson Vendrame
Gols: Tarciso, aos 11 minutos do segundo tempo. Nelinho, aos 44 minutos do segundo tempo

Brasileirão 2019 – Cruzeiro 1×4 Grêmio

September 10, 2019

48699904391_fe542081f0_o2019 osmar ladeia b2019 osmar ladeiaFotos: João Guilherme (Grêmio.net) e Osmar Ladeia

Cruzeiro 1×4 Grêmio

CRUZEIRO: Fábio; Edilson, Cacá, Leo e Dodô; Henrique e Robinho (Sassá, aos 27min do 2ºT); Marquinhos Gabriel, Thiago Neves (Ezequiel, aos 19min do 2ºT) e David (Pedro Rocha, aos 29min do 1ºT); Fred
Técnico: Rogério Ceni

GRÊMIO: Paulo Victor; Rafael Galhardo, Geromel (David Braz, aos 6min do 2ºT), Kannemann e Cortez; Michel (Luan, aos 34min do 2ºT) e Matheus Henrique; Alisson, Jean Pyerre e Everton; Diego Tardelli (Pepê, aos 26min do 2ºT)
Técnico: Renato Portaluppi

18ª rodada – Campeonato Brasileiro 2019
Data: domingo, 8 de setembro de 2019, 11h00min
Local: Estádio: Independência, em Belo Horizonte-MG
Público: 14.208 (11.363 pagantes)
Renda: R$ 114.299,00
Árbitro: Rafael Traci (SC)
Assistentes: Helton Nunes e Éder Alexandre
VAR: Rodrigo D’Alonso Ferreira
Assistentes do VAR: William Machado Steffen e Alex dos Santos
Cartões amarelos: David (C), Henrique e Alisson (G).
Gols: Diego Tardelli, aos 17, Alisson, aos 27; Fred (de pênalti) 36 minutos do primeiro tempo, Everton, aos 18 e 31 minutos do segundo tempo.

Brasileirão 1975 – Cruzeiro 3×1 Grêmio

September 7, 2019
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Foto: Zero Hora

Em 8 de fevereiro de 1975, Cruzeiro e Grêmio se enfrentaram pela última rodada da segunda fase do Brasileirão. Apesar da derrota, o tricolor conseguiu a classificação para o etapa seguinte.

Interessante notar na foto acima que Zequinha está usando um calção da Adidas, enquanto a camisa da equipe do Grêmio não tinha fornecedor aparente naquela temporada.

1975 cruzeiro 3x1 gremio zh palhinha beto fuscao

Foto: Zero Hora

TIME DE ÊNIO DOMINOU O JOGO. O DE ZEZÉ FEZ GOLS.
O Grêmio encerrou sua participação na fase semifinal da Copa Brasil de forma melancólica. Perdeu para o Cruzeiro ontem de 3 a 1, sendo completamente dominado pelo adversário, que jogou sem quatro titulares. A equipe gaúcha atuou muito lenta e chega hoje a Porto Alegre, dependendo do resultado de outros times para se classificar.

DOIS GOLS

O resultado do jogo entre Fluminense e Remo (2 a 0 para o time carioca), à tarde no Maracanã, trouxe maior tranquilidade aos jogadores do Grêmio para enfrentar o Cruzeiro. Pois a necessidade de vitória já não era tão grande assim. Um empate já era suficiente para o time de Enio Andrade chegar em Porto Alegre classificado.

Assim os jogadores gaúchos começaram tocando a bola, esperando o adversário em sua defesa O Cruzeiro sem quatro titulares, perdendo muito sua força, entrou logo no jogo do Grêmio. A partida ficou -concentrada entre as duas intermediárias com as defesas levando vantagem sobre os ataques. E o meio campo do time mineiro conseguia dominar o do sul, pois Zé Carlos e Eduardo se desmarcavam com facilidade de Neca e lura.

Mas o Grêmio que teve a primeira boa situação de gol do jogo. Aos 17 minutos, Neca cabeceou livre com Raul e o goleiro espalmou a bola para escanteio. E as jogadas pelo alto se tornaram a melhor solução ofensiva para o time gaúcho, principalmente porque a zaga do Cruzeiro não conseguiu pular com o ataque do Grêmio. O gol da equipe de Ênio Andrade acabou acontecendo com uma bela cruzada para a área mineira

Aos 22 minutos, Tarciso disputou uma jogada na ponta direita e sofreu falta. Zequinha bateu alto, Loivo pulou com Darei e a bola sobrou entre Vanderlei e Tarciso. O jogador mineiro errou na cabeçada e o centro-avante deu um bico forte na bola, sem chance para a goleiro adversário. Três minutos depois o Grêmio quase amplia o marcador. Zequinha, cruzou de novo para a área do Cruzeiro e Neca Cabeceou rente a trave de Raul. Essa foi a última boa jogada do time gaúcho. Depois disso, quem passou a dominar foi a equipe mineira.

E o Cruzeiro cercou o Grêmio em sua defesa até conseguir o gol de empate. Feito no primeiro chute que seu ataque concluiu a gol. Aos 37 minutos, Eduardo tentou passar a bola a Palhinha. Dentro de sua área, Wilson dominou a jogada e passou a bola para Eli, ponteiro adversário. Que mesmo surpreso com o verdadeiro presente, ainda teve calma para ajeitar a bola e chutar rasteiro, na saída desesperada de Picasso. O primeiro tempo terminou com o time mineiro tentando fazer seu segundo gol e com os jogadores gaúchos perturbados. Tanto que Iúra levou cartão amarelo, per reclamação.

PALHINHA

O segundo tempo começou com surpresas: o Grêmio jogando com mais velocidade, o Cruzeiro chegando com muita facilidade à área gaúcha. Até os cinco minutos, o ataque concluiu duas vezes com Perigo para o gol de Picasso. Aos sete minutos, fez seu segundo gol. Palhinha tabelou com Evaldo e no meio da confusa defesa do time gaúcho deu a boca para Eli. Que livre e de frente para Picasso, chutou de perna esquerda desempatando o jogo.

Em desvantagem no marcador, os jogadores gaúchos passaram a correr mais do que antes. Conduziam a bola com certa facilidade até a área adversária, mas não conseguiam vencer a defesa mineira. E o Cruzeiro aproveitava os avanços do Grêmio para contra-atacar com perigo. Ênio Andrade resolveu então mexer em seu time. Tirou lura e colocou Luis Carlos. Pouco depois foi a vez de Loivo sair para Nenê entrar.

A equipe gaúcha melhorou um pouco, mas não suficiente para empatar a partida E o Cruzeiro ainda trocou Evaldo e Eduardo por Valdo e Isidoro, reforçando seu sistema defensivo. Que aguentou bem a pressão do Grêmio até o fim. E fazendo seu terceiro gol aos 44 minutos, através de Palhinha, que aproveitou um erro de toda a defesa gaúcha para vencer Picasso.” (Zero Hora, domingo, 9 de novembro de 1975)

“Palhinha preferiu explicar a vitória dos mineiros de uma maneira mais técnica, analisando a maneira do time misto jogar:

— O Cruzeiro venceu porque soube aproveitar praticamente todas as chances de gol que teve durante o jogo. Jogamos certo, pelas pontas e penetrando, fomos felizes e ganhamos. A defesa do Grêmio esteve bem mas, na minha opinião o mérito dos atacantes do Cruzeiro é que deve ser reconhecido.” (Zero Hora, domingo, 9 de novembro de 1975)

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Foto: Zero Hora

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CRUZEIRO: Raul; Dick, Darci Menezes, Morais e Vanderlei; Eduardo Amorim (Isidoro), Eli Mendes e Palhinha; Zé Carlos, Evaldo (Valdo) e Jésum .
Técnico: Zezé Moreira

GRÊMIO: Picasso; Vilson, Ancheta, Beto Fuscão e Bolívar; Osmar, Iura (Luis Carlos) e Neca; Zequinha, Tarciso e Loivo (Nenê)
Técnico: Ênio Andrade

Brasileirão 1975 – 2ª Fase – 10ª Rodada
Data: 8 de novembro de 1975
Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte – MG
Público: 10.595
Renda: Cr$ 107.080,00
Árbitro: Arnaldo César Coelho
Auxiliares: Rubens Paulis e Edir Pires Teixeira
Cartões Amarelos: Zé Carlos e Eli
Gols: Tarciso, aos 22 minutos e Eli, aos 38 minutos do primeiro tempo. Eli, aos 7 e Palhinha aos 43 minutos do segundo tempo

Brasileirão 2018 – Grêmio 1×1 Cruzeiro

August 23, 2018

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O Grêmio empatou com o Cruzeiro. E poderia ter vencido, não fosse mais uma cobrança de pênalti desperdiçada, dessa vez por Luan (que é craque, domina muitos aspectos do jogo, mas a cobrança de penalidades não é tarefa afeita a ele)

O fraco aproveitamento nos pênaltis é um problema de outras temporadas que ainda foi resolvido. E talvez não tenha sido resolvido porque durante muito tempo a comissão técnica e a diretoria do Grêmio não trataram do tema como se de fato fosse um problema.

Gremio x Cruzeiro

– Média de público da Arena em 2018:
23.441 (21.331 pagantes)

– Média de público do Grêmio no Brasileirão 2018:
23.593 (21.573 pagantes)

– Média de público dos 10 jogos anteriores em casa contra o Cruzeiro pelo Brasileirão:
25.114 (22.612 pagantes)

Gremio x CruzeiroFotos: Lucas Uebel (Grêmio.net) e Bruno Haddad (Cruzeiro E.C.)

Grêmio 1×1 Cruzeiro

GRÊMIO: Paulo Victor; Léo Moura (Alisson, intervalo), Geromel, Kannemann e
Cortez; Jaílson (Douglas, 39/2ºT), Maicon, Ramiro; Luan e Everton; André (Jael, Intervalo)
Técnico: Renato Portaluppi

CRUZEIRO: Fábio, Ezequiel(Robinho, 39/2ºT), Léo, Murilo e Egídio. Ariel Cabral(Lucas Silva, 32/2ºT), Lucas Romero, Bruno Silva Rafinha.  Arrascaeta(Thiago Neves, 19/2ºT) e Barcos
Técnico: Mano Menezes

20ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2018
Data: 22 de agosto de 2018, quarta-feira, 21h45min
Local: Arena do Grêmio, Porto Alegre (RS)
Público: 14.559 (12.773 pagantes)
Renda: R$ 398.680,00
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Assistentes: Michael Correia e Silbort Faria Sisquim
Cartões amarelos: Ramiro e Everton; Ariel Cabral, Barcos e Ezequiel
Gols: Bruno Silva, aos 44 minutos do primeiro tempo, e Everton, aos 15 minutos do segundo tempo.

Brasileirão 2018 – Cruzeiro 0x1 Grêmio

April 16, 2018

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A estreia do Grêmio no Brasileirão 2018 foi muito promissora. A começar pelo fato de ter conseguido essa importante contra o Cruzeiro no Mineirão sem contar com Luan e Geromel. E mesmo com esses importante desfalques o tricolor teve uma atuação animadora, controlando a posse de bola e marcando forte o adversário.  O gol saiu aos 9 minutos do segundo tempo, num cruzamento de Ramiro, que Everton desviou no primeiro pau e André completou para as redes de carrinho.

Everton está jogando demais. Deve ser bem complicado marcar ele. Jogadores que possuem essa velocidade não costumam conduzir a bola tão próxima ao pé. Além disso ele demonstra uma presença de área cada vez maior (como no lance do gol).

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A expulsão de Kannemann é indiscutível. Ele impediu uma chance clara de gol de um adversário que estava se dirigindo a meta. Imagino que a revolta dele passe mais pelo fato de o juiz não ter mostrado cartão em lances violentos de atletas do Cruzeiro.

Ficou interessante a combinação da nova camisa tricolor com calções e meias brancos. Curioso que o Grêmio começou a usar o novo calção branco, mas ainda está usando as meias de 2017.

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2018 cruzeiro 0x1 gremio alexandre guzanshe vinicius silva cruzeiroFotos: Osmar Ladeia, Washington Alves (Gazeta Esportiva),  Vinnicius Silva (Cruzeiro) e Alexandre Guzanshe (Super Esportes)

CRUZEIRO: Fábio; Edílson, Léo, Dedé e Egídio; Ariel Cabral (Mancuello, aos 21’/2°T), Robinho (Rafael Marques, aos 31’/2°T) e Henrique; De Arrascaeta, Thiago Neves e Rafael Sóbis (Sassá, no intervalo)
Técnico: Mano Menezes

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Léo Moura, Paulo Miranda, Kannemann e Cortez; Arthur, Maicon (Jaílson, aos 12’/2°T),  Ramiro, Cícero e Everton (Michel, aos 39’/2°T); André (Bressan, aos 30’/2°T)
Técnico: Renato Portaluppi

01ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2018
Data: 14/4/2018, sábado, 16h00min
Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte – MG
Público: 19.285 (15.446 pagantes)
Renda: R$ 418.305,00
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (PR)
Auxiliares: Bruno Boschilia dos Santos (PR)e Victor Hugo Imazu dos Santos(PR)
Cartões amarelos: Ariel Cabral, Dedé; Ramiro
Cartão vermelho: Kannemann, aos 28 minutos do 2º tempo)
Gol: André, aos 9 minutos do 2º tempo