Archive for the ‘Palmeiras’ Category

Libertadores 2019 – Palmeiras 1×2 Grêmio

August 29, 2019




Gremio x Palmeiras

De tudo que aconteceu no jogo acho importante destacar o momento que Alisson mandou seus companheiros para dentro da área antes de cobrar a falta que resultou no gol de empate tricolor. Essa ação mudou o rumo do confronto.

E pela segunda vez o Grêmio de Renato, conhecido pela posse de bola, por jogar com a bola no chão, saiu de um “buraco” graças a bola parada levantada na área.

Muito importante foi a “correção” do posicionamento de Cortez do 1º para o 2º jogo. Dudu, de fato, “não jogou”.

Também achei interessante a opção feito por Renato no segundo tempo, colocando Pepê em campo e passando Everton para o meio do ataque, deixando sua linha de frente ainda mais rápida para explorar contra-ataques.

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Gremio x Palmeiras
Fotos: Richard Callis (Jovem Pan), Eduardo Moura (Globo Esporte), Cesar Grego (S.E. Palmeiras) e Lucas Uebel (Grêmio.net)

Palmeiras 1×2 Grêmio

PALMEIRAS: Weverton; Marcos Rocha, Luan, Gustavo Gómez e Diogo Barbosa; Thiago Santos, Bruno Henrique (Raphael Veiga, 28/2ºt), Gustavo Scarpa (Zé Rafael, 20/2ºt); Dudu, Willian (Deyverson, intervalo); Luiz Adriano.
Técnico: Luiz Felipe Scolari

GRÊMIO: Paulo Victor; Leonardo Gomes, Geromel, Kannemann e Cortez; Matheus Henrique, Maicon (Rômulo, 29/1ºt); Alisson (Diego Tardelli, 36/2ºt), Jean Pyerre e Everton; André (Pepê, 18/2ºt)
Técnico: Renato Portaluppi

Libertadores 2019 – Quartas de final – jogo de volta
Data: 27 de agosto de 2019, terça-feira, 21h30min
Local: Estádio Pacaembu, em São Paulo – SP
Público: 36.081 (34.541 pagantes)
Renda: R$ 1.847.047,50
Árbitro: Néstor Pitana (ARG)
Assistentes: Hernan Maidana (ARG) e Ezequiel Brailovsky (ARG)
VAR: Daniel Fedorczuk (URU)
Cartões amarelos: Marcos Rocha; Maicon, Matheus Henrique, Jean Pyerre, Alisson e Geromel
Gols: Luiz Adriano, aos 13 minutos do 1º Tempo, Everton, aos 17 minutos do 1º Tempo, e Alisson, aos 21 minutos do 1º Tempo

Brasileirão 2019 – Grêmio 1×1 Palmeiras

August 20, 2019

Gremio x Palmeiras

– Média de Público do Grêmio no Brasileirão 2019:
17.758 (16.042 pagantes)

– Média de público do Grêmio na Arena na atual temporada:
23.863 (21.765 pagantes)

– Média de público do Grêmio como mandante em 2019:
22.467 (20.453 pagantes)

Gremio x Palmeiras

Fotos: Lucas Uebel (Grêmio.net)

Grêmio 1×1 Palmeiras

GRÊMIO: Julio César; Léo Moura (Luciano, 32/2ºT), Paulo Miranda, David Braz e Cortez; Rômulo, Darlan (Patrick, intervalo); Thaciano, Luan (Everton, 27/2ºT) e Pepê; Diego Tardelli
Técnico: Renato Portaluppi

PALMEIRAS: Weverton; Mayke (Marcos Rocha, 9/2ºT), Antonio Carlos, Gustavo Gómez, Victor Luís; Thiago Santos, Matheus Fernandes (Bruno Henrique, 18/2ºT); Dudu (Ramires, 32/2ºT), Raphael Veiga, Hyoran; Borja
Técnico: Luiz Felipe Scolari

15ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2019
Data: 17 de agosto de 2019, sábado, 21h00min
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre-RS
Público: 14.777 (12.897 pagantes)
Renda: R$ 485.858,00
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhaes (RJ)
Assistentes: Luiz Claudio Regazone e Silbert Faria Sisquim (RJ)
Árbitro de vídeo: Emerson de Almeida Ferreira (MG)
Gols: Dudu, aos 13 minutos do 1º tempo; David Braz, aos 42 minutos do 2º tempo

Robertão 1967 – Grêmio 1×1 Palmeiras

August 16, 2019
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Foto: Correio do Povo

No quadrangular final do Robertão de 1967, Grêmio e Palmeiras empataram em 1×1 no Olímpico, com os visitantes marcando o seu gol no último lance da partida. O empate no apagar das luzes deixou o tricolor na última posição do grupo, enquanto o alvi-verde ficou na primeira posição, da qual não saiu até garantir o título na última rodada.

É válido lembrar que nessa primeira edição do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, bem como no ano seguinte, Grêmio e Inter fizeram todos seus jogos como mandantes no Olímpico. O Rodrigo Cardia fez um excelente post sobre o este episódio, que acabou sendo esmiuçado em um capítulo da sua monografia.

Recomendo a leitura integral de ambos. Abaixo segue um pequeno trecho do material por ele produzido:

“Em 1967, pela primeira vez a dupla Gre-Nal participava do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, que reunia os maiores clubes cariocas e paulistas desde 1950, e que em 1967 foi estendido a Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. O torneio, disputado até 1970, foi o “embrião” do Campeonato Brasileiro, que foi realizado pela primeira vez em 1971.

Como o critério para a participação no “Robertão” para os clubes de fora do eixo Rio-São Paulo era o convite – a princípio seriam convidados apenas os clubes mineiros, visto que as viagens a Belo Horizonte não eram dispendiosas para cariocas e paulistas – era preciso que as partidas em Porto Alegre fossem rentáveis, para que a dupla Gre-Nal continuasse a ser convidada para o “Robertão”. Os dois clubes jogavam no Olímpico, visto que o Inter ainda não tinha um estádio em condições de sediar jogos importantes – o Beira-Rio seria inaugurado somente em 1969.

Para obterem boas rendas, os clubes decidiram adotar o sistema de caixa único, e foi também conclamada uma união entre as duas torcidas para o “Robertão”, pela “afirmação do futebol gaúcho”. Surgia assim a “Torcida Gre-Nal”.

Parecia maluquice, mas a idéia vingou! Gremistas iam aos jogos do Inter e apoiavam o time vermelho, e colorados iam às partidas do Grêmio e apoiavam o Tricolor. E a união deu certo: os dois clubes se classificaram para o quadrangular final, junto com Corinthians e Palmeiras (que foi o campeão). O Inter foi vice-campeão, e o Grêmio acabou em quarto lugar.”

Na primeira fase, o Grêmio havia vencido o Palmeiras em casa por 2×0.

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GRÊMIO CASTIGADO COM O EMPATE
Palmeiras salvou-se no último momento

Foi uma lástima mas aconteceu. Quando a torcida preparava-se para saudar uma memorável façanha do futebol gaúcho, a fatalidade entrou em cena e tudo ficou tão semente no episódio do Pacaembu, onde o Internacional foi o herói. O Grêmio não perdeu para o Palmeiras no Olímpico. Mas o 1×1 teve um sabor amargo de derrota para o penta. Porque não se pode fugir: o resultado foi tremendamente injusto para o elenco tricolor. O Palmeiras, tática e tecnicamente, jamais conseguiu fazer frente ao Grêmio no curso dos 90 minutos. Aquela vantagem mínima, na expressão dos números que o penta levou até ao apagar das luzes, já era um contraste flagrante pelo que se via em campo. Faltava tão semente o azar fazer das suas. E êle veio da forma mais berrante possível, porque não deu a mínima chance sequer para o injustiçado tentar uma reação. De qualquer forma, os resultados serviram para comprovar que os gaúchos estão nesta final do “Gomes Pedrosa” como fórças reais e não por acaso. Não fôsse aquela lamentável indecisão de Ari e Alberto, no fatídico lance dos 89m12 de jogo, o Palmeiras não estaria agora isolado lá na frente da tabela. Tudo começaria de nôvo, com os de lá e os de cá iguais, na luta pelo título máximo.

GRÊMIO ABSOLUTO

O quadro gremista entrou em campo com uma escalação que aparentava preocupação mais defensiva. Mas isso jamais aconteceu. Ante um Palmeiras que foi à luta amedrontado e pensando no empate, os tricolores tomaram conta da partida na base de um acionar agressivo. Êsse panorama foi tônica de quase todo o jôgo. Alberto acabou sendo notado e de forma triste — naquele trágico final de ações, uma vez que a zaga, gremista, soberana e clássica, tranqüilamente amordaçava as poucas tentativas de invasão de um ataque “capenga”, como soube ser o do Palmeiras. Tão eficiente era o labor de Everaldo, Ari e Paulo Souza que até os pecados de Altemir pela direita não representaram maiores dissabores. No meio de campo, mesmo com “cortina” palmeirense ali plantada, o setor gremista movimentou-se com invulgar brilho, embora sem uma peça de inegável valia como é Sérgio Lopes. O veterano Oléo, manobrando com extraordinária, capacidade, levou junto Áureo — deficiente apenas nos lançamentos — e teve em Babá e as vezes João Severiano, eméritos colaboradores. Faltou para o Grêmio apenas os golos para traduzir tanta superioridade. Não por falta de oportunidades. Porque elas foram criadas em boa dose e, inclusive, em três ou mais vezes, de forma cristalina, em que pese a irregularidade de Alcindo no confronto com os demais companheiros. Antes do 1×0, Volmir — mesmo vigiado por dois, já que Suingue foi à campo para ajudar D. Santos —por diversas vezes colocou em pânico a defesa palmeirense e numa delas atirou na trave, com Perez já batido. João Severiano. numa desviada de cabeça sensacional, proporcionou ao excelente arqueiro Perez uma intervenção ainda mais espetacular. E quando o 1×0 já estava escrito, João Severiano escapou e voltou a carimbar o travessão, quando tudo parecia consumado.

EMPATE CHEGAVA

Dizendo que o Palmeiras manteve na frente apenas dois homens (César e Dario) fica bem caracterizada as intenções com que o campeão paulista foi a campo para enfrentar o Grêmio. E nem sofrendo o tento, o Palmeiras teve fôrças próprias para buscar o acionar mais ofensivo, porque aquela agressividade maior, apresentada pelo quadro de Aimoré Moreira no final, nasceu mais por urna conseqüência de atitude do adversário: o Grêmio diminuiu o ritmo de frente em favor de um cuidado mais defensivo. Entretanto, no cômputo geral, o alviverde paulista andou sempre num 4-4-2. Na meia cancha, além de Ademir da Guia — por sinal deficiente — e Dudu, estavam sempre Rinaldo e Suingue, que, de atacante, tinha sômente o 8 nas costas. Quando a supremacia gremista no importante setor mais transparecia, o técnico paulista tirou Ademir e colocou Zequinha, numa tentativa vã para buscar o equilíbrio, já que não passou muito tempo para o Grêmio marcar e estabelecer a verdade dentro das quatro linhas. Uma realidade que acabou sendo desfeita, mais por culpa exclusiva do próprio Grêmio do que por méritos do adversário. E o destino escolheu Alberto como instrumento para um final ilógico e que, normalmente, jamais aconteceria.

OS TENTOS

O Grêmio fêz o 1×0 aos 75 minutos de ações. Everaldo patrocinou espetacular “rush”, que terminou na área palmeirense. Alcindo arrematou nas costas de um contrário e no rebote fêz a cruzada para Joao Severiano. Êste, na altura do penalti, alvejou sem apelação. Aos 89m e meio aconteceu a fatídica “bobeada” na área gremista e que deu o empate ao Palmeiras. Dudu lançou despretenciosamente a bola para a esquerda. César partiu e Ari ficou esperando que Alberto entrasse em ação, já, que o lance estava todo para o arqueiro. Alberto saiu mas parou no meio do caminho! Cesar, sem perda de tempo, cruzou por cima do arqueiro, para entrar João Daniel, que, de bico de botina, acertou o arco desguarnecido.

OUTROS DETALHES

A arbitragem de Romualdo Arpi Filho, sem influir no resultado do jôgo, deixou algo a desejar. Foi complascente com “cêra” dos palmeirenses mas agiu diferente quando os gremistas utilizaram o mesmo expediente. Ao final não deu desconto algum para um jogo, cheio de interrupções. O apitador acabou expulsando Ferrari (discussão com auxiliar J. C. Ferrari), mas logo terminou a partida. Nas laterais, Djalma Moura destoou na marcação de impedimentos, mas João Carlos Ferrari andou acertado. A arrecadação foi de NCr$ 36.903,50.” (Correio do Povo, 30 de maio de 1967)

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1×1 NO MAIOR CRIME DO RGP
Grêmio foi dono do jogo

Embora num turno final onde jogam as quatro melhores equipes do Brasil, qualquer resultado deva ser recebido sem surprêsa, a grande verdade é que o Palmeiras cometeu domingo, no Olímpico, o “crime” do Gomes Pedrosa, empatando com o Grêmio, pelo marcador de 1 a 1, num prélio em que o elenco campeão paulista deu mostras, desde o primeiro minuto que se sentia inferiorizado ante o pentacampeão gaúcho tanto assim que ao iniciar o cotejo colocava-se em rígida “retranca’, atuando para não perder como que sabendo não possuir condições para ganhar o jôgo.

Foi o jôgo mais fácil para o Grêmio, desde o início e, paradoxalmente, aquele cujo resultado mais desgostou a torcida gaúcha que, a estas horas, não fora aquele tento palmeirense no período de descontos estaria festejando invejável situação de liderança, ainda que ao lado da dupla paulista.

Sabendo que o adversário estava entregue, o quadro gremista jogou tranquilo na primeira etapa, sem, que o arco de Alberto sofresse qualquer assedio e. ainda, dando-se ao luxo de perder dois ou três lances de gol, salvos pela atuação novamente extraordinária do arqueiro Perez.

No período final, sentindo que o tento da vitória estava germinando, o Grêmio foi para cima do Palmeiras e mesmo com a equipe bandeirante usando de os expedientes para truncar o jogo e manter o empate, surgiu o gol, obra de JOÃOZINHO, desviando para as rêdes um chute de Alcindo que ia sair do outro lado da meta de Perez. Decorriam então trinta minutos de jogo e, ainda que pareça impossível, foi aí que o Grêmio perdeu o jôgo, em nossa opinião.

Com o escore de um a zero e sabendo que o Palmeiras buscaria desesperadamente o empate, o elenco tricolor deveria manter a ofensiva, inclusive retirando Joãozinho e Alcindo, que estavam esgotado um e batido outro, para manter preocupado o setor defensivo visitante. Tal não aconteceu, porém, A vos do túnel ouviu-se para nós erradamente, A ordem de Froner foi recuar para garantir a vantagem. Em futebol, entretanto — e isto o treinador gremista tem obrigação de saber — quanto mais tempo o seu ataque permanecer nas proximidades do arco do Palmeiras, menos possibilidades terá o ataque palmeirense de chegar até o arco de Alberto. Lógico, não?

Caindo na defensiva e com os homens de frente totalmente parados, o Grêmio favoreceu o trabalho da meia-cancha alvi-verde e os quinze minuto finais foram dramáticos, pois Aimoré Moreira mais expedito, colocou em campo três jogadores “inteiros” fisicamente e estes se encarregaram de levar e pânico ao setor defensivo tricolor. Isto feito e para corroborar sem contestação plausível a nossa tese, surgiu o gol que tirou do Grêmio o sabor da liderança. Uma bola, das multas lançadas neste final para a área gremista provocou instantes de indecisão entre Alberto e Ari Hericilio, dando oportunidade ao comandante Cesar de desviar para o lado direito onde JOÃO DANIEL, que entrava sozinho atirou para as redes desguarnecidas, sem apelação. Estava selada a sorte do cotejo.
A bola voltou ao centro do campo e o árbitro apenas teve tempo de expulsar o lateral Ferrari por ofensas ao bandeirinha e logo deu por encerrado o cotejo.

Romualdo Arpi Filho sem reprisar suas atuações anteriores, dirigiu o cotejo, auxiliado por Djalma Moura e João Carlos Ferrari. Seus pecados maiores foram permitir a “cera” em excesso dos visitantes sem de pois descontar o tempo de paralisação do jogo e não ter expulsado de campo, no primeiro tempo, o lateral Ferrari que ofendeu ao “bandeirinha” com palavras de baixo calão. Se expulsou o defensor palmeirense no fim do jogo, pelo mesmo motivo, por que então não o fez no primeiro tempo?

A renda chegou apenas aos 36.903.50 cruzeiros novos, o que provou que a torcida rubra esteve ausente, já que não tinha interesse direto no resultado e, com o aumento do preço dos ingressos precisara guardar o “tutu* para os jogos de seu clube contra o Grêmio e o Corinthians na próxima semana. ” (Diário de Notícias, 30 de maio de 1967)

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Grêmio 1×1 Palmeiras

GRÊMIO: Alberto, Altemir, Ari Ercílio, Paulo Souza e Everaldo; Áureo e Cléo; Babá, João Severiano, Alcindo e Volmir
Técnico: Carlos Frôner

PALMEIRAS: Pérez, Djalma Santos, Baldochi, Minuca e Ferrari; Dudu e Ademir da Guia (Zequinha, 13/2°T); Dario, Suingue (Zico, 35/2°T), César Maluco e Rinaldo (João Daniel, 30/2°T)
Técnico: Aymoré Moreira

Torneio Roberto Gomes Pedrosa 1967 – Quadrangular Final – 3ª Rodada
Data: 28 de maio de 1967, domingo
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre – RS
Renda: NCr$ 36.903,50
Árbitro: Romualdo Arppi Filho (SP)
Auxiliares: Djalma Moura e João Carlos Ferrari
Expulsão: Ferrari 45 minutos do 2° Tempo.
Gols: Joãozinho Severiano aos 31 minutos e João Daniel, aos 44 minutos do 2° tempo.

Brasileirão 2018 – Palmeiras 2×0 Grêmio

October 14, 2018

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O Palmeiras não precisou fazer nada de extra-ordinário para ganhar o jogo e se manter no topo da tabela. O Grêmio fez uma partida pouco inspirada. O time, mesmo com o devido desconto em função de todos os desfalques, parecia ter entrado em campo para cumprir tabela.

Já é a segunda temporada que o Grêmio sofre demais quando Geromel ou Kannemann não podem atuar. Uma pena que não se tenha achado um zagueiro reserva um pouco mais confiável para jogos como o de hoje.

Bressan, sob o comando do Renato, fez boa temporada em 2013. Mas na época ele jogava bem mais protegido,. Hoje a linha de zaga do Grêmio joga bem mais adiantada, longe do próprio gol.

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Tem uma série de coisas que eu acho estranha nesse suposto mecenato da Crefisa/FAM no Palmeiras. Se o patrocínio é tão benevolente, por que as mesmas marcas são repetidas tanta vezes no uniforme?

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Fotos: Cesar Greco (Palmeiras) e Lucas Uebel (Grêmio.net)

Palmeiras 2×0 Grêmio

PALMEIRAS: Fernando Prass; Mayke, Luan, Gustavo Gómez e Diogo Barbosa; Thiago Santos (Jean, 38’/2º), Bruno Henrique e Moisés; Willian (Lucas Lima, 47’/2º), Dudu (Hyoran, 32’/2º) e Deyverson
Técnico: Luiz Felipe Scolari

GRÊMIO: Paulo Victor; Leonardo Gomes, Geromel, Bressan e Marcelo Oliveira; Maicon e Cícero; Alisson, Luan (Thaciano, 29’/2º) e Pepê (Marinho, intervalo); Jael (André, 37’/2º)
Técnico: Renato Portaluppi

29ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2018
Data: 14/10/2018, domingo, 16h00min
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo-SP
Público: 35.812 (32.015 pagantes)
Renda: R$ 1.254.125,00
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (FIFA/MG)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (FIFA/MG) e Sidmar dos Santos Meurer (MG)
Cartões amarelos: Thiago Santos, Gustavo Gómez, Dudu, Bressan, Marcelo Oliveira
Gols: Deyverson, aos 7 minutos do primeiro tempo e aos 33 minutos do segundo tempo

Brasileirão 2018 – Grêmio 0x2 Palmeiras

June 7, 2018

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O Grêmio perdeu em casa pela primeira vez no Brasileirão 2018. E mereceu perder. O Palmeiras foi muito mais eficiente em fazer valer sua proposta de jogo. Os visitantes conseguiram duas bolas na trave no primeiro tempo e dois gols nos 45 minutos finais. O tricolor, por outro lado, até conseguiu manter a bola no seu campo de ataque, mas fez isso sem levar tanto perigo ao gol defendido por Jailson.

Dessa vez Renato não pode reclamar da postura defensiva do adversário,visto que o Palmeiras começou o jogo pressionando o Grêmio. O tricolor mais uma vez não apresentou soluções para velhos problemas, como a queda de rendimento do setor direito do time quando Ramiro e Leo Moura estão ausentes.

As supostas “lições” da derrota de ontem poderiam ter sido assimiladas muito antes, até porque perder para esse Palmeiras é bem mais “aceitável” do que empatar com Atlético-PR e Paraná.
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Eu não consigo ter uma opinião definitiva sobre a posição do William no momento do lançamento para o segundo gol. As imagens da transmissão da TV não ajudaram. Me parece que o jogo já estava decidido ali e a vitória do Palmeiras foi merecida. Mas isso não autoriza certos especialistas (e como tem especialista!) a tentar passar um cachorro no público. O toque do Leo Gomes NÃO “TIRA” o impedimento do atacante Palmeirense. As figuras 11 e 13 do Livro de Regras da CBF esclarecem.

Eu entendo e concordo com a escolha (tácita até o momento) que a diretoria do Grêmio fez pela Libertadores e pela Copa do Brasil. O Brasileirão já é um campeonato suficientemente complicado para os times daqui. Para completar, em pleno 2018, ainda ouvimos coisas como “tem muita coisa pela frente, o que interessa é lá no fim“, sendo que a história da competição demonstra que os pontos conquistados na 1ª e na 38ª rodada valem exatamente a mesma coisa.

E o Grêmio poderia ter mais cuidado com alguns detalhes no Brasileirão, ainda que não seja a competição “favorita” da direção/torcida. Não é legal jogar duas quartas-feiras de inverno seguidas as 21h45min. Não é legal viajar até o Nordeste em dois domingos seguidos.

  • Média de público do Grêmio na Arena na temporada:
    24.374 (22.178 pagantes)
  • Média de público do tricolor no Brasileirão 2018:
    30.463 (28.124 pagantes)

Gremio x PalmeirasGremio x Palmeiras
Fotos: Cesar Greco (Palmeiras) e Lucass Uebel (Grêmio.net)

Grêmio 0x2 Palmeiras

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Leonardo Gomes, Bressan, Kannemann e Cortez; Arthur (Thonny Anderson, 33’/2ºT) e Maicon; (Jailson, int.), Lima (Pepê, 24’/2ºT), Luan e Everton; André
Técnico: Renato Portaluppi

PALMEIRAS: Jailson; Marcos Rocha, Luan, Thiago Martins e Victor Luis; Felipe Melo (T. Santos, 29’/2ºT), Bruno Henrique (Lucas Lima, 37’/2ºT), Hyoran, Moisés (Jean, 32’/2ºT) e Dudu; Willian.
Técnico: Roger Machado

10ª Rodada – Campeonato Brasileiro 2018
Data: 06 de junho de 2018, quarta-feira, 21h45min
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre-RS
Público: 28.664 (26.566 pagantes).
Renda: R$ 889.315,00
Árbitro: Rafael Traci
Assistentes: Ivan Carlos Bohn e Rafael Trombeta
Cartões amarelos: Luan e Paulo Victor (GRE), Bruno Henrique, Hyoran, Moisés, Felipe Melo e Dudu (PAL)
Gols: Willian, aos 21 e aos 41 minutos do segundo tempo.
Arbitragem: Rafael Traci, auxiliado por Ivan Carlos Bohn e Rafael Trombeta (trio paranaense)

Brasileirão 2017 – Palmeiras 1×0 Grêmio

July 3, 2017

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O Grêmio poupou todos seus titulares e foi até São Paulo com o claro propósito de arrancar um empate diante do Palmeiras no Pacaembu. E ia conseguindo fazer isso (mais na base da raça/vontade do que propriamente na técnica/organização) até os 32 minutos do segundo tempo, quando numa jogada de extrema infelicidade, Machado tentou cortar uma cruzamento e acabou fazendo contra (a bola ainda desviou em Bressan antes de entrar no gol). O Palmeiras, que também poupou alguns titulares, igualmente não fez grande partida, mostrando certa dificuldade para propor o jogo, mas acabou sendo premiado pela maior iniciativa.

Diferente do que aconteceu em Recife, dessa vez o time reserva atuou na mesma formação do time titular, mas mesmo assim acabou fugindo das suas características. O Grêmio teve pouca posse de bola, trocou poucos passes e não conseguiu trabalhar as jogadas no campo de ataque. Um exemplo disso é o fato de Lincoln e Bolaños terem atuado longe da área adversária e não terem conseguido fazer nenhuma finalização.

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A campanha do Grêmio até aqui, em que pese as duas derrotas seguidas, é muito boa. 66% de aproveitamento lhe daria o título em todas as edições anteriores do campeonato por pontos corridos.

Demorei algum tempo pra perceber que o Grêmio estava jogando com a meia azul. O tom destoa muito do tom do azul da camisa.
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Fotos: Cesar Grego (Palmeiras)

Palmeiras 1×0 Grêmio

PALMEIRAS: Fernando Prass; Mayke, Luan, Juninho e Egídio; Bruno Henrique, Zé Roberto e Michel Bastos (Raphael Veiga, 26’/2ºT); Erik (Willian, 16’/2ºT), Borja e Keno (Roger Guedes, 31’/2ºT)
Técnico: Cuca

GRÊMIO: Léo Jardim; Leonardo Gomes, Rafael Thyere, Bressan e Marcelo Oliveira; Jaílson (Lima, 35’/2ºT), Kaio, Fernandinho, Lincoln (Machado, 29’/2ºT) e Éverton; Miller Bolaños (Nicolas Careca, 15’/2ºT).
Técnico: Renato Portaluppi

11ª Rodada – Campeonato Brasileiro
Data: 1/7/2017, sábado, 16h00min
Local: Pacaembu, em São Paulo – SP
Público: 31.622 (29.075 pagantes)
Renda: R$ 963.172,50
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (FIFA-RJ)
Auxiliares: Rodrigo F Henrique Correa (FIFA-RJ) e Thiago Henrique Neto Correa Farinha (RJ)
Cartões amarelos: Juninho, Borja e Bressan
Gol: Machado (contra) aos 32 minutos do 2º tempo

Copa do Brasil 2016 – Palmeiras 1×1 Grêmio

October 20, 2016

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Tendo saído em vantagem no jogo de ida, o Grêmio adotou uma postura mais reativa diante do Palmeiras no Allianz Parque. No primeiro tempo o time sofreu certa pressão dos mandantes, com direito a bola na trave, mas também teve chance de marcar em contra-ataques, como no lance que Pedro Rocha chutou para fora depois de tabelar com Douglas.

Logo no início do segundo tempo o Grêmio sofreu um gol, mais uma vez em jogada de escanteio, que Thiago Martins aproveitou para marcar de cabeça. Mas o tricolor soube reagir e aproveitou os espaços que surgiram após a expulsão de Allione. O time mostrou paciência para “abrir o campo” e  rodar a bola (legado da passagem de Roger) até os 30 minutos do segundo tempo, quando Everton empatou a partida.

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Não acho legal que o treinador seja expulso, mas acho que Renato fez bem em reclamar do juiz. O jogo simplesmente não andava após o cartão vermelho mostrado para o atleta do Palmeiras.

Tanto o Bruno Grassi como o estreante Léo usaram a camisa preta de linha do ano passado (com uma faixa por cima do patrocínio da Tramontina) e a meia preta de treino do ano passado. Mas as questões inexplicáveis de fardamento não foram exclusividade do lado tricolor. É difícil entender porque o Palmeiras optou por usar azul justamente contra o Grêmio.
sergio-barzaghi-gazeta-pressFotos: Palmeiras, Lucas Uebel (Grêmio.net) e Sergio Barzaghi (Terra)

Palmeiras 1×1 Grêmio

PALMEIRAS: Jailson; Fabiano (Jean, aos 19’/2ºT), Edu Dracena, Thiago Martins e Egídio; Thiago Santos, Gabriel e Cleiton Xavier (Erik, aos 21’/2ºT); Allione, Gabriel Jesus e Lucas Barrios (Zé Roberto, aos 24’/2ºT).
Técnico: Cuca

GRÊMIO: Bruno Grassi (Léo, aos 21’/2ºT); Edílson, Pedro Geromel, Kannemann e Marcelo Oliveira; Walace, Maicon, Ramiro (Miller Bolaños, aos 27’/2ºT); Douglas e Pedro Rocha (Everton, aos 15’/2ºT); Luan.
Técnico: Renato Portaluppi

Copa do Brasil 2016 – quartas de final – jogo de volta
Data: 19/10/2016, quarta-feiram 21h45min
Local: Allianz Parque, São Paulo – SP
Público: 29.991 pagantes
Renda: R$ 1.697.841,00
Árbitro: Elmo Alves Resende Cunha (GO)
Auxiliares: Bruno Boschilia (FIFA-PR) e Cristhian Passos Sorence (GO)
Cartões amarelos: Edu Dracena (PAL), Pedro Geromel, Everton, Edílson e Douglas (GRE)
Cartão vermelho: Allione (19’/2ºT)
Gols: Thiago Martins aos 5 do 2ºT e Everton aos 30 minutos do 2º tempo

Confrontos Palmeiras Vs. Grêmio pela Copa do Brasil em São Paulo

October 19, 2016

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Postei fotos dos confrontos, disputados em São Paulo, entre Palmeiras e Grêmio pela Copa do Brasil no Tumblr.

A foto acima, da Zero Hora, mostra Roberto Carlos dando um carrinho no centroavante Charles, no empate em 1×1 no Pacaembu pelo jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil 1993.

Abaixo temos imagens (da Placar e da Zero Hora, respectivamente) do empate em 2×2 no Parque Antártica pelo jogo de volta das quartas de final da Copa do Brasil de 1995, quando o Grêmio conseguiu a classificação mesmo jogando com dois jogadores a menos desde os 43 minutos do primeiro tempo.

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Acima, vemos (na foto da Zero Hora) Cleber, Flávio Conceição e Aílton na vitória de 3×1 do Palmeiras no Parque Antártica pelo jogo de ida da semifinal da Copa do Brasil de 1996.

Abaixo, fotos de Alex Silva ( do Estadão) e Leonardo Soares (do UOL) do empate em 1×1 na Arena Barueri pelo partida de volta da Copa do Brasil de 2012.

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Copa do Brasil 2016 – Grêmio 2×1 Palmeiras

September 29, 2016

 

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Esse jogo de ontem foi bem diferente do empate em 0x0 do dia 11 de setembro. Um belo exemplo da diferença entre um mata-mata e campeonato de pontos corridos. Foi uma partida bem menos estudada, com as equipes correndo mais riscos e sendo mais diretas nas suas ações. O Grêmio fez um primeiro tempo muito bom, tendo volume de jogo, criando situações e abrindo 2×0 (num golaço de Ramiro e com Pedro Rocha pegando o rebote da cabeçada de Geromel).

O gol de pênalti (sofrido por Gabriel Jesus e convertido por Zé Roberto) acabou sendo uma ducha de água fria no entusiasmos tricolor. O Grêmio tentou retomar o ritmo inicial, mas aos poucos os dois times começaram a diminuir a intensidade, quase como se estivessem pensado no jogo de volta.

 
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Ramiro fez um golaço e foi melhor em campo. Acho interessante que Renato tenha colocado ele para jogar na segunda linha do meio de campo, fazendo uma função parecida com a que ele fez no Gre-Nal dos 4×1.

O juiz foi muito confuso no jogo. Maior prova disso foi o lance que ele marcou falta no recuo de Roger Guedes para o goleiro Jailson, mas deixou que a barreira ficasse em distância muito inferior a exigida pela regra.

Gabriel Jesus é um jogador muito promissor. Mas é impressionante como ele reclama durante o jogo. E igualmente impressionante é conivência da arbitragem com esse comportamento. Lembrei do artigo do Tim Vickery no qual ele dizia que no futebol brasileiro as estrelas são excessivamente protegidas pela arbitragem.

O Grêmio disputou 15 jogos em casa por quartas de final de Copa do Brasil. A média de público nessas fase é de 29.259 pagantes. Público de ontem ficou um pouco abaixo dessa média.
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Fotos: Lucas Uebel (Grêmio.net) e Cesar Greco (Palmeiras)

Grêmio 2×1 Palmeiras

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Edilson, Pedro Geromel, Kannemann e Marcelo Oliveira; Walace, Jaílson, Ramiro (Rafael Thyere, aos 44’/2ºT, Douglas e Pedro Rocha (Guilherme, aos 34’/2ºT); Luan.
Técnico: Renato Portaluppi

PALMEIRAS: Jailson; Fabiano, Mina, Vitor Hugo e Zé Roberto; Gabriel (Leandro Pereira, no intervalo), Moisés, Tchê Tchê e Dudu (Rafael Marques, aos 43’/2ºT); Róger Guedes (Barrios, 38’/2ºT) e Gabriel Jesus
Técnico: Cuca

Copa do Brasil 2016 – Quartas de Final – Jogo de ida
Data: 28 de setembro de 2016, quarta-feira, 21h45min
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre
Público total: 26.589 (24.471 pagantes)
Renda: R$ 723.201,00
Árbitro: Claudio Francisco Lima e Silva
Assistentes: Bruno Boschilia e Ivan Carlos Bohn
Cartões amarelos: Kannemann, Marcelo Grohe, Walace; Fabiano, Mina, Vitor Hugo
Gols: Ramiro, aos 32 minutos do 1º tempo, Pedro Rocha, aos 44 minutos do 1º tempo;
Zé Roberto (de pênalti), aos 5 minutos do 2º tempo

Confrontos Grêmio Vs. Palmeiras pela Copa do Brasil em Porto Alegre

September 28, 2016

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Postei fotos de todos os confrontos entre Grêmio e Palmeiras em Porto Alegre pela Copa do Brasil no Tumblr e no Twitter.

Acima, preço dos ingressos e  foto de Sílvio Ávila, da Zero Hora, de Jamir no jogo de volta das quartas de final de 1993 (1×1 no tempo normal e vitória do tricolor nos pênaltis)

Abaixo, uma foto (de Paulo Franken, da Zero Hora) de Dinho e Luis Carlos Goiano cercando Valber, no empate em 1×1 no jogo de ida das oitavas de final de 1995.

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Acima, o preço dos ingressos e fotos de Valdir Friolon e Guaracy Andrade, da Zero Hora, da vitória de 2×1 do Grêmio na semifinal de 1996, num dos maiores roubos da história da competição e do estádio Olímpico, quando o juiz Dacildo Mourão e o bandeirinha Paulo Jorge Alves anularam (por impedimento inexistente) o terceiro gol do Grêmio que levaria o jogo para os pênaltis.

Abaixo uma foto do Olímpico no pontapé inicial do jogo de ida na semifinal de 2012 (vitória de 2×0 dos visitantes)

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