Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Camisa Celeste “Charrua” Umbro 2018

April 19, 2018

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Confesso que esperava mais dessa camisa “Charrua” do Grêmio. De toda essa coleção “Nations” da Umbro era a proposta que mais fazia sentido. E talvez, juntamente com a do Bahia, seja a camisa que ficou melhor resolvida. Mas mesmo assim tem alguns problemas.

O principal, para meu gosto, reside no fato da camisa ser demasiadamente semelhante a camisa celeste do ano passado. Assim como em 2017 a gola é redonda e preta. Assim como no ano passado o corte é raglan (e a do ano passado parecia vestir melhor). Assim como no passado os logos da Umbro e do Banrisul são estampados em preto. A principal alteração foi a mudança/correção do tom de azul da camisa (mas o distintivo segue tendo um azul diferente da camisa), o que parece ser muito pouco para justificar um novo lançamento.

Gostei dos pequenos detalhes, das listras na lateral e na abaixo da gola nas costas, assim como da marca d´água. Mas acho que foram pouco (ou mal) explorados. A marca d´água ficou restrita a parte do peito, onde já um excesso de elementos com distintivos, patch e marca do fornecedor. E as listras poderiam ter mais destaques. Fazia tempo que eu queria ver um uniforme do Grêmio com algum elemento da camisa continuando ou se repetindo no calção. Aparentemente isso foi feito, mas somente com o calção de azul (e só é possível perceber isso de soslaio nas fotos do Instagram e no vídeo do YouTube).

Ademais, eu acho que existe uma confusão conceitual na camisa. Todas as demais peças da coleção estão inspiradas nas bandeiras dos países homenageados. Na do Grêmio não fica claro se a inspiração é a bandeira uruguaia ou a camisa da seleção uruguaia.  E caso seja a seleção, é bom lembrar que tradicionalmente os uniformes da Celeste Olímpica possuem a gola branca (foi assim em 1924, 1928, 1930, 1950 e na maioria e das suas participações em Copa do Mundo. A Copa da Rússia será a primeira que o Uruguai usará a camisa celeste com gola preta). E, apesar de ter gostado da marca d´água, não entendi porque ela também foi usada na camisa do Cruzeiro (qual seria a possível ligação entre Grêmio, Uruguai, Islândia e Cruzeiro?)

Par enfatizar a semelhança nas duas últimas camisas celestes, tentei fazer, na imagens abaixo, uma simulação de como ficaria a camisa do ano passado com o tom de azul de 2018 e como ficaria a camisa dessa temporada com o tom de azul de 2017.

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Camisa Celeste – Modelo Everton FC

April 12, 2018

Uma vez que já circula a informação de que a próxima camisa que a Umbro fará para o Grêmio será celeste, resolvi fazer mais uma simulação com base em modelos lançados pela marca inglesa recentemente.  Dessa vez me baseei no template da camisa titular que o Everton FC está usando no campeonato inglês  (modelo visto também nas camisas reservas do Hull City, Derby County e Bornemouth)

 

Na primeira versão, as camisa seria toda celeste, apenas com os detalhes da Umbro e Banrisul em branco (Acima, na esquerda). No outro modelo o detalhe embaixo do braco ficaria branco (acima, a direita)

Nessas versões o detalhe embaixo do braço ficaria em preto, alterando apenas a cor do logo da umbro do Banrisul

Essa de cima com o detalhe da manga/ombro em preto.

E as últimas com o detalhe da manga/ombro em branco (lembrando um pouco o modelo do Uruguai na Copa América de 1987)

Gauchão 2018 – Brasil de Pelotas 0x3 Grêmio

April 12, 2018

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Pronto. Acabou o Gauchão. E acabou também o “jejum” de títulos estaduais do Grêmio. Acabou também o “mistério” sobre a permanência de Renato. Agora o clube pode voltar todas as suas atenções para os objetivos mais nobres da temporada.

O Brasil chegou a incomodar em alguns lances no primeiro tempo, Alisson Farias e Calyson estiveram perto de abrir o marcador em chutes aos 13 e 23 minutos, respectivamente. Mas no segundo tempo, após a expulsão de Leandro Leite (dessa vez não há qualquer controvérsia em relação ao cartão vermelho), o jogo foi todo do Grêmio. Cícero marcou o primeiro 35, Alisson ampliou dois minutos depois e Leo Moura marcou o terceiro aos 44 minutos.

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Brasil de Pelotas 0x3 Grêmio

BRASIL: Marcelo Pitol; Edinei, Leandro Camilo, Heverton e Bruno Collaço (Rafael Dumas, aos 29’/2°T); Leandro Leite, Valdemir, Calyson e Mossoró (Van Basty, aos 5’/2°T); Alisson Farias e Lourency (Léo Bahia, aos 26’/2°T)
Técnico: Clemer

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Léo Moura, Geromel, Kannemann e Cortez; Arthur e Maicon, Ramiro (Alisson, aos 28’/2°T), Luan (Cícero, aos 34’/2°T) e Everton; Jael (Thonny Anderson, aos 21’/2°T)
Técnico: Renato Portaluppi

Gauchão 2018 – Final – Jogo de volta
Data: 08/04/2018, Domingo, 16h00min
Local: Estádio Bento Freitas, em Pelotas – RS
Público: 8.156 pagantes
Renda: R$ 417.945,00
Árbitro: Leandro Vuaden
Auxiliares: Rafael Silva Alves e Lúcio Beiersdorf Flor
Cartões amarelos: Jael (GRE); Leandro Leite (BRA)
Cartões vermelhos: Leandro Leite, aos 3 minutos do 2º tempo
Gols: Cícero, do Grêmio, aos 35 minutos do segundo tempo; Alisson,do Grêmio, aos 37 minutos do segundo tempo. Léo Moura, do Grêmio, aos 44 minutos do segundo tempo

Libertadores 2018 – Grêmio 4×0 Monagas

April 5, 2018

Gremio x Monagas

O primeiro tempo do Grêmio foi um tanto arrastado. O time passou quase a totalidade dos 45 minutos no campo de ataque, mas não conseguiu criar chances e obter desarmes nas tentativas de saída de bola do Monagas.

Tudo isso mudou aos cinco minutos do segundo tempo, quando Cortez fez boa jogada pela ponta esquerda e cruzou para Jael abrir o marcador. O 1×0 no placar fez com que o jogo do Grêmio voltasse a fluir com naturalidade. Everton fez o segundo, Luan o terceiro e Cícero o quarto.

Gremio x Monagas
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Foi interessante notar que ontem Maicon jogou mais adiantado do que o Arthur. E Maicon jogou bem. Mas ainda acho que é necessário que o Grêmio enfrente algum adversário que o exija mais na parte defensiva para avaliar a pertinência de usar os dois como únicos volantes do time.

O público de ontem foi o segundo mais baixo do Grêmio em jogos de Libertadores na Arena. 21 mil torcedores presentes por jogo é a média do Grêmio em casa esse ano. Na maioria das vezes os públicos de Libertadores ficam bem acima da média do clube na temporada.

Acho curioso que pelo segundo ano seguido o Grêmio tenha recebido um time venezuelano que atuou com meia preta, calção branco e camisa amarela/verde limão.

Por falar em uniforme, o Grêmio segue usando a meia branca do ano passado e a fonte de 2016 no calção.

Gremio x Monagas
Fotos: Lucas Uebel (Grêmio.net) e Superior_Norte (Instagram)

Grêmio 4×0 Monagas

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Léo Moura (Alisson, intervalo), Geromel, Kannemann e Cortez; Arthur e Maicon (Cícero, aos 25/2ºT), Ramiro,Luan e Everton; Jael (Thonny Anderson, aos 32/2ºT)
Técnico: Renato Portaluppi

MONAGAS: Baroja; Bracho, Lencinas, Trejo, Óscar González; Palacios; (Christian Flores, 34’/2ºT), Suárez, Agnel Flores (Reyes, 20’/2ºT), García, Luis González; Cádiz (Romero, 34’/2ºT)
Técnico: Jhonny Ferreira

Data: 04/4/2018, quarta–feira, 19h15min
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre – RS
Público: 21.250 (19.348 pagantes)
Renda: R$ 612.168,00
Árbitro: Carlos Orbe Ruiz (EQU)
Auxiliares: Luis Vera (EQU) e Edwin Bravo (EQU)
Cartões amarelos: Kanneman, Cádiz
Gols: Jael, aos 5 minutos; Everton, aos 15;  Luan, aos 41; e Cícero aos 44 minutos do segundo tempo.

Gauchão 2018 – Inter 2×0 Grêmio

March 22, 2018

2018 Inter 2x0 Gremio Diego Guichard GloboEsporte2018 Inter 2x0 Gremio Ricardo Giusti Correio do Povo

Não acredito em um “bom momento” para perder um jogo, muito menos para ser derrotado em um clássico. Mas se havia em 2018 um momento que uma vitória colorada não teria maiores consequências para a temporada tricolor, esse momento foi ontem.

O jogo começou muito ruim, com um festival de chutões e divididas. Foi só após a primeira metade do primeiro tempo que o Inter, que precisava de três gols, foi conseguir ter algum tipo de iniciativa mais organizada, se aproximando da área gremista.  Aos 33 minutos, Bressan cometeu pênalti em Rodrigo Moledo. Nico Lopez converteu a cobrança. O Inter obviamente se animou com 1×0, mas não apresentou uma melhora repentina na qualidade do seu jogo. A pressão seguia muito mais na base de força, da vontade, especialmente nas bolas cruzadas na área (27 cruzamentos do Inter contra 7 do tricolor).

O segundo tempo acabou sendo um tanto parecido com o segundo tempo do Grenal de 10 dias atrás, com um Grêmio aparentando cansaço e o Inter buscando ocupar espaços no seu campo de ataque. D´alessandro marcou o segundo, logo aos 2 minutos, cobrando uma falta inexistente (só o bandeirinha viu um contato faltoso de Kannemann em Gabriel Dias). O 2×0 no placar deixou o jogo ainda mais tenso, mas o Inter não articulou nenhuma jogada concreta depois de marcar o segundo gol, apesar de seu treinador ter colocado todo seu time a frente.

Grenal

Arrisco a dizer que desde 2011/2012 (quando o estádio estava em obras) não havia se registrado um público abaixo da casa dos 30 mil em Gre-nais no Beira-Rio.

Entendo que desmerecer a vitória do adversário é inerente ao folclore da rivalidade, mas eu não me filio a esse corrente que considera “gol de bola parada” como algo de menor valor.

Não acho absurda a escolha feita por Renato de começar o jogo com Cícero de titular. A opção por um jogador que auxiliaria bastante na defesa no jogo aéreo fazia muito sentido. O problema é que ele não mostrou bom entrosamento com Jaílson, tanto na hora de sair jogando e especialmente na hora de marcar (era perceptível o distanciamento dos dois, o que deixou a dupla de zaga um tanto exposta).

Grenal
Fotos: Diego Guichard (GloboEsporte.com),  Ricardo Giusti (Correio do Povo) e Lucas Uebel (Grêmio.net)

Inter 2×0 Grêmio

INTERNACIONAL: Marcelo Lomba; Fabiano (Brenner, aos 5′ do 2°T), Rodrigo Moledo, Cuesta (Camilo, aos 40′ do 2°T) e Iago; Rodrigo Dourado, Edenílson, Gabriel Dias (Wellington Silva, aos 29′ do 2°T), Patrick e D’Alessandro; Nico López.
Técnico: Odair Hellmann

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Léo Moura (Alisson, aos 27′ do 2°T), Bressan, Kannemann e Cortez; Jailso e Cícero; Ramiro, Luan e Everton (Michel, aos 46′ do 2°T); Jael (Arthur, aos 19′ do 2°T).
Técnico: Renato Portaluppi

Gauchão 2018 – Quartas de final – Jogo de volta
Data: 21/3/2017, quarta-feira, 21h45min
Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, RS
Público: 26.219  (23.753 pagantes)
Renda: R$ 961.157,00
Árbitro: Leandro Vuaden
Auxiliares: Rafael da Silva Alves e Lúcio Beiersdorf Flor
Cartões amarelos: Rodrigo Dourado, Nico López, D’Alessandro, Cuesta e Rodrigo Moledo; Bressan, Cortez, Kannemann e Alisson
Gols: Nico López (de pênalti) aos 33 minutos do 1°T e D’Alessandro aos 2º minutos do 2° tempo

Amistoso em 1940 – Grêmio 2×1 Independiente

February 21, 2018

O Gremio

O primeiro confronto da história entre Grêmio e Independiente aconteceu em 30 de janeiro de 1940. Foi o segundo jogo dos argentinos em solo gaúcho naquele mês, em compromissos arranjados por Luiz Aranha,  Presidente da CBD (Confederação Brasileira de Desportos) . No primeiro deles o time de Avellaneda empatou em 2×2 com o Inter nos Eucaliptos.

O segundo aconteceu numa quinta-feira chuvosa, as 21 horas na Baixada. O Grêmio saiu perdendo por um 1×0, mas Luiz Carvalho entrou no time no intervalo, fez o gol de empate aos 20 minutos do segundo tempo  e a cinco minutos do fim deu a assistência para Malaquias fazer  gol da vitória.

O curioso que surgiram “lendas” sobre a participação de Luiz Carvalho nessa partida. David Coimbra, na edição original e nas posteriores do livro “A História dos Grenais”, bem como em seu blog na Zero Hora, afirmou que o centroavante tricolor estava aposentado desde 1938 e foi convencido no intervalo da partida a voltar a ativa para reverter o placar desfavorável. Tal informação não corresponde a realidade.  Luiz Carvalho jogou as duas partidas anteriores do Grêmio, fez gol contra o Americano em 16 de janeiro e iniciou a partida contra o Força e Luz em 23 de janeiro. Luiz Carvalho estava relacionado para partida contra os argentinos e sua escalação como titular era cogitada na reportagem do Correio do Povo do dia da partida (ver imagem abaixo)

Ainda mais estranha é afirmação de David Coimbra de que “No dia seguinte, o Correio do Povo mancheteou: “Só se viu um maestro em campo e era Luiz Carvalho”. A rartir de então, ele passou a ser conhecido como El Maestro”. Como se pode ver na imagem acima, não há nenhuma manchete com esse teor na edição do Correio do Povo que cobriu essa partida. Da mesma forma, não há nenhuma referência de Luiz Carvalho como “El Maestro”, e sim como “Condottieri“.

Mais recentemente o jornalista Marcos Bertoncello afirmou essa partida contra o Independiente “marcou a despedida do futebol de Luiz Carvalho”, o que também não é verdade.  Luiz Carvalho jogou as duas partidas seguintes ao confronto contra o Rojo, a primeira como titular contra o Cruzeirinho na Baixada em 08 de fevereiro e a segunda entrando no segundo tempo de um Gre-Nal nos Eucalitpos em 13 de fevereiro.

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Luiz Carvalho ensinou o caminho das redes
A assistencia, á entrada do team tricolor no field, encarou com pessimismo a ausencia de Luiz Carvalho no commando do ataque. Isso porque se annunciara que o laureado crack, juntamente com Lacy, envergaria mais urna vez a jaqueta da Baixada, em logar de Allemãosinho, cujas ultimas “performances” no haviam primado pela segurança.
Cedo, os afficionados sentiram a falta do habilidoso “condottieri”. E sentiu-o tambem a propria offensiva gremista, que trabalhou completamente enredada, na 1ª phase, com um Allemão improductivo, inexpressivo mesmo. Por duas vezes, naquelle periodo, a torcida tricolor teve a visão do goal. E, por duas vezes, Allemãosinho falhou, sacudindo os nervos da assistencia.
Dessa maneira, o Independiente jogou quasi á vontade, no 1.° half-time, obrigando o tricolor a permanecer cerradamente na defesa. Ahi, agigantou-se a actuação da rectaguarda local, O triangulo integrado por Edmundo, Luiz e Dario transformou-se numa verdadeira muralha, onde se chocava, de momento a momento, a offensiva portenha, algo debilitada com a ausência de Sastre, mas ameaçadora e vistosa.
A efficiencia de Laxixa, hontem o primeiro homem da defesa tricolor, na aza esquerda da linha média, cobriu a indecisão inicial de Noronha e foi um estimulo permanente ao estreiante André, que, na aza direita, andou bem durante todo o match.
Dessa maneira, o Gremio contou apenas com a solidez da sua rectaguarda, na primeira etapa. A pressão do Independiente, felizmente, não se expandiu muito no marcador, e só um unico goal conseguiram os argentinos, por intermedio de Coll. Foi um lance bonito, aliás. O “center” portenho recebeu a pelota de De La Mata, cruzou velozmente entre Luiz e Dario, arremessando um “shoot” baixo e collocado, no canto direito.
O tento foi marcado no vigésimo minuto e o assedio dos visitantes continuou, registrando-se mas um ponto, dois minutos depois que o arbitro, Alfredo Cesaro acertadarnente invalidou, por se encontrar o seu autor, Vilariño, em franco impedimento.
A REACÇÃO DO GREMIO E O TRIUMPHO

Nas archibancadas, após o 1.º tempo, tinha-se a impressão de que o match continuaria no mesmo “train” e que o Independiente faria subir o placard. Uma surpresa estava reservada, entretanto, aos

bi campeoes estrearaoaviaoos coloradosO independiente volta a se exibir

“O quadro, tantas vezes campeão, apresentará Luiz Luz, Noronha, Laxixa, Allemãosinho e talvez, o laureado Luiz Carvlho num cotejo de forças com Colleta, Leguizamón, De La Mata e o incomparável Sastre” (Correio do Povo – 30 de janeiro de 1940)

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“Apareceram mais os três médios gremistas, Luiz Carvalho na meia-esquerda em lugar de Fogo que passou para a ponta esquerda” (Diário de Notícias – 09 de Fevereiro de 1940)

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Gauchão 2018 – Veranópolis 2×1 Grêmio

February 20, 2018

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O Grêmio perdeu o jogo em dois erros bizarros dos seus jogadores. No primeiro tempo, Bressan foi afastar uma bola de dentro da área mas não conseguiu fazer com que ela passasse por Felipe Mattioni, que estava intermediária. O ex-lateral aproveitou o presente e mandou um canudo na gaveta. No segundo tempo foi Paulo Victor que espalmou uma bola para trás, aonde foi assinalado o gol da vitória do VEC.

Me parece que a bola de fato entrou nesse lance, mas as imagens da transmissão da TV não são esclarecedoras.

vec1vec2Fotos: Lucas Uebel (Grêmio.net)  MasterLynK (Veranópolis E.C.)

Veranópolis 2×1 Grêmio

VERANÓPOLIS: Reynaldo; Vinícius Bovi, Bonfim, Léo Dagostini e Matheus Bertotto; Romano, Felipe Mattioni (William Paulista, aos 28′ do 2°T), Talles Cunha (Fabricio, aos 15′ do 2°T) e Eduardinho; Wesley (Matheus, aos 25′ do 2°T) e Juba.
Técnico: Julinho Camargo

GRÊMIO: Paulo Victor; Léo Gomes, Paulo Miranda, Bressan e Marcelo Oliveira; Thaciano (Vico, no intervalo), Michel e Ramiro; Lima (Maicosuel, aos 18′ do 2°T), Thonny Anderson (Dionathã, aos 27′ do 2°T) e Alisson.
Técnico: Renato Portaluppi

08ª Rodada – Campeonato Gaúcho 2018
Data: 17/2/2018, sábado, 21h30min
LocalEstádio Antônio David Farina, em Veranópolis – RS
Árbitro: Jean Pierre Lima (RS)
Auxiliares: Michael Stanislau e Gustavo Marin Schier
Cartões amarelos: Bressan; Talles Cunha e William Paulista
Gols: Felipe Mattioni, aos 27 minutos do primeiro tempo.Thonny Anderson, aos oito minuto e Matheus Bertotto, aos 11 minutos do segundo tempo

Mundial de Clubes 2017 – Real Madrid 1×0 Grêmio

December 22, 2017

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david ramos

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A vitória do campeão europeu sobre o campeão sul-americano pelo placar mínimo é absolutamente normal e aceitável, assim como seria o inverso. Diante do Real Madrid o Grêmio fez o jogo que as circunstâncias lhe permitiram fazer: Na impossibilidade de fazer uma marcação adiantada (o que até foi tentado nos minutos iniciais) o tricolor recuou suas linhas,  protegeu a entrada da sua área e adotando uma postura mais “reativa” na espera de eventuais espaços que poderiam ser aproveitados em contra-ataques.

A parte defensiva dessa estratégia funcionou relativamente bem no primeiro tempo. Kannemann e Geromel estavam inspirados e Cristiano Ronaldo e Benzema foram os jogadores de linha do Real que menos tocaram na bola nos 45 minutos iniciais. Ocorre que a solidez da defesa tricolor acabou maculada por um erro primário no início do segundo tempo, quando a barreira abriu numa cobrança de falta, permitindo que a bola chutada por Cristiano Ronaldo passasse entre Luan e Barrios e fosse parar no fundo da rede. Depois disso o Grêmio parece ter ficado sem forças e sem alternativas para buscar um empate.

E foi justamente essa falta de alternativas o maior problema do Grêmio em Abu Dabhi. Obviamente que a ausência de Arthur foi bastante sentida. Sobrecarregado na tarefa de criação das jogadas Luan não fez boa partida e Renato não tinha muitas opções para alterar isso (Apenas 2 dos 23 inscritos pelo clube na competição eram meias ofensivos).

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É compreensível que esse tipo de confronto enseje um debate sobre o desnível técnico entre os gigantes europeus e os campeões da Libertadores. Mas beira a desonestidade intelectual analisar essa partida sem levar em conta que o Grêmio chegou desfalcado para enfrentar um Real Madrid com força máxima.  Igualmente me parece arriscado dar um veredicto sobre a superioridade de todo o futebol europeu sobre todo o futebol sul-americano com base em um único jogo. Ainda mais quando o vencedor não é um time qualquer, e sim a única equipe que conquistou dois títulos em sequência de Champions League nos últimos 25 anos.

Geromel jogou demais. Demais. Até ponta-pé, que não é sua especialidade, ele deu. E deu com maestria. É um absurdo que não tenha constado na seleção dos 3 melhores jogadores do torneio.

Acho muito válido que números e estatísticas sejam usados na análise do jogo. Contudo, me parece sem sentido considerar número de finalizações como uma medida inequívoca do que aconteceu na partida (ainda mais quando já existem ferramentas mais completas à disposição).

Assim como a lesão de Arthur, é também de se lamentar o fato de que Maicon ainda não tivesse condições para jogar por mais tempo. Nos poucos minutos que entrou em campo, ele claramente aumentou o nível de jogo do time, ainda que estivesse notadamente longe do seu melhor ritmo.

Para 2018 o Grêmio pode e deve pensar em algo que lhe faltou nesse jogo: Alternativas no plantel e/ou no seu modelo de jogo para quando os seus volantes e laterais fiquem excessivamente ocupados nas tarefas defensivas.

Perder nunca é bom. Mas algumas coisas estão acima disso. Foi sensacional perceber a torcida do Grêmio se fazendo ser ouvida nos primeiros minutos da FINAL DO MUNDIAL. Da mesma forma foi muito bonito ver os torcedores gremistas gritando o nome do time no finzinho da partida, quando o resultado já parecia irreversível (lembrou um pouco aquela final contra o Corinthians em 1995).

amhed Ahmed Jadallahguardina Karim SahibFotos: AFP (Olé), Ricardo Giusti (Correio do Povo), Mike Hewitt, David Ramos e Francois Nel (FIFA.com), Amr Abdallah Dalsh (Reuters), Karim Sahib e Ahmed Jadallah (The Guardian)

Real Madrid 1×0 Grêmio

REAL MADRID: Navas; Carvajal, Sergio Ramos, Varane e Marcelo; Casemiro, Kross, Isco (Lucas Vazquez, aos 27/2ºT) e Modric; Benzema (Bale, aos 34/2ºT) e Cristiano Ronaldo
Técnico: Zinedine Zidane

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Edilson, Pedro Geromel, Kannemann e Cortez; Jaílson, Michel (Maicon, aos 38/2ºT), Ramiro (Everton, aos 25/2ºT), Luan e Fernandinho; Lucas Barrios (Jael, aos 17/2ºT)
Técnico: Renato Portalupppi

Local: Estádio Zayed Sports City , Abu Dhabi (EAU)
Data: 16/12/2017, sábado, 15h00min
Árbitro: César Ramos (MÉX)
Auxiliares: Marvin Torrentera (MÉX) e Miguel Hernandez (MÉX)
Público: 41.094

Cartões amarelos: Ramiro, Casemiro
Gols: Cristiano Ronaldo, aos 7 minutos do 2º tempo

Amistoso em 1961 – Real Madrid 4×1 Grêmio

December 15, 2017

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O primeiro (e até aqui único) confronto entre Grêmio e Real Madrid aconteceu em 1961, em um amistoso em Estrasburgo durante um excursão tricolor a Europa.

O Real Madrid (que conquistara o seu primeiro mundial poucos meses antes) venceu por 4×1, com destaque para Puskas, que foi o artilheiro da partida. É curioso que os jornais dão créditos diferentes para os autores dos gols. Segundo o Jornal dos Sports, Marino fez o gol do Grêmio, enquanto o Diário de Notícias, o Jornal do Dia dão o gol para Cardoso e o jornal ABC, de Madri, afirma que o gol foi de Gessi.

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IMPÕE-SE A GRANDE CLASSE DO REAL MADRID: 4X1

Puskas foi a grande figura do embate, tendo assinalado 3 gols, abrindo o escore no 1.º minuto de jogo – Mateo completou o marcador espanhol, tendo Cardoso descontado para o Grêmio.

Estrasburgo, 24 (UPL) – Jogando esta noite no Estádio de Meinau, perante um público de 35.000 assistentes, o Real Madrid, Campeão da Europa, abateu ao Grêmio de Porto Alegre, Brasil por um escore de quatro tentos a um.

O quadro espanhol, de um modo geral dominou as ações, tendo a equipe brasileira apenas por alguns minutos superado seu categorizado contendor. Isto deu-se no espaço de tempo compreendido entre o 10º e o 24º minuto de ações. Após o tendo de empate consignado por Cardoso, os Madrilenhos tomaram as rédeas da partida e já no final do primeiro tempo haviam conquistado mais dois tentos. Com a vantagem de três a um no marcador, o Real voltou a campo na segunda etapa disposto a garantir o placar que lhe era favorável.

O Real confirmou esta noite o cartaz que vinha precedido enquanto a equipe do Grêmio mostrou bons valores, mas não teve categoria técnica para colher melhor resultados embora tenha-se empregado do início ao final e nunca esmorecido diante do adversário. Os famosos Puskas e Di Stefano foram os mais destacados jogadores do clube vencedor. Pode-se atribuir a esses dois atacantes os maiores méritos de sua vitória de hoje.” (Diário de Notícias – 25 de maio de 1961)

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GRÊMIO CAIU ANTE O REAL MADRID: QUATRO A UM!

ESTRASBURGO, França, 24 (AFP) — No mesmo local em que no ano de 1938 a seleção do Brasil enfrentou e venceu o selecionado da Polônia, por seis tentos contra cinco, em prélio válido pelo campeonato mundial de futebol, exibiu—se esta noite, portanto 23 anos depois, uma equipe brasileira ante a plateia local.

Trata-se do conjunto do Grêmio, que se encontra realizando um “gira” pelos gramados da Europa e que enfrentou o poderoso conjunto do Real Madrid. O prélio despertou o interesse de todos, pois o Real Madrid é o pentacampeão da Europa e campeão mundial interclubes e o Grêmio, um clube brasileiro que possui boas credenciais e que ainda recentemente passou invicto pelos gramados de Hamburgo. Empresários de todo a Europa aqui se encontram para presenciar a exibição de brasileiros e espanhóis e a televisão francesa, por sua vez, transmitiu o jogo para toda a Europa, uma vez que a capacidade do Estádio Municipal de Estrasburgo é de apenas 35 mil pessoas e os ingressos foram vendidos com antecedência, o que motivou um afluxo de público impressionante, Lotando literalmente o estádio local.

O prélio agradou plenamente e o Real Madrid, vence.dor brilhante do “match”, confirmou totalmente sua imensa fama, brindando ao público com uma exibição primorosa. Principalmente na fase inicial, que findou com a vantagem de três a um para os campeões da Europa, os companheiros do inesgotável Di Stefano realizaram uma apresentação magistral, em que o fabuloso Puskas a todos impressionou com suas jogadas admiráveis e seus tentos magníficos, pois foi o craque húngaro que anotou os três tentos do Real Madrid. Na segunda etapa, embora com menor ritmo, prosseguiu o Real jogando com muito virtuose marcou mais um tento, fixando o marcador em quatro tentos contra um.

O Grêmio, embora vencido e praticamente goleado, não decepcionou. É verdade que não chegou a igualar o brilhantismo do campeão dos campeões interclubes, mas mesmo assim mostrou-se brioso e com alguns jogadores de primeira grandeza, como os “defesas” Enio Rodrigues, Ortunho e Airton e o avante Cardoso que deu insano trabalho aos homens da estrema defesa espanhola e, mercê de sua atuação primorosa, foi o autor do tento de honra dos brasileiros. O marcador foi movimentado no primeiro minuto de jogo, por intermédio de Puskas. Cardoso empatou aos 24 minutos Puskas colocou novamente o Real em vantagem nos 35 minutos e aos 44 voltou a marcar. O período complementar apenas uma vez movimentou, o placar, quando aos 40 minutos, Mateos deu cifras definitivas a partida.

Os dois elencos atuaram assim organizados: REAL MADRID — Vicente; Casado e Vidal (Ruiz); Marquitos, Santamaria e Pachin; Herrera Del Sol, Di Stefano (Mateus), Puskas e Gento. GREMIO –Henrique; Airton e Ortunho; Altemir, Elton e Enio Rodrigues. Cardoso, Gessi, Marino, Milton e Vieira.” (JORNAL DO DIA – 25 DE MAIO DE 1961)

jornal dos sports

GRÊMIO NÃO TINHA CONDIÇÕES E FOI GOLEADO PELO REAL MADRID

STRASBURG (Especial para o JORNAL DOS SPORTS) — Depois de dominar a primeira metade do tempo inicial, a brasileiros do Grémio Pôrto Alegrense caíram frente o Real Madrid, pela contagem de 4 tentos a 1, em amistoso internacional disputado aqui e em que o clube do Brasil substituiu o Sedan, da França, que seria o adversário do famoso conjunto espanhol.

Gente de Tôda a Alsácia
Espectadores de tôda a Alsácia e de algumas cidades alemãs próximas de Strasburg compareceram para ver encontro, totalizando aproximadamente 25 mil pessoas no grande Estádio Lameinau.

Grêmio Não Esteve Em Condições
O Grêmio, que vinha de uma série de jogos contra outras grandes equipes do football europeu e que tinha seis dos seus titulares quase sem condição de jogo não estava preparado da melhor maneira para enfrentar um adversário categorizado e perigoso como o Real Madrid. E acabou mesmo caindo inapelavelmente, sem maiores possibilidades de reação na etapa complementar, depois de perder da inicial por 3 a 1. O Real Madrid, por seu turno, jogou um football objetivo contra o extremamente …….que os brasileiros exibiram.
No segundo tempo, aproveitou-se para desenvolver um football mais moderado, em razão da estafa que percebei no opononente

Os Goals
O primeiro goal do encontro foi feito por Del Sol, ao primeiro minuto de jogo: Marino empatou para o Grêmio, aos 24: Puskas desempatou e aumentou, aos 36 e 43 minutos da fase inicial. No tempo final, Mateos, que substituíra Di Stefano, completou o marcador, aos 40 minutos.

Os Dois Quadros
As duas Equipes alinharam com a seguinte constituição:
REAL MADRID — Vicente, Marquitos, Santa Maria e Casado; Vidal e Patin; Herrera, Del Sol, Di Stefano (Mateos), Puskas e Gento.
GRÊMIO – Henrique, Atenin, Airton e Ortunho; Helto e Enio Rodriuges, Cardoso, Gessi, Marino, Milton e Vi. (Jornal dos Sports – 25 de maio de 1961)

Fotos: Acervo Histórico do Grêmio
REAL MADRID: Vicente (Dominguez); Marquitos, Santamaria, Casado  e Vidal (Ruiz);  Pachin e Herrera; Del Sol, Di Stefano (Mateos), Puskas e Gento.
Técnico: Miguel Muñoz

GRÊMIO: Henrique; Altemir, Airton, Ênio Rodrigues e Ortunho; Elton e Milton Kuelle; João Cardoso, Gessi, Marino e Vieira.
Técnico: Foguinho

Mundial de Clubes 2017 – Grêmio 1×0 Pachuca

December 14, 2017

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O Grêmio cumpriu com sua “obrigação” de campeão da Libertadores e passou pela semifinal do mundial de clubes. E talvez o fato dessa vitoria ser tratada como uma obrigação explique porque o tricolor só foi fazer o seu gol na prorrogação. A equipe gremista parecia excessivamente ciente da possibilidade de uma zebra mexicana e acabou tendo uma atuação um pouco mais “travada” do que o habitual (aqui valeria lembrar a máxima do Prof. Vanderlei Luxemburgo de que “o medo de perder tira a vontade de ganhar“). Foi só depois dos 25 segundo tempo, quando Renato já havia trocado Barrios e Michel por Jael e Everton. E foi Everton que fez o gol da classificação, na sua já tradicional entrada em diagonal pelo lado esquerdo da área.

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O mapa de calor do Footstats mostram bem como o Pachuca concentrou seus jogadores de frente nos lados do campo. Isso atrapalhou um pouco o encaixe da marcação tricolor e dificultou o apoio dos laterais gremistas.

Além da ausência do apoio dos laterais, a criação do Grêmio também se ressentiu de uma maior presença dos volantes no campo de ataque. Michel e Jailson não se projetavam para frente quando Luan recuava para buscar o jogo, de maneira que o Grêmio ficava com poucos jogadores além da linha da bola.

Cortez foi o melhor em campo. Impecável na parte defensiva, fez duas intervenções fundamentais na área gremista. Achei muito interessante a entrevista dele contando que se aprimorou como marcador no período que jogou no Japão.

Jael entrou bem no jogo, assim como já tinha acontecido no primeiro jogo contra o Lanús. Trouxe mais vibração ao ataque tricolor.

Everton precisa de muito pouco tempo e espaço para concluir. Isso que torna essa jogada dele ir levando a bola para dentro da área tão difícil de ser marcada pelos zagueiros.

Não sou o maior fã desse modelo da camisa tricolor de 2017, mas ela melhorou muito sem tantos patrocínios (ainda assim sigo achando que a Umbro poderia ter feito um fardamento especial para o mundial)

Dá pra afirmar com tranquilidade que mais da metade dos 6.400 torcedores presentes eram do Grêmio.

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Fotos: Mike Hewitt, David Ramos e Francois Nel (FIFA.com)

Grêmio 1×0 Pachuca

GRÊMIO: Marcelo Grohe; Edilson (Léo Moura, no início da prorrogação), Geromel, Kannemann e Cortez; Jaílson, Michel (Everton, aos 26/2ºT); Ramiro, Luan e Fernandinho (Rafael Thyere, aos 17/2ºT-P), Lucas Barrios (Jael, aos 09/2ºT).
Técnico: Renato Portaluppi

PACHUCA: Óscar Pérez; Joaquín Martínez, Omar González, Óscar Murillo e García (Sagal, aos 10/1ºT-P); Jorge Hernández, Honda, Guzmán e Aguirre (Erick Sanchez, aos 21/2ºT); Urretaviscaya (Germán Cano, ao 1/2ºT-P) e Franco Jara (Robert Herrera, aos 1/1ºT-P).
Técnico: Diego Alonso

Mundial de Clubes 2017 – Semifinal
Data: 12/12/2017, terça–feira, 15h00min
Local: Estádio Hazza Bin Zayed , Al Ain (EAU)
Público: 6.428
Árbitro: Felix Brych (ALE)
Auxiliares: Mark Borsch (ALE) e Stefan Lupp (ALE)
Cartões amarelos: Kannemann, Ramiro, Jael, Guzmán, García, Jorge Hernández
Cartão vermelho: Guzmán (aos 5 do 2º tempo da prrorogação)
Gol: Everton aos 5 minutos do 1º tempo da prorrogação