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Médias de Público do Grêmio em 2013

December 19, 2013

Em 2013 o Grêmio fez 36 jogos como mandante (curiosamente o mesmo número de partidas que mandou na temporada passada). A média de público total foi de 22.698 e a média de pagantes foi de 20.417. Na comparação imediata com 2012 houve um queda do público total e uma diminuição no público pagante.
Mas é preciso apontar algumas diferenças nas duas temporadas. A primeira  é que no ano passado o Grêmio mandou todos os seus jogos no Olímpico. Já em 2013 o Grêmio fez 31 jogos na Arena, 4 no Olímpico e 1 no Alfredo Jaconi. Se considerarmos apenas os jogos disputados no novo estádio as médias sobem um pouco (Especialmente na questão dos pagantes). Outro dado importante de ser ressaltado é que em 2012 ocorreram promoções de ingressos em 6 partidas (Novo Hamburgo, Avenida, Figueirense, Atlético-GO, Náutico e Ponte Preta) enquanto nesse ano foram só 3 promoções (Vasco, Flamengo e Goiás)

Das 36 partidas, 5 foram pela Libertadores, 9 pelo Gauchão, 19 pelo Brasileirão e 3 pela Copa do Brasil.

Como já vimos, os números do público na Libertadores 2013 foram interessantes, acima da média histórica do Grêmio na competição.

No Gauchão houve uma queda em relação a 2012, que precisa ser relativizada, uma vez que nesse ano o Grêmio fez somente um mata-mata na Arena e não disputou clássico no seu estádio.
No Brasileirão a média ficou abaixo do que o time teve em edições recentes. Esse fato talvez se explique pelo número excessivo de partidas que o Grêmio teve no meio de semana na Arena.

Nos 10 jogos que mandou em finais de semana a média de público tricolor foi de 27.179 (23.765 pagantes). Nos 9 jogos realizados na Arena no meio da semana a média caiu para 17.279 (15.319 pagantes).

A renda média desses 19 jogos foi de R$ 755.411,00. A renda média dos jogos em finais de semana é de R$ 1.130.000,00; Já a renda média dos jogos em meio de semana é de R$ 418.000,00.  

Na Copa do Brasil, num primeiro olhar, se percebe um considerável aumento na comparação com 2012. Contudo, as médias ficam parecidas se considerarmos apenas os jogos das oitavas em final adiante (34.073 total e 30528 pagantes no ano passado).

Presença de público na Libertadores – 1982/2013

May 29, 2013
Nos cinco jogos que o disputou na Arena pela Libertadores 2013 o Grêmio atingiu a média de 33.580 pagantes por partida. É um número interessante. Claro que poderia ser maior caso o clube tivesse avançado mais na competição, ou conseguisse liberar o espaço da geral ou ainda tivesse  estabelecido um sistema de check-in para disponibilizar os ingressos dos sócios que não iriam ao estádio. Mas, mesmo com todos esses problemas, a média desse ano ficou um pouco acima da média histórica do Grêmio em todas as suas participações em Libertadores (Tabela acima).
Contudo, uma outra leitura que pode ser feita desse número é que, assim como ocorreu no Gauchão, a Arena por si só não representou, até aqui, um motivo para aumento tão significativo na presença de público gremista.
Mas há um elemento que parece ser uma novidade trazida com a Arena. O percentual de não pagantes no estádio (tema já abordado em outro post) foi reduzido na comparação com as últimas quatro edições do torneio que o Grêmio participou (tabela abaixo):

Libertadores – Santa Fe 1×0 Grêmio

May 17, 2013

Com uma vantagem mínima obtida no jogo de ida, o Grêmio aparentemente tentou se classificar por inércia em Bogotá. E assim acabou mais uma vez eliminado por uma equipe que, no papel, é muito inferior a sua.
Nos primeiros minutos o tricolor até passou uma falsa idéia de que iria sair pro jogo. Vargas obrigou o goleiro colombiano a fazer uma boa defesa aos 5 minutos e Barcos sofreu falta que Elano cobrou aos 7 minutos. Mas depois disso o Grêmio parou, esperou e ficou assistindo o Santa Fé. A bem da verdade não havia muito o que assistir. O time da casa não exercida grande pressão, não colocava velocidade e não criativo nas jogadas, se limitando a forçar a bola longa, tentando contar com os efeitos da altitude e um erro da defesa gremista para marcar. A melhor chance do primeiro tempo aconteceu numa bola lançada do campo de defesa que Borja mandou, de cabeça, na trave.
Apesar de não ter sido tão ameaçado, o Grêmio apresentava dois sérios problemas: O time não tinha saída, não tinha transição para o ataque. A dupla de frente estava isolada e as iniciativas ofensivas se limitavam a uma tentativa de Vargas de enfileirar adversários em velocidade  e por Barcos tentando segurar a bola até ser desarmado. Na defesa os zagueiros do Grêmio estavam sempre expostos ao combate direto com os avantes do Santa Fe. 
Mas riscos mesmo o Grêmio não correu. O jogo deve ter sido bastante enfadonho para que o assistiu sem ter um envolvimento direto com as equipes. Mas o problema é que a vantagem tricolor era frágil. Qualquer erro, qualquer xiripa poderia significar a eliminação tricolor. Era agoniante ver que o Grêmio não tomava o controle da partida diante da fragilidade técnica do adversário. E aí o Santa Fe cresceu. Mas cresceu sem brilho algum, sem uma grande organização tática, e sim na pura força de vontade e na permissividade do Grêmio. 
Aos 19 minutos do segundo tempo Dida fez grande defesa em cabeçada de Meza (foto abaixo) e o Grêmio só foi conseguir tramar uma jogada consciente de ataque depois dos 30 minutos. Ali que o time foi ter algum respiro. Mas o golpe veio aos 34 minutos. Wílder Medina fez uma jogada elementar, entrando pelo meio da defesa do Grêmio, acionando Omar Perez como pivô. O camisa 11 recebeu de volta e conseguiu passar entre os zagueiros do Grêmio para tocar na saída de Dida. 1×0 que eliminava o Grêmio.
Não sei a ordem foi de Roger ou de Luxemburgo, mas eu não consegui entender as mudanças efetuadas pelo Grêmio. Apesar de não ter feito grande partida, Barcos era a única opção para vencer a bola aérea na frente, não poderia ter saído. Também acho que, faltando menos de 10 minutos, foi pouco inteligente parar o jogo em três ocasiões para fazer substituições. O Santa Fe agradeceu e, como era de se esperar, a bola pouco rolou até o apito final. Ainda assim o Grêmio foi ter a sua melhor chance na partida aos 47 minutos, quando o goleiro cortou mal um cruzamento de Pará, mas Vargas chutou o rebote por cima do gol adversário.

E mais uma vez o filme se repete. O Grêmio inerte, sendo superado por um adversário fraco, porém mais empenhado. Foi assim na Copa do Brasil 2012, na Sulamericana do ano passado e isso quase tinha ocorrido contra o Huachipato na última rodada da fase de grupos.
Uma das características históricas do Grêmio de que mais me orgulho é a irresignação. Aquele espírito de lutar até o último minuto pela vitória, de cair lutando se for o caso, de vender caro a derrota. Essa característica se faz cada vez menos presente no time hoje. O Santa Fe precisou jogar muito pouco para passar pelo Grêmio.
Não sou daqueles que acham que tudo pode ser resolvido na “raça”. Mas todo time vencedor tem em si uma boa dose de superação, de força de vontade. Não posso dizer que vejo isso no Grêmio hoje.
O futebol é recheado de hipocrisia, de imaturidade emocional e de teatralizações. É preciso ter isso em mente para relativar algumas observações. Ainda assim algumas coisas chocam. O autor do gol do Santa Fe chorava copiosamente após marcar o gol, enquanto alguns jogadores gremistas davam entrevistas após o jogo como se fossem meros funcionários no final de um expediente. Exageros a parte, o contraste foi grande.
Infelizmente a eliminação não foi uma surpresa completa. Registrei aqui que o time vinha rendendo pouco e que poderia, e deveria, jogar mais. Ainda assim acreditava que, com a tabela que se apresentava, seria possível que o Grêmio seguisse avançado e crescendo na hora certa. Pois o Grêmio pouco avançou e praticamente não apresentou melhoras no seu futebol nos últimos meses.
Torço para que nesse momento ninguém esteja a procura de um único bode expiatório. O futebol é um esporte coletivo. E isso pode ser aplicado tanto para dentro, como também, para fora de campo. Espero que derrota sirva para uma reflexão para tudo o que foi e vem sendo feito no Grêmio nos últimos tempos.

 

Fotos: Luis Acosta (Lance), EFE (FutebolRed), AFP (Terra) e  Lucas Uebel (Grêmio.net)

Independiente Santa Fe Santa Fé 1×0 Grêmio Grêmio

INDEPENDIENTE SANTA FE: Vargas; Anchico, Valdés, Meza e García; Torres (Valencia – 32’/2ºT), Bedoya, Pérez e Cuero (Molina – 15’/2ºT); Medina e Borja (Quiñónez – 43’/2ºT).  
Técnico: Wilson Gutierrez.
GRÊMIO: Dida; Pará, Bressan, Werley e André Santos; Fernando (Marco Antonio – 41’/2ºT), Souza, Elano (Kleber – 36’/2ºT) e Zé Roberto; Vargas e Barcos (Welliton – 40’/2ºT).  
Técnico: Roger Machado
Libertadores 2013 – Oitavas de final – Jogo de volta

Local: Estádio El Campín, em Bogotá COL
Data: 16/05/2013, Quinta-feira, 22h30min
Árbitro: Roberto Silvera (URU)
Auxiliares: Mauricio Espinosa e Marcelo Costa (URU)
Cartões Amarelos: Valdés, Anchico e Medina (IND); Zé Roberto, Elano, Bressan e André Santos (GRE)
Gol: Medina, aos 34’/2º

Libertadores – Grêmio 2×1 Independiente Santa Fe

May 2, 2013
 
Pela primeira vez foi possível sentir um clima de “jogo importante” no gramado e nas arquibancadas da Arena. O Grêmio partiu pra cima do Santa Fe desde o apito inicial e a torcida foi junto. A grande novidade tricolor era o retorno de Elano, e foram dos pés do camisa 7 que surgiram as melhores chances tricolores. Primeiro numa enfiada de bola em que Barcos chegou tarde e pediu pênalti, depois num cruzamento que passou pelo goleiro e parou na trave. Elano ameaçou ainda em duas cobranças de falta, mas o gol gremista só foi sair aos 27 minutos. Souza pressionou o adversário, obrigando-o a recuar, Vargas recuperou a bola e iniciou o contra-ataque, acionando Fernando, que cadenciou a jogada esperando pela passagem de Alex Telles, que por sua vez cruzou na cabeça do Turboman: 1×0 Grêmio. Placar do primeiro tempo.
Tudo indicava que o Grêmio aumentaria a vantagem no segundo tempo. O Santa Fe pouco incomodava quando tinha a bola. Mas o Grêmio tinha Cris. Cris que foi expulso infantilmente contra o Fluminense. Cris que insistiu em fazer faltas desnecessárias (adversário de costas e longe do gol) no primeiro tempo, levando um cartão amarelo por isso. Aos 7 do segundo tempo Souza foi desarmado próximo do círculo central (aqui até se poderia questionar o erro do Souza, ou porque o Grêmio estava apressando o jogo quando já tinha vantagem, mas o problema maior vem na sequência) e Cuero arrancou rumo ao arco gremista. Cris poderia ter parado a jogada antes, mas parece ter evitado em função do cartão, e inacreditavelmente, atropelou o adversário quando este se aproximava da linha de fundo e ficaria sem ângulo para conclusão. Cartão vermelho para o zagueiro tricolor e pênalti convertido por Omar Perez.
Com um a menos o Grêmio teve que se superar para buscar o desempate. Roger tirou o já cansado Elano e colocou o estreante Gabriel para recompor a defesa. Mais tarde retirou um dos laterais-esquerdos e se valeu de Guilherme Biteco para acrescentar criatividade (e mais uma vez o guri entrou bem).O clima no estádio era pesado em função da bobagem cometida por Cris, mas o time mostrou empenho e trouxe a torcida de volta para o seu lado. O torcedor começou a vibrar com cada posse de bola no ataque, com cada escanteio e o Grêmio passou a vencer a disputa pelos rebotes, pelas “segunda bola”. E numa dessas Fernando apanhou a pelota, matou no peito e chutou de fora da área para marcar o 2×1. Só então é que Santa Fe foi conseguir ter alguma presença ofensiva, mas pouco criou, a exceção de uma cabeçada de Perez, que passou por cima do arco. Não há questionamento quanto ao merecimento da vitória tricolor. A dúvida que fica é se o Grêmio conseguiria uma vantagem maior não fosse o erro de seu experiente zagueiro.
Aquela tese (bem provinciana, diga-se de passagem) que “convocação pra Seleção estraga jogador” não se aplica ao Fernando. Ele só melhorou desde que foi convocado pelo Felipão. Ontem mais uma vez jogou muito. Levou um cartão com 18 minutos, mas seguiu marcando forte, participou do primeiro e marcou o segundo gol.
Vargas estava endiabrado. Passava por todos os marcadores, ninguém arrancava a bola dele. Além dos dois destaques acima citados, acho importante ressaltar a boa atuação de Alex Telles, que apareceu bem pro jogo, sem descuidar da parte defensiva.

Eu desconheço os meandros do vestiário gremista. Não sei quem são de fato os líderes do grupo. Não sei se o treinador tem seu bruxos. A distância permito achar estranho o tratamento que é dispensado a Cris. Um jogador rodado, credenciado pela experiência, que comete erros grosseiros e, aparentmente, segue prestigiado. E pensar que o Vilson (que não é solução, e sim jogador pra grupo) foi afastado por que poderia vir a fazer uma bobagem em um jogo de Libertadores.

Sou só eu ou tem mais alguém que acha estranho que um jogo das oitavas de final da Libertadores ganhe o mesmo destaque nos jornais de Porto Alegre do que uma partida válida pela segunda fase da Copa do Brasil?

O Grêmio construiu um estádio para 60 mil pessoas. Ontem haviam “só” 35 mil presentes num jogo decisivo. E as notícias davam conta que praticamente a totalidade dos ingressos haviam sido comercializados. Na hora do jogo foi possível ver espaços vazios em todos os setores do estádio (especialmente no quarto anel) Precisamos encontrar soluções para esta questão. Estádio cheio é do interesse de todos.
Achei muito legal a ideia de colocar bandas tocando na esplanada. Pra completar seria legal que funcionassem bares no mesmo lugares (tal qual aconteceu no jogo contra o Hamburgo).
É certo que o resultado poderia ser melhor, mas pelo que se viu ontem, não há razão para temer o Santa Fe. A sua maior qualidade esta depositada nos velhos (e pesados) Bedoya e Omar Perez. Se o Grêmio não apresentar uma queda vertiginosa de rendimento em Bogotá, terá amplas chances de classificação.

Fotos: Guilherme Testa (ACEG/Chute10), Tiago Baldasso (tiagobaldasso.wordpress.com) e Lucas Uebel (Grêmio Oficial)

Grêmio Grêmio 2×1 Santa Fé Independiente Santa Fe

GRÊMIO: Dida, Pará, Cris, Bressan e Alex Telles (Guilherme Biteco – 27’/2ºT); Fernando, Souza, André Santos e Elano (Gabriel – aos 11’/2ºT); Vargas e Barcos (Kleber – 41’/2ºT)
Técnico: Roger Machado
INDEPENDIENTE SANTA FE: Vargas; Roa, Valdés, Meza e García; Anchico, Torres, Bedoya (Valencia – 21’/2ºT) e Omar Pérez; Cuero (Borja – 17’/2ºT) e Wilder Medina
Técnico: Wilson Gutiérrez

Oitavas de Final – jogo de ida – Libertadores 2013
Data: 1º/5/2013, quarta-feira, 19h30min
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)
Público:35.650 (34.437 pagantes)
Renda: R$ 1.895.151,00
Árbitro: Patrício Loustau (Fifa-ARG)
Auxiliares:
Diego Bonfa (ARG) e Ivan Nuñez (ARG)
Cartões Amarelos: Fernando e Cris; Meza, Roa, Medina, Bedoya e Cuero
Cartões Vermelhos: Cris, aos 7’/2ºT (GRE)
Gols: Vargas, aos 27’/1ºT ; Omar Pérez, aos 9’/2ºT (pênalti) e Fernando, aos 35’/2ºT

Libertadores 2013 – Oitavas de Final

April 20, 2013

Libertadores 2013 – Classificação da Fase de Grupos

April 19, 2013

Grupo 1

Times J V E D GP GC SG %
1 Nacional-URU Nacional-URU
10  6 3 1 2 10 6 4 55
2 Boca Juniors Boca Juniors
9 6 3 0 3 7 7 0 50
3 Toluca Toluca 8 6 2 2 2 8 11 -3 44
4 Barcelona de Guayaquil Barcelona de Guayaquil 6 6 1 3 2 5 6 -1 33
12/02/2013 – Terça-feira
Nacional  2×2  Barcelona
Local: Parque Central (Montevidéu-URU);
Gols: Diaz (BAR) 17′ e Ariel (BAR) 25′ do 1º; Loco Abreu (NAC) 24′ e Alonso (NAC) 47′ do 2º;
13/02/2013 – Quarta-feira
Boca Juniors  1×2  Toluca
Local: La Bombonera (Buenos Aires-ARG);
Gols: Santiago Silva (BJ-pên) 22′ do1º; Esquivel (TOL) 12′ e Benítez (TOL) 27′ do 2º;
19/02/2013 – Terça-feira
Toluca  2×3  Nacional
Local: Nemesio Díez (Toluca-MEX);
Gols: Tejada (TOL) 31′ do 1º; Sanchez (NAC) 3′,
Benítez (TOL) 6′, Sanchez (NAC) 9′ e Alonso (NAC) 11′ do 2º;
27/02/2013 – Quarta-feira
Barcelona  1×2  Boca Juniors
Local: Monumental Isidro Romero (Guayaquil-EQU);
Gols: Martínez (BJ) 13′, Perez (BJ) 17′ e Arroyo (BAR-pênalti) 47′ do 2º;
06/03/2013 – Quarta-feira
Toluca  1×1  Barcelona
Local: Nemesio Díez (Toluca-MEX);
Gols: Díaz (BAR) 35′ do 1º; Tejada (TOL) 37′ do 2º;
07/03/2013 – Quinta-feira
Boca Juniors  0x1  Nacional
Local: La Bombonera (Buenos Aires-ARG);
Gol: Scotti 19′ do 1º;
13/03/2013 – Quarta-feira
Barcelona  0x0  Toluca
Local: Monumental Isidro Romero (Guayaquil-EQU);
14/03/2013 – Quinta-feira
Nacional  0x1  Boca Juniors
Local: Centenário (Montevidéu-URU);
Gol: Riquelme (pênalti) 43′ do 1º;
03/04/2013 – Quarta-feira
Boca Juniors  1×0  Barcelona
Local: La Bombonera (Buenos Aires-ARG);
Gol: Blandi 8′ do 1º;
04/04/2013 – Quinta-feira
Nacional  4×0  Toluca
Local: Centenário (Montevidéu-URU);
Gols: Bueno 10′ e Damonte 34′ do 1º; Alonso (pênalti) 28′ e Bueno 43′ do 2º;
17/04/2013 – Quarta-feira
Barcelona  1×0  Nacional
Local: Monumental Isidro Romero (Guayaquil-EQU);
Gol: Castillejos 36′ do 1º;
Toluca  3×2  Boca Juniors
Local: Nemesio Díez (Toluca-MEX);
Gols: Benítez (TOL) 9′ e Somoza (BJ) 46′ do 1º;
Santos (TOL) 19′, Fernández (BJ) 31′ e Santos (TOL) 36′ do 2º;

Grupo 2

Times P J V E D GP GC SG %
1 Palmeiras Palmeiras 6 3 0 3 5 5 0 50
2 Tigre-ARG Tigre-ARG 9   6 3 0 3 9 10 -1 50
3 Libertad Libertad 8 6 2 2 2 10 9 1 44
4 Sporting Cristal Sporting Cristal 8 6 2 2 2 8 8 0 44

14/02/2013 – Quinta-feira
Palmeiras  2×1  Sporting Cristal
Local: Pacaembu (São Paulo-BRA);
Gols: Henrique (PAL) 39′ do 1º; Lobatón (SC-pên) 6′ e Patrick Vieira (PAL) 23′ do 2º;
21/02/2013 – Quinta-feira
Tigre  0x2  Libertad
Local: Monumental Victoria (San Fernando-ARG);
Gols: Aquino (pênalti) 8′ e González 42′ do 2º;
28/02/2013 – Quinta-feira
Sporting Cristal  2×0  Tigre
Local: San Martín de Porres (Lima-PER);
Gols: Sheput 29′ do 1º; Lobatón 12′ do 2º;
Libertad  2×0  Palmeiras
Local: Nicolas Leoz (Assunção-PAR);
Gols: Velázquez 10′ do 1º; Benítez 9′ do 2º;
06/03/2013 – Quarta-feira
Libertad  2×2  Sporting Cristal
Local: Nicolas Leoz (Assunção-PAR);
Gols: Ávila (SC) 24′ do 1º; Ávila (SC) 19′, Benítez (LIB) 22′ e Nuñez (LIB) 42′ do 2º;
Tigre  1×0  Palmeiras
Local: Monumental Victoria (San Fernando-ARG);
Gol: Peñalba 49′ do 2º;
12/03/2013 – Terça-feira
Sporting Cristal  1×1  Libertad
Local: Nacional (Lima-PER);
Gols: Velásquez (LIB) 7′ e Ávila (SC) 28′ do 2º;
02/04/2013 – Terça-feira
Palmeiras  2×0  Tigre
Local: Pacaembu (São Paulo-BRA);
Gols: Caio 18′ do 1º; Charles 7′ do 2º;
09/04/2013 – Terça-feira
Tigre  3×1  Sporting Cristal
Local: Monumental Victoria (San Fernando-ARG);
Gols: Leguizamon (TIG) 23′ do 1º; García (TIG) 3′, Botta (TIG) 8′ e Lobatón (SC) 25′ do 2º;
11/04/2013 – Quinta-feira
Palmeiras  1×0  Libertad
Local: Pacaembu (São Paulo-BRA);
Gol: Charles 8′ do 2º;
18/04/2013 – Quinta-feira
Libertad  3×5  Tigre
Local: Nicolas Leoz (Assunção-PAR);
Gols: Botta (TIG) 11′, Samudio (LIB) 14′, García (TIG) 28′, Díaz (TIG-pênalti) 35′ e
Nuñez (LIB) 37′ do 1º; García (TIG) 9′, Botta (TIG) 33′ e Velásquez (LIB) 46′ do 2º;
Sporting Cristal  1×0  Palmeiras
Local: San Martín de Porres (Lima-PER);
Gol: Ávila 3′ do 2º;

Grupo 3

Times P J V E D GP GC SG %
1 Atlético-MG Atlético-MG
15   6 5 0 1 16 9 7 83
2 São Paulo São Paulo
7 6 2 1 3 8 8 0 38
3 Arsenal de Sarandí Arsenal de Sarandí 7 6 2 1 3 10 15 -5 38
4 The Strongest The Strongest     6 6 2 0 4 8 10 -2 33

13/02/2013 – Quarta-feira
Atlético Mineiro  2×1  São Paulo
Local: Independência (Belo Horizonte-BRA);
Gols: Jô (ATL) 13′ do 1º; Réver (ATL) 27′ e Aloísio (SP) 37′ do 2º;
14/02/2013 – Quinta-feira
The Strongest  2×1  Arsenal
Local: Hernando Siles (La Paz-BOL);
Gols: Chumacero (STR) 17′ do 1º; Benedetto (ARS) 3′ e Melgar (STR) 38′ do 2º;
26/02/2013 – Terça-feira
Arsenal  2×5  Atlético Mineiro
Local: El Viaducto (Sarandi-ARG);
Gols: Furch (ARS) 1′, Bernard (ATL) 7, Diego Tardelli (ATL) 28′, Jô (ATL) 35′ e
Aguirre (ARS) 40′ do 1º; Bernard (ATL) 8′ e Bernard (ATL) 13′ do 2º;
28/02/2013 – Quinta-feira
São Paulo  2×1  The Strongest
Local: Morumbi (São Paulo-BRA);
Gols: Barrera (STR) 20′ e Osvaldo (SP) 42′ do 1º; Luís Fabiano (SP) 34′ do 2º;
07/03/2013 – Quinta-feira
São Paulo  1×1  Arsenal
Local: Pacaembu (São Paulo-BRA);
Gols: Jadson (SP) 47′ do 1º; Benedetto (ARS-pênalti) 3′ do 2º;
Atlético Mineiro  2×1  The Strongest
Local: Independência (Belo Horizonte-BRA);
Gols: Jô (ATL) 11′, Ronaldinho Gaúcho (ATL-pênalti) 27′ e Melgar (STR) 46′ do 2º;
13/03/2013 – Quarta-feira
The Strongest  1×2  Atlético Mineiro
Local: Hernando Siles (La Paz-BOL);
Gols: Diego Tardelli (ATL) 9′ e Reina (STR) 43′ do 1º; Mendez (STR-contra) 37′ do 2º;
14/03/2013 – Quinta-feira
Arsenal  2×1  São Paulo
Local: El Viaducto (Sarandi-ARG);
Gols: Ortiz (ARS) 21′, Aloísio (SP) 27′ e Braghieri (ARS) 40′ do 2º;
03/04/2013 – Quarta-feira
Atlético Mineiro  5×2  Arsenal
Local: Independência (Belo Horizonte-BRA);
Gols: Diego Tardelli (ATL) 10′, Ronaldinho Gaúcho (ATL-pênalti) 14′ e Braghieri (ARS) 39′ do 1º;
Luan (ATL) 1′, Ronaldinho Gaúcho (ATL) 23′, Benedetto (ARS) 39′ e Alecsandro (ATL) 47′ do 2º;
04/04/2013 – Quinta-feira
The Strongest  2×1  São Paulo
Local: Hernando Siles (La Paz-BOL);
Gols: Soliz (STR) 14′ e Rogério Ceni (SP-pênalti) 43′ do 1º; Cristaldo (STR) 20′ do 2º;
17/04/2013 – Quarta-feira
Arsenal  2×1  The Strongest
Local: El Viaducto (Sarandi-ARG);
Gols: Rolle (ARS) 29′ do 1º; Furch (ARS) 16′ e Reina (STR) 47′ do 2º;
São Paulo  2×0  Atlético Mineiro
Local: Morumbi (São Paulo-BRA);
Gols: Rogério Ceni (pênalti) 11′ e Ademilson 36′ do 2º;

Grupo 4

Times P J V E D GP GC SG %
1 Vélez Sarsfield Vélez Sarsfield 13   6 4 1 1 10 3 7 72
2 Emelec Emelec 10 6 3 1 2 5 4 1 55
3 Peñarol Peñarol 9 6 3 0 3 7 7 0 50
4 Iquique Iquique 3 6 1 0 5 5 13 -8 16

12/02/2013 – Terça-feira
Emelec  1×0  Vélez Sarsfield
Local: George Capwell (Guayaquil-EQU);
Gol: Ferreyra (contra) 4′ do 2º;
13/02/2013 – Quarta-feira
Deportes Iquique  1×2  Peñarol
Local: Tierra de Campeones (Iquique-CHI);
Gols: Estoyanoff (PEN) 5′ do 1º; Villalobos (IQU) 13′ e Oliveira (PEN) 26′ do 2º;
19/02/2013 – Terça-feira
Peñarol  1×0  Emelec
Local: Centenário (Montevidéu-URU);
Gol: Oliveira 23′ do 2º;
20/02/2013 – Quarta-feira
Vélez Sarsfield  3×0  Deportes Iquique
Local: José Amalfitani (Buenos Aires-ARG);
Gols: Insúa 24′ e Rescaldani 34′ do 1º; Fernando Gago 23′ do 2º;
26/02/2013 – Terça-feira
Peñarol  0x1  Vélez Sarsfield
Local: Centenário (Montevidéu-URU);
Gol: Pratto 41′ do 2º;
27/02/2013 – Quarta-feira
Deportes Iquique  2×0  Emelec
Local: Tierra de Campeones (Iquique-CHI);
Gols: Ereros 14′ e Villalobos 21′ do 1º;
05/03/2013 – Terça-feira
Emelec  2×1  Deportes Iquique
Local: George Capwell (Guayaquil-EQU);
Gols: De Jesus (EME) 11′, Angulo (EME) 29′ e Villalobos (IQU) 33′ do 2º;
12/03/2013 – Terça-feira
Vélez Sarsfield  3×1  Peñarol
Local: José Amalfitani (Buenos Aires-ARG);
Gols: Estoyanoff (PEN-pênalti) 23′ e Sebá Dominguez (VEL) 28′ do 1º;
Insúa (VEZ-pênalti) 29′ e Copete (VEL) 33′ do 2º;
02/04/2013 – Terça-feira
Deportes Iquique  1×3  Vélez Sarsfield
Local: Tierra de Campeones (Iquique-CHI);
Gols: Sebá Dominguez (VEL) 6′, Romero (VEL) 18′ e
Villalobos (IQU) 38′ do 1º; Copete (VEL) 5′ do 2º;
Emelec  2×0  Peñarol
Local: George Capwell (Guayaquil-EQU);
Gols: Nasuti 35′ e Gaibor 48′ do 2º;
09/04/2013 – Terça-feira
Vélez Sarsfield  0x0  Emelec
Local: José Amalfitani (Buenos Aires-ARG);
Peñarol  3×0  Deportes Iquique
Local: Centenário (Montevidéu-URU);
Gols: Gallegos 38′ do 1º; Zalayeta 29′ e Aguirregaray 31′ do 2º;

Grupo 5

Times P J V E D GP GC SG %
1 Corinthians Corinthians 13   6 4 1 1 10 2 8 72
2 Tijuana Tijuana 13 6 4 1 1 8 4 4 72
3 San José San José 5 6 1 2 3 5 11 -6 27
4 Millonarios Millonarios 3 6 1 0 5 2 8 -6 16

19/02/2013 – Terça-feira
Millonarios  0x1  Tijuana
Local: El Campín (Bogotá-COL);
Gol: Ruiz 19′ do 2º;
20/02/2013 – Quarta-feira
San José  1×1  Corinthians
Local: Jesus Bermúdez (Oruro-BOL);
Gols: Guerrero 7′ do 1º; Saucedo 16′ do 2º;
26/02/2013 – Terça-feira
Tijuana  4×0  San José
Local: Caliente (Tijuana-MEX);
Gols: Castillo 3′ do 1º; Aguilar 1′, Corona 3′ e Martínez 28′ do 2º;
27/02/2013 – Quarta-feira
Corinthians  2×0  Millonarios
Local: Pacaembu (São Paulo-BRA);
Gols: Guerrero 9′ do 1º; Alexandre Pato 2′ do 2º;
05/03/2013 – Terça-feira
Millonarios  2×1  San José
Local: El Campín (Bogotá-COL);
Gols: Franco (MIL) 16′ e Saucedo (SJ) 45′ do 1º; Rentería (MIL) 35′ do 2º;
06/03/2013 – Quarta-feira
Tijuana  1×0  Corinthians
Local: Caliente (Tijuana-MEX);
Gol: Gandolfi 21′ do 2º;
13/03/2013 – Quarta-feira
Corinthians  3×0  Tijuana
Local: Pacaembu (São Paulo-BRA);
Gols: Alexandre Pato 26′ e Guerrero 36′ do 1º; Paulinho 36′ do 2º;
14/03/2013 – Quinta-feira
San José  2×0  Millonarios
Local: Jesus Bermúdez (Oruro-BOL);
Gols: Gomes 13′ do 1º; Saucedo 3′ do 2º;
03/04/2013 – Quarta-feira
San José  1×1  Tijuana
Local: Jesus Bermúdez (Oruro-BOL);
Gols: Martínez (TIJ) 20′ e Gomes (SJ) 35′ do 2º;
Millonarios  0x1  Corinthians
Local: El Campín (Bogotá-COL);
Gol: Danilo 11′ do 2º;
10/04/2013 – Quarta-feira
Corinthians  3×0  San José
Local: Pacaembu (São Paulo-BRA);
Gols: Romarinho 25′ do 1º; Guerrero 14′ e Edenilson 47′ do 2º;
Tijuana  1×0  Millonarios
Local: Caliente (Tijuana-MEX);
Gol: Martínez 48′ do 2º;

Grupo 6

Times P J V E D GP GC SG %
1 Santa Fé Santa Fé 14   6 4 2 0 9 4 5 77
2 Real Garcilaso Real Garcilaso 10 6 3 1 2 8 7 1 55
3 Tolima Tolima 8 6 2 2 2 7 5 2 44
4 Cerro Porteño Cerro Porteño 1 6 0 1 5 3 11 -8 5

13/02/2013 – Quarta-feira
Real Garcilaso  1×1  Santa Fé
Local: Inca Garcilaso de La Vega (Cusco-PER);
Gols: Martínez Borja (SF) 15′ do 1º; Bogado (RG) 30′ do 2º;
14/02/2013 – Quinta-feira
Deportes Tolima  2×1  Cerro Porteño
Local: Manuel Toro (Ibagué-COL);
Gols: Cardozo (CP-contra) 31′ do 1º; Silva (TOL) 13′ e Martínez (CP) 31′ do 2º;
21/02/2013 – Quinta-feira
Cerro Porteño  0x1  Real Garcilaso
Local: General Pablo Rojas (Assunção-PAR);
Gol: Ramúa 42′ do 2º;
Santa Fé  1×1  Deportes Tolima
Local: El Campín (Bogotá-COL);
Gols: Andrade (TOL) 4′ e Valencia (SF) 14′ do 1º;
26/02/2013 – Terça-feira
Deportes Tolima  0x1  Real Garcilaso
Local: Manuel Toro (Ibagué-COL);
Gol: Salazar 45′ do 2º;
07/03/2013 – Quinta-feira
Cerro Porteño  1×2  Santa Fé
Local: General Pablo Rojas (Assunção-PAR);
Gols: Fabbro (CP) 44′ do 1º; Pérez (SF-pênalti) 13′ e Pérez (SF-pênalti) 31′ do 2º;
02/04/2013 – Terça-feira
Santa Fé  1×0  Cerro Porteño
Local: El Campín (Bogotá-COL);
Gol: Cuero 24′ do 1º;
Real Garcilaso  0x3  Deportes Tolima
Local: Inca Garcilaso de La Vega (Cusco-PER);
Gols: Leichtweis 9′, Leichtweis 20′ e Leichtweis 37′ do 2º;
09/04/2013 – Terça-feira
Deportes Tolima  1×2  Santa Fé
Local: Manuel Toro (Ibagué-COL);
Gols: Chará (TOL) 5′, Martínez Borja (SF) 15′ e Martínez Borja (SF) 33′ do 2º;
10/04/2013 – Quarta-feira
Real Garcilaso  5×1  Cerro Porteño
Local: Inca Garcilaso de La Vega (Cusco-PER);
Gols: Gamarra (RG) 8′, Nanni (CP) 12′ e Montes (RG) 36′ do 1º;
Ferreira (RG) 28′, Ramos (RG) 31′ e Gamarra (RG) 44′ do 2º;
16/04/2013 – Terça-feira
Cerro Porteño  0x0  Deportes Tolima
Local: General Pablo Rojas (Assunção-PAR);
Santa Fé  2×0  Real Garcilaso
Local: El Campín (Bogotá-COL);
Gols: Medina 1′ e Borja 25′ do 2º;

Grupo 7

Times P J V E D GP GC SG %
1 Olimpia Olimpia 13   6 4 1 1 16 7 9 72
2 Newell´s Old Boys Newell´s Old Boys 9 6 3 0 3 11 10 1 50
3 Universidad de Chile Universidad de Chile 9 6 3 0 3 7 9 -2 50
4 Deportivo Lara Deportivo Lara 4 6 1 1 4 8 16 -8 22

12/02/2013 – Terça-feira
Universidad de Chile  2×0  Deportivo Lara
Local: Estádio Nacional (Santiago-CHI);
Gols: Ubilla 33′ do 1º; Ubilla 30′ do 2º;
14/02/2013 – Quinta-feira
Newell’s Old Boys  3×1  Olimpia
Local: Marcelo Bielsa (Rosário-ARG);
Gols: Scocco (NOB) 24′, Orzán (NOB) 30′, Bareiro (OLI) 42′ e Maxi Rodríguez (NOB) 44′ do 2º;
19/02/2013 – Terça-feira
Olimpia  3×0  Universidad de Chile
Local: Defensores del Chaco (Assunção-PAR);
Gols: Salgueiro 2′ e Ortiz 9′ do 1º; Candia 4′ do 2º;
21/02/2013 – Quinta-feira
Deportivo Lara  2×1  Newell’s Old Boys
Local: Metropolitano (Barquisimeto-VEN);
Gols: Gomez (LAR) 5′ do 1º; Fernandez (LAR) 4′ e Cáceres (NOB) 46′ do 2º;
05/03/2013 – Terça-feira
Olimpia  2×2  Deportivo Lara
Local: Defensores del Chaco (Assunção-PAR);
Gols: Bareiro (OLI) 31′ do 1º; Bareiro (OLI) 2′, Fernandez (LAR) 25′ e Torrealba (LAR) 40′ do 2º;
Newell’s Old Boys  1×2  Universidad de Chile
Local: Marcelo Bielsa (Rosário-ARG);
Gols: Marino (UNC) 3′, Aranguiz (UNC-pênalti) 16′ e Scocco (NOB) 46′ do 1º;
12/03/2013 – Terça-feira
Universidad de Chile  0x2  Newell’s Old Boys
Local: Estádio Nacional (Santiago-CHI);
Gols: Maxi Rodriguez 19′ do 1º; Tonso 37′ do 2º;
13/03/2013 – Quarta-feira
Deportivo Lara  1×5  Olimpia
Local: Metropolitano (Barquisimeto-VEN);
Gols: Bareiro (OLI) 8′, Miranda (OLI) 31′ e Pittoni (OLI) 45′ do 1º;
Pittoni (OLI) 2′, Mosquera (DL) 7′ e Aranda (OLI) 35′ do 2º;
04/04/2013 – Quinta-feira
Universidad de Chile  0x1  Olimpia
Local: Estádio Nacional (Santiago-CHI);
Gol: Ortiz 4′ do 2º;
Newell’s Old Boys  3×1  Deportivo Lara
Local: Marcelo Bielsa (Rosário-ARG);
Gols: Pérez (NOB) 3′ e Scocco (NOB) 42′ do 1º; Pérez Greco (DL) 33′ e Scocco (NOB) 43′ do 2º;
11/04/2013 – Quinta-feira
Deportivo Lara  2×3  Universidad de Chile
Local: Metropolitano (Barquisimeto-VEN);
Gols: Civelli (UNC) 45′ e Torrealba (DL) 46′ do 1º;
Díaz (UNC) 1′, Cortes (UNC) 33′ e Valoyes (DL) 39′ do 2º;
Olimpia  4×1  Newell’s Old Boys
Local: Defensores del Chaco (Assunção-PAR);
Gols: Salgueiro (OLI-pênalti) 31′ do 1º; Casco (NOB) 1′,
Ferreyra (OLI) 9′, Salgueiro (OLI) 29′ e Ferreyra (OLI) 32′ do 2º;

Grupo 8

Times P J V E D GP GC SG %
1 Fluminense Fluminense 11   6 3 2 1 5 5 0 61
2 Grêmio Grêmio 8 6 2 2 2 10 6 4 44
3 Huachipato Huachipato 8 6 2 2 2 10 8 2 44
4 Caracas Caracas 6 6 2 0 4 6 12 -6 33

13/02/2013 – Quarta-feira
Caracas  0x1  Fluminense
Local: El Olímpico (Caracas-VEN);
Gol: Fred 31′ do 1º;
14/02/2013 – Quinta-feira
Grêmio  1×2  Huachipato
Local: Arena Grêmio (Porto Alegre-BRA);
Gols: Falcone (HUA) 16′ do 1º; Rodríguez (HUA) 5′ e Barcos (GRE-pên) 9′ do 2º;
20/02/2013 – Quarta-feira
Huachipato  1×3  Caracas
Local: Estádio CAP (Talcahuano-CHI);
Gols: Cure (CAR) 14′ e Peña (CAR) 44′ do 1º; Peña (CAR) 13′ e Aceval (HUA) 19′ do 2º;
Fluminense  0x3  Grêmio
Local: Engenhão (Rio de Janeiro-BRA);
Gols: Bruno (contra) 32′ do 1º; André Santos 9′ e Vargas 24′ do 2º;
27/02/2013 – Quarta-feira
Huachipato  1×2  Fluminense
Local: Estádio CAP (Talcahuano-CHI);
Gols: Rodriguez (HUA) 45′ do 1º; Wellington Nem (FLU) 21′ e Wagner (FLU) 30′ do 2º;
05/03/2013 – Terça-feira
Grêmio  4×1  Caracas
Local: Arena Grêmio (Porto Alegre-BRA);
Gols: Barcos (GRE) 16′ e Werley (GRE) 38′ do 1º;
Zé Roberto (GRE) 6′, Sanchez (CAR) 14′ e Zé Roberto (GRE) 26′ do 2º;
06/03/2013 – Quarta-feira
Fluminense  1×1  Huachipato
Local: Engenhão (Rio de Janeiro-BRA);
Gols: Fred (FLU-pênalti) 30′ do 1º; Nuñez (HUA) 25′ do 2º;
12/03/2013 – Terça-feira
Caracas  2×1  Grêmio
Local: El Olímpico (Caracas-VEN);
Gols: Elano (GRE) 17′ e Peña (CAR) 46′ do 1º; Farias (CAR) 21′ do 2º;
03/04/2013 – Quarta-feira
Caracas  0x4  Huachipato
Local: El Olímpico (Caracas-VEN);
Gols: Rodríguez 7′ e Rodríguez 35′ do 1º; Rodríguez 17′ e Falcone 41′ do 2º;
10/04/2013 – Quarta-feira
Grêmio  0x0  Fluminense
Local: Arena Grêmio (Porto Alegre-BRA);
18/04/2013 – Quinta-feira
Huachipato  1×1  Grêmio
Local: Estádio CAP (Talcahuano-CHI);
Gols: Zé Roberto (GRE) 33′ do 1º; Aceval (HUA) 43′ do 2º;
Fluminense  1×0  Caracas
Local: São Januário (Rio de Janeiro-BRA);
Gol: Rafael Sóbis 8′ do 2º;

Libertadores – Huachipato 1×1 Grêmio

April 19, 2013

E o Grêmio se classificou para as oitavas de final. Com “as calças na mão”, mas classificou. Mais uma vez teve uma atuação oscilante num jogo decisivo, mas dessa vez conseguiu o resultado necessário. Não houve “clima de guerra” no estádio nos minutos iniciais, o Huachipato não conseguiu promover uma abafa no começo do jogo. O Grêmio tinha três volantes e Zé Roberto e Vargas abertos nos flancos. Conseguia tocar  a bola assim e neutralizava o adversário. Os chilenos só conseguiram uma infiltração, em lance que Braian Rodriguez chutou com pouco ângulo e Dida, bem colocado, defendeu com tranquilidade. Aos 24 minutos Adriano se lesionou. Com apenas o jovem Misael de volante no banco, Luxa colocou Alex Telles em campo e adiantou André Santos pro meio. O time melhorou e passou a ter uma saída pela esqueda. E foi ali que nasceu o gol gremista. André Santos cruzou, Barcos cabeceou e Zé Roberto, num “rabo de arraia” completou para as redes. No restante do primeiro tempo o time da casa se limitou a fazer cruzamentos e chutes de fora da área. Na conclusão mais perigosa, Dida fez boa defesa na falta cobrada por Aceval.
No segundo tempo não houve grande mudança de postura do Huachipato. Mas o Grêmio parece ter relaxado. Mesmo sem sofrer grande pressão, permitiu que os mandantes concluíssem bastante nos primeiros 15 minutos da etapa final. O tricolor tinha oportunidade de contra-atacar, mas não dava seguimento as jogadas, tendo levado perigo em somente uma conclusão de Zé Roberto. Aos 33 minutos Luxemburgo decidiu mexer no ataque. Até aí tudo bem. O problema é que ele errou ao queimar as últimas duas substituições com as entradas de Kleber e Welliton. Naquele momento não havia a necessidade de trocar os dois avantes. Poucos minutos depois Werley se lesionou e não pode ser subsituído. O zagueiro mostrou heroísmo ao permanecer em campo sem condições, mas a bem da verdade ele mais atrapalhou do que ajudou. O Huachipato cresceu nos minutos finais. Aos 43 Aceval empatou, numa cobrança de falta em que Dida, que até ali passava segurança,  inexplicavalemnte não reagiu a uma bola chutada no seu canto, no lado oposto da barreira. Os acréscimos foram tensos, de sufoco, mas o Grêmio conseguiu segurar o empate que lhe classificou as oitavas.

Zé Roberto e Fernando mais uma vez foram destaques na esquadra gremista. Mas acho importante também ressaltar as atuações de Bressan e Alex Telles, que novamente entraram numa fogueira e corresponderam, jogando com seriedade e simplicidade.

E se fosse  Dida que tivesse se machucado e não houvesse mais substiuições a serem feitas?

Não sei se foi efeito das especulações sobre uma transferência, mas Braian Rodriguez pouco jogou, tendo preferido ficar se engalfinhando com os zagueiros. Bom para o Grêmio.
O lado ruim do resultado é que o Grêmio ficou numa posição baixa na classificação geral (15º). O lado bom é que o chaveamento não é dos piores.
O lado ruim das análise das atuações é que o Grêmio precisa melhorar. O lado bom é que o Grêmio tem como melhorar. Me parece que é mais fácil inserir um pouco de raça e competittivade num time técnico do que inserir técnica num time raçudo.
O Grêmio disputou 6 pontos com o Fluminense: Ganhou 4. Disputou 6 pontos com o Caracas. Ganhou 3. Disputou 6 pontos com o Huachipato. Conquistou apenas 1. Não era a campanha que se previa.
Aquela briga no final foi muito patética. Ainda que o Luxemburgo tenha de fato provocado o treinador adversário com a palavra “vacaciones” a reação foi completamente desproporcional. Mas talvez a agitação tenha feita bem ao plantel, fazendo entrar no clima da competição. Ademais, o Grêmio precisa abrir o olho para os fatores extra-campo. Muita confusão tem acontecido em matéria de segurança no futebol da América do Sul (ex: SPFC X Tigre, Atlético-MG x Arsenal) e a diretoria deveria aumentar o cuidado com essa questão. Não há motivo para promover beligerância, mas também não é preciso ter o adversário como compadre.

Fotos: Martin Bernetti (Lance), Felipe González  (El Mercurio), Lucas Uebel (Grêmio) e CD Huachipato

Huachipato Huachipato 1×1 Grêmio Grêmio
 

HUACHIPATO: Veloso; Contreras, Muñoz, Aceval e Crovetto; Reyes, Sandoval (Arrué – 17’/2ºT) , Núñez (Llanos – 39’/1ºT) e González; Rodríguez e Falcone (Reynero – 14’/2ºT).  
Técnico: Jorge Pellicer.
GRÊMIO: Dida; Pará, Werley, Bressan e André Santos; Adriano (Alex Telles – 24’/1ºT), Fernando, Souza e Zé Roberto; Vargas (Welliton – 33’/2ºT) e Barcos (Kleber – 32’/2ºT).  
Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

Data: 18/04/2013, Quinta-feira, às 22h00min
Local: Estádio CAP, em Talcahuano (CHI)
Público: 9.032 pessoas
Árbitro: Martin Vazquez (URU)
Auxiliares: Miguel A. Nievas (URU) e Nicolas Taran (URU)
Cartões Amarelos: Arrué e Núñez (HUA); Zé Roberto, Pará, Barcos e Fernando (GRE)
Gols: Zé Roberto, aos 32’/1ºT  e Aceval, aos 43’/2ºT

Libertadores – Grêmio 0x0 Fluminense

April 11, 2013

Eu não sei quem esperava facilidade. O Fluminense desfalcado poderia apresentar menores dificuldades, mas facilidade não. Essa palavra não pode existir numa Libertadores da América. Sem Fred, Deco e Wellington Nem, o Tricolor das Laranjeiras se postou atrás, recolhido no seu campo e esperou o Grêmio. O time de Luxemburgo tinha a bola, rodava ela no meio campo, mas não conseguia acionar os seus atacantes. Invertendo o jogo, o Grêmio conseguia fazer com que os seus laterias chegassem até a intermediária ofensiva, mas ali a jogada parava, o Fluminense marcava forte e sempre apresentava um homem a mais junto ao jogador que detinha bola. Ainda assim surgiram oportunidades, mas nenhuma tão clara, tirando as jogadas de bola parada.
Todo o panorama do jogo mudou aos 45 minutos do 1º tempo, quando Cris fez falta em Rafael Sóbis e foi expulso, no que ao meu ver foi um exagero da arbitragem (que no geral não foi bem). Luxemburgo precisava recompor a sua defesa. Imaginei que ele poderia sacar um dos avantes para colocar um zagueiro, e que Vargas permaneceria na partida em função da sua velocidade. Mas o treinador colocou Bressan no lugar de Marco Antônio e Kléber no lugar do chileno. Naquele momento a substituição fez sentido, uma vez que a intenção parecia ser a de reter a posse de bola no ataque com Kléber e Barcos. 
O problema é que o argentino estava visivelmente descontado e com isso o Fluminense passou a controlar as ações, avançando ao ataque e tendo superioridade numérica em vários setores do gramado. Curiosamente os visitantes não souberam  aproveitar isso e foram ter as melhores chances em erros individuais gremistas, como a bola que Dida soltou e a rebatida mal sucedida  de Bressan. Luxemburgo viu que o adversário rondava a sua área com perigo e colocou Adriano em campo. O Grêmio se restabeleceu e e passou a ter presença ofensiva, especialmente nos avanços de Kléber, Zé Roberto e Fernando, mas o placar permaneceu intacto até o apito final.

O Cris, que até que ele momento estava bem na partida, fez um falta muito pouco inteligente aos 45 minutos do primeiro tempo. Sóbis estava de costas pro gol, e recuava pro seu campo de defesa. Pela burrice o nosso zagueiro merecia um cartão amarelo. O cartão vermelho foi um exagero, especialmente pelo modo que o juiz vinha apitando o jogo. A falta de Cris foi grosseira, mas comum. Jogador tentou pegar a bola e acertou a perna do adversário.
Um dado interessante: O Fluminense fez 21 faltas e recebeu 2 cartões. O Grêmio fez 10 faltas e recebeu três cartões (2 amarelos e 1 vermelho).
Fernando fez um partidaço. Se multiplicou em campo no segundo tempo e mostrou que Felipão fez bem ao convocá-lo para seleção brasileira. Presumo que o guri não leia ou não se abale com a crítica da imprensa local. Ontem um jornalista do estado escreveu que Fernando é o “jogador mais violento e desleal” do futebol gaúcho. Um outro jornalista achou por bem publicar essa frase na sua coluna na Zero Hora
A Brigada Militar divulgou um duvidosa e confusa lista de exigências, orientações e  materiais que seriam  permitidos aos torcedores (inclusive os visitantes) que comparecessem na Arena ontem. Nas rampas de acesso os brigadianos impediam o ingresso de faixas da torcida gremista, pelos mais variados critérios, que mudavam de rampa para rampa. O curioso é que a torcida do Fluminense ingressou com um grande número de trapos e bandeiras. Tenho sérias dificuldades em entender por que a Brigada Militar é mais liberal/permissiva/compreensiva com as torcidas visitantes.

Foi divulgado que todos os ingressos para a partida haviam sido vendidos. Porém, mais uma vez se viu espaços vazios em todos os setores (especialmente no quarto anel). Parece claro que o clube está perdendo a oportunidade de atender uma demanda existente (em outras palavras, está rasgando dinheiro).

Fotos: Correio do Povo (Mauro Schaefer), Ricardo Rimoli (Lance),  Lucas Uebel (Grêmio.net), Guilherme Testa (ACEG/Chute10) e Grêmio1983

Grêmio Grêmio 0x0 Fluminense Fluminense

GRÊMIO: Dida; Pará, Werley, Cris e André Santos; Fernando, Souza, Marco Antonio (Kleber, intervalo) e Zé Roberto; Vargas (Bressan, intervalo) e Barcos (Adriano, 22’/2ºT).  
Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Bruno, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean e Wágner; Rhayner (Monzón, 44’/2ºT), Rafael Sobis (Felipe, 38’/2ºT) e Michael (Samuel, 24’/2ºT).  
Técnico: Abel Braga.


Data: 10/4/2013, quarta-feira, 22h00min
Local: Arena do Grêmio, Porto Alegre (RS)
Público: 38.553 (35.067 pagantes)
Renda: R$ 2.046.957,00
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa-MG)
Auxiliares: Kleber Lúcio Gil (Fifa-SC) e Fábio Pereira (Fifa-TO)
Cartões amarelos: André Santos, Zé Roberto (Grêmio); Bruno, Rhayner (Fluminense)
Cartões vermelhos: Cris, 45’/1ºT (Grêmio)

Libertadores – Caracas 2×1 Grêmio

March 13, 2013

O Grêmio fez um jogo de altos e baixos em Caracas. Apesar de ter levado um susto logo no começo, o primeiro tempo foi de domínio tricolor, que tratou de impôr seu jogo. Mesmo com o gramado horrível o Grêmio tratou de tentar fazer a bola andar. Com os seus meias bem abertos, o time se valia dos lados do campo para atacar, usando de inversões e cruzamentos para vencer a marcação. Aos 17 minutos, André Santos cruzou da esquerda e Elano, fechando no segundo pau, completou de cabeça. Mesmo após o 1×0 o tricolor seguiu atacando e teve chances de marcar o segundo. A principal dificuldade era a bola “viva” em função do terreno irregular e as marcações confusas do juiz da partida.  Mas essas são dificuldades correntes na Libertadores. Aos 47, o Caracas teve uma falta questionável marcada próximo ao bico da área. A cobrança estourou na barreira, mas Peña pegou o rebote sozinho, na meia lua, e anotou o 1×1
É difícil saber se foi o gol de empate ou o intervalo que fez mal o Grêmio. O certo é que o time voltou mal para o segundo tempo. Até teve oportunidades de gol, mas não mais tinha o domínio da partida. Aos 21, a defesa gremista estava mal posicionada, Werley foi superado por Cure, Cris não acompanhou Farias, que arrematou de primeira. Depois disso o Grêmio não conseguiu reagir e nenhum das modificações feitas por Luxemburgo trouxe resultado.

Esse jogo lembrou muito a partida que o Grêmio fez contra o Millonarios em Bogotá no ano passado. O Grêmio fez um bom primeiro tempo, saiu em vantagem mas levou a virada de um adversário que buscou a vitória na base do puro entusiasmo e do “vamo que vamo”. Derrotas acontecem, mas eu gostaria de ver o Grêmio  “vendendo caro” um eventual resultado negativo. Ontem o Caracas fez muito pouco para conseguir o 2×1.

Tentamos jogar como se não estivéssemos numa Libertadores“, foi o que disse Luxemburgo na coletiva. E Ele tem razão. O problema que é a segunda vez que isso acontece num intervalo de 30 dias (em 2 dos 6 jogos até aqui disputados). É muito, ainda mais se levarmos em conta que a Libertadores é a principal (ou única) preocupação do TIME do Grêmio no momento.  
Para Souza faltou malandragem“. Também tem certa dose de razão. Os diagnósticos estão corretos. Resta saber quais medidas serão adotadas para corrigir os problemas. Com a qualidade que possuem, os jogadores do Grêmio não podem ver um jogo decidido pela catimba. E o time não pode oscilar tanto de um jogo para o outro, o mesmo do primeiro para o segundo tempo. É preciso encontrar um jeito de manter um padrão mesmo quando as condições não são tão favoráveis.
Para um time que anunciou que apostaria na ligação direta o Grêmio ganhou muito pouco a chamada segunda bola. O mesmo aconteceu com os rebotes ofensivos e defensivos.
Agora o grupo ficou todo embolado. O Grêmio ainda só depende de si, mas não tem nenhum gordura para queimar (pouquíssimos times tem esse luxo nessa Libertadores). E já passa a ser prudente fazer as contas para a classificação as oitavas.

Fotos:  Luis Acosta (Lance) e Lucas Uebel (Grêmio.net)

Caracas Caracas 2×1 Grêmio Grêmio

CARACAS: Baroja, Amaral, Edwin Peraza, Sánchez e Carabalí; Juan Guerra, Jiménez (Quijada – 26’/2ºT), Peña (Vivas – 40’/2ºT) e Otero; Farias e Cure (Febles – 34’/2ºT)
Técnico: Ceferino Bencomo.
GRÊMIO: Dida, Pará, Werley, Cris e André Santos; Fernando (Welliton – 26’/2ºT), Souza, Elano (Marco Antônio – 29’/2ºT) e Zé Roberto; Vargas (Willian José – 31’/2ºT) e Barcos
Técnico: Vanderlei Luxemburgo.
4ª Rodada – Fase de Grupos – Libertadores 2013
Data: 12/3/2013, terça-feira, 21h30min
Local: Olímpico de la UCV, Caracas (VEN)
Árbitro: Óscar Maldonado (Fifa-BOL)
Auxiliares: Efrain Castro (Fifa-BOL) e Arol Valda (Fifa-BOL)
Cartões Amarelos: Peña, Amaral e Guerra (CAR), Vargas, Elano e Werley
Gols: Elano, aos 17 minutos e  Peña , aos 47 minutos do primeiro tempo; Farías, aos 21 minutos do segundo tempo

Libertadores – Grêmio 4×1 Caracas

March 6, 2013

Depois das decisões contra a LDU, da surpresa contra o Huachipato e da encruzilhada contra o Fluminense, o Grêmio finalmente teve um jogo mais tranquilo na Libertadores. Uma partida que a boa exibição coletiva de equipe tornou mais tranquila. 
Repetindo o seu onze ideal, o tricolor começou o jogo ligado,  impondo um ritmo forte e tentando colocar velocidade nas ações. As sabidas dificuldades que o Grêmio tem contra retrancas não foram vistas dessa vez, uma vez que logo aos 16 minutos Werley acreditou na falha do goleiro Baroja e roubou a bola para Barcos, que só empurrou para o gol vazio. A partir daí o Grêmio fez o que sabe fazer melhor: atuar com bola no chão, fazendo o jogo fluir por todo o campo. O Caracas não conseguia reagir e chegou a entrar na roda em momentos que os atletas gremista tentaram jogadas mais técnicas. Aos 37 foi anotado o 2×0 num escanteio, na já conhecida cabeçada de Werley no primeiro pau.

O Grêmio seguiu rodando a bola no início do segundo tempo. Um exemplo claro disso foi o gol de Zé Roberto, logo aos 6 minutos, após uma bela combinação ofensiva (Barcos é quem dá a assistência). O 3×0 gerou um relaxamento natural e o Caracas diminuiu numa bola alçada na área. O Grêmio voltou ao ataque e passou a explorar a velocidade de Vargas, que atuava aberto pela ponta esquerda. Em duas ocasiões o goleiro Baroja se escapou. Mas na terceira descida, Vargas buscou Pará no lado oposto. O camisa 2 gremista fez boa jogada, servindo Zé Roberto, que marcou o 4×1 final.

A atuação foi realmente empolgante, ainda que o adversário possa ser considerado fraco. As combinações de jogadas de ataque com Barcos de pivô tornam o Grêmio um time muito perigoso. Mas como o próprio Pirata reconheceu, ainda “falta muito”. Achei que por vezes os laterais demoraram a recompor a linha defensiva. deixando os zagueiros expostos. Talvez por isso o Cris tenha cometido algumas faltas desnecessárias. Acho que outra tarefa para Luxemburgo é encontrar uma maneira de fazer com que Elano atue os 90 minutos com a mesma intensidade.
Impressionante a facilidade que o Zé Roberto tem para jogar futebol. Aquele lance que ele trouxe uma bola que estava no alto para o chão com o pé foi sensacional.
A coisa está melhorando, mas acho que a intimidadora acústica da Arena ainda não foi usada em todo o seu potencial. O público de ontem foi razoável (um pouco acima da média histórica do Grêmio como mandante na Arena). O que eu acho estranho é que nessa semana só restavam os ingressos de cadeiras gold a venda, e no jogo se via espaços vazios em todos setores. Penso que seria bom para todos a implementação de um sistema de confirmações de presenças e ausências.
Muito legal ouvir Scorpions no som ambiente no intervalo. Uma media que poderia ser mantida, nem que fosse pela superstição.

Fotos: Lucas Uebel (Grêmio.net),  Tiago Baldasso (tiagobaldasso.wordpress.com), Guilherme Testa (Chute10) e Jefferson Bernardes (UOL e Zero Hora)


Grêmio Grêmio 4×1 Caracas Caracas

GRÊMIO: Dida; Pará, Werley, Cris e André Santos; Fernando, Souza, Elano (Marco Antônio – 38’/2ºT) e Zé Roberto; Vargas (Welliton – 37’/2ºT)e Barcos.  
Técnico: Vanderlei Luxemburgo.
CARACAS: Baroja; Francisco Carabalí, Sánchez, Edwin Peraza e Quijada; Jiménez, Peña (Cabezas – 21’/2ºT), Juan Guerra, Otero e Meza (Rino – 5’/2ºT); Cure (Farías – 31’/2ºT).  
Técnico: Ceferino Bencomo.

3ª Rodada – Fase de Grupos –
Data/: 5/03/2013, Terça-feira,  21h30min
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre -RS
Público: 32.531 (30.307 pagantes) 
Renda: R$ 1.336.941,00

Árbitro: Antonio Arias (PAR)
Auxiliares: Rodney Aquino (PAR) e Carlos Cáceres (PAR)
Cartões Amarelos: Cris (GRE); Otero, Sánchez e Guerra (CAR)
Gols: Barcos, aos 16min, e Werley, aos 37min do primeiro tempo; Zé Roberto, aos 6min e aos 27min, e Andres Sánchez, aos 14min do segundo tempo.